Twitter, Facebook, Instagram, Tik Tok, Youtube, são os nomes quentes de hoje. Mas ao buscar um nome para o meu Blog lembrei-me que quando criança gostava de DROPS MISTO. Aquele que tinha vários sabores, várias cores. Talvez um conjunto de sabores me diz melhor sobre a diversidade da vida. Sou cineasta porque o cinema trabalha com muitas formas de expressão artística. Essa diversificação de interesses será o tema de nosso Blog onde conto com vocês para um animado debate de temas atuais.
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Aécio " No PT foi o fracasso que subiu à cabeça!"

A presidente do PT parece ter se esquecido - ou quer que o Brasil se esqueça - do fracasso real, total e absoluto produzido pelo governo do qual ela foi, inclusive, ministra.
Para não perder muito tempo e ir direto ao que interessa: foi a irresponsabilidade do PT que produziu a pior recessão da história da economia brasileira, 11 milhões de desempregados e 25% dos brasileiros jogados para baixo da linha da pobreza.
Isso ela gostaria que o Brasil esquecesse, mas ainda hoje os brasileiros pagam o alto preço das irresponsabilidades de governos do PT.
Aécio Neves
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Aécio Neves: Aécio Neves no Congresso faz muito mais por Minas ...
Aécio Neves: Aécio Neves no Congresso faz muito mais por Minas ...: Aécio Neves sempre defendeu no Congresso a autonomia dos municípios e as ações em prol do desenvolvimento ...
Relatou o projeto de lei que incluiu 81 municípios do Vale do Rio Doce na SUDENE.
Relatou a Medida Provisória que aumentou a alíquota dos royalties minerais para 3,5%.
Relatou o projeto de lei que autorizou a quebra de patentes para a produção da vacina contra a Covid-19.
Propôs a ampliação da licença-maternidade para as mães de bebês nascidos prematuros.
Presidiu a Comissão de Relações Exteriores e estabeleceu um debate democrático sobre diversos temas da agenda global.
Quem já fez muito por Minas Gerais, vai fazer muito mais!
Relatou o projeto de lei que incluiu 81 municípios do Vale do Rio Doce na SUDENE.
Relatou a Medida Provisória que aumentou a alíquota dos royalties minerais para 3,5%.
Relatou o projeto de lei que autorizou a quebra de patentes para a produção da vacina contra a Covid-19.
Propôs a ampliação da licença-maternidade para as mães de bebês nascidos prematuros.
Presidiu a Comissão de Relações Exteriores e estabeleceu um debate democrático sobre diversos temas da agenda global.
Quem já fez muito por Minas Gerais, vai fazer muito mais!Senador Aécio Neves pede ao governo Temer apoio aos municípios em crise financeira
Aécio pede a ministro do Planejamento apoio aos municípios mineiros em crise financeira
O senador Aécio Neves reuniu-se, nesta terça-feira (30/01), com o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira, para tratar da crise financeira enfrentada pelos municípios mineiros em razão dos recursos retidos indevidamente pelo governo Estado.
O senador destacou a gravidade do surto de febre amarela que já atinge 162 municípios de várias regiões de Minas e a importância de um apoio financeiro emergencial por parte do governo federal para que as prefeituras possam prestar atendimento médico e desenvolver ações de combate à doença. “Tratamos da liberação de recursos para o atendimento emergencial dos municípios mineiros atingidos por mais um surto de febre amarela. Minas já viveu dramaticamente um surto ano passado, com mais de uma centena de mortes, dezenas já ocorreram este ano, e para isso o Ministério do Planejamento é fundamental”, afirmou o senador Aécio Neves.
O senador Aécio Neves reuniu-se, nesta terça-feira (30/01), com o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira, para tratar da crise financeira enfrentada pelos municípios mineiros em razão dos recursos retidos indevidamente pelo governo Estado.O senador destacou a gravidade do surto de febre amarela que já atinge 162 municípios de várias regiões de Minas e a importância de um apoio financeiro emergencial por parte do governo federal para que as prefeituras possam prestar atendimento médico e desenvolver ações de combate à doença.
“Tratamos da liberação de recursos para o atendimento emergencial dos municípios mineiros atingidos por mais um surto de febre amarela. Minas já viveu dramaticamente um surto ano passado, com mais de uma centena de mortes, dezenas já ocorreram este ano, e para isso o Ministério do Planejamento é fundamental”, afirmou o senador Aécio Neves.
Desde dezembro, Minas registrou 36 mortes pela doença. No Estado, foram confirmados até o momento 81 casos de febre amarela e outros 208 ainda estão sendo investigados.
Aécio defende uma ação permanente no combate à febre amarela para evitar que o surto se repita no ano que vem. Nesta quinta-feira, o senador se reunirá com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, para definir medidas de controle do novo surto. A cobertura vacinal alcançou apenas 83% da população mineira. O índice de cobertura desejado é de 95%.
“Devemos ter uma ação permanente, contínua, para que possamos estancar o surto deste ano para que não o vejamos repetido no ano que vem”, disse Aécio.
Recursos bloqueados
Sobre os recursos da educação, de ICMS e IPVA retidos pelo governo do Estado, o senador e ex-governador destacou a situação de penúria enfrentada pelos municípios mineiros. Aécio lembrou que os repasses são garantias dadas aos municípios pela Constituição porque garantem autonomia aos municípios.
