DROPS MISTO

Twitter, Facebook, Instagram, Tik Tok, Youtube, são os nomes quentes de hoje. Mas ao buscar um nome para o meu Blog lembrei-me que quando criança gostava de DROPS MISTO. Aquele que tinha vários sabores, várias cores. Talvez um conjunto de sabores me diz melhor sobre a diversidade da vida. Sou cineasta porque o cinema trabalha com muitas formas de expressão artística. Essa diversificação de interesses será o tema de nosso Blog onde conto com vocês para um animado debate de temas atuais.

Mostrando postagens com marcador TEmer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TEmer. Mostrar todas as postagens

Aécio cobra de Temer medidas em defesa de Minas e da Cemig






Estive nesta tarde com o presidente Michel Temer para voltar a defender a Cemig e, acima de tudo, os interesses dos mineiros.


Sabemos que, em razão de uma iniciativa desastrada e irresponsável da presidente Dilma, em 2012, a Cemig vê hoje a possibilidade de perder 50% do seu parque gerador de energia. Iniciativa fortemente criticada por mim à época.


As hidrelétricas de Jaguara, São Simão e Miranda estão com leilão marcado para o mês que vem. Conversei hoje com o governador Pimentel, a bancada mineira tem se movimentado nessa direção, o deputado Fabio Ramalho tem liderado essas movimentações.


O que estamos buscando é uma alternativa que permita ao governo receber, mesmo que não integralmente, uma parcela daquilo que seria previsto em eventual leilão, mas que permita à Cemig também não ver uma parcela fundamental do seu patrimônio, que é um patrimônio dos mineiros, ser levado dessa forma.


A Cemig está buscando opções, entre elas a construção de uma parceria para que se faça uma oferta ao governo federal, onde a Cemig teria a preferência de aquisição da operação sem a necessidade de ir a leilão. Uma outra alternativa, seria a possibilidade de a Cemig adquirir, por um valor um pouco menor do que o previsto no leilão, a concessão novamente dessas hidrelétricas. Pagaria isso ao longo do tempo, em 10, 15 anos ao mercado financeiro.


O presidente ficou de examinar a proposta que será levada, na próxima quinta-feira, ao Ministério do Planejamento. Conversei com o ministro Dyogo de Oliveira, do Planejamento, e ficamos de, após a reunião técnica, voltarmos a falar do assunto.
Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ..Aécio Líder da Oposição, Aécio Neves, Cemig, Minas Gerais, TEmer

Aécio Neves: "Abandonar Temer agora seria um equívoco grave"


Entrevista de Aécio Neves a Folha de São Paulo


NATUZA NERY
EDITORA DO PAINEL

Presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG) fez sua mais contundente declaração de apoio ao governo Temer. Ou é isso, ou o país afunda, indica o tucano.


"Um distanciamento do PSDB do governo neste instante custará imensamente caro ao país e, por consequência, ao PSDB", afirma. Em entrevista à Folha, o senador faz acenos a Geraldo Alckmin e tenta desmobilizar a agitação causada entre aliados do governador de São Paulo após a recondução do mineiro ao comando da sigla.


Como ambos são virtuais candidatos à Presidência da República em 2018, a prorrogação do mandato concedida a Aécio significaria, aos olhos de alckmistas, um atalho para eliminar o paulista do tabuleiro da sucessão, ideia que o tucano refuta.


*Folha - O sr. "pedalou" para seguir no comando do PSDB, como falam os alckmistas


Aécio Neves - O que ocorreu foi um gesto em favor da unidade do PSDB, feito às claras, com apoio de lideranças de todo o país, inclusive da maioria dos representantes de São Paulo na Executiva nacional. O PSDB tem essa tradição de prorrogar os mandatos por um ano exatamente para evitar disputas em anos em que elas não são convenientes. Não se justificam algumas preocupações exageradas de alguns companheiros do partido que não perceberam que o que estamos fazendo ao longo dos últimos anos é fortalecer o PSDB para transformá-lo no partido com maior inserção social do país. Mas é um episódio já superado e que não merece reparos pela forma como foi conduzido.


Mas a recondução não constava da pauta da reunião.


Não é verdade, talvez alguém distraidamente se esqueceu de olhar a pauta. Está lá em seu terceiro item a prorrogação da data das convenções. Isso foi amplamente negociado e discutido, e o resultado dessa discussão na qual 29 membros votaram favoravelmente [à recondução], com apenas dois votos contrários [de aliados de Alckmin], é uma demonstração de que esse sentimento é convergente no PSDB. O que eu vejo é que algumas figuras próximas, que eu respeito, do governador Geraldo Alckmin subestimam a dimensão da liderança do governador no partido. Independentemente de quem esteja na presidência, de ter ganhado ou não a eleição na capital do Estado, Alckmin é uma das maiores lideranças do país e com todas as condições de ser uma das alternativas do PSDB à sucessão presidencial. Não há vitoriosos nem derrotados.


Mas sem prévias?


A prévia pressupõe mais de um candidato. Disputas não são algo dramático para partido algum, ao contrário, podem ser instrumento de revitalização do partido, mas a minha percepção é a de que naturalmente as coisas caminharão de forma convergente, no momento certo. Eu não terei a menor dificuldade de apoiar um outro nome do PSDB que demonstre capacidade maior de unir o partido, mas principalmente de vencer as eleições. Já ficamos tempo demais fora do comando do governo central, o que não se mostrou bom para o país.


Se a eleição fosse agora, quem estaria mais bem posicionado, o sr. ou Alckmin?


Difícil dizer, pois a disputa não é agora. Eu reconheço que nós tivemos vitórias extraordinárias em todo o Brasil, em especial em São Paulo, mas não dá para você trazer para um ano ou dois anos antes da eleição um quadro que é mutável, é algo difícil de antecipar. Não é adequado e não interessa a ninguém trazer 2018 para antes de 2017.


E se Alckmin deixar o PSDB?


Não acredito nisso, porque seria contra a própria história do governador, que sempre colocou os interesses de São Paulo e do país acima dos pessoais. Figuras como Geraldo Alckmin, José Serra, Fernando Henrique e tantos outros que tiveram uma história de vida construída no PSDB têm uma dificuldade enorme de deixar o partido. Claro que essa é uma decisão pessoal, mas vejo como exploração natural da política, mas sem qualquer efeito prático, pelo que eu conheço do governador. Não vejo razão para ele não apresentar o seu nome [ao Planalto] pelo PSDB.


Outro ponto o separa de Alckmin: a aliança com Temer. Ele defende distância maior do PMDB...


A posição do PSDB é de responsabilidade com o Brasil. Portanto, abandonar agora pelas dificuldades eventuais que ele [Temer] enfrenta e em razão de preocupações com o que ocorrerá em 2018 será um equívoco extremamente grave. Nós apoiamos uma agenda de reformas que ajudamos a conceber e que está em curso no Congresso. Um distanciamento do PSDB do governo Temer neste instante custará imensamente caro ao país e, por consequência, ao PSDB.


