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Senador Aécio Neves ressalta aprovação de projeto sobre regras de ONG


Aécio ressalta aprovação de projeto sobre regras de ONG


Aécio Neves elogiou o trabalho feito pelo tucano mineiro Eduardo Barbosa, autor do texto aprovado

O senador Aécio Neves, presidente do PSDB, ressaltou nessa quarta-feira (11/11) a aprovação, pelo plenário do Senado, do projeto de lei de conversão (PLV) 21/2015. O texto aprovado pelos senadores é resultado da MP 684/15 e muda as regras para as parcerias entre a administração pública e a Organizações Não Governamentais (ONGs), beneficiando entidades como Apaes e Santas Casas.

Na avaliação do senador, o projeto incentiva a participação do chamado terceiro setor na elaboração de políticas públicas.

“Acho que é uma sinalização de absoluta confiança que o Congresso Nacional dá hoje à sociedade brasileira, porque a solução para inúmeros desafios que temos pela frente se dará pela mobilização, pela consciência e pela organização da sociedade brasileira, e esse projeto vem nessa direção”, afirmou o senador, no plenário do Senado.

O senador Aécio Neves elogiou o trabalho feito pelo deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), autor do texto aprovado. “Um registro e um testemunho à dedicação do meu companheiro e amigo deputado Eduardo Barbosa na construção desse texto, meus cumprimentos também à senadora Gleisi [relatora-revisora]. O que estamos fazendo, na verdade, e já foram inúmeras as vozes aqui, nessa direção, é estimular a participação do terceiro setor na execução de políticas públicas no País, dando segurança e regulamentando algumas dessas ações”, disse Aécio.

Leia, a seguir, pronunciamento do senador no plenário do Senado na noite desta quarta-feira (11/11):

“Um registro e um testemunho à dedicação do meu companheiro e queridíssimo amigo deputado Eduardo Barbosa na construção desse texto, meus cumprimentos também à senadora Gleisi. O que estamos fazendo, na verdade, e já foram inúmeras as vozes aqui, nessa direção, é estimular a participação do terceiro setor na execução de políticas públicas no País, dando segurança e regulamentando algumas dessas ações.

Pedi a palavra porque gostaria, na presença do deputado Eduardo, do senador Anastasia, de fazer o registro de uma inovação ocorrida em Minas Gerais e de resultados extraordinários na área prisional, as Apacs, que se transformaram em um instrumento da sociedade para que aqueles presos de menor periculosidade deixassem de ocupar as vagas do sistema prisional e pudessem ter a sua recuperação, a sua reinserção na sociedade controlada, por eles próprios, obviamente, com a supervisão da sociedade.

Algo em que poucos acreditavam, deputado Eduardo Barbosa foi um aliado permanente no nosso governo em Minas Gerais para a consolidação dessas Apacs e uma demonstração, dentre tantas outras, mas esta me parece emblemática, de que a sociedade organizada tem sim condições de dar respostas muito mais efetivas do que a máquina burocrática do Poder estatal. Acho que é uma sinalização de absoluta confiança que o Congresso Nacional dá hoje à sociedade brasileira porque a solução para inúmeros desafios que temos pela frente se dará pela mobilização, pela consciência e pela organização da sociedade brasileira, e esse projeto vem nessa direção.

Por isso, o deputado Eduardo Barbosa é orgulho não apenas para os mineiros e para os tucanos, mas para o Parlamento e para os brasileiros que acreditam na democracia e que querem avanços sociais no nosso país.”
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Aécio Neves : "Para enfrentar crise o PSDB decidiu votar a favor da DRU"



PSDB votará a favor de proposta que mantém remanejamento de recursos do Orçamento para governo enfrentar crise



“É uma demonstração clara de que nas questões que dizem respeito ao equilíbrio fiscal do país, a retomada do crescimento e dos empregos, os brasileiros encontrarão no PSDB permanente apoio”, afirmou senador Aécio Neves

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) anunciou, nesta quarta-feira (11/11), que a bancada do partido no Congresso votará a favor da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prorroga a permissão para que o governo federal use livremente parte dos recursos do Orçamento, mecanismo chamado de Desvinculação de Receitas da União (DRU).

Ao explicar a decisão do partido, o senador afirmou que a medida é necessária para amenizar os efeitos da crise econômica sobre a população.

“Quero informar que o PSDB tomou a decisão de votar favoravelmente à prorrogação da DRU, da Desvinculação das Receitas da União, do patamar de 20% como vinha sempre aplicado no passado. É uma demonstração clara de que nas questões que dizem respeito ao equilíbrio fiscal do país, à retomada do crescimento e dos empregos, os brasileiros encontrarão no PSDB permanente apoio”, afirmou o senador em entrevista à imprensa no Senado.

