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Aécio Neves diz que Congresso irá regulamentar o financiamento de campanhas


Aécio Neves: Congresso definirá financiamento das campanhas

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), em entrevista à TV Senado, afirmou que o Congresso Nacional se dedicará nas próximas semanas ao debate sobre o financiamento das campanhas eleitorais, mudança proposta na PEC 77.

Autor da PEC 36 que trata de novas regras para as eleições, com a criação da cláusula de desempenho para os partidos e o fim das coligações de partidos, Aécio disse que há consensos sobre as novas regras, mas falta definir o financiamento eleitoral.

O fundo eleitoral prevê financiamento exclusivo com recursos públicos, ficando proibida a contribuição de empresas a campanhas políticas.

“Já há um consenso em torno da proposta de minha autoria e do senador Ferraço que acaba com as coligações proporcionais e estabelece uma cláusula de desempenho de 1,5% do eleitorado já a partir do ano que vem e o fim das coligações já a partir de 2020. Sobre esta matéria há consenso. Isso significa que haverá uma redução dos cerca de 28 a 29 partidos que hoje funcionam na Câmara para menos da metade disso. Já é um avanço. 

A outra questão é o sistema eleitoral. Vamos para o distrital misto que é o que nós do PSDB sempre defendemos com uma transição passando pelo distritão, onde cada cidadão vota no seu candidato e os candidatos mais votados são aqueles eleitos. Isso como transição é razoável e aceitável para que cheguemos em 2022 no distrital misto. E a questão do fundo eleitoral é a grande discussão.

 De onde sairão os recursos que irão compor este fundo, já que o Congresso Nacional proibiu o financiamento de empresas, de pessoas jurídicas. Essa é a grande questão e sobre este tema que o Congresso vai se debruçar na próxima semana.”


Ministro do STF "Aécio tem fortes elos com o Brasil e carreira elogiável"





Marco Aurélio: Aécio tem ‘fortes elos com o Brasil’ e ‘carreira elogiável’

Estadão

Ao reconduzir Aécio Neves (PSDB-MG) ao Senado, o ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou expressamente o que pensa do tucano, de quem se revelou profundo conhecedor da biografia.

“É brasileiro nato, chefe de família, com carreira política elogiável – deputado federal por quatro vezes, ex-presidente da Câmara dos Deputados, governador de Minas Gerais em dois mandatos consecutivos, o segundo colocado nas eleições à Presidência da República de 2014 – ditas fraudadas -, com 34.897.211 votos em primeiro turno e 51.041.155 no segundo, e hoje continua sendo, em que pese a liminar implementada, senador da República, encontrando-se licenciado da Presidência de um dos maiores partidos, o Partido da Social Democracia Brasileira”, afirmou.

Nesta sexta-feira, 30, Marco Aurélio derrubou decisão anterior de seu colega, o ministro Edson Fachin, que em 17 de maio decretou o afastamento de Aécio das funções parlamentares e a retenção de seu passaporte.

Na ocasião, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, havia requerido a prisão preventiva do senador.


O caso foi parar nas mãos de Marco Aurélio, porque o próprio Fachin pediu a redistribuição de parte da Operação Patmos – investigação que envolve Aécio em suposta propina de R$ 2 milhões da JBS.

Além de devolver o mandato a Aécio, o ministro Marco Aurélio lhe restituiu o passaporte. O magistrado alega não haver risco de fuga do tucano.

“No tocante ao recolhimento do passaporte, surgem ausentes elementos concretos acerca do risco de abandono do País, no que saltam aos olhos fortes elos com o Brasil”, anotou.

Marco Aurélio também livrou o senador da obrigação de não manter contato com nenhum outro investigado do caso JBS – entre os quais a irmã do senador, Andrea Neves, e um primo dele, Frederico Pacheco, o Fred, que cumprem prisão domiciliar.

“A impossibilidade de manter contato com outros investigados ou réus implica a cessação de relações inclusive no âmbito familiar, em presunção abstrata de continuidade de atividades passíveis de enquadramento como relativas a grupo criminoso. De qualquer forma, essa articulação ficou suplantada pelos limites objetivos da denúncia apresentada, no que não envolve a integração em organização”, assinalou.

http://istoe.com.br/marco-aurelio-aecio-tem-fortes-elos-com-o-brasil-e-carreira-elogiavel/

Polícia Federal indicia Carolina Pimentel, mulher do Governador Fernando Pimentel




Governador Fernando Pimentel e a mulher, Carolina Pimentel

A Polícia Federal indiciou a mulher do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT); os secretários da Casa Civil e do Planejamento do governo mineiro e dois executivos no âmbito das investigações da Operação Acrônimo. Carolina Pimentel foi indiciada como partícipe em corrupção, lavagem de dinheiro e crime eleitoral. Antonio Maciel, ex-presidente da Caoa, e o presidente do grupo Aliança, Elon Gomes, foram indiciados por falsidade ideológica e crime eleitoral, no artigo 350. Não há acusação contra as duas empresas.

Também foi indiciado o publicitário Vitor Nicolato, homem de confiança do empresário Benedito de Oliveira, o Bené, próximo a Fernando Pimentel.

A Acrônimo foi deflagrada em maio de 2015 para investigar esquema de tráfico de influência para liberação de empréstimos do BNDES e esquema de lavagem de dinheiro em campanhas eleitorais envolvendo gráficas e agências de comunicação.

O indiciamento não significa culpa provada, mas certeza da autoridade policial de que há fatos para denúncia e processo. A denúncia cabe ao Ministério Público, que pode aceitar ou não a conclusão do inquérito policial.

COM A PALAVRA A DEFESA:

O criminalista Pierpaolo Bottini, que defende Carolina Pimentel, diz que, “ainda não teve acesso aos autos”. “Como é de costume na Operação Acrônimo, a defesa ainda não teve acesso aos autos e, por isso, está impossibilitada de comentar o fato”.

O chefe da Casa Civil do governo de Minas Gerais, Marco Antonio Teixeira, informa que não tem informação sobre o indiciamento e que, por essa razão, não pode comentar. “Isso é muito estranho. Mas vou tentar me informar melhor durante a semana”, diz.

O secretário de Planejamento de Minas Gerais, Helvécio Magalhães, foi procurado por meio da assessoria, mas não ligou de volta. A assessoria informou que não conseguiu localizá-lo no domingo.

O criminalista Eduardo Toledo, que defende o presidente da Aliança, Elson Gomes, afirma que o processo está sob sigilo. “O caso está sob segredo de Justiça, o que implica que qualquer manifestação será, como de fato está ocorrendo, no âmbito da Justiça”.