Se o governo naufragar, o PSDB se afoga junto, não?


Se o governo eventualmente der errado, e acredito que essa não seja uma verdade absoluta, pois já tem colhido alguns êxitos, é preferível que isso ocorra apesar do apoio PSDB e não em razão da ausência do PSDB. Eu conduzirei o partido com as forças que eu puder ter para viabilizar essa agenda de reformas para que nós possamos atravessar o rubicão e chegar a 2018 com o país melhor. Vejo uma análise sempre muito pessimista desse cem dias de governo Temer. É preciso que se registre coisas muito importantes e inimagináveis poucos meses atrás: PEC do teto, reforma da Previdência que começa a tramitar, projeto do pré-sal para Petrobras voltar a gerar emprego, a proposta de reforma do ensino médio, a nova Lei das Estatais, a reforma trabalhista que está sendo negociada, a nova postura na política externa comandada por José Serra...


O sr. e Serra eram dois tucanos que não se bicavam, mas ele apoiou a sua recondução.


Lendas urbanas. O PSDB tem uma característica: por mais que existam disputas, nós nos gostamos, acredite nisso. No fundo, somos diferentes, de formações diferentes, mas gostamos de sentar e conversar sobre o mundo, de conversar sobre nada, sabe? São todos homens públicos, gente do bem. Nós nos gostamos e isso faz com que mais uma vez nos preparemos para disputar juntos em 2018.


Essa é uma novidade...


Serra é uma paixão avassaladora [risos].


Mas se o governo der errado, vocês tombam em 2018.


Se fôssemos colocar o nosso interesse eleitoral estratégico na frente dos interesses do país, talvez nós não tivéssemos apoiado o governo Temer, tivéssemos lavado as mãos, como fez o PT no governo Itamar Franco. Eu me sentirei muito mais à vontade de defender essa posição do que chegar lá em 2018 e ver que o governo eventualmente naufragou por falta de coragem do PSDB de enfrentar as dificuldades ao lado do presidente Temer. Quando nós apoiamos o impeachment, nós sabíamos que o PSDB não assumiria. Qual seria a nossa alternativa? No que depender de mim, nós estaremos até o final desse governo contribuindo com propostas. O PSDB deve estar lado de Michel Temer.


E por que nenhum tucano defendeu Temer após a delação do ex-executivo da Odebrecht atingi-lo diretamente?


Mas isso não é nossa responsabilidade. O nosso apoio se dá em torno de uma agenda oferecida por nós.


E as acusações da Odebrecht?


Nós não vamos interromper esse processo de apoio às medidas econômicas em razão de eventuais delações que ainda não foram sequer homologadas e sequer comprovadas. Fazer isso é compreender que essas investigações, por mais importantes que sejam, jamais serão maiores do que necessidade de recuperarmos a economia e gerarmos empregos. Não é uma delação de um delator que, por si só, se transforme em prova e, a partir daí, já em condenação. Essa é uma questão que o Brasil terá de discutir com absoluta serenidade, a diferença entre financiamento de campanha e corrupção. Os tribunais, o próprio Ministério Público e o Congresso Nacional terão de discutir com muita serenidade a diferença entre os dois.


Esse posicionamento é pela citação a tucanos nas delações?


Eu não sei em que termos foram essas citações, mas é um equívoco grave você tratar da mesma forma financiamento de campanha e corrupção ou enriquecimento ilícito.
Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ..Aécio Líder da Oposição, Aécio Neves, Folha de São Paulo, PSDB, TEmer

Aécio cobra de Temer rígido controle dos gastos públicos



“A baixa continuada dos juros exige, como contrapartida, rígido controle dos gastos públicos e a aprovação pelo Congresso da PEC 241”, disse o senador

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) destacou a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), dessa quarta-feira (19/10), de reduzir a taxa de juros pela primeira vez em quatro anos, mas afirmou que a redução contínua dos juros requer, como contrapartida, um rígido controle dos gastos pelo governo federal. Segundo Aécio, a aprovação da PEC 241, que estabelece teto para o aumento dos gastos públicos, é fundamental para garantir a redução gradativa dos juros e será prioridade no Congresso Nacional.

“A primeira redução da taxa de juros em quatro anos é um indicador de que a economia do país começa a caminhar de volta para a normalidade de onde os governos do PT a retiraram. Todavia, o risco de inflação legado pela ex-presidente impõe cautela nos futuros cortes. A desejável política de descontração monetária, ou seja, de baixa continuada dos juros, também exige, como contrapartida, rígido controle dos gastos públicos, para o que a aprovação pelo Congresso da PEC da responsabilidade mostra-se absolutamente imprescindível”, afirmou o senador.

Nessa quarta-feira, Aécio Neves participou de reunião com o presidente do Senado, Renan Calheiros para definir o cronograma de votação da PEC 241 na Casa. O primeiro turno será no dia 29 de novembro e a votação em segundo turno está prevista para o dia 13 de dezembro. Já aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados, a proposta de emenda constitucional ainda deverá ser votada em segundo turno até o dia 9 de novembro.

“Após o acordo de procedimentos, entregaremos ao país, do ponto de vista do equilíbrio das contas públicas, a mais importante inovação dos últimos anos”, afirmou o senador.

Reforma política

Na reunião com o presidente do Senado também ficou definido o cronograma de votação da PEC 36, que muda as regras para partidos com o fim das coligações proporcionais, estabelece a volta da cláusula de desempenho e limita o acesso ao fundo partidário. A votação em primeiro turno da reforma política será no dia 9 de novembro e, em segundo turno, no dia 23. A previsão é de que ainda em novembro a PEC 36, de autoria dos senadores Aécio Neves e Ricardo Ferraço, seja enviada à Câmara dos Deputados.

“Essas duas matérias da maior relevância deverão ser as questões fundamentais sobre as quais o Senado deverá se debruçar. Claro que outras matérias aqui também serão objeto de discussão nas comissões ou mesmo no plenário, mas houve aqui uma priorização”, disse.

Aécio Neves afirmou que a votação da reforma política é fundamental para melhorar o funcionamento do processo político-partidário brasileiro, hoje com 25 partidos com representação no Congresso Nacional. Com a reforma política, a previsão é de que o número seja reduzido pela metade.

“É inconcebível, é inaceitável que continuemos a ter um processo político partidário hoje, onde no Congresso Nacional, 25 partidos estejam representados. Não existem 25 correntes de pensamento hoje no Brasil que justifiquem este número de excessivo de partidos políticos. E existem em tramitação junto ao Tribunal Superior Eleitoral pedidos para criação de mais 51 e uma legendas”, disse.