Aécio ressaltou, porém, que o PSDB é contra o aumento da margem de manobra do governo sobre o Orçamento, como forma de preservar as despesas planejadas na Lei Orçamentária. Hoje, a DRU permite que o governo gaste livremente 20% de todos os impostos federais arrecadados. “Não é necessário aumentar. Consideramos os 20% adequado”, disse.

Aécio Neves destacou que a decisão de apoiar a prorrogação da DRU é coerente com a história do PSDB. O mecanismo foi criado em 1994, na implementação do Plano Real, com o objetivo de dar flexibilidade e autonomia para a aplicação dos impostos arrecadados pelo governo federal.

“Essa questão específica da DRU, para manter a nossa coerência com aquilo que pregamos e praticamos no passado, nos parece adequada. Portanto, não fazemos como fez o PT no passado, que votava contra o governo por ser do governo, que encontrava vício de origem em tudo que vinha do Planalto. Estamos nos dedicando a debater cada um dos temas, e essa questão da DRU, anuncio formalmente como presidente do PSDB, será apoiada por nós nesses termos, em 20% na Câmara e no Senado”, justificou.

Não à CPMF

Ao anunciar o apoio do PSDB à prorrogação da DRU, Aécio Neves disse que o partido manterá posição contrária à volta da cobrança da CPMF e criticou o governo federal por insistir na criação de novos impostos para cobrir o rombo de R$ 120 bilhões previsto para o Orçamento de 2016. O senador afirmou que a maioria dos brasileiros é contra a elevação da carga tributária e cobrou da presidente Dilma o corte de gastos anunciado com alarde no mês passado.

“Em relação à questão da criação de impostos, o governo, na verdade, não fez o seu dever de casa. Anunciou, em mais uma ilusão aos brasileiros, um conjunto de medidas, de cortes, que na prática não ocorreram. Sequer os cargos comissionados anunciados que seriam extintos ou cortados não foram na sua integridade. Portanto, não vemos neste governo autoridade política e nem mesmo autoridade moral para cobrar novos sacrifícios da população brasileira”, criticou o senador.

Piora do cenário econômico

O senador também fez um alerta para a piora dos indicadores que projetam um quadro extremamente negativo para a economia brasileira em 2016. O tucano ressaltou que a presidente Dilma Rousseff perdeu a capacidade de retomar a confiança dos investidores e que não será com o aumento de impostos que o Brasil voltará a crescer.

“Estamos já recebendo previsões de um crescimento negativo da economia. Não neste ano, que já está aí de alguma forma assimilada em torno de 3%, anunciada em torno de 3% do PIB. Mas algo parecido com isso no ano que vem. Alguns analistas já falam em um crescimento negativo da economia em 3% no ano de 2016. Volto a dizer: não vejo na presidente da República a autoridade moral e a liderança política necessárias para que o Brasil retome um ciclo de crescimento. Não será com o aumento de impostos e com a supressão de novos direitos dos trabalhadores que vamos permitir ao Brasil voltar a ter esperança”, afirmou. - See more at: http://psdb-mg.org.br/agencia-de-noticias/psdb-votara-a-favor-de-proposta-que-mantem-remanejamento-de-recursos-do-orcamento-para-governo-enfrentar-crise#sthash.t0VW4i8N.dpuf

Aécio Neves líder da oposição manifesta consternação pelas mortes em Mariana(MG)


Aécio manifesta consternação pelas mortes em Mariana (MG)


      O senador e ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves manifestou hoje (10/11), no plenário do Senado, extrema consternação pelas mortes e pela destruição das comunidades de Bento Rodrigues e Paracatu, distritos do município de Mariana (MG) atingidos pela lama das barragens de Fundão e Santarém, pertencentes à empresa Samarco.

Aécio Neves destacou a importância dos órgãos públicos no atendimento às famílias afetadas e na identificação dos responsáveis pela tragédia, causada pelo rompimento das barragens na quinta-feira passada. O ex-governador lamentou a ausência da presidente Dilma Rousseff no Estado para prestar solidariedade aos mineiros.

