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Senador Aécio Neves ressalta aprovação de projeto sobre regras de ONG


Aécio ressalta aprovação de projeto sobre regras de ONG


Aécio Neves elogiou o trabalho feito pelo tucano mineiro Eduardo Barbosa, autor do texto aprovado

O senador Aécio Neves, presidente do PSDB, ressaltou nessa quarta-feira (11/11) a aprovação, pelo plenário do Senado, do projeto de lei de conversão (PLV) 21/2015. O texto aprovado pelos senadores é resultado da MP 684/15 e muda as regras para as parcerias entre a administração pública e a Organizações Não Governamentais (ONGs), beneficiando entidades como Apaes e Santas Casas.

Na avaliação do senador, o projeto incentiva a participação do chamado terceiro setor na elaboração de políticas públicas.

“Acho que é uma sinalização de absoluta confiança que o Congresso Nacional dá hoje à sociedade brasileira, porque a solução para inúmeros desafios que temos pela frente se dará pela mobilização, pela consciência e pela organização da sociedade brasileira, e esse projeto vem nessa direção”, afirmou o senador, no plenário do Senado.

O senador Aécio Neves elogiou o trabalho feito pelo deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), autor do texto aprovado. “Um registro e um testemunho à dedicação do meu companheiro e amigo deputado Eduardo Barbosa na construção desse texto, meus cumprimentos também à senadora Gleisi [relatora-revisora]. O que estamos fazendo, na verdade, e já foram inúmeras as vozes aqui, nessa direção, é estimular a participação do terceiro setor na execução de políticas públicas no País, dando segurança e regulamentando algumas dessas ações”, disse Aécio.

Leia, a seguir, pronunciamento do senador no plenário do Senado na noite desta quarta-feira (11/11):

“Um registro e um testemunho à dedicação do meu companheiro e queridíssimo amigo deputado Eduardo Barbosa na construção desse texto, meus cumprimentos também à senadora Gleisi. O que estamos fazendo, na verdade, e já foram inúmeras as vozes aqui, nessa direção, é estimular a participação do terceiro setor na execução de políticas públicas no País, dando segurança e regulamentando algumas dessas ações.

Pedi a palavra porque gostaria, na presença do deputado Eduardo, do senador Anastasia, de fazer o registro de uma inovação ocorrida em Minas Gerais e de resultados extraordinários na área prisional, as Apacs, que se transformaram em um instrumento da sociedade para que aqueles presos de menor periculosidade deixassem de ocupar as vagas do sistema prisional e pudessem ter a sua recuperação, a sua reinserção na sociedade controlada, por eles próprios, obviamente, com a supervisão da sociedade.

Algo em que poucos acreditavam, deputado Eduardo Barbosa foi um aliado permanente no nosso governo em Minas Gerais para a consolidação dessas Apacs e uma demonstração, dentre tantas outras, mas esta me parece emblemática, de que a sociedade organizada tem sim condições de dar respostas muito mais efetivas do que a máquina burocrática do Poder estatal. Acho que é uma sinalização de absoluta confiança que o Congresso Nacional dá hoje à sociedade brasileira porque a solução para inúmeros desafios que temos pela frente se dará pela mobilização, pela consciência e pela organização da sociedade brasileira, e esse projeto vem nessa direção.

Por isso, o deputado Eduardo Barbosa é orgulho não apenas para os mineiros e para os tucanos, mas para o Parlamento e para os brasileiros que acreditam na democracia e que querem avanços sociais no nosso país.”
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Aécio Neves sobre Cunha: "PSDB votará com as provas e elas são contundentes."





- Matéria publicada pelo portal Bocão News: “PSDB votará com as provas e elas são contundentes, diz Aécio Neves sobre Cunha”, em que destaca declarações do senador, Aécio Neves sobre a situação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Prestes a enfrentar um processo instaurado no Conselho de Ética, o deputado carioca enfrenta dificuldades para esclarecer as acusações que pesam contra sua pessoa. Em entrevista à rádio Metrópole nessa sexta-feira (5), o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirma que a situação de Cunha é cada dia mais frágil e antecipou o voto do PSDB, caso o Conselho de Ética opte por recomendar a cassação do peemedebista: “Isso tudo é muito ruim. Eu continuo achando a posição dele muito frágil. Ele terá que provar exatamente a origem desses recursos e nós do PSDB votaremos com as provas e elas são contundentes. O sentimento majoritário é que a situação do presidente da Câmara contamina toda a instituição e o Brasil”, disse. Aécio Neves lembrou que o PSDB não votou em Cunha para a presidência da Câmara. Os tucanos votaram no candidato do PSB, Júlio Delgado: “Agora quando acabou a eleição (para a Mesa Diretora), nós fizemos o que a população mandou, fomos para a oposição e com Cunha

Pronunciamento do senador Aécio Neves - Senado Federal


Pronunciamento do senador Aécio Neves - Senado Federal

A necessidade de termos regras absolutamente claras, profissionalizarmos as agências reguladoras, termos uma política econômica com previsibilidade, a incapacidade dos programas de transferência de renda, exclusivamente eles, darem conta da gravíssima cri




"Tudo o que vem acontecendo no Brasil hoje era apontado por nós com absoluta clareza. A necessidade de termos regras absolutamente claras, profissionalizarmos as agências reguladoras, termos uma política econômica com previsibilidade, a incapacidade dos programas de transferência de renda, exclusivamente eles, darem conta da gravíssima crise social por que passava o país", diz o senador Aécio Neves, ao criticar hoje (03/11), em plenário, o documento lançado pelo PMDB com um diagnóstico da crise econômica já feito pelo PSDB nas eleições do ano passado.