Nessa quarta-feira, Aécio Neves também reuniu-se com a bancada do PSDB e o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga para discutir a conjuntura e as medidas econômicas que tramitam no Congresso Nacional.




Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ..Aécio Líder da Oposição, Aécio Neves, controle, gastos, TEmer

Aécio Neves pede a Temer prioridade para projetos que melhoram Bolsa Família






“O equilíbrio das contas públicas pode conviver com as políticas sociais que são efetivamente relevantes para a população”, diz Aécio em entrevista coletiva no Palácio do Planalto


O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, reuniu-se, nesta terça-feira (27/09), com o presidente da República, Michel Temer, para pedir apoio do governo a dois projetos de lei que, se aprovados, trarão maior benefício social a quem depende do programa Bolsa Família. Como já tramitam há mais de dois anos no Congresso, as propostas poderão ter votação mais ágil do que a apresentação de novos projetos pelo governo.


O Projeto de Lei 448, de autoria de Aécio Neves, incorpora o Bolsa Família à Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS). Dessa forma, o Bolsa Família passa a ser uma política permanente de Estado. Apresentando por Aécio em outubro de 2013, o projeto não avançou no Senado por obstrução da bancada do PT.


“O Bolsa Família não pode ser mais compreendido apenas como programa de um governo. Já tínhamos conseguido avançar muito nesta proposta em 2014 e, depois, numa obstrução do PT e dos seus líderes, ela esteve paralisada em uma das comissões do Senado. Vim buscar o apoio do presidente da República e dos demais partidos da base para que esta seja, ao lado das medidas do campo econômico, uma medida consistente também no plano social. O equilíbrio das contas públicas pode conviver com a consolidação das políticas sociais que são efetivamente relevantes para a população brasileira”, afirmou o senador Aécio Neves, em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.


Aécio Neves também pediu apoio do presidente Temer para o Projeto de Lei 458/2013 que garante a manutenção do pagamento do Bolsa Família por seis meses para o beneficiário que aumentar a renda, ou pelo ingresso no mercado formal de trabalho ou mesmo que ultrapassando o limite hoje estabelecido de renda da família já atendida. O objetivo é dar maior estímulo ao beneficiário que teme perder o apoio do programa em razão de um novo emprego.


“O que temos de constatado no país inteiro é o receio de beneficiários do Bolsa Família de arriscarem em um emprego de carteira assinada sem saber até quando vai ficar naquele emprego e, depois, se perder o emprego, não conseguir mais retornar ao Bolsa Família”, afirmou Aécio Neves ao defender o projeto.


Gastos públicos


O presidente do PSDB reforçou o compromisso das bancadas do partido com a aprovação das reformas necessárias para que o país volte a crescer e gerar empregos. Ele defendeu que o governo defina com sua base no Congresso uma previsão para a votação da PEC 241 que limita um teto para os gastos públicos.


“Essa é uma sinalização importante, não para o mercado, mas para a sociedade brasileira de que há um governo que tem um rumo, há um governo que tem um projeto para o país, e é por isso que o PSDB, e falo isso ao lado de uma das principais lideranças nacionais do PSDB, o senador Tasso Jereissati, apoia o governo Michel Temer. Porque acredita que ele tem a consciência clara de que ou avança na condução dessas reformas ou terá um fim muito difícil”, ressaltou Aécio.


Previdência Social


Ele também avaliou que o presidente Temer deve enfrentar o debate sobre a mudança nas regras da Previdência.


“Defendo que o projeto siga para o Congresso quando estiver pronto. Não vejo nenhum óbice que seja enviado antes das eleições, até para que fique clara a nossa posição do PSDB, e falo como presidente do partido: É clara a nossa defesa dessas propostas. Mas, elas só podem ser enviadas quando estiverem amadurecidas no âmbito do governo”, disse Aécio Neves.



Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ..Aécio Líder da Oposição, Aécio Neves, Bolsa Família, TEmer

Entrevista de Aécio : "Sem apoio do PSDB, não existirá o governo Temer"



Entrevista de Aécio Neves ao Jornal O Globo

BRASÍLIA — O presidente do PSDB, Aécio Neves, cobra, em entrevista ao GLOBO, uma ação de Michel Temer sobre o PMDB para acabar com as ambiguidades e abandonar os “vícios” adquiridos na convivência com o PT. Aécio diz que tucanos apoiarão o governo enquanto ele for fiel à agenda do ajuste e afirma: “Sem apoio do PSDB, não existirá governo Temer”. Para Aécio, em 30 dias, ninguém mais falará da ex-presidente Dilma.


A enquadrada de Temer após a posse foi direcionada ao PSDB?

O recado foi claro para aqueles que, dentro da base, em especial no PMDB, não demonstram compromisso com as reformas. O PSDB tem ecoado com muito mais clareza as posições do presidente Temer do que o seu próprio partido. Sem o PMDB agindo de forma coesa, as dificuldades de Temer serão quase intransponíveis. Esse último episódio (fatiamento da pena de Dilma Rousseff) demonstrou, mais uma vez, a ambiguidade com que o PMDB atua.

É o PMDB que vai definir o sucesso ou o fracasso do governo?

A fragilidade das posições do PMDB será o argumento para que outras forças políticas não se exponham na defesa das reformas. O PSDB tem compromisso com essa agenda não é de hoje. Defendi isto nas eleições. É fundamental que o PMDB se desapegue dos vícios que adquiriu na convivência com o PT, do costume de se proteger nesse discurso populista do PT que levou o país à situação em que estamos. Tenho certeza que Temer se sente muito mais confortável com as posições do PSDB do que com a ambiguidade e a falta de clareza do PMDB.

Mas o governo também tem sido ambíguo, por exemplo, quanto ao teto salarial.

O que é um mau sinal. Nossa posição é de responsabilidade, no que diz respeito a todo aumento salarial, no momento em que sinais devem ser dados na direção da contenção dos gastos públicos. Da mesma forma, fomos contra a flexibilização das negociações da dívida dos estados. Era uma oportunidade extraordinária que se perdeu.

Qual o limite de apoio do PSDB ao governo Temer?

O PSDB estará em 2018 se apresentando para governar o país. Enquanto Temer se mantiver fiel a essa agenda que colocamos para o país, contará com o PSDB. Se percebermos que isto não está ocorrendo, o PSDB deixa de ter compromisso com este governo. Não é uma ameaça, apenas uma constatação natural.

Peemedebistas dizem que o PSDB não tem alternativa a não ser apoiar Temer até 2018...

Sem o apoio do PSDB, não existirá governo Temer. O PSDB não pretende sair da base, sabe que o seu papel é imprescindível. Se o PSDB sair, quem perde é o governo. As cobranças do PSDB incomodam setores do PMDB? Talvez aqueles que tenham receio de enfrentar as reformas. Mas o núcleo mais próximo ao presidente tem reafirmado o compromisso com esta agenda.