“Inúmeros municípios vêm tendo parte importante das suas verbas retidas ilegalmente, inconstitucionalmente, pelo governo do Estado. Recursos da saúde já são mais de R$ 2,5 bilhões retidos. Recursos do IPVA, o Estado os tem retido pelo menos em grande maioria. Recursos do ICMS, onde o Estado é um mero repassador, vêm ficando também no caixa do governo. Recursos de várias outras áreas, que deveriam estar ajudando os municípios a enfrentar as suas dificuldades, têm sido apropriados indevidamente. E nem com isso o governo do Estado consegue manter os seus compromissos em dia, seja com servidores, seja com fornecedores e, principalmente, com os municípios”, afirmou o senador.
O governo do Estado fechou 2017 com uma dívida de R$ 812 milhões junto aos municípios em recursos retidos de ICMS e do Fundo da Educação Básica (Fundeb), que deveriam ter sido repassados semanalmente às prefeituras. Os repasses continuam atrasados neste início de 2018, segundo a Associação Mineira dos Municípios.
Também estão atrasados repasses para despesas com transporte escolar, de cerca de R$ 160 milhões, e para os serviços de saúde, que chegam a R$ 2,5 bilhões. Além disso, o Estado bloqueou o repasse de cota-parte do IPVA de 2018, devida aos municípios.
Ministro Gilmar Mendes: Penalidades impostas pelo STF ao Senador Aécio Neves são inconstitucionais !
BRASÍLIA - O ministro Gilmar Mendes disse, nesta quarta-feira, 27, que o Senado tem de se posicionar sobre a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastarem o senador Aécio Neves (PSDB-MG) do exercício do mandato. Para ele, o que a turma decidiu foi a prisão do senador e isso não estaria permitido pela Constituição. Mendes afirmou também que seria importante o plenário do STF se debruçar sobre o tema. Segundo ele, ministros da Primeira Turma estão tendo "um tipo de comportamento suspeito" e aderindo a um "populismo constitucional."
"A 1ª Turma decidiu pela prisão do senador (Aécio Neves), o que não tem respaldo na Constituição. O Senado tem que deliberar sobre isso", disse Gilmar, no intervalo da sessão plenária do Supremo na tarde desta quarta-feira, 27.
O ministro disse ainda que "seria bom" que o tema viesse a ser julgado no plenário do STF. "Eu tenho a impressão que nós temos que discutir temas desta forma", disse.
Ao defender a ida do caso em plenário, Gilmar endureceu a crítica aos ministros da Primeira Turma.
"Devemos evitar a todo custo o populismo constitucional, o populismo institucional. Devemos nos balizar pela Constituição. Quando começamos a reescrever a Constituição, é algo preocupante. Acho que, quando a Turma começa a poetizar, começa a ter um tipo de comportamento suspeito... certamente seria bom que a matéria viesse ao plenário. Matérias controvertidas devem vir a plenário", afirmou Gilmar Mendes.
Questionado pela reportagem, o ministro não explicou o uso da expressão "comportamento suspeito" nem deu nome a ministro algum que estaria tendo este tipo de atitude.
http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,gilmar-ataca-afastamento-de-aecio-e-diz-que-senado-tem-que-deliberar-a-respeito,70002018646
Aécio Neves defende no Senado carreira de policial penal!
Declaração do senador Aécio Neves:
"Os agentes penitenciários não eram compreendidos no regime de aposentadoria especial como outros policiais.
Portanto, ao criar-se essa nova carreira do serviço público brasileiro, supera-se essa questão da segurança a esses profissionais essenciais à sociedade brasileira e, obviamente, dos próprios presidiários.
Eu me lembro que, em nosso governo em Minas Gerais, criamos a carreira dos agentes em larga escala e hoje ela é uma carreira sólida, como é também em outros estados.
E não há nenhum questionamento do ponto de vista federativo que não atenta contra a questão federativa, já que elas estarão subordinadas aos governadores de estados e ao governador do Distrito Federal.
Portanto, é um projeto simples, mas atende a um objetivo importante de uma categoria cada vez mais essencial à segurança, tanto do sistema prisional quanto da sociedade brasileira.
Por isso, o PSDB está apoiando a proposta do senador Cássio Cunha Lima."
Aécio Neves
Artigo de Aécio Neves na Folha de São Paulo sobre o momento atual
Artigo de Aécio Neves na Folha de São Paulo
Em meio à agenda de reformas fundamentais para recolocar o país nos trilhos, uma é premente, pois tem data-limite para acontecer. Até início de outubro, precisamos aprovar novas regras que vigorarão nas eleições gerais do ano que vem. Todo esforço deve ser empreendido para reaproximar a política das pessoas, antes que seja tarde.
Nas últimas semanas, o debate em torno da reforma política acabou sendo desvirtuado em função de propostas distantes, ou mesmo contrárias, do que a população almeja. É o caso da adoção do sistema eleitoral conhecido como distritão e da criação de um fundo público de financiamento de campanhas, para suprir o buraco deixado pela proibição das doações de fontes privadas.
Que a democracia tem custos, ninguém discute. Mas envolver mais dinheiro do contribuinte numa hora em que o Estado brasileiro beira a falência, em razão da malversação que marcou a gestão afastada em 2016, não parece ser uma saída.
O ideal seria voltar a permitir o financiamento privado, sob regras e fiscalização rigorosas. Já o distritão só se justificaria como transição para o voto distrital misto. Todavia, em ambos os casos, não há mais tempo para mudanças com vistas a 2018.
Distante da polêmica, há propostas prontas a serem apreciadas pelo Congresso e que, se aprovadas, resultarão num sistema político e eleitoral muito melhor para o país. E já com vigência no próximo pleito.
Refiro-me especificamente à proposta de emenda à Constituição (PEC) nº 282, relatada na Câmara pela deputada Shéridan (PSDB-RR).