Aécio destacou que o PT e os partidos de apoio ao governo Dilma Rousseff não promoveram o verdadeiro debate sobre o país com os eleitores.


"A raiz disso foi o desprezo que a atual presidente da República, enquanto candidata, teve para com os brasileiros ao não apresentar um programa, ao negar-se a fazer aquilo que a Justiça Eleitoral determina que seja feito, e com a palavra de menosprezo disse: 'meu programa é o meu governo', lembrou Aécio.

Veja aqui:

Aparte do senador Aécio Neves - Senado Federal - Brasília


"O Brasil tem assistido cenas inusitadas ao longo desses últimos meses ou dessa última quadra da política nacional. Assistimos agora, recentemente, e essa foi a razão pela qual o senador Jucá, a quem de público agradeço o apoio na última eleição, veio aqui prestar contas ou traduzir, se é que isso é possível, algumas das propostas do documento assinado pela direção do PMDB.


O inusitado é que um partido que está no governo, na vice-presidência da República, apresenta uma proposta de governo. Isso é louvável. É louvável se nós não tivéssemos vivendo hoje 13 anos desta aliança que lamentavelmente, não obstante o esforço de alguns peemedebistas ilustres pelos quais tenho enorme apreço, essa aliança trouxe o Brasil à maior crise econômica, moral e social da nossa história contemporânea. E lembrava de um aparte sempre adequado do senador Tasso Jereissati, quando ele perguntava, indagava à qual oposição, à qual governo o PT fazia oposição ou qual proposta o PT fazia oposição já que o governo encaminhava determinada votação de uma forma e o PT se opunha à essa votação.


E a raiz disso foi o desprezo que a atual presidente da República, enquanto candidata, teve para com os brasileiros ao não apresentar um programa, ao negar-se a fazer aquilo que a Justiça Eleitoral determina que seja feito, e com a palavra de menosprezo disse 'meu programa é o meu governo'. Então não houve sequer a condição de travarmos um debate sério, profundo, em relação à gravidade da situação que já se anunciava no ano passado, e até antes dele. Tudo o que vem acontecendo no Brasil hoje era apontado por nós com absoluta clareza.


A necessidade de termos regras absolutamente claras, profissionalizarmos as agências reguladoras, termos uma política econômica com previsibilidade, a incapacidade dos programas de transferência de renda, exclusivamente eles, darem conta ainda da gravíssima crise social por que passava o país, a maquiagem dos números ao sabor dos ventos e das circunstâncias e, portanto, o menosprezo do atual governo na campanha eleitoral, que negou-se a apresentar ao país um documento para o debate, e ali eu faço o único senão à proposta do PMDB: não ouvi naquele momento nenhuma liderança do PMDB dizer 'não, estamos participando de um projeto que tem que ter um programa para delineá-lo, um programa para de alguma forma apontar o caminho.


E a não apresentação desse programa permite que hoje o Brasil não tenha um projeto de país, um projeto de governo. O que existe é apenas a necessidade de a presidente se sustentar por mais algumas semanas no cargo, distribuindo espaços de poder como se fossem mercadorias e como se fossem de sua propriedade. E o mais grave em relação a essa gravíssima crise é que nós olhamos para o futuro com o otimismo de sempre, mas não conseguimos enxergar uma luz no final desse túnel, porque o descompasso entre aquilo que se disse e prega aqui neste plenário, por exemplo, as lideranças do governo, e aquilo que o governo pratica é tão grande que, infelizmente, não há na sociedade brasileira, nem nas hostes do atual governo, quem acredite que esse governo, com essa estrutura que aí está, tenha condições de levar o Brasil à saída dessa crise, com a recuperação da confiança, dos investimentos, para minimamente minimizarmos a mais aguda crise social da nossa história recente".
Autor: Assessoria PSDB Nacional
Fonte: Assessoria

Aécio mobiliza oposição para cobrar de Dilma respostas sobre a Petrobras




Aécio mobiliza oposição para cobrar resposta de Dilma sobre Petrobras


O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, vai se reunir com líderes da oposição da Câmara e Senado na próxima terça-feira (25) para discutir a melhor estratégia para garantir uma resposta do governo Dilma ao prejuízo bilionário da Petrobras na operação de compra da Refinaria de Pasadena (EUA).

De acordo com reportagem do O Globo desta sexta-feira (21), líderes da oposição já teriam conseguido recolher pelo menos 102 assinaturas em favor do requerimento que propõe criação de uma CPI mista para investigar irregularidades na Petrobras. Para a instalação da comissão seriam necessárias pelo menos 171 assinaturas.

Aécio avalia como extremamente grave a revelação de que a presidente Dilma Rousseff deu aval para a Petrobras realizar o negócio, conforme relevou reportagem de O Estado de S.Paulo esta semana.

“O Brasil precisa que se esclareça quais foram as razões pelas quais a presidente da República, especialista na área de Minas e Energia, tomou uma decisão tão danosa para as finanças da Petrobras e para o próprio país”, cobrou Aécio Neves.


Em 2006, Dilma presidia o Conselho de Administração da Petrobras e autorizou a empresa a pagar US$ 360 milhões por 50% da refinaria, que um ano antes valia US$ 42,5 milhões. Quatro anos depois, a Petrobras perdeu uma batalha judicial e foi obrigada a desembolsar mais US$ 820,5 milhões. No total, a estatal brasileira desembolou US$ 1,18 bilhão por uma refinaria que hoje vale US$ 180 milhões.