O senhor vê no governo a disposição de implementar reformas?

Vejo isto no presidente, mas não consigo enxergar na totalidade do PMDB. Temer tem que ter uma “DR” com o PMDB. Se não começar com seu partido, uma senha estará sendo dada para que essas reformas não se viabilizem. Da mesma forma que Renan Calheiros deu uma senha ao encaminhar a votação (do fatiamento da pena de Dilma Rousseff), de forma inoportuna, para que o PMDB tivesse uma posição equivocada e de afronta à Constituição.

Foi aberta uma brecha perigosa, especialmente para Eduardo Cunha?

Acho que sim. E não há como inibir especulações sobre a quem interessava isto. O que não foi correto é o PMDB, através da maioria dos seus senadores, tomar uma decisão sem conversar com o PSDB. Isto deixa uma marca nesta relação, que precisará ser superada. Gerou um desconforto enorme no PSDB.

Lewandowski (presidente do STF) errou ao aceitar o fatiamento da pena?

A decisão não foi correta. Não acredito que ele tenha uma intenção subalterna ao tomar essa decisão, mas abriu um precedente extremamente grave. O que nós assistimos foi o regimento do Senado se impondo sobre a Constituição. Algo que me parece esdrúxulo.

Preocupa Dilma poder disputar eleição?

Não faz a menor diferença para o Brasil. Esta é uma página virada. A questão não se atém a se Dilma quer disputar eleição, até porque acredito que isto não está nos planos dela. Mas uma decisão desta gera especulação como a busca de foro privilegiado para estar fora das garras da Justiça de primeira instância.

O discurso do golpe beneficia Dilma e o PT?

Com todo respeito que merece a presidente, acho que em 30 dias ninguém vai estar falando nela. A cada êxito do governo Temer, esse discurso vai desaparecendo.

Houve acordo entre PT, PMDB e Lewandowski sobre o fatiamento?

Essas ilações surgiram e muitas outras envolvendo a votação do teto salarial. O tempo dirá quem efetivamente se beneficia com esta decisão.

O senhor ainda crê que a melhor solução seriam novas eleições?

Talvez para o PSDB fosse o mais adequado. Mas para a democracia, não, porque não há previsão constitucional. Ficou claro para nós que esta decisão não ocorreria em tempo hábil. Se o TSE, amanhã, definir novas eleições, é uma saída constitucional. Mas este é o único caminho.

E o processo no TSE de cassação da chapa presidencial?

Se alguém tem preocupação de Dilma ter os direitos políticos preservados, pode aguardar que o TSE resolverá este problema.

O presidente Temer também é réu nesta ação...

Caberá ao TSE avaliar se Temer teve responsabilidade nisso ou não.

O senhor acredita que as responsabilidades devem ser separadas?

Não sei fazer esta avaliação. Há pessoas que avaliam que ele não tem essa responsabilidade. Alguns diziam que os efeitos cessariam no momento do afastamento da presidente.

A Lava-Jato afetará o governo?

Temos que deixar que a Lava-Jato continue. Não existe motivação para cerceá-la. Sempre que isso ocorreu, resultou no fortalecimento da operação. Temer tem que governar e deixar que a Justiça faça sua parte.

E no seu caso?

São coisas tão absurdas e impossíveis de serem comprovadas que tudo isso será muito positivo. Vamos sair disso muito mais fortes. Tenho zero temor. Não apenas eu, mas vários outros também indevidamente citados. Uma coisa é um escândalo de corrupção que tomou conta do país, capitaneado pelo PT. As empresas dizerem que ajudaram A, B ou C em suas campanhas eleitorais é natural, é outra coisa.

Em que medida a Lava-Jato pautará 2018?

Todos os grandes nomes do PSDB estarão fortes em 2018 porque passarão incólumes por isso. A questão é política, mais abrangente. De que forma a política e os partidos tradicionais chegarão em 2018? O grande desafio do governo Temer é demonstrar que ainda é possível encontrar na política soluções para o país, porque o discurso da negação absoluta da política não é adequado.


http://oglobo.globo.com/brasil/sem-apoio-do-psdb-nao-existira-governo-temer-afirma-aecio-20049238
Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ..Aécio Líder da Oposição, Aécio Neves, TEmer

Aécio para Temer: "Não queremos ser sócios de um fracasso anunciado"





Brasília. O presidente Michel Temer (PMDB) já gastou a lua de mel dos primeiros cem dias na Presidência da República e agora termina também a trégua dada pelo PSDB. Os tucanos se insurgem contra medidas consideradas eleitoreiras e cobram que Temer assuma imediatamente ações amargas de ajuste fiscal, como o envio ao Congresso das reformas trabalhista e da Previdência e o fim da gastança com reajustes salariais.

“Tenho confiança que o presidente Temer perceberá que tem que liderar essa agenda rápido. Não queremos ser sócios de um fracasso anunciado”, diz Aécio Neves, presidente do PSDB.

“Se o PMDB não assumir as medidas amargas do ajuste, não vamos ficar de bucha de canhão”, afirma o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB).

Nos próximos dois anos, o comandante do governo de coalização terá que contrariar interesses no Congresso e tomar um caminho na encruzilhada entre o espírito de austeridade do PSDB e o DNA gastador e populista do centrão e do PMDB frente à pressão das corporações.

Os peemedebistas dizem que já era previsível essa relação tensa com o aliado devido ao projeto de poder do PSDB em 2018.
Já os tucanos afirmam que não aceitarão ser o que o PMDB foi do PT durante os últimos 13 anos. “Vai ser difícil Temer se equilibrar nessa encruzilhada. Hoje, o líder da gastança é o PMDB. Temer não será burro de repetir Dilma. O PMDB está virando o PT do Temer”, diz o senador Tasso Jereissatti (PSDB-CE). “E os tucanos viraram o nosso PMDB da era Lula e Dilma”, responde um ministro peemedebista, lembrando a queixa permanente do PMDB de ter papel figurativo nos ex-governos.

Nas últimas semanas, o projeto de reajuste dos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e da defensoria pública colocou em lados opostos os aliados governistas. As cúpulas do PSDB e do DEM fizeram duras críticas à flexibilização da equipe econômica em relação aos aumentos salariais. E a relação ficou complicada, com ataques pesados dos dois lados nos bastidores, chegando a ameaças de ruptura ou apoio crítico independente.

De um lado, os peemedebistas enxergam no principal aliado um discurso que justifique um eventual desembarque. Do outro, os tucanos acusam o PMDB de faturar com bondades, deixando o ônus de brigar pelo aperto fiscal para PSDB e DEM. O PSDB exigiu que Temer, já no pronunciamento após o impeachment, anunciasse seu comprometimento com a agenda de reformas para consolidar a credibilidade do governo nos próximos dois anos.