O texto ora em discussão tem origem na PEC 36, apresentada pelo senador Ricardo Ferraço e por mim, ano passado, e já aprovada pelo Senado. Seus objetivos são: proibir as coligações entre partidos nas eleições proporcionais -ou seja, para deputados federais, estaduais e vereadores- e estabelecer uma cláusula de desempenho mínimo para que as legendas possam ter acesso a dinheiro público, tempo de rádio e TV e funcionamento parlamentar.
O que se pretende com a iniciativa? Atacar algumas das piores distorções da nossa democracia representativa. As coligações, tal como são hoje, acabam elegendo representantes alheios à vontade do eleitor. Já a adoção da cláusula de desempenho visa impedir a proliferação de partidos interessados unicamente em negócios movidos a dinheiro público.
O texto original prevê que as coligações ficarão proibidas a partir de 2020, quando serão eleitos os próximos vereadores. A vedação se estenderá à escolha de deputados a partir de 2022.
A medida força os partidos a preservarem alguma identidade com o eleitor e ajudará a pôr fim aos que representam a si próprios: dos 25 hoje presentes no Congresso, é possível que metade sobreviva.
Assim também deverá ocorrer com a imposição de percentuais mínimos de votos (que começam em 1,5% em 2018 até chegar a 3%, distribuídos por pelo menos nove unidades da federação) para acessar o fundo partidário e dispor de tempo de rádio e TV.
Partidos que não atingirem tais patamares poderão se organizar em federações, com um mínimo de afinidade ideológica e programática.
A PEC 282 está pronta para votação. Para tanto, é imperativo que as lideranças partidárias na Câmara se entendam e levem o texto imediatamente ao plenário.
Também na política o ótimo é inimigo do bom. Não adianta protelarmos a reforma em busca de uma solução que resolva todos os problemas da democracia brasileira, uma vez que ela pode não vir.
E certamente não virá no tempo e na premência que a crise atual demanda.
Os avanços contidos na PEC 282 abrem caminho para, passo seguinte, adotarmos o voto distrital misto, aproximando de vez representantes de representados.
Ato contínuo, o país poderá estar pronto para a reforma definitiva, com a adoção, sob condição de referendo da população, do sistema parlamentarista de governo. Não temos o direito de perder esta chance.
Aécio Neves
Em meio à agenda de reformas fundamentais para recolocar o país nos trilhos, uma é premente, pois tem data-limite para acontecer. Até início de outubro, precisamos aprovar novas regras que vigorarão nas eleições gerais do ano que vem. Todo esforço deve ser empreendido para reaproximar a política das pessoas, antes que seja tarde.
Nas últimas semanas, o debate em torno da reforma política acabou sendo desvirtuado em função de propostas distantes, ou mesmo contrárias, do que a população almeja. É o caso da adoção do sistema eleitoral conhecido como distritão e da criação de um fundo público de financiamento de campanhas, para suprir o buraco deixado pela proibição das doações de fontes privadas.
Que a democracia tem custos, ninguém discute. Mas envolver mais dinheiro do contribuinte numa hora em que o Estado brasileiro beira a falência, em razão da malversação que marcou a gestão afastada em 2016, não parece ser uma saída.
O ideal seria voltar a permitir o financiamento privado, sob regras e fiscalização rigorosas. Já o distritão só se justificaria como transição para o voto distrital misto. Todavia, em ambos os casos, não há mais tempo para mudanças com vistas a 2018.
Distante da polêmica, há propostas prontas a serem apreciadas pelo Congresso e que, se aprovadas, resultarão num sistema político e eleitoral muito melhor para o país. E já com vigência no próximo pleito.
Refiro-me especificamente à proposta de emenda à Constituição (PEC) nº 282, relatada na Câmara pela deputada Shéridan (PSDB-RR).
O texto ora em discussão tem origem na PEC 36, apresentada pelo senador Ricardo Ferraço e por mim, ano passado, e já aprovada pelo Senado. Seus objetivos são: proibir as coligações entre partidos nas eleições proporcionais -ou seja, para deputados federais, estaduais e vereadores- e estabelecer uma cláusula de desempenho mínimo para que as legendas possam ter acesso a dinheiro público, tempo de rádio e TV e funcionamento parlamentar.
O que se pretende com a iniciativa? Atacar algumas das piores distorções da nossa democracia representativa. As coligações, tal como são hoje, acabam elegendo representantes alheios à vontade do eleitor. Já a adoção da cláusula de desempenho visa impedir a proliferação de partidos interessados unicamente em negócios movidos a dinheiro público.
O texto original prevê que as coligações ficarão proibidas a partir de 2020, quando serão eleitos os próximos vereadores. A vedação se estenderá à escolha de deputados a partir de 2022.
A medida força os partidos a preservarem alguma identidade com o eleitor e ajudará a pôr fim aos que representam a si próprios: dos 25 hoje presentes no Congresso, é possível que metade sobreviva.
Assim também deverá ocorrer com a imposição de percentuais mínimos de votos (que começam em 1,5% em 2018 até chegar a 3%, distribuídos por pelo menos nove unidades da federação) para acessar o fundo partidário e dispor de tempo de rádio e TV.
Partidos que não atingirem tais patamares poderão se organizar em federações, com um mínimo de afinidade ideológica e programática.
A PEC 282 está pronta para votação. Para tanto, é imperativo que as lideranças partidárias na Câmara se entendam e levem o texto imediatamente ao plenário.
Também na política o ótimo é inimigo do bom. Não adianta protelarmos a reforma em busca de uma solução que resolva todos os problemas da democracia brasileira, uma vez que ela pode não vir.