Após a revelação, Dilma tentou jogar a responsabilidade para a área técnica da empresa, que teria fornecido “um parecer “técnica e juridicamente falho”, versão confrontada por diretores e especialistas do setor. De acordo com os executivos, Dilma e o Conselho de Administração tiveram acesso a todos os dados sobre a negociação.

O senador também classificou como inaceitável que o ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, apontado pela presidente como o responsável pelo “parecer falho”, tenha permanecido no cargo e depois indicado para o alto escalão da BR Distribuidora, uma subsidiária da estatal.

“Se houve um encaminhamento equivocado por parte da diretoria internacional, como atesta a nota da presidente da República, o esperado é que aquele que fez esse encaminhamento ou fosse demitido ou fosse investigado. Ele foi promovido! Ele, no governo da própria presidente Dilma Rousseff, ocupa a diretoria na BR Distribuidora. Isso é inaceitável”, criticou Aécio Neves.
http://jornalpequeno.com.br/
http://dropsmisto.blogspot.com

Aécio rebate fala de Dilma

Heranças

 O senador Aécio Neves, do PSDB-MG, rebateu as críticas da presidente Dilma Rousseff ao governo de FHC. "Foi uma demonstração muito clara de fragilidade do PT quando suas principais lideranças e a própria presidente da República vêm a público dizer que não herdaram absolutamente nada. Isso é um desrespeito a várias gerações de brasileiros que lutaram pela democracia, que nos legaram a estabilidade econômica, os programas de transferência de renda, a modernização da economia", disse. No Palácio do Planalto, a ordem foi não alimentar polêmica.

Correioweb

PSDB cobra de Dilma promessas não cumpridas



Semiótica tucana

Na política, nada é por acaso. Aliás, é de propósito. A carta do PSDB à presidente Dilma Rousseff, assinada pelos deputados Marcus Pestana, que comanda a direção estadual, e João Leite, que preside o diretório municipal, listando as cobranças das promessas não cumpridas inclui desde o veto ao aumento dos royalties do minério às obras de duplicação da BR-381, no trecho conhecido como Rodovia da Morte, e, é claro, o metrô de Belo Horizonte

Estado de Minas / Em Dia com a Política

Aécio quer que Dilma aja com rigor com o PMDB

Aécio cobra de Dilma postura firme com o PMDB

Gustavo Uribe - 16/08/2011 - 07:46 
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) criticou na noite desta segunda-feira o que chamou de "postura reativa" do governo federal diante dos recentes escândalos de corrupção e afirmou que o Palácio do Planalto tem sido "mais cauteloso" quando as denúncias de irregularidades envolvem membros do PMDB, principal aliado do PT no Congresso Nacional. O tucano cobrou do governo federal uma sinalização mais clara de que a recente "faxina" promovida na Esplanada dos Ministérios não seja apenas uma maneira de "dar satisfação à opinião pública" e avaliou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda participa da administração da presidente Dilma Rousseff. "Nós estamos vendo apenas um governo reativo, um governo que se movimenta apenas depois das denúncias serem veiculadas na imprensa, em relação a malfeitos em várias áreas", considerou. "O que nós não estamos assistindo até agora é efetivamente uma ação do governo federal na busca desses malfeitos, acionando o Ministério Público ou a própria Polícia Federal", acrescentou.
O tucano cobrou que as reformas estruturais promovidas pela presidente, ante denúncias de irregularidades, "sejam isonômicas", sem tratar de maneira distinta partidos da base aliada do governo federal. "A gente vê um governo mais cauteloso em relação ao PMDB, em razão da própria estrutura que a sigla tem. Isso não pode haver, a decisão e a ação têm de ser uma só", pregou. O senador ressaltou ainda que a aprovação de uma CPI da Corrupção é um caminho natural caso o governo federal não dê "demonstrações cabais" de que pretende coibir a corrupção na máquina pública. "Se não houver a sinalização clara do governo federal de que não é apenas aparente essa busca das investigações, certamente nós acabaremos chegando a uma CPI", afirmou. "Eu não vejo hoje uma disposição sincera e efetiva do governo federal de investigar", alfinetou.
O tucano avaliou ainda que a atual gestão, assim como o governo anterior, tem desperdiçado a oportunidade de discutir temas importantes para o Brasil. "Falta foco ao governo federal, na verdade, o governo do PT deixou de ter um projeto de gestão para se focar apenas em um projeto de poder", criticou.
Na avaliação do senador, a presidente não propôs, em oito meses de governo, nenhuma proposta estruturante para o Brasil. "Ela seguiu o mesmo caminho do governo anterior, que foram oito anos sem nenhuma reforma estruturante para o Brasil", afirmou. Ele considerou ainda que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva interfere no atual governo federal porque a presidente permite a sua participação. "Ele participa porque a presidente dá a ele essa condição de participar. No futuro, nós vamos ver se isso ajuda ou fragiliza a presidente", afirmou.
O senador participou na noite de hoje de jantar promovido pela Fundação Dom Cabral, no Palácio dos Bandeirantes. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o ex-governador José Serra também participaram do evento.
Agencia Estado