O Grupo Aliança divulgou a seguinte nota: “A Aliança informa que não tem como comentar por não ser parte do caso.”

O executivo Antonio Maciel não foi localizado pela Coluna.

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Aécio Neves: " 2017- Pelo resgate da ética e da boa gestão!"



PELO RESGATE DA ÉTICA E DA BOA GESTÃO



Começamos um novo ano repleto de importantes desafios. Entre eles a responsabilidade de governar 807 prefeituras, o que representa quase 50 milhões de brasileiros sob a gestão direta do PSDB. Neste plano, nunca um partido político governou uma população tão expressiva e diversa.


Trata-se de uma tarefa honrosa e cada vez mais complexa, considerando os tempos atuais de enormes dificuldades, múltiplas crises e drástica redução da capacidade de financiamento das políticas públicas.


Ainda assim, prevalece nossa crença e nossa fé nos tucanos eleitos no último pleito, que se prepararam para enfrentar esta jornada, conscientes do que floresceu nas ruas e eleva o interesse público no plano da ética, da eficiência do Estado e da boa gestão.


Um momento como o atual exige compromissos verdadeiros por parte dos que têm a responsabilidade de governar e a formação de equipes capazes de responder às demandas acumuladas nesse período a outras, novas, que se apresentam em face da crise social que se agrava como consequência do desastre econômico, administrativo e político herdado pelos brasileiros.


A vitória do PSDB em todo país foi a vitória da coerência. Afinal, desde 2014 resgatamos as bandeiras do partido e apontamos caminhos corajosos para o Brasil. Denunciamos os crimes cometidos pelos governos do PT, apoiamos o impeachment da ex-presidente Dilma e hoje defendemos reformas fundamentais para o país, para recuperar a governabilidade e a esperança.


Estou certo de que o partido estará à altura da expectativa da sociedade por mudanças e por uma verdadeira transformação da nossa dura realidade.

Em Minas Gerais não será diferente. Aqui, elegemos vários prefeitos, vice-prefeitos e vereadores, numa demonstração da confiança depositada em um projeto que deu certo e que vem sendo hoje continuamente dilapidado por uma gestão antiga, rancorosa e incapaz de superar dificuldades criadas pelo próprio projeto de poder no plano nacional.

Vamos continuar trabalhando todos os dias ao lado do nosso povo e do nosso Estado para retomar o crescimento com responsabilidade e virarmos definitivamente esta página triste da nossa história.

Agradeço a cada companheiro e a cada companheira os esforços e empenho feitos ao longo de 2016 e reitero meus votos de que sejamos bem sucedidos no enfrentamento das dificuldades no nosso Estado e na construção de uma nova Nação.


Aécio Neves

Senador da República e Presidente Nacional do PSDB



Aécio pede ao STF que decida rápido sobre Renan Calheiros



O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), fez um apelo à presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, para que a decisão definitiva do afastamento do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado ocorra na sessão desta quarta-feira (7).

"Fizemos um apelo ao STF que decida sobre o afastamento de Renan até amanhã", afirmou o tucano em entrevista coletiva. A pressa do PSDB, principal partido da base do governo Temer, se deve ao fato de que a estratégia dos petistas é justamente jogar com o "caos institucional" instaurado com o afastamento de Renan, ocorrido por medida liminar, para ganhar tempo.

A ideia da bancada do PT é de, no comando do Senado, não realizar sessões no plenário evitando-se dessa forma que seja feita a contagem de prazo para a votação da PEC do Teto. "A cadeira da presidência do Senado não pode ser bunker de partido", disse Aécio.

A votação do segundo turno da proposta está inicialmente prevista para ocorrer na próxima terça-feira (13). "Queremos que a PEC seja vota independente de afastamento", emendou o senador. Segundo ele, a bancada do PSDB manterá o quórum na próxima semana para tentar avançar na votação.

Impacto

A possibilidade de se adiar para 2017 a votação da PEC do teto, no entendimento, de consultores do Congresso, não causará nenhum impacto na questão orçamentária.

Segundo assessores da Comissão Mista do Orçamento do Congresso, ouvidos pela reportagem, no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2017, encaminhado pelo Executivo e aprovado em agosto pelos congressistas, já havia a previsão dos efeitos da PEC para o próximo ano. Na LDO, segundo consultores, é como a PEC já "estivesse valendo".


http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/a%C3%A9cio-cadeira-da-presid%C3%AAncia-do-senado-n%C3%A3o-pode-ser-bunker-de-partido-1.1408589

“O PT é, sem dúvida alguma, o grande derrotado dessas eleições”, diz Aécio Neves



Viemos acompanhar e saudar o nosso candidato, mas quero, em primeiro lugar, como presidente nacional do PSDB, dizer do orgulho de ter aqui um companheiro como João Leite dizendo aquilo em que acredita, percorrendo toda Belo Horizonte e apostando no futuro da cidade. Em um projeto generoso para Belo Horizonte. E é natural que, agora, no segundo turno, essas visitas se intensifiquem. E, obviamente, aqueles que quiserem fortalecer esse projeto, esse projeto claro com propostas exequíveis, debatido com gente extremamente qualificada e com a população de Belo Horizonte, serão bem-vindos. Mas eu ressalto o que disse aqui, João Leite, a aliança fundamental, a aliança que devemos buscar é a aliança com a população de Belo Horizonte.

Quero cumprimentar todos aqueles que disputaram esta eleição e se dispuseram, num momento difícil para a política como esse, colocar seu nome e as suas ideias. Todos eles merecem o meu respeito independentemente da sua coloração partidária. Quero cumprimentar, de forma especial, o candidato Kalil que disputará o segundo turno esperando que possamos ter uma disputa eleitoral à altura das tradições de Belo Horizonte e de Minas Gerais, onde a briga seja de ideias e não de pessoas. Espero que possamos ter, portanto, uma campanha do mais alto nível e, agora, com dois candidatos é natural que a população possa compreender um pouco melhor o que cada um representa.

Quero, por outro lado, fazendo aqui este registro, agradecendo aqui mais uma vez a liderança dos governadores Antonio Anastasia e Alberto Pinto Coelho, e dizer que o PSDB está tendo no Brasil o melhor desempenho de toda a sua história nessas eleições. Não temos ainda o conjunto dos resultados. Amanhã pretendo voltar a conversar com vocês, quando farei uma análise mais detalhada dos avanços que tivemos, mas nesse instante posso afirmar aos senhores que o PSDB será o partido político que administrará o maior número de capitais e, muito provavelmente, entre aquelas cidades acima de 200 mil eleitores, teremos também o maior número de cidades administradas pelo PSDB.