E certamente não virá no tempo e na premência que a crise atual demanda.
Os avanços contidos na PEC 282 abrem caminho para, passo seguinte, adotarmos o voto distrital misto, aproximando de vez representantes de representados.
Ato contínuo, o país poderá estar pronto para a reforma definitiva, com a adoção, sob condição de referendo da população, do sistema parlamentarista de governo. Não temos o direito de perder esta chance.
Aécio apoia proposta de fundo público de campanha do Senador Caiado

O presidente licenciado do PSDB, senador Aécio Neves (MG), anunciou que o partido fechou questão, nesta quinta-feira, (24), em torno da proposta de fundo público para campanhas, apresentada pelo senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Aécio explicou que a decisão leva em conta o fato de não haver tempo hábil para se formular uma nova proposta para a volta das doações privadas.
Vamos apoiar proposta apresentada pelo Caiado, que estabelece o fundo eleitoral que será alimentado pelos recursos da compensação que os meios de comunicação recebem em razão do tempo disponibilizado pelos programas partidários.
Acabaríamos com programas partidários, esses que acontecem fora do cenário eleitoral, e essa compensação, falou-se em R$ 2 bilhões, não há um número exato, poderia sim alimentar o fundo eleitoral, sem que haja necessidade de recursos orçamentários para isso", afirmou.
O senador mineiro afirmou também que o partido vai apoiar integralmente a proposta que antecipa já para 2018 o fim das coligações proporcionais e estabelece cláusula de desempenho para as próximas eleições brasileiras, aprovada nesta quarta-feira em comissão especial na Câmara dos Deputados.
Além disso, o PSDB vai defender que as eleições continuem sob o sistema proporcional de votação já que não há apoio suficiente para se votar o "distritão" na Câmara dos Deputados. "A transição para o distrital misto em 2022 será mais adequada com o sistema proporcional", argumentou.
A decisão do partido em relação à reforma política foi tomada em reunião na sede do PSDB, em Brasília, com os presidentes dos diretórios estaduais da legenda. No encontro, Aécio se sentou ao lado do presidente em exercício da sigla, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).
O senador mineiro afirmou também que o partido vai apoiar integralmente a proposta que antecipa já para 2018 o fim das coligações proporcionais e estabelece cláusula de desempenho para as próximas eleições brasileiras, aprovada nesta quarta-feira em comissão especial na Câmara dos Deputados.
Além disso, o PSDB vai defender que as eleições continuem sob o sistema proporcional de votação já que não há apoio suficiente para se votar o "distritão" na Câmara dos Deputados. "A transição para o distrital misto em 2022 será mais adequada com o sistema proporcional", argumentou.
A decisão do partido em relação à reforma política foi tomada em reunião na sede do PSDB, em Brasília, com os presidentes dos diretórios estaduais da legenda. No encontro, Aécio se sentou ao lado do presidente em exercício da sigla, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).
http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/pol%C3%ADtica/psdb-fechou-quest%C3%A3o-para-apoiar-proposta-de-fundo-p%C3%BAblico-de-caiado-diz-a%C3%A9cio-1.554119
Se sair candidato à Minas, Janot deveria estar impedido de agir contra Aécio Neves
Roberto Jefferson andou comentando sobre a situação delicada pela qual passa o Senador Aécio Neves (PSDB_MG) . `
Segundo ele, Aécio não teria condições de, no momento, querer voltar a disputar a presidência do país, mas ele vê todas as chances de sucesso caso ele dispute o Governo de Minas Gerais.
Para voltar a se candidatar presidente, disse Jefferson, Aécio vai ter que dar um tempo, assim como Lula e fazer uma caravana pelo país, mas em Minas segundo ele, diz ter visto pesquisas que o colocam a frente de Pimentel .
Segundo Jefferson, Aécio tem chances de ganhar tanto para Governo como Senado.
Ao mesmo tempo há a notícia dita pelo colunista Reinaldo Azevedo, que Janot prepara uma candidatura ao governo de Minas. Tudo indica sair pela REDE.
Então, as insistentes reclamações dos mineiros que torcem por Aécio, de que Janot persegue Aécio, passa a ter sentido.
Reinaldo Azevedo falando de Janot no link abaixo em sua coluna de hoje, diz: " Com o poder que o Estado brasileiro lhe garantia, Janot causou um prejuízo gigantesco ao PSDB, a principal legenda daquele Estado. Feito o estrago, ele pode e oferecer como salvador"
"www.redetv.uol.com.br/blog/reinaldo
Dessa forma , se for verdade essa intenção, o Sr Janot deveria retirar qualquer pedido de prisão e se declarar impedido para propor qualquer ação contra Aécio Neves, já que me parece que os interesse de ambos se conflitam.
Ou não é isso que muitas vezes o próprio Janot cobra dos outros?
Carlos G. Matos Jr.
Aécio defende o PSDB de oportunistas que querem dividir o partido
Não podemos aceitar de forma alguma essa pecha, essa marca que alguns inadvertidamente, outros de forma oportunística, tentaram trazer para dentro do PSDB como se houvesse ala, houvesse governistas e não governistas. Isso é uma balela, é uma de quem não tem responsabilidades para com o partido.
Tem muito pouca história ou vivência dentro do partido. Somos todos brasileiros preocupados com o futuro do país. E o nosso apoio ao governo do presidente Temer, é bom que se lembre, até porque fui porta-voz disso, foi em torno dessa agenda de reformas. E se deu no momento em que nós lideramos o processo de afastamento da presidente Dilma.