Para Dilma trabalho de Anastasia é referência na área da saúde


Minas é referênciaA presidenta Dilma Rousseff afirmou que escolheu Minas Gerais para lançar o programa por reconhecer os avanços registrados por Minas na área da saúde. Dilma parabenizou o governador pelos resultados do Viva Vida, projeto que tem os mesmos objetivos do Rede Cegonha, e afirmou que os programas lançados em Minas dão certo e se tornam referência para todo o Brasil.
“Escolhi o lançamento do Rede Cegonha em Minas Gerais por reconhecer que aqui muitos avanços ocorreram na área de Saúde. Não é só Brasília que merece lançamento, mas todos os 27 estados da federação. Começo por Minas, porque Minas tem uma característica. De uma certa forma, sempre fomos o coração do Brasil. E onde se lança um programa em Minas Gerais, ele dá certo e vira exemplo para todo o Brasil”, afirmou a presidenta.
O Viva Vida recebeu investimentos de R$ 129,5 milhões, aplicados em 700 municípios mineiros. Atualmente, 24 Centros Viva Vida estão em funcionamento. Até 2014, outras 37 unidades estarão prontas para oferecer atendimento especializado em reprodução e sexualidade para mulheres e gestantes. O programa realizou mais de 2 milhões de mamografias e dobrou o número de UTIs neonatais.

Anastasia em sua primeira reunião com Dilma Rousseff pede ajuda para os estragos da chuva

Em reunião com Dilma, Anastasia reforça pedido de recursos para municípios afetados pelas chuvas
21/01/2011
Primeiro governador de oposição recebido por Dilma Rousseff, o tucano Antonio Anastasia (PSDB), de Minas Gerais, relatou hoje (20), durante reunião com a presidenta, a situação das cidades mineiras atingidas pelas chuvas. No estado, 82 municípios estão em estado de emergência. Anastasia afirmou que já havia conversado sobre esse assunto com a presidenta, por telefone, na semana passada, e que encaminhou pedido de ajuda ao governo federal no valor de R$ 250 milhões.
Após a conversa com Dilma, Anastasia disse que a relação dos governadores do partido com o governo federal deve ser de harmonia.
"Os governadores do PSDB se reuniram recentemente e foi feito um entendimento de que o relacionamento administrativo com o governo federal naturalmente será um bom relacionamento. Temos que pensar em primeiro lugar nos interesses do Brasil e de nossos estados. A oposição se dará no campo político quando for necessário", disse.
Durante a reunião, que foi solicitada por Anastasia, Dilma informou que irá abrir um escritório da presidência em Belo Horizonte. Atualmente, o único escritório mantido pela presidência fora de Brasília está em São Paulo (SP).
Os dois conversaram também sobre obras para a Copa do Mundo de 2014.
Fonte: Agência Brasil

O " Choque de Gestão" de Aécio que hoje é estudado por Alckmin e Dilma


Fonte: Wikipedia
O Choque de Gestão e o Estado para Resultados são apontados como os pilares de administração e planejamento das principais realizações do governo Aécio Neves. Entre estas realizações, o livro “Aécio – Os Anos que Mudaram Minas Gerais”, balanço de governo publicado pelo PSDB-MG, reivindica avanços em diversas áreas. Para os servidores públicos, o equilíbrio das contas do Estado se traduziu no fim da escala de pagamentos, regularização do 13º salário, pagamento de verbas retidas e implantação dos Planos de Carreiras.
O equilíbrio fiscal permitiu, também, que o Tesouro Estadual passasse a ter recursos para investimentos, bem como o acesso a financiamentos de organismos internacionais, até então vedados ao Estado devido ao déficit orçamentário.
Entre essse investimentos, na área de saúde listam-se a aplicação de R$ 470 milhões em obras físicas, equipamentos e capacitação de pessoal de 130 hospitais, de todas as regiões do Estado; a implantação do Programa Viva Vida de atenção a gestantes e recém-nascidos, que resultou na redução de 17% na mortalidade infantil e de 28,26% na mortalidade materna, entre 2003 e 2008; a implantação do Programa Saúde em Casa, que resultou na ampliação de 43% da população atendida pelo Programa Saúde da Família, realizado em parceria pelos governos federal, estadual e municipais; a ampliação da produção de remédios distribuídos gratuitamente de 250 milhões para 1 bilhão de unidades, passando de 43 para 135 itens ofertados.

Serra e Dilma de olho em Minas

Citação: O Globo - 28/10/2010


Link para assinantes: http://www1.oglobodigital.com.br/flip/

Serra e Dilma, de olho no eleitorado mineiro, encerram campanha em BH

Os votos dos eleitores mineiros serão disputados até o último dia pelos presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB). Eles vão encerrar a campanha em Minas, no sábado de manhã. Dilma fará uma caminhada no Centro de Belo Horizonte. Já Serra fará eventos na capital e em Betim, acompanhado do principal cabo eleitoral do estado, o ex-governador e agora senador eleito Aécio Neves (PSDB).

Na tentativa de ajudar Serra, o senador eleito passou por Goiás, Pará, Piauí, Alagoas e Bahia, além de organizar uma série de ações em Minas. Ontem mesmo, Aécio e o governador reeleito de Minas, Antonio Anastasia, realizaram uma grande mobilização na região metropolitana de Belo Horizonte e nos bairros mais populosos da capital, como Venda Nova e Barreiro, que juntos reúnem uma população de 500 mil habitantes.

(...)