É uma eleição pulverizada, onde cerca de 15 partidos poderão de alguma forma estar administrando algumas dessas grandes cidades. Mas o PSDB já estará elegendo, hoje, em primeiro turno o prefeito de São Paulo, João Dória, e aqui um cumprimento especial ao extraordinário desempenho do nosso candidato na maior capital do país e também ainda em primeiro turno o candidato Firmino, candidato à reeleição em Teresina, no Piauí. Além dessas duas vitórias já oficializadas hoje, estaremos, o PSDB, disputando o segundo turno claro, aqui em Belo Horizonte, mas também em Cuiabá, em Campo Grande, em Porto Velho, em Maceió, em Belém e em Porto Alegre.

Portanto, em todas as regiões do país, sem exceção, o PSDB estará disputando esse segundo turno. Manaus com o companheiro Arthur Virgílio. Portanto, acho que é uma demonstração clara de que a partir de todos esses acontecimentos que mexeram com a vida dos brasileiros e, obviamente, com a política, o PSDB se encontra fortalecido pela coerência das suas posições, pela clareza daquilo que defendia. E em Minas Gerais estamos tendo também em grandes cidades resultados muito expressivos. Portanto, apenas o PSDB poderá estar administrando 10 capitais do Brasil. Mas se formos incluir aí os nossos aliados, esse número cresce muito mais. Aliados como o extraordinário prefeito de Salvador (BA), ACM Neto, que teve uma vitória também consagradora e é um aliado político nosso desde o primeiro instante. E outras capitais onde estamos na coligação ou mesmo fazendo parte da chapa. Mas queria deixar, esse é o primeiro dado que tenho aqui para vocês. E obviamente amanhã poderemos detalhar esses números.

No segundo turno, o sr. pretende participar mais da campanha em BH?

Sempre estive à disposição do João. Acho que essa é uma eleição em que os candidatos é que têm que demonstrar o que pensam, os candidatos é que têm que ir para as ruas. Minha participação será da forma que a campanha considerar mais adequada. Repito que estou extremamente feliz com a decisão de lançarmos João Leite, da qual claro participei intensamente, da aliança muito sólida – também agradeço aos partidos políticos que se somaram a nós nesse primeiro turno. Agora é arregaçar as mangas e cada um contribuindo da forma que puder para dar a Belo Horizonte um prefeito que tem experiência administrativa, um prefeito que tem a capacidade de diálogo e, sobretudo, um prefeito que tem a clareza de propostas e de projetos para a nossa cidade. Estou muito honrado e estarei à disposição de João Leite da forma que ele achar melhor.

De que forma o sr. vê a queda do principal adversário do PSDB nas últimas eleições, tanto municipais quanto nacionais, que é o PT?

Acho que são os dois resultados mais claros dessa eleição que se possa vislumbrar, pelo menos, neste instante. Uma vitória expressiva do PSDB em várias regiões do país, em todas as regiões do país, e em algumas das suas principais cidades, e a derrocada do PT. O PT em determinada regiões do país está sendo dizimado nessas eleições, com candidatos que sequer conseguiram disputar as eleições. Em muitos lugares não conseguiram sequer apresentar candidatos nessas eleições. E mesmo aqui em Belo Horizonte, onde o PT sempre teve – sempre respeitei isso – um espaço muito importante. O PT tem um resultado hoje muito pouco expressivo pelo que ele já representou. Acho que é um recado que população dá aos partidos políticos, em especial àqueles que se apoderaram do Estado Nacional para manter um projeto de poder. Essa é a resposta. O PT é, sem dúvida alguma, o grande derrotado dessas eleições. Não em Minas apenas, mas em todo Brasil.

“PSDB será o partido que mais crescerá nessas eleições”, afirma Aécio Neves





O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, afirmou, nesta terça-feira (27/09), que o partido sairá fortalecido das eleições municipais deste ano. Ao avaliar resultados de recentes pesquisas eleitorais que colocam nomes do partido na dianteira em São Paulo, Belo Horizonte e outras capitais, Aécio ressaltou que, ao contrário do PT, a legenda teve um aumento expressivo no número de candidatos em 2016.

“O PSDB será o partido que mais crescerá nessas eleições em todas as cidades, das menores às maiores. Nas cidades acima de 100 mil eleitores, o PSDB teve um crescimento de candidaturas em torno de 30% em relação às últimas eleições municipais, enquanto o PT, por exemplo, teve um decréscimo de quase 50% nas suas candidaturas. Isso acho que já é um sinal do resultado que nos espera”, afirmou o senador em entrevista à imprensa no Palácio do Planalto, onde participou de uma reunião com o presidente Michel Temer para reforçar compromissos do PSDB com reformas no campo econômico e pedir apoio do governo para os projetos de lei de sua autoria que melhoraram o programa Bolsa Família e já tramitam no Senado Federal.

Aécio Neves ressaltou a qualidade das candidaturas do PSDB em todo país e destacou o crescimento nas pesquisas do candidato do PSDB no Rio de Janeiro, Carlos Osório.

“Não deixem de prestar atenção nesses últimos dias ao candidato do PSDB no Rio de Janeiro, que vem crescendo e já está em empate técnico com o segundo colocado. É um candidato altamente qualificado, Carlos Osorio. Assim como os aliados nossos em várias capitais do Brasil vão bem, vão para o 2º turno e vão disputar o segundo turno das eleições. O PSDB será o partido que mais crescerá nessas eleições porque tem como candidatos nomes qualificados para administrar nossas cidades”, ressaltou.

O presidente tucano também fez uma avaliação sobre as novas regras de financiamento das campanhas, que agora não contam mais com doações de empresas e sim de pessoas físicas. Aécio disse que a mudança levou os partidos a diminuírem os gastos com as campanhas, mas ressaltou que existem denúncias de irregularidades em todo país. Entre elas o uso do nome de falsos doadores.



“É uma eleição diferente porque acontece com uma inovação do ponto de vista do financiamento. Benefícios certamente existem, como a diminuição do custo das campanhas, e isso é positivo. Preocupações também existem, com as fraudes e o surgimento novamente em grande volume de Caixa Dois. Cabe à Justiça Eleitoral estar preparada para enfrentar essas denúncias. Depois vamos ter que fazer uma avaliação à luz do que aconteceu no país inteiro sobre os benefícios dessas alterações”, afirmou Aécio Neves.

Aécio para Temer: "Não queremos ser sócios de um fracasso anunciado"





Brasília. O presidente Michel Temer (PMDB) já gastou a lua de mel dos primeiros cem dias na Presidência da República e agora termina também a trégua dada pelo PSDB. Os tucanos se insurgem contra medidas consideradas eleitoreiras e cobram que Temer assuma imediatamente ações amargas de ajuste fiscal, como o envio ao Congresso das reformas trabalhista e da Previdência e o fim da gastança com reajustes salariais.