Ministérios

Reforma. Temer disse que “não está pensando” em reforma ministerial no momento. “Para ser franco, nem tive tempo de pensar e nem penso no momento”, disse a jornalistas na China.

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/n%C3%A3o-queremos-ser-s%C3%B3cios-de-fracasso-anunciado-diz-a%C3%A9cio-1.1365405

Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: .Aécio Líder da Oposição, Aécio Neves, PMDB, PSDB, TEmer

Aécio para Temer: " É preciso ter responsabilidade histórica nesse momento"








Gerson Camarotti

Em jantar, tucanos discutem com Temer o pós-impeachment


Num longo jantar no Palácio do Jaburu, a cúpula tucana discutiu com o presidente em exercício Michel Temer o pós-impeachment.

Numa conversa franca, o presidente do PSDB, Aécio Neves, alertou que este não seria um mandato presidencial qualquer e que é preciso ter responsabilidade histórica neste momento.

Todos os tucanos presentes ressaltaram a necessidade do aprofundamento do ajuste fiscal. Além de Aécio, estavam o líder do governo no Senado, Aloysio Nunes, o líder do PSDB, Cássio Cunha Lima, e os senadores Tasso Jereissati, José Aníbal e o senador Ricardo Ferraço.

Ao lado de Temer, estavam o secretário-executivo do programa de parcerias Moreira Franco e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.

Em sua fala, Temer reconheceu que fez concessões para poder governar, entre elas, o reajuste para vários setores do funcionalismo público.

"Se eu não tivesse concedido esses reajustes, eles teriam parado o Brasil. Além disso, eram contratos por escrito, assumidos no governo anterior", justificou Temer.

Os presentes reconheceram, com preocupação, que há um avanço das pautas corporativas no Congresso. O ministro Eliseu Padilha foi além e alertou que se não for feito, neste momento, o ajuste, em 2025 o Brasil vai ter 100% de suas receitas com a dívida pública e a Previdência.

Saia-justa

Segundo relatos, houve momentos de saia-justa no jantar. Tucanos cobraram de Moreira Franco sobre declarações aos jornais em que pedia responsabilidade do PSDB para não desestabilizar o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

O senador Cássio Cunha Lima alertou que, se ele não tivesse colocado um freio, tucanos e peemedebistas estariam brigando até agora pelos jornais. 

Os tucanos também ressaltaram que Meirelles tem que cuidar da economia e que não deve tratar de política, já que, no entendimento do PSDB, essa não é a praia do ministro.

Os integrantes da sigla estão em alerta com a possibildade de Meirelles sair candidato à Presidência em 2018.

Num gesto de agrado ao PSDB, Temer reforçou que quando chamou Aloysio para a liderança do governo, queria dar o "rosto do PSDB no governo".

Foi quando Aécio Neves acrescentou: "mais do que o rosto do PSDB, coloque a alma do partido no seu governo".

http://g1.globo.com/politica/blog/blog-do-camarotti/post/em-jantar-tucanos-discutem-com-temer-o-pos-impeachment.html
Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ..Aécio Líder da Oposição, Aécio Neves, PSDB, TEmer

Aécio volta a cobrar de Temer o seu compromisso com as reformas





Após jantar, Aécio diz que Temer deve focar em fazer 'história', não 'eleições'
Temer reuniu senadores tucanos para estreitar laços diante de críticas.
Segundo Aécio, presidente em exercício se comprometeu a fazer reformas.

Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília




Após jantar com o presidente em exercício da República, Michel Temer, o senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, disse na madrugada desta quinta-feira (18) esperar que o peemedebista se comprometa a “fazer história” e não “eleições”.

O tucano, que tem feito críticas à flexibilização do ajuste fiscal pelo governo, disse que Temer deu “garantias” aos presentes de que fará reformas amplas, como a previdenciária, se o impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff, for aprovado em definitivo pelo Senado.

“Ele nos tranquilizou hoje, nos deu garantias de que as reformas estruturais estarão, inclusive, em pronunciamento à nação após o impeachment. Esperamos que seja um governo com compromisso com a história, não com eleições”, afirmou Aécio.

Para estreitar os laços e estancar críticas públicas do PSDB à atuação de seu governo na área econômica, Temer convidou senadores tucanos para jantar no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-Presidência.

Além de Aécio, participaram da conversa os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Tasso Jereissati (PSDB-CE), e o líder do PSDB na Câmara, deputado Antonio Imbassahy (BA).

A preocupação do PSDB é que, de olho na eleição presidencial de 2018, o governo Temer flexibilize as medidas de ajuste fiscal e evite fazer reformas impopulares. Aécio disse que cobrou no jantar que o presidente em exercício não dê mais “sinais ambíguos” em relação à política econômica.

“O presidente Michel não tem possibilidade de errar daqui em diante. Apresentamos a ele os pontos que já defendíamos: as reformas estruturais, previdenciária, trabalhista, a própria reforma do Estado. O que ouvimos é que ele tem vontade de inaugurar um tempo novo onde as reformas sejam claras. Os sinais não podem mais ser ambíguos, têm de ser claros em direção às reformas. E ele terá nosso apoio”, disse.

Aliança
Principal adversário do governo da presidente afastada Dilma Rousseff, o PSDB se tornou um dos mais próximos aliados do governo do presidente em exercício.

Ao assumir, em maio, Temer nomeou no primeiro escalão três ministros tucanos: José Serra (Relações Exteriores), Bruno de Araújo (Cidades) e Alexandre de Moraes (Justiça).

Além de ministros, Temer escolheu o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), líder do governo no Senado - Aloysio Nunes disputou a eleição presidencial de 2014 como candidato a vice-presidente na chapa formada com o senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Aécio afirmou que, com as garantias dadas por Temer, em relação à intenção de fazer reformas e seguir com o ajuste fiscal, PSDB e PMDB devem se "realinhar".

"Acho que vai ter realimento, uma convergência entre nós, a partir da confirmação do presidente Michel Temer no cargo", disse.

http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/08/apos-jantar-aecio-diz-que-temer-deve-focar-em-fazer-historia-nao-eleicoes.html

Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: .Aécio Ferreira da Cunha, Aécio Neves, reformas, TEmer

Aécio pede a Temer apoio no projeto de reforma política do país




O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), foi ao Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (27), pedir o apoio do presidente em exercício, Michel Temer, para aprovar no Congresso Nacional dois projetos que integram uma das propostas de reforma política em tramitação no parlamento. Um dos textos que Aécio quer obter o aval do governo determina a criação de um cláusula de barreira para os partidos terem representação no Legislativo. O outro proíbe as coligações partidárias nas eleições proporcionais (para eleição de deputados e vereadores).