" Eleição perde sem Ciro Gomes, " afirma Aécio Neves à Folha de São Paulo


Aécio afirma que eleição perde sem Ciro e elogia proposta do Ministério da Segurança


Fonte: Folha de São Paulo

O ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB), pré-candidato ao Senado, disse nesta quinta-feira que a saída do deputado Ciro Gomes (PSB) da disputa presidencial foi uma perda para o debate político. Ele também aprovou a ideia do pré-candidato tucano à Presidência, José Serra, de criar um Ministério da Segurança Pública.
“Tenho uma enorme identidade com o companheiro Ciro Gomes, acho que independente de que, seja o beneficiário, se Serra, se Dilma [Rouseff], se Marina [Silva], não importa, da sua saída, acho que perde o processo eleitoral”, afirmou o ex-governador em visita ao Palácio Tiradentes, em Belo Horizonte, onde se reuniu com o atual ocupante do cargo, Antonio Anastasia, segundo entrevista distribuída pela assessoria do governo mineiro.

Para ele, o empobrecimento se dá pelo tom plebiscitário que a disputa pode ter sem Ciro. “Acho que, no futuro, ainda estaremos juntos em projetos importantes a favor do país”, afirmou sobre Ciro.

Sobre o Ministério da Segurança Pública, Aécio lembrou da experiência de Serra como ex-governador e ex-prefeito. “Há praticamente uma omissão, uma ausência absoluta da presença do governo federal na parceria com os Estados no enfrentamento da segurança pública.” Para ele, um novo ministério é uma opção saudável.

Segundo Aécio, não existe a hipótese de um prefeito do PSDB de Minas votar em Dilma. “Pode ser que exista um prefeito, que seja da nossa base aqui em Minas, e seja da base federal, não do PSDB, obviamente, não do Democratas, não do PPS, que pode ter essa opção. Farei o possível para convencê-lo de que o melhor para Minas Gerais é a eleição de José Serra”, afirmou.

O ex-governador negou que esteja negociando como o senador Francisco Dornelles (PP-RJ), que é seu primo, para que ele seja o vice de Serra. “Não cabe a mim a condução dessas negociações em relação a composição da chapa.”

Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u727979.shtml

Aécio Neves, confiança comprovada por pesquisa do Data Folha




Num país que sabe reconhecer e valorizar os talentos da mídia como Roberto Carlos, Chico Buarque e Ivete Sangalo, o governador Aécio Neves aparece muito bem num ranking de credibilidade, feito pelo Instituto Datafolha com base em pesquisa realizada em dezembro.

Entre os políticos, Aécio só fica atrás do presidente Lula e do governador José Serra. 

E está na frente dos candidatos declarados Dilma Roussef, Ciro Gomes e Marina Silva, além de ex-presidentes como Fernando Henrique Cardoso e Itamar Franco.



O Lula tem nota mais alta do que o Serra em Sao Paulo e do que o Ciro no Ceara. o unico politico que passa o Lula no seu estado é o Aecio. isso é muito importante ser ressaltado



veja a materia da Folha

Fonte: Fernando Barros de Melo – Folha de São Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é a pessoa mais confiável para os brasileiros, segundo ranking com 27 personalidades elaborado pelo Datafolha. Lula está à frente de apresentadores de TV como William Bonner e Silvio Santos, do padre Marcelo Rossi e de cantores como Roberto Carlos e Chico Buarque.
Os 11.258 entrevistados, de 14 a 18 de dezembro, deram nota de 0 (menos confiável) a 10 (mais confiável) às personalidades apresentadas. Lula lidera a lista, com nota média de 7,9.
Além disso, 39% dos brasileiros deram nota 10 ao presidente, contra 4% que lhe deram 0.
Lula é mais admirado no Nordeste, com nota média de 8,74, contra 7,14 no Sul e 7,57 no Sudeste. O petista recebeu nota 10 de 62% dos pernambucanos, 53% dos cearenses e 48% dos baianos. Em São Paulo, recebeu 10 em 31% dos casos. No Rio Grande do Sul, onde teve pior desempenho, obteve 15% das notas máximas.
O petista é mais bem avaliado pelos mais velhos -recebeu 47% de notas 10 entre os que têm 60 anos ou mais. Entre os que têm nível fundamental e recebem até dois salários mínimos, teve 52% de notas 10.
Entre os mais escolarizados e mais ricos, o presidente fica em quinto. Nesse recorte, Chico Buarque lidera, seguido por William Bonner, Caetano Veloso e Roberto Carlos.
De todas as personalidades, apenas duas -Lula e Silvio Santos- são conhecidas por todos os entrevistados.Maria Celina D’Araújo, professora de ciência política da PUC-RJ, diz que os primeiros lugares são ocupados por “homens de mídia”. “Lula é um grande artista, sabe se comunicar. É um aspecto das novas sociedades de espetáculo. Poucos sabem se aproveitar disso, e o Lula sabe”, diz.
Para Maria Celina, especialista nos governos Getúlio Vargas, nenhum presidente explorou tanto a comunicação de massa, principalmente via programas de rádio e TV e colunas em jornais.
Ex-presidentes
Chama a atenção o fato de que, dos últimos cinco colocados, quatro são ex-presidentes: Fernando Henrique Cardoso, Itamar Franco, José Sarney e Fernando Collor, este o menos confiável de todos.
Entre os pré-candidatos de 2010, José Serra (PSDB) aparece mais bem colocado. Com nota média de 6,23, ele fica em 14º lugar no ranking geral.
O também tucano Aécio Neves, governador de Minas, fica na 19ª posição, com nota média de 5,45. Em 20º, está o deputado federal Ciro Gomes (PSB), com média de 5,41, seguido pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), com 5,40, e pela senadora Marina Silva (PV), com nota média de 5,15.
Serra tem suas melhores notas em Santa Catarina (6,67) e São Paulo (6,47) e as piores no Distrito Federal (5,3), no Rio (5,61) e na Bahia (5,72).
Dilma tem as melhores notas no Ceará (6,18) e em Pernambuco (6,14) e as piores, no DF (4,65), em São Paulo (4,76) e em Minas Gerais (4,92).
O cientista político Luciano Dias diz que “a imagem positiva ou negativa é resultado do fluxo de notícias sobre essa pessoa”. Segundo Dias, artistPublicar postagemas como Chico Buarque ou o padre Marcelo Rossi raramente são expostos a um noticiário negativo, o que explica o bom desempenho deles na consulta.
Para o cientista político, o raciocínio também pode ser aplicado ao presidente Lula, que hoje sofre ataques menos contundentes da oposição. “Na medida em que ele foi ampliando sua popularidade e não é candidato, o interesse em atacá-lo é muito baixo.”
Link da matéria (acesso só para assinantes):http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0101201004.htm