“Tenho confiança que o presidente Temer perceberá que tem que liderar essa agenda rápido. Não queremos ser sócios de um fracasso anunciado”, diz Aécio Neves, presidente do PSDB.

“Se o PMDB não assumir as medidas amargas do ajuste, não vamos ficar de bucha de canhão”, afirma o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB).

Nos próximos dois anos, o comandante do governo de coalização terá que contrariar interesses no Congresso e tomar um caminho na encruzilhada entre o espírito de austeridade do PSDB e o DNA gastador e populista do centrão e do PMDB frente à pressão das corporações.

Os peemedebistas dizem que já era previsível essa relação tensa com o aliado devido ao projeto de poder do PSDB em 2018.
Já os tucanos afirmam que não aceitarão ser o que o PMDB foi do PT durante os últimos 13 anos. “Vai ser difícil Temer se equilibrar nessa encruzilhada. Hoje, o líder da gastança é o PMDB. Temer não será burro de repetir Dilma. O PMDB está virando o PT do Temer”, diz o senador Tasso Jereissatti (PSDB-CE). “E os tucanos viraram o nosso PMDB da era Lula e Dilma”, responde um ministro peemedebista, lembrando a queixa permanente do PMDB de ter papel figurativo nos ex-governos.

Nas últimas semanas, o projeto de reajuste dos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e da defensoria pública colocou em lados opostos os aliados governistas. As cúpulas do PSDB e do DEM fizeram duras críticas à flexibilização da equipe econômica em relação aos aumentos salariais. E a relação ficou complicada, com ataques pesados dos dois lados nos bastidores, chegando a ameaças de ruptura ou apoio crítico independente.

De um lado, os peemedebistas enxergam no principal aliado um discurso que justifique um eventual desembarque. Do outro, os tucanos acusam o PMDB de faturar com bondades, deixando o ônus de brigar pelo aperto fiscal para PSDB e DEM. O PSDB exigiu que Temer, já no pronunciamento após o impeachment, anunciasse seu comprometimento com a agenda de reformas para consolidar a credibilidade do governo nos próximos dois anos.

Ministérios

Reforma. Temer disse que “não está pensando” em reforma ministerial no momento. “Para ser franco, nem tive tempo de pensar e nem penso no momento”, disse a jornalistas na China.

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/n%C3%A3o-queremos-ser-s%C3%B3cios-de-fracasso-anunciado-diz-a%C3%A9cio-1.1365405

Aécio recebe exilados políticos da Venezuela






Recebi, em Brasília, ao lado do presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, o senador Aloysio Nunes Ferreira, a visita do presidente da Comissão de Relações Exteriores da Assembleia Venezuelana, deputado Luis Florido, e Carlos Vecchio, exilado político do mesmo país.


Eles pediram o apoio do PSDB às manifestações a favor do plebiscito que pode por fim ao regime de Nicolás Maduro, na Venezuela.


O Brasil, através do chanceler José Serra, tem feito esforços para retirar o caráter ideológico de nossa política externa, defendendo que cada povo possa definir o seu caminho com respeito às regras democráticas.


O PSDB se solidariza com os presos políticos venezuelanos e espera que a constituição venezuelana seja respeitada para que esse povo irmão possa encontrar um caminho para a superação das suas já insuportáveis dificuldades.

 -Aécio Neves

Aécio : "É hora de recomeçar e mostrar que é possível fazer diferente"






O país começa a viver o clima das eleições municipais com a realização das convenções partidárias dos últimos dias. Por várias razões, os pleitos de outubro prometem emoções novas.

De um lado, mudaram as regras de financiamento de campanha, juntamente com o tempo mais reduzido para sua realização. Por outro, esse será o primeiro grande teste das urnas após a grave crise política e econômica que alcançou o Brasil nos últimos dois anos. Tudo converge para uma eleição diferente de qualquer outra.

Nunca foi tão importante tratar das cidades. Cerca de 85% dos brasileiros vivem nelas. Há muitos problemas comuns a todas elas, como habitação, saneamento, coleta de lixo, segurança, saúde pública e, especialmente nas capitais, a questão da mobilidade e do transporte coletivo (o estopim das manifestações de 2013).

São esses desafios do cotidiano que ganham relevância nos debates municipais. O cidadão eleitor quer ver o seu voto transformado em serviços públicos de maior qualidade.



O momento não poderia ser pior para a municipalidade. Com a bancarrota econômica promovida pelo petismo, as prefeituras faliram, milhares de pequenos e médios negócios, no comércio e indústria, fecharam suas portas e pararam de pagar impostos.


Estudo recente da Firjan aponta que apenas 42 dos 5.568 municípios do Brasil arrecadam o suficiente para pagar o funcionalismo. O país quebrou e levou para as cordas também as contas públicas municipais.


Frente a esse cenário complexo, as cidades precisam ser repensadas de forma inovadora, a partir de gestões transparentes, responsáveis e comprometidas com resultados.


Sem o financiamento empresarial para as campanhas e, portanto, sem recursos para um marketing mais oneroso, os candidatos terão de se aproximar mais dos eleitores.


É importante ter um histórico de credibilidade nas relações com a comunidade, de forma a entender as prioridades de cada região, de cada grupo social. E propostas claras, apresentadas sem o artifício de grandes tecnologias midiáticas. Sai na frente quem tem conteúdo, de fato.


Tudo isso é fundamental para dialogar com uma população não só castigada pela crise econômica e social mas também descrente da política.


Restaurar a confiança na representação partidária implica reconhecer a importância do pacto democrático que a sociedade brasileira vem construindo, com tanto esforço.

Isso só será alcançado com a emergência de um discurso político renovado, capaz de compreender as transformações ocorridas no país e de assimilar as expectativas de uma opinião pública atenta e crítica.


É hora de recomeçar pela base e mostrar que é possível fazer diferente.


Aécio Neves / Folha de São Paulo





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Aécio :" A hora é de defesa intransigente do trabalho da Justiça Federal e demais instituições"


Recomeçar

Aécio Neves/ Folha de São Paulo

Os últimos dias viram nascer um novo Brasil. Indignado, desperto, protagonista de seu destino, esse Brasil que se mobiliza e se agiganta contra um modelo de governo que arruinou o país deve ser a maior inspiração para o futuro que começa a ser desenhado.