Pronunciamento do senador Aécio Neves

Senado Federal – Brasília (DF) – 10-11-15

Não posso deixar de trazer uma palavra, e falo em nome dos demais companheiros da bancada mineira nesta Casa, de extrema consternação em relação à tragédia ambiental que se abateu sobre meu estado, Minas Gerais, em especial sobre Mariana e o distrito de Bento Rodrigues, e depois também o distrito de Paracatu. Uma tragédia de enormes proporções, muitas vidas foram ceifadas, obviamente hoje o número de desaparecidos sinaliza, lamentavelmente para uma possibilidade que tenhamos quase duas dezenas ou algo além disso de mortos.

Tive a oportunidade de lá estar no final de semana e o sentimento de consternação da comunidade é inimaginável. Existem ainda cinco crianças menores de 5 anos desaparecidas, além dos próprios funcionários terceirizados da própria Samarco, assim como outros moradores de Bento Rodrigues.

Estivemos lá e acompanhei também a presença do governador de Estado. Mas deixo aqui um lamento, porque em uma hora como essa não se pode fazer muito além das medidas que os órgãos públicos estão tomando para, inclusive, responsabilizar aqueles que tiveram alguma culpa no episódio e, obviamente, criar inibidores para que esse fato possa ocorrer em outras áreas, não apenas de Minas, mas de outros estados.

Mas, em uma hora dessa, a solidariedade é essencial. E eu lamento. Lamento pessoalmente, lamento como mineiro, que lá não pudesse ter estado nesse momento de enorme consternação a presidente da República, nascida no Estado, o ministro das Minas e Energia, o ministro do Meio Ambiente, para dialogarem com a comunidade atingida por aquela catástrofe. Em uma hora como essa, repito, a solidariedade, o abraço e a demonstração sincera de que medidas serão tomadas para minimizar os efeitos sobre essas famílias é o que se poder fazer. E, lamentavelmente, essa ausência foi imensamente sentida por todos os mineiros e por todos os brasileiros que acompanharam o sofrimento dessas famílias.

Fala de Aécio faz PSDB romper com Cunha


APÓS FALA DE AÉCIO, BANCADA DO PSDB NA CÂMARA ROMPE COM CUNHA

Partido agora irá buscar novo aliado a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

                     PSDB irá buscar novo aliado a favor do impeachment
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Parece que o PSDB resolveu romper de vez com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e irá busca outro meio de conseguir o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). A bancada do partido se reuniu, na noite da última terça-feira (10), e decidiu que irá defender o afastamento de Cunha do cargo. Na manhã desta quarta-feira (11), lançou uma nota oficial em que tratada a “contundência das denúncias e documentos” contra o peemedebista.

O primeiro passo foi dado pelo presidente do partido, senador Aécio Neves, quando na última sexta-feira (6) afirmou serem“contundentes” as denúncias contra Cunha. Agora que o rompimento da bancada foi oficializado, a decisão será levada a reunião da Executiva Nacional no dia 26 de novembro.

O líder da bancada do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), afirmou que: “A defesa é fantasiosa, de uma fragilidade absoluta. Falta consistência. Aquelas entrevistas foram desastrosas”.

A nota divulgada pelo partido teve a assinatura de todos os 54 integrantes da bancada.
Leia na íntegra a nota divulgada pela bancada do PSDB na Câmara dos Deputados

“A bancada do PSDB na Câmara considera insuficientes as explicações apresentadas pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em entrevista no último final de semana, diante da contundência das denúncias e documentos já conhecidos sobre a existência de contas em seu nome e de sua família no exterior.




A bancada entende que, em qualquer hipótese definida pelo Conselho de Ética, a decisão final é do plenário da Câmara.

A bancada reafirma que seus representantes no Conselho de Ética têm o absoluto respeito de seus pares, bem como votarão de acordo com o rigor técnico exigido de um magistrado.

Reitera, de forma ainda mais veemente, posição firmada em nota emitida em outubro, logo depois do surgimento de documentos contra Cunha, oportunidade em que defendeu o afastamento da Presidência da Câmara face à gravidade das acusações.

Por fim,registra que, em nenhuma hipótese, a bancada do PSDB irá transigir com a ética exigida dos membros desta Casa, ainda que defenda uma causa nobre, como é impeachment da presidente Dilma Rousseff.”

Aécio Neves lamenta falecimento do ex-ministro Beni Veras


Aécio Neves lamenta falecimento do ex-ministro Beni Veras


 

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, lamentou hoje (10/11) o falecimento do ex-senador pelo Ceará, ex-governador e ex-ministro do Planejamento Beni Veras. Um dos fundadores do PSDB cearense, Beni Veras representou seu estado natal no Senado entre 1991 e 1998.

Em pronunciamento no plenário, Aécio destacou a trajetória do ex-governador e ex-ministro, e sua correção ética.