O encontro entre Temer e Aécio não constava na agenda oficial do presidente em exercício, divulgada pela assessoria da Presidência. O senador falou com os jornalistas após ser abordado na saída de um dos elevadores do palácio.

Indagado sobre se a reunião havia sido marcada "de última hora", ele disse que não, e acrescentou que já havia combinado com Temer que, quando estivesse em Brasília, o procuraria para falar sobre a reforma política.

Aécio ressaltou, em entrevista concedida ao final da audiência com Temer, que uma comissão mista deverá ser instalada ainda em agosto no Congresso para avaliar os projetos que propõem mudanças nas regras políticas e eleitorais do país. Na avaliação do tucano, esses dois pontos que ele destacou para o presidente em exercício têm chance de conseguir o apoio da maioria dos parlamentares.

"Nós vamos começar a tramitar agora, rapidamente, depois do recesso, esses projetos de reforma política e pedi a ele [Temer] que se envolva nisso. Tivemos uma conversa anteriormente, e ele disse que terá todo o empenho para participar desse esforço", disse Aécio depois do encontro, acrescentando que, na sua avaliação, o presidente em exercício demonstrou "enorme simpatia" pelas propostas.

De acordo com senador do PSDB, a proposta que implantaria uma cláusula de barreira para partidos exigiria que as siglas obtivessem, pelo menos, 2% de representação no Congresso Nacional para manter o acesso ao fundo partidário e ao tempo de TV.

Sobre as coligações proporcionais, que abrangem as eleições para vereador, deputado estadual e deputado federal, o presidente do PSDB disse que o objetivo é acabar com a possibilidade, por exemplo, de uma coligação envolver partidos de extrema direita e extrema esquerda e o eleitor não saber em quem está votando.

Pelo sistema atual, é possível votar tanto no candidato quanto na legenda. Os votos nos candidatos e na legenda são somados e computados como votos para a coligação.

A Justiça Eleitoral, então, calcula o quociente eleitoral, que é a divisão do número de votos válidos (sem brancos e nulos) pelo número de cadeiras em disputa.
http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/07/aecio-pede-apoio-de-temer-para-criar-clausula-de-barreira-e-barrar-coligacao.html



Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ..Aécio Líder da Oposição, Aécio Neves, reforma política, TEmer

Aécio : "A presidente Dilma deixou um governo devastado. Não há tempo para perder"






O tema de minha coluna, hoje, no jornal Folha de S. Paulo, é a urgente necessidade de reconstrução do Brasil. Lembro as condições em que o presidente Fernando Henrique Cardoso deixou o governo para o presidente Lula e como ficou o país sob o governo da presidente Dilma.


Apesar de as condições já conhecidas e da grave situação fiscal dos Estados, não podemos continuar imobilizados no pessimismo.


É preciso que iniciemos, imediatamente, uma agenda de reformas, em uma importante parceria entre o governo e o Congresso, e que nos esforcemos pela retomada do crescimento, com a redução da pobreza e da desigualdade. - Aécio Neves




Reconstrução do Brasil


Aécio Neves - Folha de São Paulo

"O governo do presidente Fernando Henrique Cardoso deixou para o governo Lula, em 2003, um superávit primário de 3,25% do PIB, equivalente a quase R$ 200 bilhões pelo PIB atual, além de mudanças institucionais importantes, como a Lei de Responsabilidade Fiscal, de 2000. Todo esse esforço foi jogado fora pelos governos do PT, desde 2009.

Intervenção em setores importantes da economia, controle nos preços da gasolina e energia, desequilíbrio financeiro das estatais e recorrentes truques contábeis para esconder da sociedade a gravidade do quadro que estava se formando nos trouxeram à crise econômica atual.

A presidente Dilma deixou para o presidente Temer um governo devastado -um rombo que não inclui o pagamento de juros e que pode chegar a R$ 170 bilhões neste ano, decorrente, entre outras coisas, de um orçamento elaborado com receitas superestimadas em mais de R$ 140 bilhões, despesas obrigatórias subestimadas em R$ 40 bilhões e despesas atrasadas superiores a R$ 15 bilhões.

A situação fiscal dos Estados também é extremamente grave. Em muitos, há atrasos recorrentes no pagamento de pessoal e o risco de atrasos no pagamento dos aposentados.

Apesar de tudo isso, o momento agora é outro e não podemos continuar imobilizados no pessimismo. O governo Temer tem o importante dever de explicitar para a sociedade a herança maldita recebida e enviar rapidamente propostas de reformas profundas para o Congresso. O êxito do governo e do país dependem disso.

Quando aceitamos o convite para que o senador Aloysio Nunes, um dos mais qualificados quadros do PSDB, assumisse a liderança do governo no Senado, o fizemos para conectar a agenda de reformas do governo às propostas que havíamos levado a debate nas eleições de 2014 -entre elas a coragem para enfrentar uma reforma política que restabeleça as condições mínimas de governabilidade no país.

Pouco mais de dois anos não serão suficientes para reverter todas as políticas equivocadas colocadas em prática até aqui. Mas é crucial realizar um grande esforço de melhoria das relações políticas para que a modernização da economia, o aumento do investimento e a recuperação do crescimento tenham reinício imediato.

É essa agenda que permitirá a retomada da redução da pobreza e a queda na desigualdade de renda, conquistas que acabaram em risco, com a grave crise econômica produzida pelos últimos governos.

O destino e a história nos deram uma nova chance e, nesse quadro de enormes dificuldades, o Parlamento, mais do que nunca, deve ser o reflexo do que a sociedade pensa e exige.



Não há tempo a perder, os caminhos já são conhecidos. É preciso, porém, que haja coragem para percorrê-los.
Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ..Aécio Líder da Oposição, Aécio Neves, Governo Dilma, TEmer

Entrevista de Aécio : "Queremos que Temer assuma compromisso com as reformas"





Entrevista coletiva – Aécio Neves
Reunião Bancada Federal

Trechos da entrevista

Sobre declarações da presidente Dilma em Salvador.

É um discurso recorrente e que já não encontra eco na sociedade brasileira. O Brasil se prepara sim para a alternância do poder com base naquilo que determina a Constituição. Cumpriu-se a Constituição na Câmara Federal, cumprirá a Constituição tramitação também no Senado. Sem açodamento, garantindo o amplo direito de defesa à presidente da República.

Sobre apoio a novo governo.