Não há mais espaço para o ideário rançoso, equivocado e nada republicano que, levado à exaustão nos últimos 14 anos, mergulhou o país em uma crise sem precedentes e na pior recessão das últimas décadas. O Brasil daqueles que se julgam acima das leis está a caminho do lixo da história. É hora de recomeçar.

O momento delicado da vida nacional exige sobriedade e coragem. Precisamos reagir com veemência às tentativas de obstrução da Justiça. As gravações liberadas pela Operação Lava-Jato são reveladoras do desapreço que as principais lideranças do partido governista nutrem pelas instituições públicas.

As conversas que vieram a público compõem uma peça vexatória de desprezo pelas instituições, pela democracia e por quem é visto como obstáculo ao projeto de poder do partido. E não me refiro apenas à irresponsável citação ao meu nome na assumida estratégia de "vamos ficar em cima do Aécio".

Diante da gravidade dos acontecimentos em curso não há como recuar. A hora é de defesa intransigente do trabalho da Justiça Federal, do Ministério Público, do STF e demais instituições.

A tarefa a ser feita será enorme e deverá mobilizar toda a sociedade. Afinal, depois de herdar um país nos trilhos, com as contas em dia e políticas de governança em aprimoramento, o PT avançou sobre este patrimônio de conquistas com uma voracidade rara. O resultado é este legado de infortúnios: uma recessão profunda, com inflação crescente, milhões de desempregados, empresas e famílias endividadas, a dívida pública nas alturas e o descrédito interno e internacional.

Contra o atual estado de coisas, não há saída senão o recomeço. Os brasileiros não suportam mais este teatro de mentiras. Cabe ao Congresso ouvir a voz das ruas e dar ressonância ao que hoje é um clamor nacional. Se o impeachment é o cenário mais provável diante do agravamento da crise, já que a presidente perdeu por completo as condições de governabilidade, devemos pensar com serenidade e responsabilidade no que pode vir a seguir.

As forças de oposição têm o dever de se organizar para ajudar a construir uma agenda de transição e reconstrução. Há um conjunto de reformas estruturantes que precisa ser empreendido para que o país possa enfrentar os desafios do novo tempo. É preciso desobstruir os caminhos que nos impedem de voltar a crescer. O Brasil que sonhamos tem plenas condições de reassumir um papel proeminente no mundo. Não nos falta confiança para seguir adiante.

Aécio : "O PT escolheu a Justiça como adversário"



Aécio diz que PT escolheu a Justiça como 'adversário'


Na última quarta, juiz Moro divulgou áudio de ligação entre Lula e Dilma.
Senador criticou atitude do governo após divulgação de grampos telefônicos.

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG) disse nesta sexta-feira (18) que o PT e o governo escolheram a Justiça como "adversário".

Na última quarta (16), o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, retirou o sigilo de telefonemas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva interceptadas pela Polícia Federal.

Entre essas conversas, estão diálogos do petista com a presidente Dilma Rousseff e com o ex-chefe da Casa Civil Jaques Wagner, atual chefe de gabinete da presidente. Desde que os diálogos foram divulgados, a presidente tem acusado o juiz de ter violado a lei e dito que tomará as providências legais.

"É muito triste quando um grupo político passa a ter como adversário não seus oponentes do campo político, mas a Justiça. É o que vem acontecendo hoje com o PT. O partido hoje trava um embate com a Justiça e a história universal mostra que o desfecho para esses momentos de tensão e radicalização é sempre em favor dos poderes constituídos, das nossas instituições",disse o tucano.

Nesta quinta, em discurso na Bahia, que durou cerca de meia hora, Dilma criticou diretamente a divulgação dos áudios por ordem de Sérgio Moro.

A uma plateia formada por beneficiários do Minha Casa, Minha Vida, ela ressaltou que em outros países, como os Estados Unidos, é impensável imaginar um presidente da República como alvo de escutas telefônicas.

"Grampeia o presidente dos Estados Unidos para ver o que acontece com quem grampear. É por isso que vou tomar todas as providências cabíveis neste caso. Não é só por causa da Presidência da República, que é muito importante, é por outro motivo: se eu não tomar providências, se alguém puder me grampear sem a autorização do Supremo Tribunal Federal, o que vai acontecer com o cidadão comum?", afirmou, acrescentando que a Justiça não pode ser "politizada".

Ao ser questionado sobre as declarações da presidente Dilma, o senador Aécio Neves disse: “se um equívoco ocorreu aqui ou acolá, ele deve ser apontado, mas nem de longe levar ao ataque sistemático às nossas instituições ou à Justiça, ao Ministério Público ou à imprensa”.


http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/03/aecio-diz-que-pt-escolheu-justica-como-adversario.html

Aécio : "O Brasil tem a obrigação de fazer muito mais"



Encontro Marcado
por Aécio Neves / Folha de São Paulo

A maior festa popular do Brasil está no seu auge e não cogito azedar a folia de ninguém. Os brasileiros merecem se divertir e mostrar ao mundo a sua criatividade e alegria.

Quem é capaz de organizar uma festa com esta dimensão, envolvendo grandes eventos de rua, desfiles hollywoodianos e doses infindáveis de talento e originalidade é uma gente acostumada a ver a vida com olhos de esperança e otimismo. É uma gente que não se intimida com as adversidades, que empreende com coragem e que põe o bloco na rua, faça chuva ou faça sol.

Esse Brasil vibrante e colorido bem poderia inspirar o ano que prossegue, tão logo se esvaziem as passarelas. Já na quarta-feira teremos de nos ver diante de uma realidade que não enseja grandes celebrações. Não bastasse o sofrimento com a epidemia ditada pelo mosquito Aedes aegypti, o cenário econômico e social se revela ainda mais sombrio.

A indústria teve o seu pior desempenho em mais de uma década. Sem confiança, os empresários estão deixando de investir nas fábricas e máquinas que sustentam o crescimento. A produção mensal de veículos, por exemplo, caiu para o menor nível desde 2003. A recessão fechou 1,5 milhão de postos de trabalho. Com a inflação no calcanhar, viver ficou bem mais caro. A cesta básica já custa grande parte do salário mínimo de um trabalhador. Endividados, os brasileiros promoveram, em janeiro, a maior retirada de recursos da poupança em 20 anos.

E diante do país que desmorona, o que faz o governo?

Cumprindo os ritos institucionais, a presidente da República foi ao Congresso falar de suas propostas para o ano. Infelizmente, de novo uma retórica vazia e pouco crível. A presidente claramente não tem nada a propor, além de pedir a volta da CPMF e acenar com um esboço de reforma da Previdência, imediatamente contestadas pelo seu próprio partido.