Ricardo Noblat diz que Aécio Neves supera Dilma em votos.

Ricardo Noblat: Aécio não retirou a pré-candidatura por falta de votos; pesquisa aponta que ele supera Dilma e mostra viés de alta

Do ponto de vista da intenção de voto, Aécio Neves (PSDB) tem motivo para desistir de ser candidato a presidente? Não. O governador é menos conhecido que Dilma Rousseff (PT), mas, mesmo assim, aparece à frente dela na pesquisa Vox Populi/IstoÉ. Ele tem 24% das intenções de voto, contra 17% da ministra, no cenário que inclui ainda o "socialista" Ciro Gomes (23%) e a ''verde'' Marina Silva (11%).
Aécio é conhecido por 53% do eleitorado, porcentual levemente inferior ao grau de conhecimento da ministra (57%). Considerando-se só os eleitores que dizem conhecer José Serra, Dilma e Aécio, a vantagem do mineiro se amplia: 32% contra 20% da petista.
A pesquisa indica que Aécio daria trabalho ao governo se fosse o presidenciável do PSDB. Sairia de um patamar de intenção de voto superior ao de Dilma, teria quase metade do eleitorado para se fazer conhecer e apenas 7% de rejeição, na metodologia do Vox Populi.
Por tabela, a vantagem de Aécio põe em xeque a tese de que Dilma perde longe para Serra (39% a 18%) só porque é mais desconhecida pelos eleitores. A diferença sugere que a ministra pode ter mais dificuldades que os rivais para conquistar a simpatia dos eleitores.

Apagão não existiu...só foi um " Blecaute", disse Dilma Roussef



quarta-feira, 11 de novembro de 2009


A culpa é de Itaberá
Hoje o Jornal Nacional entrou ao vivo da sala do Operador do Sistema de geração e transmissão de energia elétrica. Um painel mostra em tempo real o nível de consumo do sistema interligado - quantos megawatts estão sendo consumidos de hidrelétricas, termoelétricas, nucleares, energia eólica e sei lá mais o que. O repórter explica que não foram escalados operadores extras porque está tudo tranquilo - "Passado o horário de pico, o consumo se mantém em níveis aceitáveis e o sistema ainda tem muitos milhares de megawatts de capacidade". E encerraram o jornal dizendo "que bom, está tudo tranquilo e de volta à normalidade".
Peraê. E ontem a esta hora, como estavam as coisas? Tranquilas, eu suponho... Pouco depois, poft, caiu tudo. Como eles podem saber que não vai acontecer de novo hoje mesmo?

Ou será que ontem às oito da noite não estava nada tranquilo, e o tal painel mostrava um nível perigoso de consumo? (E ninguém tomou providência nenhuma, se é que seria possível tomar alguma assim na emergência)
As primeiras hipóteses sobre as causas do apagão divulgadas pela imprensa foram: 1) Queda de um raio. 2) Queda de uma torre de transmissão por culpa de um vendaval.
Hoje, todas as moças do tempo dos jornais disseram que não havia nem sinal de tempestade naquela região. Será que alguém com responsabilidade sobre o sistema realmente chegou a cogitar essas causas ou a imprensa publicou o primeiro palpite que ouviu?
O último apagão foi batizado com o nome do então presidente. Esse...?
Lula disse que "nos últimos sete anos, o governo fez o equivalente a 30% de tudo o que foi feito nos últimos 123 anos em termos de energia, com forte investimento no setor de transmissão e também em modernização do sistema".
Não sei se foi mesmo feito "forte investimento no setor", mas essa medida dos últimos "123 anos" é sensacional. Eu tenho uns números assim também:
- Nos últimos vinte anos, o acesso à internet aumentou 120.000.000% em relação aos últimos dois milênios.
- Nos últimos cinco meses, os brasileiros usaram 450% mais o Twitter do que em todo o último século.
E por aí vai.
O Ministro das Minas e Energia, Edison Lobão (ex-Arena/PDS, PFL-Democratas, atual PMDB), insiste no "acidente causado por mau tempo": "Segundo ele, "descargas atmosféricas, ventos e chuvas muito fortes na região de Itaberá, em São Paulo” causaram “um curto-circuito em três circuitos que levam as linhas de transmissão (da usina hidrelétrica de) Itaipu para Itaberá". (do site da BBC)
"Ele (o sistema) não é frágil, é forte, voltou em minutos em alguns Estados e em questão de poucas horas no Rio e em São Paulo", afirmou.
Mas Lobão reconheceu que as condições meteorológicas podem voltar a causar problemas do tipo.
"O Brasil é um dos países em que mais ocorrem estes fenômenos e aquela região (Itaberá) ainda mais."
Puxa, então fomos muito sortudos até agora! Se esse fenômeno acontece muito no Brasil, especialmente "na região de Itaberá", e até agora não tinha acabado a luz em cinco ou seis estados, Deus é brasileiro mesmo.
Comentário de uma pessoa que encontrei hoje: "Muita gente falou 'ainda bem que não foi ás seis da tarde!'. Já pensou o caos? Milhões de pessoas ainda no trabalho, prédios de escritório cheios de gente, trânsito sobrecarregado sem semáforos funcionando... Foi um aviso de Deus pra ver se a gente toma jeito. Ele já deu muitas dicas, mas agora foi advertência por escrito!"
Maldadezinha básica (fui criada em um partido que se divertia muito com elas, às vezes tenho umas recaídas): A Ministra da Casa Civil é a principal porta-voz do governo em todos os assuntos - transposição do São Francisco, crédito para moradia popular, obras do "PAC", meio ambiente... Mas, mesmo tendo sido justamente Ministra das Minas e Energia, não foi escalada para responder pelo governo desta vez...
Declaração do reitor da Uniban sobre o Apagão: "A causa foi um curto e tudo que é curto tem de ser banido porque é mau". :o)
Postado por Soninha Francine/gabinete dasoninhablogspot