“O ministro Beni ficará para nós sempre como exemplo do homem público dedicado, amante da sua terra, da cultura da sua terra, mas acima de tudo um grande idealista. Perde o Brasil um dos grandes homens públicos da nossa história recente e, como presidente do PSDB, em nome de tucanos e tucanas de todo o pais, rendemos aqui a ele, de forma póstuma, mais a sua família, nosso pleito de enorme respeito e grande saudade”, afirmou o presidente do PSDB.

Segue pronunciamento do senador Aécio Neves:

“Lembro, neste momento, na condição de presidente do PSDB, o ex-governador, ex-senador, ex-ministro Beni Veras. Um dos seus fundadores e um de seus maiores e melhores símbolos de correção, de ética na condução de sua vida pública, de ousadia na busca de caminhos que possibilitassem ao Brasil superar dificuldades enormes do passado.

Me lembro de Beni Veras como ministro do Plano Real, ministro do Planejamento do presidente de Itamar Franco e depois, por muitos e muitos anos, ao lados das mais ilustres figuras do PSDB, ajudou a construir o ideário deste partido que hoje ainda resiste acreditando que a ética e eficiência na gestão pública não são questões incompatíveis, ao contrário, deveriam caminhar na política quase que como irmãs siamesas.

Ao lado do senador e governador Tasso Jereissati, tive a oportunidade de participar de inúmeras reuniões com o ministro Beni, que ficará para nós sempre como exemplo do homem público dedicado, amante da sua terra, da cultura da sua terra, mas acima de tudo um grande idealista.

Perde o Brasil um dos grandes homens públicos da nossa história recente e, como presidente do PSDB, em nome de tucanos e tucanas de todo o pais, rendemos aqui a ele, de forma póstuma, mais a sua família, nosso pleito de enorme respeito e grande saudade”.

Aécio vai a Mariana prestar solidariedade aos desabrigados








Home | Agência de Notícias 08/11/2015 Aécio vai a Mariana prestar solidariedade a famílias atingidas por rompimento de barragens
“Hoje minha palavra é de solidariedade, com esperança de que as buscam possam continuar e outras pessoas possam ainda ser encontradas com vida”, diz ex-governador após encontro com moradores


O senador Aécio Neves (PSDB-MG) visitou, neste domingo (08/11), o município de Mariana (MG) para prestar solidariedade às famílias atingidas pelo rompimento de duas barragens de resíduos da mineradora Samarco. Ao lado de parlamentares mineiros, o senador sobrevoou a região e conversou com moradores e parentes de desaparecidos na inundação de lama que devastou o distrito de Bento Rodrigues. “Eu vim trazer o que posso trazer neste momento, que é solidariedade a essa tragédia que acometeu sobre Mariana e sobre Minas Gerais. Talvez o maior desastre ambiental que se tem notícia em nossa história. Conversei com aqueles que estão atuando nas buscas, conversei também com famílias de desaparecidos e que cobram da empresa que sejam dadas informações. Neste momento de consternação, a informação é essencial”, afirmou o senador, em entrevista coletiva em Mariana.

O ex-governador de Minas afirmou que o mais importante neste momento é manter as buscas de 28 desaparecidos e o atendimento das famílias desabrigadas. Aécio cobrou das autoridades públicas atenção especial aos moradores que perderam familiares, casas e todos os seus pertences. Esse apoio, avaliou, é essencial para que eles possam reconstruir suas vidas. “Hoje minha palavra é de solidariedade com esperança de que as buscam possam continuar e outras pessoas possam ainda ser encontradas com vida. 

Mas temos que atuar também para que o reparo e a reconstrução da vida dessas famílias possam ter apoio, em primeiro lugar, da empresa responsável por aquela barragem, mas também do poder público em todos os níveis, e é isso que vamos cobrar daqui por diante”, ressaltou o senador Aécio. Reunião em Brasília Aécio Neves informou que a bancada mineira do PSDB no Congresso Nacional se reunirá no início desta semana para cobrar do governo federal investimentos na reconstrução da área atingida pelo rompimento das barragens em Mariana. “A bancada mineira vai se reunir no início da semana em Brasília, na Câmara e no Senado, para ver o que podemos fazer, seja cobrando do governo federal que obviamente invista recursos na reconstrução da vida dessas famílias, e voltados também para nossa ação no Congresso.

O importante é que o governo federal se sinta também responsável ou co-responsável para dar a essas famílias atingidas e que perderam absolutamente tudo a possibilidade de um recomeço”, disse o senador. Pedido das famílias Acompanhado dos deputados federais Rodrigo de Castro e Paulo Abi-Ackel, do deputado estadual João Leite e do ex-presidente da Câmara de Atividades de Infraestrutura do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam), o ambientalista Castor Cartelli, o senador visitou o centro de operações da Defesa Civil após o sobrevoo da área atingida.