Não podemos nos conformar com a paralisia e a indecisão que caracterizam o governo, incapaz de apresentar à nação um caminho viável para a superação da crise que ele mesmo criou. É preciso agir.

O momento agora é de Carnaval. Tão logo cesse a folia, temos um encontro marcado com o Brasil real, escasso de alegrias. É nesse contexto que devemos alinhar forças e responsabilidades para construir uma agenda de trabalho capaz de mobilizar o país. Não podemos nos acomodar.

Em tempo:

Comovente e esclarecedora a reportagem da Folha em Pernambuco sobre os casos de microcefalia ligados ao vírus da zika. O trabalho dos repórteres expondo o drama de mães e filhos desamparados pela falta de assistência mostra o quanto ainda estamos distantes de assegurar às famílias o mínimo suporte para enfrentar a tragédia. O Brasil tem a obrigação de fazer muito mais.

Aécio : " O modelo de inclusão do PT fracassou!"


“Mais de 60% dos brasileiros acham que vida pós 13 anos de PT piorou”, diz Aécio ao Estadão



O retorno das atividades no Congresso Nacional promete criar mais dor de cabeça para o governo petista. O prosseguimento das comissões parlamentares de inquérito (CPIs) devem provocar maior desgaste ao PT e ao governo federal e levantar fatos novos que possam incriminar diretamente a presidente Dilma Rousseff.

De acordo com matéria do jornal Estado de S.Paulo deste domingo (24), fora do campo institucional do Congresso, onde travará a batalha pelo impeachment de Dilma, e diante do impacto da crise econômica na vida da população, o PSDB vai confrontar o PT no ponto central do discurso político-eleitoral dos petistas, a área social, tendo como base levantamentos encomendados pelo partido. “Temos pesquisas que mostram que hoje 66% dos brasileiros acham que a vida depois de 13 anos do PT piorou. Até aqueles que tiveram algum ganho em determinado momento já renegam o PT”, afirmou o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), ao Estadão.

“Queremos fazer um forte confronto com o PT no campo social. Queremos mostrar que o último pilar do discurso petista, o da inclusão, é uma falácia. Vamos mostrar que o modelo de inclusão do PT – baseado exclusivamente na transferência de renda, sem se preocupar com a qualificação, com o ambiente de negócio, com a geração de renda, e o emprego – fracassou”, completou Aécio ao jornal.

Aécio : "O ano novo nasceu velhíssimo"


Ano Velho
Aécio Neves / Folha de São Paulo

A sensação geral dos brasileiros é a de que 2015 teima em não terminar. Os problemas continuam os mesmos e vão se agravando todos os dias. Os desafios também, sempre maiores do que eram, na medida em que vão se acumulando e emperrando as raras portas de saída da crise.

A verdade é que este é um janeiro como poucas vezes já vimos. Depois de as festas tradicionais de fim de ano sofrerem um necessário ajuste e as viagens de férias minguarem a olhos vistos, quase 60 milhões de brasileiros estão no vermelho, atingidos pela inadimplência, pelo desemprego, pela inflação de dois dígitos e pelo peso crescente de impostos.

Além de preços que sobem sem parar, as tarifas públicas, que passaram anos manipuladas pelo governo com fins eleitorais, continuam a alta iniciada logo após as urnas da última eleição serem fechadas.

Energia, combustíveis -pagamos caro pela gasolina e pelo diesel no mesmo momento em que o preço do petróleo cai avassaladoramente no mundo todo- e transporte público movem o dominó da carestia, que ganha escala.

Os juros, os mais altos do mundo, devem subir de novo nesta semana. Também estão mais elevadas as taxas para o financiamento imobiliário, mais caro e escasso o crédito. Enfim, tudo ficou mais difícil.

Some-se a essas dificuldades a realidade expressa na execução orçamentária do governo no ano passado, que reflete a ausência de investimentos em áreas essenciais, para termos uma dimensão mais completa dos desafios.

Seguramente o mais grave e mais preocupante é o aumento do desemprego. Em pouco mais de um ano, o exército de brasileiros sem trabalho ganhou mais 2 milhões de pessoas. É certo que, infelizmente, o que já está bastante ruim ainda vai piorar.

É difícil encontrar esperança num cenário em que a economia pode ter despencado 4% no ano passado e deve cair mais 3% neste ano. São números que adiam o futuro de milhões de brasileiros.

Não foi apenas o ano novo que nasceu velhíssimo. As mesmas contradições e incoerências que nos trouxeram até aqui parecem continuar a orientar as ações do governo.

O Brasil precisa, mais do que nunca, de responsabilidade, contenção de desperdícios, transparência, segurança jurídica, foco em prioridades e, acima de tudo, clareza em relação às escolhas feitas e ao rumo definido. É essencial um esforço efetivo para recuperar a confiança perdida.

Sem isso, não há caminho para o crescimento. E sem crescimento, não há saída para a crise de governança em que o PT mergulhou o país. Espera-se que o governo, em benefício das atuais e, em especial, das futuras gerações, não insista em enveredar pelos mesmos e equivocados caminhos que nos trouxeram à catástrofe atual.
http://dropsmisto.blogspot.com

Aécio Neves diz que PSDB não deve aceitar cargos, caso Temer assuma




Aécio Neves diz que PSDB não deve aceitar cargos caso Michel Temer assuma
Hoje em Dia
Geraldo Magela/ Agência Senado

O senador Aécio Neves declarou em entrevista ao jornal "Folha de São Paulo", publicada nessa segunda-feira (21), que acredita que os membros de seu partido não devem "nem sequer pensar em cargos" caso o atual vice-presidente, Michel temer, assuma a presidência da república.

Aécio criticou ainda o PMDB - partido de Temer - dizendo que não poderia se aliar a uma gestão que não sabe "de que forma se colocará". O tucano indagou ainda se "o método será o que vigorou na última década, do qual o PMDB foi parceiro?"

Para ele, o processo de impeachment da presidente e a ação que foi movida para questionar a eleição de Dilma no TSE devem se correr alinhadamente, e que o governo petista "não existe". Para o Senador o que resta nesse momento é "definir qual é o instrumento para que ela saia". O senador declarou ainda sobre a saída do Ministro da Fazenda, Joaquim Levy e a entrada de Nelson Barbosa para seu lugar. Para ele, "a nomeação do 'arquiteto da nova matriz econômica' sinalizam perigosamente na direção oposta ao necessário equilíbrio das contas públicas".