Como será que o país reagiria se o PSDB, após o afastamento da presidente, lavasse as mãos por uma conveniência meramente eleitoral?
Como será que o país reagiria se o PSDB, após o afastamento da presidente, lavasse as mãos por uma conveniência meramente eleitoral?
Essa nunca foi a nossa marca. Essa pode ter sido a marca do PT. Colocar sempre os seus interesses eleitorais acima dos interesses do país. Nunca fizemos isso. E se apoiar um governo que tem baixa popularidade for o preço para que uma agenda de reformas que sempre defendemos seja implementada, acho que devemos pagar esse preço.
Não estamos atrás de cargos, de benesses de poder. Estamos agindo com enorme responsabilidade em relação ao que cobra de nós o país e o nosso programa partidário.
Sobre os nomes cotados à presidência, o sr. é um?
Não.
Parte da entrevista com Aécio Neves
Sobre os nomes cotados à presidência, o sr. é um?
Não.
Parte da entrevista com Aécio Neves
Marcus Pestana, assim como outros deputados do PSDB, quer que Aécio retome o partido.
"Infelizmente caminhamos para um impasse. Tasso agiu por seis vezes em curto espaço de tempo contra a posição majoritária. Agora ou ele se afasta e prevalece a visão da maioria, ou ele fica e o partido sai esfacelado do governo", afirmou o deputado mineiro à reportagem. A declaração de Pestana é uma reação ao programa partidário do PSDB veiculado na quinta-feira passada, 17, em cadeia nacional de rádio e TV, no qual o partido critica o governo do presidente Michel Temer. Na propaganda, a legenda faz uma "autocrítica" por ter "aceitado o fisiologismo".
O programa provocou forte reação da ala do PSDB que defende a permanência no governo. Na sexta-feira passada, 18, vários tucanos já defendiam a saída de Tasso da presidência interina, só que apenas nos bastidores.
Como mostrou o Estado/Broadcast Político, tucanos da ala governista querem que Aécio reassuma a presidência do PSDB temporariamente e escolha outro vice-presidente para comandar o partido até dezembro, quando haverá nova eleição da executiva.
Nos bastidores, apostam no senador Flexa Ribeiro (PA) ou no deputado Giuseppe Vecci (GO) como substitutos de Tasso. As apostas em Flexa e Vecci se dão por exclusão entre os oito vice-presidentes da sigla.
Além deles e de Tasso, são vice-presidentes os deputados Carlos Sampaio (SP) e Mariana Carvalho (RO), o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman e os ministros Aloysio Nunes (Relações Exteriores) e Bruno Araújo (Cidades).
Os ministros, por ocuparem os cargos no governo, não poderiam assumir a presidência do partido. Já Sampaio, Marina e Goldman fizeram declarações públicas a favor do desembarque do PSDB do governo Temer. Os dois primeiros, inclusive, votaram pela aceitação da denúncia contra Temer na Câmara, no início de agosto.
http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/pol%C3%ADtica/aliado-de-a%C3%A9cio-marcus-pestana-defende-sa%C3%ADda-de-tasso-da-presid%C3%AAncia-do-psdb-1.553291
Aécio cobra de Temer medidas em defesa de Minas e da Cemig
Estive nesta tarde com o presidente Michel Temer para voltar a defender a Cemig e, acima de tudo, os interesses dos mineiros.
Sabemos que, em razão de uma iniciativa desastrada e irresponsável da presidente Dilma, em 2012, a Cemig vê hoje a possibilidade de perder 50% do seu parque gerador de energia. Iniciativa fortemente criticada por mim à época.
As hidrelétricas de Jaguara, São Simão e Miranda estão com leilão marcado para o mês que vem. Conversei hoje com o governador Pimentel, a bancada mineira tem se movimentado nessa direção, o deputado Fabio Ramalho tem liderado essas movimentações.
O que estamos buscando é uma alternativa que permita ao governo receber, mesmo que não integralmente, uma parcela daquilo que seria previsto em eventual leilão, mas que permita à Cemig também não ver uma parcela fundamental do seu patrimônio, que é um patrimônio dos mineiros, ser levado dessa forma.
A Cemig está buscando opções, entre elas a construção de uma parceria para que se faça uma oferta ao governo federal, onde a Cemig teria a preferência de aquisição da operação sem a necessidade de ir a leilão. Uma outra alternativa, seria a possibilidade de a Cemig adquirir, por um valor um pouco menor do que o previsto no leilão, a concessão novamente dessas hidrelétricas. Pagaria isso ao longo do tempo, em 10, 15 anos ao mercado financeiro.
O presidente ficou de examinar a proposta que será levada, na próxima quinta-feira, ao Ministério do Planejamento. Conversei com o ministro Dyogo de Oliveira, do Planejamento, e ficamos de, após a reunião técnica, voltarmos a falar do assunto.
Aécio Neves diz que Congresso irá regulamentar o financiamento de campanhas
Aécio Neves: Congresso definirá financiamento das campanhas
Autor da PEC 36 que trata de novas regras para as eleições, com a criação da cláusula de desempenho para os partidos e o fim das coligações de partidos, Aécio disse que há consensos sobre as novas regras, mas falta definir o financiamento eleitoral.
O fundo eleitoral prevê financiamento exclusivo com recursos públicos, ficando proibida a contribuição de empresas a campanhas políticas.
“Já há um consenso em torno da proposta de minha autoria e do senador Ferraço que acaba com as coligações proporcionais e estabelece uma cláusula de desempenho de 1,5% do eleitorado já a partir do ano que vem e o fim das coligações já a partir de 2020. Sobre esta matéria há consenso. Isso significa que haverá uma redução dos cerca de 28 a 29 partidos que hoje funcionam na Câmara para menos da metade disso. Já é um avanço.