Por Aécio, Helio Costa abandona Minas





Ministro das Comunicações, candidato a governador de Minas Gerais e um dos maiores adeptos da campanha da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República, o peemedebista Hélio Costa anuncia, em entrevista exclusiva ao iG, que pode abandonar o barco, se o atual governador de seu estado, o tucano Aécio Neves, também sair candidato a presidente.





Ministro Hélio Costa
"Vamos ter que sentar à frente da prancheta para fazer reconsiderações. O Aécio tem uma raríssima e belíssima influência em Minas. Eu teria que rever minha posição", confessa. Mas, por enquanto, o peemedebista aposta suas fichas na aliança com o PT, e se diz lisonjeado com a hipótese de acabar candidato a vice na chapa de Dilma. iG - Na sua avaliação, qual o cenário eleitoral para 2010?
Hélio Costa - Haverá um plebiscito. O Brasil vai decidir se continua com a proposta que o presidente Lula estabeleceu de concentrar a atuação do governo nas questões sociais e, sobretudo, no desenvolvimento: "eu gostei da atuação de oito anos do presidente Lula? Ou prefiro o outro lado, que também construiu uma história a ser contada em oito anos?"
iG -Na oposição, quem o senhor vê como candidato?
Hélio Costa -Há um primeiro colocado, que é o governador de São Paulo, José Serra. Mas existe uma pretensão mineira muito válida e que tem muita força, a meu ver até com melhores condições de crescer, que é o Aécio Neves.
iG - O senhor é mineiro. Candidato a que cargo?
Hélio Costa -Sou candidato a candidato a governador.
iG - O senhor acha que o Aécio acabará candidato a presidente ou a senador?
Hélio Costa - A minha opinião pessoal de peemedebista e observador é a de que, neste momento, a candidatura de Serra está muito consolidada. Mas ele tem uma reeleição ao governo de São Paulo garantidíssima. Se a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) continuar subindo nas pesquisas para presidente, como tem acontecido, ela pode levar a uma reconsideração do quadro do PSDB. Por isso nós, mineiros, achamos que o Aécio tem chance, sim.
iG - E se o Aécio for candidato a presidente, como fica o senhor?
Hélio Costa - Aí fica complicadíssimo. Vamos ter que sentar à frente da prancheta para fazer reconsiderações. Por sua história familiar e seu trabalho como governador, o Aécio tem uma raríssima e belíssima influência em Minas. Eu teria que rever minha posição. Não posso ficar contra uma indicação do presidente Lula, afinal sou ministro de Estado, mas também não posso ficar contrário a uma candidatura mineira, ou mais uma candidatura mineira, porque a Dilma também é de Minas. Vou ter que torcer para que isso não aconteça.
iG - Se convidado, o senhor aceita ser candidato à vice-Presidência?
Hélio Costa - Essa é uma questão que tem que ser decidida pelo meu partido, o PMDB. Mas seria muito honroso ser convidado. O país tem sido muito feliz em escolhas de vice, principalmente de Minas Gerais. O Itamar Franco era vice e acabou presidente. José Alencar tem sido um companheirão do presidente.
iG - Alencar anunciou que está disposto a concorrer ao Senado por Minas Gerais.
Hélio Costa -  Onde ele estiver, estou do lado dele. Em Minas, a disputa pelo Senado pode ser pesada. Há a possibilidade de candidatura de Alencar, Itamar e Aécio Neves. Mas só há espaço para dois.
iG - Qual seria o melhor quadro para o governo federal em MG?
Hélio Costa - Em qualquer circunstância, Dilma só vence em Minas Gerais se o PT e o PMDB estiverem unidos e contarem com a participação dos demais partidos de apoio à base de governo: PDT, PPS, PCdoB e PR. Se não estivermos unidos, no mesmo palanque, a ministra perde em Minas. O PMDB só faz uma exigência para conversar com os partidos da base aliada no estdao: ninguém pode fazer exigência, muito embora eu tenha mais de 45% de média nas intenções de voto para governaor, com resultados mantidos em pesquisas nos últimos três anos.