Aécio conclui ainda que essa "foi, sem dúvida, uma vitória do PT, e como sempre acontece quando o PT vence, quem perde é o Brasil."
http://www.hojeemdia.com.br/noticias/aecio-neves-diz-que-psdb-n-o-deve-aceitar-cargos-caso-michel-temer-assuma-1.368232

Aécio : " A Nação exige respostas"



Aécio Neves - Jornal Estado de Minas - 

Depois de 23 anos, a questão do impeachment de um presidente da República volta a mobilizar o país. Este é um momento inédito, de enorme expectativa, para uma grande parcela da população brasileira. 

É preciso dizer a esta juventude, nascida e criada sob a égide da democracia, que o país sobreviverá sem traumas. Se em 1992, egressas há pouco tempo da ditadura, as instituições puderam cumprir com suas responsabilidades republicanas, o momento hoje nos dá ainda maior segurança.
O país amadureceu. Os movimentos sociais se fortaleceram. Desfrutamos de um ambiente de sólida governança institucional, o que nos dá a certeza de que iremos enfrentar, com a necessária coragem, as adversidades que atormentam a Nação.

E essas não são poucas. Ao contrário, vivemos um período em que fatores políticos e econômicos convergem para compor um cenário complexo, que requer maturidade de todos os protagonistas envolvidos.

A economia encolheu, a inflação supera os 10% e estamos em uma recessão que promete ser uma das mais longevas da nossa história. A desastrosa política econômica do governo petista já jogou nas ruas 9 milhões de desempregados.

A conta é alta e está salgando a vida das famílias brasileiras. Ao mesmo tempo, as investigações da Lava-Jato estão expondo um dos maiores escândalos de corrupção do planeta, revelando as entranhas de um projeto político que se apoderou da maior empresa nacional para construir uma rede de apropriação de recursos públicos sem paralelo em nossa história.

É neste contexto que se apresenta a questão do impedimento da presidente da República. O país tem todo o direito de debater o tema. O instituto do impeachment existe desde 1950, está incluso nos ritos constitucionais.

A Nação exige respostas. Afinal, a presidente contrariou a Constituição ao autorizar despesas sem o aval do Congresso Nacional? Por unanimidade, o Tribunal de Contas da União (TCU) atestou que a mandatária cometeu sim crime de responsabilidade.

Se o Congresso entender o mesmo que os ministros do TCU, estará estabelecido um marco na gestão pública brasileira: o de que o interesse público deve prevalecer, de fato, como manda a lei. O entendimento de que, no poder, um partido não pode fazer o que bem entende para vencer eleições.
Porque esse foi um dos efeitos políticos das pedaladas: além de violar a Constituição, foram usadas também pelo governo para enganar a população e esconder dos brasileiros, em pleno ano eleitoral, a verdadeira situação das contas públicas do país. 

Na verdade, o pedido de impeachment da presidente, que começou a transitar agora, desnuda uma gestão recorrente no desrespeito à lei fiscal e no desprezo aos limites republicanos que devem pautar a ação do Estado. Tudo está correndo de acordo com as regras vigentes do sistema democrático, apesar da retórica petista que entoa, como de hábito, o mantra autoritário do ato golpista. Justo o PT, que se especializou em pedidos de impeachment contra governos que o antecederam.
Golpe contra o país e a democracia seria conceder a um presidente da República – qualquer que seja ele – um salvo-conduto que o imunizasse de qualquer acusação ou investigação. A vida sob a égide da democracia parece incomodar muita gente.

O fundamental é que qualquer saída para a atual crise política se dará dentro da Constituição. Felizmente, as instituições representativas da sociedade brasileira atingiram um elevado grau de maturidade democrática.

Agora, é chegada a vez do Congresso Nacional. O que a sociedade mais espera é que o Parlamento esteja à altura do desafio que a ele foi confiado. É hora de agir. Com soberania e responsabilidade. Com respeito à Constituição, à democracia e aos brasileiros.

Aécio Neves : Mariana grita por Minas!



A dor de todos

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Aécio Neves - Jornal Estado de Minas - 

De repente, o que existia deixou de existir. A igrejinha branca de porta e janelas azuis, o restaurante de comida caseira, as ruas por onde se andava a cavalo, os pomares cheios de frutas e as cachoeiras límpidas, a escola, as casas de feitio colonial, tudo. O rompimento das barragens da Samarco em Mariana tirou do mapa uma localidade inteira e afetou dezenas de outras. São perdas humanas irreparáveis e um desastre ambiental devastador em toda a Bacia do Rio Doce. Eu estive lá e vi de perto a dor de quem perdeu o chão, o lar, os parentes e amigos, os negócios que garantiam a sobrevivência da família. São mineiros que jamais se esquecerão do que viram e sentiram. Eles são o testemunho triste e indignado de uma tragédia que macula a nossa história.
Minas Gerais tem sua identidade calcada na mineração. O caráter fundador de nosso estado vem da exploração das minas de ouro e diamante, que ajudaram a desbravar o interior e a fundar povoados. Temos mais de três séculos de convívio com a mineração, conhecemos como poucos os seus riscos e impactos.
Ao contrário de outras atividades, nessa o território se deixa escavar, perfurar, transformar. Montanhas e rios são vasculhados, paisagens se alteram. A mineração em larga escala atinge o meio ambiente, as cidades próximas, as estradas por onde escoa a produção. Ao mesmo tempo, movimenta-se uma indústria que contribui com o PIB do estado e do país, gerando milhares de empregos, importante fonte de renda para muitos. Como conciliar tudo isso?
A verdade é que uma atividade tão antiga e importante se movimenta, em nosso país, sem uma legislação adequada, compatível com as demandas do século 21. Um novo marco regulatório para a mineração vem sendo discutido no Congresso Nacional há cerca de cinco anos, sem previsão para ser votado. É um atraso inaceitável, tendo em vista a centralidade da questão ambiental no mundo. É mais um dos compromissos assumidos pelo governo federal com Minas antes mesmo das eleições de 2010 e, até hoje não cumprido.
Não sei se você se lembra, mas em junho de 2012 lançamos no estado, em parceria com a sociedade civil, a campanha Minério com mais Justiça, que pode ser vista em https://youtu.be/ShXH8DnZJTY. O objetivo era chamar a atenção sobre a importância de uma revisão nos valores pagos pelas empresas mineradoras aos estados e municípios. Valores que podem ser revertidos para a melhoria da qualidade de vida da população.
Com esse intuito, apresentei em 2011 uma proposta que não só aumentava esse percentual para regiões mineradoras, como também previa um fundo especial a ser distribuído por todos os municípios do estado minerado, já que a cadeia de serviços da atividade – haja vista o uso das estradas, por exemplo – impacta mesmo os municípios não produtores. Infelizmente, nada disso tem andado com a agilidade necessária. Enquanto o tema não ganha a devida prioridade por parte do governo, o país continua legislando com um Código de Mineração de quase 50 anos.
São tempos de incertezas. Em todo o estado, há 735 barragens – e é natural que as populações próximas se sintam, neste momento, inseguras. O poder público precisa ser rápido e transparente em suas respostas.
Acompanho, com imenso pesar pelos atingidos, o trabalho que está sendo feito para mitigar o sofrimento de centenas de pessoas.
O momento exige rigorosa investigação que apure as devidas responsabilidades sobre o acidente e aponte formas de prevenção. As famílias atingidas devem obter apoio integral da empresa e do poder público. Como elas podem reiniciar suas vidas com dignidade, depois de uma perda tão brutal? Como minimizar a dor que eu vi nos olhos de tanta gente? A tragédia de Mariana é um grito de dor, indignação e socorro. De certa forma, Mariana grita por Minas.