A outra questão é o sistema eleitoral. Vamos para o distrital misto que é o que nós do PSDB sempre defendemos com uma transição passando pelo distritão, onde cada cidadão vota no seu candidato e os candidatos mais votados são aqueles eleitos. Isso como transição é razoável e aceitável para que cheguemos em 2022 no distrital misto. E a questão do fundo eleitoral é a grande discussão.
Mais uma delação falsa contra Aécio Neves é comprovada
Delcídio Amaral corre risco de ter benefícios cortados após dificuldades com delação premiada
Em situação semelhante estão alguns executivos da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, mas em uma escala menor e em casos laterais
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SÃO PAULO - Um ano e cinco meses depois de firmar acordo de delação premiada, o ex-senador Delcídio Amaral corre o risco de ter seus benefícios reavaliados e até cortados por não oferecer qualquer resultado prático.
Conforme conta reportagem do jornal O Globo, a negociação que o livrou da prisão e provocou sérios abalos ao meio político, sobretudo no PMDB, PT e PSDB, pode estar ameaçada.
Nos depoimentos que prestou, o ex-parlamentar distribuiu acusações contra o presidente Michel Temer, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), além dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
Nos depoimentos que prestou, o ex-parlamentar distribuiu acusações contra o presidente Michel Temer, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), além dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
Segundo os investigadores, o problema é que os elementos oferecidos pelo ex-senador não foram suficientes para fazer as investigações avançarem.
Um dos casos mais emblemáticos envolvendo a delação de Delcídio foi a acusação de suposta manobra de Dilma para nomear o ministro Marcelo Navarro, para o STJ (Superior Tribunal de Justiça), e, com isso, tirar da cadeia Marcelo Odebrecht, o que reduziria os riscos de uma delação premiada -- que acabou ocorrendo adiante.
Conforme conta a reportagem, o acordo não deve ser anulado, mas a tendência é que o ex-senador perca parte dos benefícios. Em situação semelhante estão alguns executivos da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, mas em uma escala menor e em casos laterais.
Um dos casos mais emblemáticos envolvendo a delação de Delcídio foi a acusação de suposta manobra de Dilma para nomear o ministro Marcelo Navarro, para o STJ (Superior Tribunal de Justiça), e, com isso, tirar da cadeia Marcelo Odebrecht, o que reduziria os riscos de uma delação premiada -- que acabou ocorrendo adiante.
Conforme conta a reportagem, o acordo não deve ser anulado, mas a tendência é que o ex-senador perca parte dos benefícios. Em situação semelhante estão alguns executivos da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, mas em uma escala menor e em casos laterais.
http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/6860335/delcidio-amaral-corre-risco-ter-beneficios-cortados-apos-dificuldades-com
Aécio Neves pede ao Senador Tasso Jereissati que permaneça na presidência interina do PSDB até Dezembro

O Presidente licenciado do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) anunciou nesta quinta-feira (3), em uma entrevista coletiva em Brasília, que o senador Tasso Jereissati (CE) permanecerá na presidência interina da legenda, pelo menos, até o fim do ano.
Tasso assumiu o comando tucano interinamente em maio, depois que Aécio foi citado por delatores do grupo J&F, que controla o frigorífico JBS.
Por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), o senador mineiro chegou a ser afastado do mandato no Senado, mas retornou às atividades parlamentares no final de junho.
A decisão, segundo o senador mineiro, foi tomada após consulta a vários caciques do PSDB, entre os quais o vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PB), o líder da legenda no Senado, Paulo Bauer (SC), além de governadores tucanos.
Aécio ainda afirmou aos repórteres que os dirigentes tucanos elaboraram consensualmente um cronograma para que, “até o fim do ano”, sejam convocadas eleições municipais, estaduais e para a direção nacional do partido. Enquanto isso, ele continuará licenciado da presidência da sigla.
“Fiz hoje de manhã um apelo ao senador Tasso Jereissati que, ao meu ver, é quem tem as melhores condições, mesmo do ponto de vista pessoal, tendo demonstrado um grande desprendimento, inclusive, de deixar a presidência do partido. Fiz a ele um apelo em nome da unidade do partido para que o senador Tasso Jereissati continue como presidente do partido”, relatou Aécio aos jornalistas.
“Tasso tem as melhores condições para conduzir a renovação do PSDB e a sua reinserção em setores importantes da sociedade”, acrescentou o parlamentar de Minas.
Eleições de 2018
Aécio disse ainda que, caso haja mais de um pré-candidato tucano à presidência da República no ano que vem, a nova direção do partido vai convocar, entre fevereiro e março de 2018, uma consulta prévia para definir quem irá concorrer ao Palácio do Planalto pelo PSDB.
O senador mineiro foi questionado durante a entrevista sobre se as investigações das quais é alvo na Lava Jato pesaram na decisão de permanecer afastado do comando do PSDB. Ao responder, Aécio se limitou a dizer que essa questão está sendo resolvida na Justiça.
De acordo com Tasso Jereissati, Aécio continuará licenciado da presidência da sigla. O senador do Ceará ressaltou que vai conduzir a transição até a eleição da nova diretoria.
“Agora, a condução do partido nesse período de transição, que termina no fim do ano, e que nós vamos desembocar com a eleição do novo diretório, de um novo presidente, nova executiva, em todos estados, passando por uma ampla rediscussão dos ideais do partido, dos princípios, passando por uma autocrítica sobre onde nos desviamos desse partido, uma revisão e um novo programa, isso será conduzido por mim de acordo com toda a cúpula do partido”, destacou Tasso.