Aécio Neves é a preferência do PT



O PT que quer votar em Aécio
O PT de Belo Horizonte, quem diria, tucanou. É o que revela pesquisa do Instituto Ver, realizada com um universo de 621 petistas de carteirinha, filiados ao partido. O levantamento mostra que, na pesquisa estimulada para presidente, o governador Aécio Neves (PSDB) venceria a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), por 43% a 38%. No estado, a situação inverte, os petistas dão 57% dos votos para Dilma. Mesmo assim, 26% deles, um quarto praticamente, preferiria teclar na urna eletrônica o número do governador mineiro. Na pesquisa espontânea, Dilma tem 24%, Lula 21% e Aécio 8%, mais que o próprio PT, que receberia os votos de 3%.

O resultado surpreendente pode ser efeito da eleição de Márcio Lacerda (PSB) para a Prefeitura de Belo Horizonte, que pôs petistas e tucanos do mesmo lado no palanque. É também fruto da boa avaliação que o governador Aécio Neves tem, mesmo entre os petistas. Para 42% eles, o tucano faz um governo ótimo ou bom e outros 18% têm avaliação regular positiva sobre sua gestão.

Ontem, o governador Aécio Neves teve uma conversa reservada e bastante amigável com o presidente Lula, sinal de que a pesquisa revela que existe um sentimento de evitar antagonismos insuperáveis, embora estejam de lados opostos na política. É salutar para o país, como o próprio Lula destacou dias atrás e fez questão de reafirmar a Aécio no encontro. Os pré-candidatos já colocados dão tranquilidade sobre o futuro do país. Nenhum deles é aventureiro. Pelo jeito, os petistas mineiros e, em especial os de BH, concordam com a avaliação do presidente.
Fonte: Coluna "Em Dia com Política" - EM - 30/09/2009
Leia no Estado de Minas: O PT que quer votar em Aécio.
http://www.uai.com.br/EM/html/sessao_22/2009/09/30/interna_noticia,id_sessao=22&id_noticia=115329/interna_noticia.shtml

Aécio Neves Internacional (Londres)



02.04.09 Brazil Focus Aécio Neves lobbies for primaries to be held by PSDB
Minas Gerais governor Aécio Neves (PSDB-MG), a pre-candidate within his party for the presidential nomination in 2010, is lobbying for primaries to be held by PSDB.
His potential contender for the nomination, São Paulo governor José Serra (PSDB-SP), initially opposed them, feeling sure that he has better a chance than does Neves to run against whomever Lula chooses – presumably Dilma Rousseff (PT-RS) – to succeed himself. Rousseff, already in full if unofficial campaign mode, is gaining nationwide exposure under Lula's tutelage.
On 16 February, Governor Neves, addressing the second national meeting of the judiciary in Belo Horizonte, began to sound presidential. He advocated the use at the federal level of the 'management shock' and structural reforms he had successfully implemented in Minas Gerais. As well, he called for new models of planning, organisation, and management in all three branches of government.
Governor Serra eventually said that he accepts primaries within PSDB, a novelty for the party. Neves is on record as rejecting the position of vice-president on Serra's ticket should he lose the primaries, asserting that another party should be offered that position in order to strengthen a coalition headed by PSDB.
Dithering and debate
Neves also firmly denied any intention of joining PMDB to become that party's presidential candidate, contrary to rumours. There is clearly an impasse, as Serra for now seems to have control over his party's machine; if indeed the primaries are held and Neves should lose them, his alternative would be to run for the Senate in 2010, and from that perch bid for the presidency in the following elections, in 2014.
Former president Fernando Henrique Cardoso favours a 'pure-blood' ticket with Serra and Neves but that prospect no longer seems viable.
PSDB leaders are aware that the party has lost a great deal of time arguing back and forth about its primaries while Dilma Rousseff's candidacy has been gaining ground. Accordingly, PSDB is now trying to develop an agenda to confront Lula's charisma and seemingly inexhaustible (and rising!) popularity.
PSDB brings together some of Brazil's most brilliant intelligentsia, but it is popular appeal, not cerebral rhetoric or even good governance such as that of Governors Serra and Neves, that wins elections.
Seeking an effective agenda
Nevertheless, the opposition's agenda will focus on two features of Lula's government: the politicisation of Petrobras and growing unemployment. These may be non-starters. The public at large couldn't care less about the productivity of Petrobras, and as for unemploy¬ment, it can be explained away, as Lula has been doing, by blaming the wealthy nations for the crisis.
The opposition must find better ammunition to attack Lula and PT, but it has been found that the electorate simply does not believe the evidence of wholesale political corruption. Also, the PSDB–DEM–PPS coalition should provide a vision for the future of the country, not dwell on the shortcomings of the past.
The presidential election of 2010 will be very tough indeed. Holding primaries within the party may be dangerous for the unity of PSDB. For instance, when the party had to choose a leader for its delegation in the Chamber of Deputies, it did so splitting, 39 x 16, to re-elect José Anibal (PSDB-SP).Even if Serra's former opponent, ex-São Paulo governor Geraldo Alckmin, has been politically neutralised by accepting a position as secretary for development in Serra's Cabinet – he may be aspiring to a senatorial seat in the 2010 election – PSDB has a long tradition of indecisiveness that has already cost it several elections.
This story featured in the March issue of Brazil Focus. For more information, or to request a full sample issue, contact info@menas.co.uk