Nós, do PSDB, temos nos reunido ao longo desses dias intensamente. Reunimos agora a bancada federal do partido. Há uma disposição clara do PSDB de contribuir com o Brasil para a superação dessa gravíssima crise na qual o governo do PT e a presidente Dilma, em especial, nos mergulhou. O PSDB apresentará, no início da próxima, semana, uma agenda emergencial ao país, portanto um conjunto de princípios e propostas que, acredito, possam ser emergencialmente apoiadas pelo eventual futuro governo. Elas, a nosso ver, são vitais para a retomada do crescimento do país e do emprego, que é a nossa preocupação maior – essa é a maior das contribuições que o PSDB dará –, um apoio congressual efetivo e solidário ao enfrentamento da crise extremamente grave. Portanto, há convergência, há unidade e há responsabilidade na ação do PSDB. Aliás, isso acontece desde a campanha eleitoral, quando fomos nós que denunciamos todas essas ilegalidades e irregularidades que trouxeram o Brasil, infelizmente, até esse quadro dramático.

Qual posição da bancada da Câmara em relação a cargos em um eventual governo Temer?

O PSDB não postula cargos. Quem tem a responsabilidade de compor o governo será o eventual futuro presidente. Essa questão não foi colocada ao PSDB. O nosso apoio independe de qualquer tipo de troca, de qualquer tipo de participação em governo. Vamos ajudar o Brasil com a qualidade do nosso apoio no Congresso, com uma agenda que já estamos ultimando e que será anunciada ao Brasil no início da próxima semana. Isso é que, para nós, é essencial. Se amanhã, o vice-presidente Michel optar por considerar o nome de membros do PSDB, obviamente ele deverá fazer isso conversando com a direção do partido, cuja tendência é não se opor a isso. Mas essa não é uma questão para nós, condicionante para qualquer tipo de apoio do PSDB. O que queremos é que ele assuma compromissos com essas reformas, monte um governo de alta qualidade, e estimulamos que isso seja feito.

Por isso, seria incoerente que o PSDB, ao mesmo tempo em que propõe um governo de altíssima qualidade, submeter o governo, a partir de indicações, à lógica da distribuição de nacos de poder para os partidos políticos. O consenso, a convergência do PSDB, é em torno de uma agenda salvacionista, uma agenda de salvação nacional que permita a reanimação da economia e a recuperação principalmente do emprego no Brasil.

O impeachment chegou em um ponto irreversível?

Acredito que sim porque, até agora, e vocês têm acompanhado as discussões dos últimos dias, o PT abdicou de defender a presidente da República na essência das acusações que lhe são feitas, e prefere, como ela própria tem demonstrado, a guerrilha política, o confronto com eventuais golpistas. Seria o único caso na história da humanidade em que um golpe de Estado é patrocinado pelo Supremo Tribunal Federal, que determinou o rito de tramitação do processo na Casa, e que tem a participação do partido da presidente, cuja eventualidade de cassação é cada vez mais iminente, já que eles participam das comissões, participam de todas as discussões.

O Brasil felizmente segue a Constituição, e nós esperamos que o eventual futuro governo de Michel Temer seja uma lufada de brisa fresca a reanimar a economia, a reanimar almas e corações de brasileiros que estão desalentados, desesperançosos por tudo que o governo do PT desconstruiu no Brasil ao longo dos últimos anos.

Quais são os pontos da agenda que será lançada semana que vem?

Vamos anunciar os pontos a partir do início da semana que vem, em uma reunião da Executiva Nacional programada para terça-feira. Nós falaremos de pontos na área econômica, compromissos na área social e também compromissos com a redução e a qualificação do Estado, além, obviamente, daquele que será o primeiro ponto na nossa agenda: apoio integral à continuidade das investigações da Operação Lava Jato e fortalecimento de todos os órgãos de controle do país, sejam eles internos do governo, sejam eles externos como o Ministério Público, como o Poder Judiciário.

O senador Serra tem o aval do partido para participar do governo?

O ex-governador, ex-ministro e senador Serra é um dos quadros políticos mais qualificados no país, mas como disse agora, o PSDB não está indicando nomes para o governo Michel. Caberá ao presidente Michel, se considerar quadros do PSDB, obviamente, procurar a direção do partido para essa discussão. Repito: a tendência do partido não é criar qualquer dificuldade ao eventual futuro presidente Michel Temer. Mas a questão central, a questão que nos une hoje é apresentarmos um compromisso, uma proposta de compromissos.

Sobre o quê definirá a reunião do dia 3?

No dia 3 a questão central para nós é a questão programática, vamos anunciar cerca de 12 a 15 compromissos que para nós são emergenciais e necessários. Esses compromissos serão com a sociedade brasileira e, obviamente, serão encaminhados também ao vice-presidente Michel Temer, mas são compromissos com o país, é uma alerta para a gravidade da crise e para as medidas que deverão ser tomadas com o nosso apoio no Congresso Nacional.






Não trataremos nessa reunião de cargos por uma razão simples: nosso apoio não está condicionado à nomeação de quem quer que seja e a única pessoa que tem autoridade para colocar esse assunto na mesa é o eventual futuro presidente. Quando ele colocar, nós vamos debater essa questão, que não é, para nós, prioritária. Ao contrário, é absolutamente secundária.
Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ..Aécio Líder da Oposição, ´PSDB, Aécio Neves, TEmer

Aécio : "Se Temer vier a repetir Dilma e distribuir cargos ele vai fracassar"



Principal porta-voz da oposição, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) diz acreditar que um eventual governo do vice-presidente Michel Temer (PMDB) só será bem-sucedido se não forem repetidas práticas que ele critica como "equivocadas" da gestão Dilma Rousseff, como o "loteamento" de cargos em órgãos públicos e empresas estatais.

"Se o Temer cometer o equívoco, e espero que não cometa, de repetir esse modus operandi de distribuir ministérios para formar o governo, ele vai fracassar", afirmou Aécio em conversa com um pequeno grupo de jornalistas nesta quarta-feira, em Lisboa.

"Nós estamos dispostos a nos envolver, pela emergência da crise, e eu estive com o vice-presidente há menos de duas semanas e disse isso a ele. Mas a nossa conversa não é em torno de cargo, é em torno de um projeto", afirmou o senador, que também é presidente do PSDB.


Segundo o tucano, seu partido se afastará de um eventual governo de transição caso perceba um movimento na direção da distribuição de cargos.

"O PSDB não vai virar as costas para um governo Temer se ele acontecer. Vamos apoiá-lo na sociedade, nos setores onde temos interlocução, vamos apoiá-lo no Congresso Nacional. Mas a dimensão do nosso apoio vai depender muito da postura do Temer, do que ele disser a que veio. Porque, se ele começar a fazer um novo loteamento de cargos, nós não vamos chegar nem perto", afirmou.

Aécio viajou à capital portuguesa para participar, nesta quinta-feira, do último dia do 4º Seminário Luso-Brasileiro de Direito, evento que nos últimos dias reuniu personagens da oposição a Dilma – a participação de Temer, que fazia parte da programação, acabou cancelada.

Na avaliação do senador, as críticas ao encontro de oposicionistas em Portugal são indicativo de "fragilidade" do governo petista.