Aécio Neves : "Para enfrentar crise o PSDB decidiu votar a favor da DRU"



PSDB votará a favor de proposta que mantém remanejamento de recursos do Orçamento para governo enfrentar crise



“É uma demonstração clara de que nas questões que dizem respeito ao equilíbrio fiscal do país, a retomada do crescimento e dos empregos, os brasileiros encontrarão no PSDB permanente apoio”, afirmou senador Aécio Neves

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) anunciou, nesta quarta-feira (11/11), que a bancada do partido no Congresso votará a favor da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prorroga a permissão para que o governo federal use livremente parte dos recursos do Orçamento, mecanismo chamado de Desvinculação de Receitas da União (DRU).

Ao explicar a decisão do partido, o senador afirmou que a medida é necessária para amenizar os efeitos da crise econômica sobre a população.

“Quero informar que o PSDB tomou a decisão de votar favoravelmente à prorrogação da DRU, da Desvinculação das Receitas da União, do patamar de 20% como vinha sempre aplicado no passado. É uma demonstração clara de que nas questões que dizem respeito ao equilíbrio fiscal do país, à retomada do crescimento e dos empregos, os brasileiros encontrarão no PSDB permanente apoio”, afirmou o senador em entrevista à imprensa no Senado.

Aécio ressaltou, porém, que o PSDB é contra o aumento da margem de manobra do governo sobre o Orçamento, como forma de preservar as despesas planejadas na Lei Orçamentária. Hoje, a DRU permite que o governo gaste livremente 20% de todos os impostos federais arrecadados. “Não é necessário aumentar. Consideramos os 20% adequado”, disse.

Aécio Neves destacou que a decisão de apoiar a prorrogação da DRU é coerente com a história do PSDB. O mecanismo foi criado em 1994, na implementação do Plano Real, com o objetivo de dar flexibilidade e autonomia para a aplicação dos impostos arrecadados pelo governo federal.

“Essa questão específica da DRU, para manter a nossa coerência com aquilo que pregamos e praticamos no passado, nos parece adequada. Portanto, não fazemos como fez o PT no passado, que votava contra o governo por ser do governo, que encontrava vício de origem em tudo que vinha do Planalto. Estamos nos dedicando a debater cada um dos temas, e essa questão da DRU, anuncio formalmente como presidente do PSDB, será apoiada por nós nesses termos, em 20% na Câmara e no Senado”, justificou.

Não à CPMF

Ao anunciar o apoio do PSDB à prorrogação da DRU, Aécio Neves disse que o partido manterá posição contrária à volta da cobrança da CPMF e criticou o governo federal por insistir na criação de novos impostos para cobrir o rombo de R$ 120 bilhões previsto para o Orçamento de 2016. O senador afirmou que a maioria dos brasileiros é contra a elevação da carga tributária e cobrou da presidente Dilma o corte de gastos anunciado com alarde no mês passado.

“Em relação à questão da criação de impostos, o governo, na verdade, não fez o seu dever de casa. Anunciou, em mais uma ilusão aos brasileiros, um conjunto de medidas, de cortes, que na prática não ocorreram. Sequer os cargos comissionados anunciados que seriam extintos ou cortados não foram na sua integridade. Portanto, não vemos neste governo autoridade política e nem mesmo autoridade moral para cobrar novos sacrifícios da população brasileira”, criticou o senador.

Piora do cenário econômico

O senador também fez um alerta para a piora dos indicadores que projetam um quadro extremamente negativo para a economia brasileira em 2016. O tucano ressaltou que a presidente Dilma Rousseff perdeu a capacidade de retomar a confiança dos investidores e que não será com o aumento de impostos que o Brasil voltará a crescer.

“Estamos já recebendo previsões de um crescimento negativo da economia. Não neste ano, que já está aí de alguma forma assimilada em torno de 3%, anunciada em torno de 3% do PIB. Mas algo parecido com isso no ano que vem. Alguns analistas já falam em um crescimento negativo da economia em 3% no ano de 2016. Volto a dizer: não vejo na presidente da República a autoridade moral e a liderança política necessárias para que o Brasil retome um ciclo de crescimento. Não será com o aumento de impostos e com a supressão de novos direitos dos trabalhadores que vamos permitir ao Brasil voltar a ter esperança”, afirmou. - See more at: http://psdb-mg.org.br/agencia-de-noticias/psdb-votara-a-favor-de-proposta-que-mantem-remanejamento-de-recursos-do-orcamento-para-governo-enfrentar-crise#sthash.t0VW4i8N.dpuf

Aécio Neves sobre Cunha: "PSDB votará com as provas e elas são contundentes."





- Matéria publicada pelo portal Bocão News: “PSDB votará com as provas e elas são contundentes, diz Aécio Neves sobre Cunha”, em que destaca declarações do senador, Aécio Neves sobre a situação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Prestes a enfrentar um processo instaurado no Conselho de Ética, o deputado carioca enfrenta dificuldades para esclarecer as acusações que pesam contra sua pessoa. Em entrevista à rádio Metrópole nessa sexta-feira (5), o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirma que a situação de Cunha é cada dia mais frágil e antecipou o voto do PSDB, caso o Conselho de Ética opte por recomendar a cassação do peemedebista: “Isso tudo é muito ruim. Eu continuo achando a posição dele muito frágil. Ele terá que provar exatamente a origem desses recursos e nós do PSDB votaremos com as provas e elas são contundentes. O sentimento majoritário é que a situação do presidente da Câmara contamina toda a instituição e o Brasil”, disse. Aécio Neves lembrou que o PSDB não votou em Cunha para a presidência da Câmara. Os tucanos votaram no candidato do PSB, Júlio Delgado: “Agora quando acabou a eleição (para a Mesa Diretora), nós fizemos o que a população mandou, fomos para a oposição e com Cunha