(...)
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Aécio : "Na defesa de Minas temos que valorizar os royalties de nossos minérios"

Com as medidas anunciadas pelo governo federal para o setor da mineração, estima-se que, finalmente, estados e municípios mineradores serão melhor recompensados. Essa é uma de minhas principais lutas no Senado.
Com o aumento da alíquota dos royalties, sobretudo de nosso principal minério, do ferro, o governo prevê um aumento de arrecadação de 80%. Os recursos que estados e municípios receberão são fundamentais para que eles possam, além de recuperar os diversos danos que a mineração causa em suas regiões, também se preparar para buscar a implantação de uma nova fonte de renda para quando acabar a atividade mineradora.
As medidas avançam ainda em pontos que venho defendendo: o minerador passa a ter responsabilidade na recuperação das áreas afetadas e se não cumprir as regras estipuladas será multado.
Essas medidas podem por fim ao desrespeito com que Minas Gerais e seus municípios, assim como outros estados mineradores, vinham sendo tratados, gerando, anualmente, perdas de milhões de reais que poderiam ser investidos para melhorar a qualidade de vida para nossa população.
Aécio Neves
Essas medidas podem por fim ao desrespeito com que Minas Gerais e seus municípios, assim como outros estados mineradores, vinham sendo tratados, gerando, anualmente, perdas de milhões de reais que poderiam ser investidos para melhorar a qualidade de vida para nossa população.
Aécio Neves
Aécio Neves anuncia liberação de R$ 20 milhões do Governo Federal para Santa Casa de Belo Horizonte
O senador Aécio Neves anunciou, nesta quarta-feira, em Brasília, a decisão do governo federal de liberar de forma emergencial R$ 20 milhões para socorrer a Santa Casa BH, que vive uma grave crise financeira após meses sem receber recursos do governo do Estado.
“Conversei com o presidente Michel Temer e o ministro da Saúde sobre a gravidade da crise na Santa Casa de Belo Horizonte. Acertamos que o governo federal, a nosso pedido e a pedido da bancada federal, feito através do deputado Fábio Ramalho e de vários outros mineiros aqui que apoiam o governo Temer, a liberação de recursos na ordem de R$ 20 milhões.
Segundo me disse o provedor da Santa Casa, o ex-deputado Saulo Coelho, isso permitirá a retomada de determinadas ações que estavam sendo paralisadas e, obviamente, uma sobrevida à Santa Casa”, afirmou o senador Aécio Neves.
A Santa Casa BH é o maior hospital público do Estado e atende pacientes de várias cidades mineiras. Sem aporte de recursos do governo estadual há vários meses, o hospital enfrenta uma grave crise financeira que já resultou no fechamento de 450 leitos.
“Ela tem um débito enorme, o governo do Estado já há vários meses não paga a sua parte, isso faz com que vários serviços da Santa Casa estejam sendo paralisados e até a perspectiva de umas férias coletivas para uma boa parte de corpo de funcionários”, disse Aécio.
A gravidade da situação financeira da Santa Casa BH foi discutida com deputados estaduais de Minas no gabinete do senador Aécio Neves. Presente no encontro, o deputado Gustavo Valadares (PSDB) afirmou que a atuação do senador Aécio Neves foi essencial para a liberação do recurso emergencial para o hospital.
“O senador Aécio, por conta da relação que tem com o governo federal e com o ministério da Saúde, liberou R$ 20 milhões para salvar a Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte, um dos principais hospitais que atende não apenas os belo-horizontinos, mas todo o povo de Minas Gerais. Aquilo que era obrigação do governo do Estado fazer, ele não faz. Foi o senador Aécio quem liderou esse movimento para agora levantar R$ 20 milhões para salvar, mesmo que temporariamente, a Santa Casa de Belo Horizonte”, destacou Valadares.
Aécio Neves articula lideranças mineiras tendo em vista 2018
Menos de duas semanas após o arquivamento da denúncia por corrupção passiva na Comissão de Ética do Senado e o retorno ao Congresso, Aécio Neves (PSDB-MG) retomou articulações políticas, numa demonstração de que continua com prestígio junto a aliados em Minas. Na última terça-feira, deputados federais e estaduais tucanos e de partidos próximos (PP, PTB e PPS) fizeram uma visita ao senador, em Brasília, cuja pauta oficial foi a eleição estadual em 2018.
Estiveram presentes, entre outros, o presidente do PSDB em Minas, Domingos Sávio, o líder da Minoria na Assembleia, Gustavo Valadares, o deputado estadual João Leite e o deputado federal Paulo Abi-Ackel, que foi indicado, ontem, como novo relator da denúncia contra Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal.
Nos bastidores, circulam rumores de que Aécio teria articulado um troca-troca com o governo federal, na qual aliados dele votariam a favor de Temer na Câmara em retribuição a uma possível ajuda do Planalto para enterrar o processo contra o mineiro na Comissão de Ética do Senado. No primeiro discurso na tribuna após a volta, em 4 de julho, Aécio defendeu que o partido siga apoiando o presidente.
Domingos Sávio, no entanto, rejeita os boatos. “Essa especulação é ridícula”, diz o deputado federal. “O que o Aécio vai determinar nisso? Ele é um senador e o processo está no Senado. Aqui na Câmara, cada deputado vai votar de acordo com a própria consciência”, afirma. O presidente estadual do PSDB disse que ainda não decidiu o voto sobre a denúncia contra Temer, mas acredita que a aprovação poderia causar um “caos político” com o afastamento do peemedebista. Segundo ele, a tendência é a de que o partido libere a bancada para votar.