"O governo está tão sensível e fragilizado que quiseram transformar esse seminário numa grande conspiração. Como se isso tivesse qualquer sentido, como se fôssemos conspirar num auditório em Lisboa", ironizou.
Image copyrightAg. CamaraImage caption
Segundo senador, governo de Temer é mal menor
'Mercantilização do poder'

A respeito do loteamento de cargos em troca de apoio político, Aécio afirmou que "essa mercantilização sempre houve no passado, vamos ser justos, mas atingiu níveis vergonhosos no atual governo. São ministérios, cargos públicos, direção de estatais, coisas que mexem com a vida das pessoas, distribuídas como se fossem bananas na feira livre".

"Eu diria que o governo da presidente Dilma vai cair, mas corre o risco de perder não apenas no voto, mas também a dignidade. Muitos governos já foram derrubados pelo mundo, mas caíram de pé. E penso que ela deveria estar mais atenta a isso nesse momento”, disse o tucano.

Ele negou que vá negociar cargos em troca de apoio ao atual vice caso a saída da presidente se concretize.

"O Michel (Temer) pode vir a nomear alguém do partido, mas isso não será uma demanda nossa, não vamos indicar ninguém nem exigir cargos, pelo contrário. Vamos sugerir que ele faça um governo acima dos partidos políticos."

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/03/160330_aecio_portugal_mf_ab
Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ..Aécio Líder da Oposição, Aécio Neves, Dilma, TEmer

PMDB de Minas diz que o governo do PT é podre



Com presença de Temer, PMDB de Minas diz que governo é 'podre'

Depois de avaliar que 60% da população é a favor do impeachment, e 40% contra, Moreira Franco disse que essa é a realidade do partido


TÂMARA TEIXEIRA

A maioria do PMDB é contra o governo Dilma Rousseff e a favor do fim da aliança com o PT. A constatação é do presidente da Fundação Ulysses Guimarães e ex-ministro da Aviação Civil de Dilma, Moreira Franco. Ele está em evento em Belo Horizonte em um encontro do partido que conta com a presença do vice-presidente da República, Michel Temer.

Depois de avaliar que 60% da população é a favor do impeachment, e 40% contra, Moreira Franco disse que essa é a realidade do partido.

"É uma divisão que está na sociedade e evidentemente no partido. Nós procuramos sempre representar o Brasil. Pesquisas que fazemos nos dão a mesma porcentagem. A maior parte do partido é contra. Ela não é suficientemente sólida", afirmou Moreira Franco.

Em discurso mais elevado, o líder Newton Cardoso, ex-deputado federal e personalidade atuante no PMDB, disse que o atual governo é " podre". O encontro deixa claro que o PMDB de Minas é majoritariamente a favor do rompimento oficial do partido com o governo Dilma. A decisão do partido sai em março na Convenção Nacional.

"Se não fosse o Michel Temer estava na rua com bandeira do impeachment. Nunca vi um governo tão podre", disse e foi muito aplaudido.

O prefeito de Pará de Minas e presidente da Associação Mineira dos Municípios (AMM), Antônio Júlio, disse que o partido tem que "parar de fingir que é governo".

Depois de ouvir duras críticas ao governo Dilma Rousseff, do qual é vice-presidente, Michel Temer em seu discurso não falou sobre as divergências com o PT. Disse que o partido está empenhado em fazer o maior número de prefeituras nas eleições municipais deste ano e que o partido "não mais quer ser o autor da governabilidade, mas sermos governo".

Segundo Temer, a mensagem da bandeira do PMDB poderia ser a mesma de Minas. " Liberdade ainda que tarde", disse.

Em coletiva a imprensa, Temer minimizou as críticas que os peemedebistas mineiros fizeram ao governo ao longo dos discursos. "O PMDB é um partido plural, com as mais variadas tendências. Cada um tem seu estilo", disse ressaltando que o partido está único sobre a sua recondução a presidência nacional da legenda.

O vice-presidente da República ainda disse que " jamais fui articulador do impeachment, jamais disse uma palavra sobre esse assunto" que, segundo ele, é matéria exclusiva do Congresso.

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/com-presen%C3%A7a-de-temer-pmdb-de-minas-diz-que-governo-%C3%A9-podre-1.1235104

Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: PMDB, TEmer

Lula quer Temer em São Paulo e Campos como Vice

 Cenário ideal

 Na cabeça do ex-presidente Lula, a eleição de 2014 está resolvida: o governador Eduardo Campos (PE-PSB) será vice da presidente Dilma e o vice, Michel Temer (PMDB), concorrerá a governador de São Paulo. 
Lula tem dito a amigos que a polarização PT-PSDB se esgotou e que é hora de seu partido entregar a cabeça de chapa no maior estado do país. Só falta combinar com todos os envolvidos.
(...)
O Globo / Panorama Político
Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: Campos, Dilma, Lula, TEmer

PMDB pode romper com PT em BH

Temer negocia com Petrobras

O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP), disse que a Petrobras vai discutir com a bancada do partido antes de escolher o novo diretor internacional da estatal. A disputa pelo cargo incendiou parte da bancada mineira, que chegou a defender o rompimento com o PT na disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte se a indicação for feita sem a anuência do PMDB. Peemedebistas defendem a indicação de José Vilar Amigo, que ocupa a gerência-executiva da área internacional da estatal.
(...)
A conversa ocorreu depois de rumores que a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, queria outro nome. Andrade disse que Temer lhe assegurou que a condução seria "conforme o combinado". "Não estamos condicionando isso ao apoio ao Patrus Ananias", disse. Ananias é o candidato do PT com vice do PMDB.
(...)
Valor Econômico
Postado por GMatosJr
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: PMDB, TEmer
Postagens mais antigas Página inicial
Assinar: Postagens (Atom)

Raízes Digital Marketing na Rede

Raízes Digital Marketing na Rede

Marketing Político

  • Raízes Digital

Google analytics

Cursos Raízes Culturais

  • Cursos Raízes Culturais

TheBestLink

Follow this site

Novos Olhares

  • Aécio Neves
  • CINECAP Cinema e Captação
  • http://www.avaaz.org
  • http://www.cursosraizesculturais.com.br
  • http://www.postsocial.com.br
  • Projeto Inclusao Ação
  • WEB 2.0 ZONE
Estou no blog.com.pt - comunidade de bloggers em língua portuguesa

BlogCatalog

Democratic Party Political Blogs - BlogCatalog Blog Directory

Arquivo do blog

Add to Technorati Favoritesdiv align="center">Central Blogsa>
Powered By Blogger

Seguidores

Powered By Blogger
Follow me on Blogarama

Cursos na área cultural

  • http://www.cursosraizesculturais.com.br/
Tema Espetacular Ltda.. Imagens de tema por sebastian-julian. Tecnologia do Blogger.