EM CASA
Também haveria um esforço para o resgate da imagem de Aécio como liderança em Minas. Presente na reunião de terça, o deputado federal Rodrigo Castro (PSDB-MG) disse que o senador está “animado”.
“Estamos fazendo reuniões para unir o partido em torno de um nome forte, e o Aécio tem participado desses encontros”, afirma Castro, que no entanto vê como mais provável uma candidatura de Neves para a reeleição no Senado.
“Não vejo ele com planos de disputar a Presidência, mas com foco em Minas Gerais”, diz Domingos Sávio. “Esperamos que ele possa provar a inocência e isso não vai mudar a rota do PSDB em lutar para ganhar a eleição do Estado”.
De acordo com um aliado, porém, o nome natural para disputar o governo em 2018 seria o do ex-deputado estadual Dinis Pinheiro, do PP. “Ele vem sendo entendido pelas lideranças como a principal oposição ao Fernando Pimentel”, analisa o interlocutor, para quem Aécio estaria mais preocupado em se defender das acusações. Além do PP e de alas do PSDB, Dinis teria o apoio de PTB, DEM, PPS e Solidariedade.
Fonte Jornal Hoje em Dia
Aécio : "Errei e assumo por me deixar envolver nessa trama ardilosa"

Em pronunciamento no plenário, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) concentrou os seus ataques ao empresário Joesley Batista, dono da JBS, e disse ter sido "vítima de uma armadilha engendrada por um criminoso confesso". Aécio optou por evitar críticas ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e até mesmo o seu habitual discurso político contra o PT.
Com isso, a oposição ficou completamente calada diante da fala de Aécio, que foi cumprimentado por parlamentares da base governista. Segundo senadores petistas, a bancada aguardava o pronunciamento do tucano para perceber qual seria o "tom" da sua fala. Como ele "poupou" a legenda, optaram por não se manifestar sobre o retorno do presidente afastado do PSDB.
Logo no início do discurso, Aécio disse que não seriam permitidos "apartes" à sua fala, ou seja, que nenhum outro parlamentar poderia se pronunciar durante a sua fala. Ele aproveitou os cerca de 15 minutos para fazer uma espécie de mea culpa, dizendo que errou ao se "deixar envolver nessa trama ardilosa", por ter deixado que os seus familiares "servissem de massa de manobra" e por ter usado palavras de baixo calão durante as conversas com Joesley.
Apesar disso, negou que tenha cometido crimes, prometido vantagens indevidas ou ter tentado obstruir a Justiça. Aécio reforçou a tese de sua defesa de que o pedido de R$ 2 milhões ao dono da JBS seria pela venda de um apartamento para pagar advogados em outros processos, e que também procurou outras quatro empresas para o negócio. "O empréstimo seria regularizado e pago. Tratou-se de um negócio entre pessoas privadas", alegou.
Aécio considerou que não seria possível classificar o suposto "empréstimo" como pagamento de propina, pois alega que nunca prometeu vantagens indevidas para a JBS. "Como alguém pode ter pagado propina sem receber qualquer benefício?", questionou. Ele citou depoimento do delator Ricardo Saud, também da JBS, que disse em trecho do seu depoimento à Justiça que Aécio "prometeu, prometeu, e nunca fez nada" pela empresa.
O tucano declarou ainda que, como presidente do PSDB, sempre "levantou a voz" em defesa da Operação Lava Jato e que pautou a sua atuação política por "boas causas e dos que mais precisam" e que "sempre respeitou a ética e honrou os votos que recebeu" da população.
Durante os cerca de 45 dias em que esteve afastado, Aécio disse que a "indignação contra a injustiça e a tristeza foram os sentimentos que mais o acompanharam" e que o episódio deixou "profundas marcas" na sua vida e de sua família.
http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/pol%C3%ADtica/errei-e-assumo-por-me-deixar-envolver-nessa-trama-ardilosa-diz-a%C3%A9cio-1.540659
Aécio retoma mandato e volta ao Senado para reunião com partido
Esta é a primeira vez que Aécio volta ao Congresso Nacional desde a decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), de restabelecer o seu mandato, na semana passada.
O tucano esteve afastado por 46 dias por determinação do ministro Edson Fachin, após ser acusado de corrupção passiva e obstrução de Justiça.
No período da tarde, Aécio usará o horário reservado ao PSDB na tribuna do plenário da Casa para fazer um pronunciamento para se defender das acusações que pesam contra ele, baseadas em gravações entre ele e o empresário Joesley Batista, dono da JBS, que fazem parte de um acordo de delação premissa.
No período da tarde, Aécio usará o horário reservado ao PSDB na tribuna do plenário da Casa para fazer um pronunciamento para se defender das acusações que pesam contra ele, baseadas em gravações entre ele e o empresário Joesley Batista, dono da JBS, que fazem parte de um acordo de delação premissa.
O senador não deve, entretanto, fazer críticas à Procuradoria-Geral da República, que o denunciou e pediu seu afastamento e sua prisão.
Durante reunião da bancada, será definida a situação de Aécio no comando do partido.
Durante reunião da bancada, será definida a situação de Aécio no comando do partido.
Embora correntes do partido ligadas aos deputados e aos tucanos de São Paulo defendam seu afastamento definitivo da presidência do partido, Aécio quer ganhar tempo até passar a votação do recurso pedindo a cassação de seu mandato no Conselho de Ética do Senado e a votação da denúncia contra o presidente Michel Temer, na Câmara, para que a decisão seja tomada. (AE)
http://www.diariodopoder.com.br/noticia.php?i=83090445800
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