 Ele conversou com representantes da Defesa Civil estadual e municipal e acompanhou os procedimentos adotados para atendimento às vítimas e familiares. Aécio Neves visitou o centro de recebimento de donativos, onde dezenas de voluntários fazem triagem do material enviado pela população de várias regiões de Minas. O senador se emocionou ao ouvir os relatos de Aline Ferreira Ribeiro e Ana Paula Alexandre (foto acima), esposas de funcionários terceirizados da Samarco que ainda estão desaparecidos, que reclamaram da falta de informação sobre as buscas das vítimas. O senador recebeu um pedido para que a Samarco receba os familiares e preste todas as informações sobre as buscas aos desaparecidos. “Me dispus a conversar com a presidência da Samarco para que convoque ou convide as famílias dos desaparecidos, no caso específicos dos funcionários, diretos ou terceirizados, para que eles possam pelo menos minimizar a agonia que estão vivendo hoje”, disse Aécio Neves.

 A hora é de união O senador ressaltou que o rompimento das barragens da Samarco deve colocar em alerta as autoridades públicas para evitar que outras tragédias como essa aconteçam em Minas Gerais ou em outros estados do país. “O tempo vai demonstrar com muita clareza se houve alguma falha e de quem foi a falha, porque regras para essas barragens existem. Me lembro em nosso governo que uma importante barragem foi proibida de ser estabelecida porque, se ocorresse um desastre ambiental, o município de Rio Acima seria dizimado. Vamos agir de forma absolutamente solidária. Repito, sem transformar isso em uma questão política, de apontar o dedo para A ou para B. É hora de todos nos unirmos porque a tragédia foi enorme e é preciso que nos precavamos para que outras tragédias como essa não ocorram mais em nosso Estado. Não ocorram mais no Brasil”, afirmou. - See more at: http://psdb-mg.org.br/agencia-de-noticias/aecio-vai-a-mariana-prestar-solidariedade-a-familias-atingidas-por-rompimento-de-barragens#sthash.UshZjGjo.dpuf

Aécio Neves recebe parlamentares da União Europeia





Aécio Neves recebe parlamentares da União Europeia


O senador Aécio Neves recebeu, nesta quarta-feira (04/11), delegação de parlamentares da União Europeia, presidida pelo português Paulo Rangel, que visita pela primeira vez o Brasil.

Durante a reunião, os parlamentares europeus mostraram-se preocupados com a crise brasileira. O presidente nacional do PSDB avaliou que a face mais grave da crise é a social, com a crescente alta do desemprego no país.

Aécio Neves ressaltou que desde presidente da Câmara, em 2001, incentivou a diplomacia parlamentar e considerou como injustificável o atraso nas negociações comerciais do Brasil com a União Européia.

O senador lamentou ainda que o governo brasileiro não faça valer a natural liderança que o Brasil exerce na América do Sul para rechaçar com veemência a escalada autoritária que ocorre na Venezuela.

Além dos parlamentares europeus, estavam presentes ao encontro o embaixador da União Europeia no Brasil, João Gomes Cravinho, e os senadores Antonio Anastasia e Tasso Jereissati, e os deputados Eduardo Barbosa e Bruna Furlan.

Pronunciamento do senador Aécio Neves - Senado Federal


Pronunciamento do senador Aécio Neves - Senado Federal

A necessidade de termos regras absolutamente claras, profissionalizarmos as agências reguladoras, termos uma política econômica com previsibilidade, a incapacidade dos programas de transferência de renda, exclusivamente eles, darem conta da gravíssima cri




"Tudo o que vem acontecendo no Brasil hoje era apontado por nós com absoluta clareza. A necessidade de termos regras absolutamente claras, profissionalizarmos as agências reguladoras, termos uma política econômica com previsibilidade, a incapacidade dos programas de transferência de renda, exclusivamente eles, darem conta da gravíssima crise social por que passava o país", diz o senador Aécio Neves, ao criticar hoje (03/11), em plenário, o documento lançado pelo PMDB com um diagnóstico da crise econômica já feito pelo PSDB nas eleições do ano passado.


Aécio destacou que o PT e os partidos de apoio ao governo Dilma Rousseff não promoveram o verdadeiro debate sobre o país com os eleitores.


"A raiz disso foi o desprezo que a atual presidente da República, enquanto candidata, teve para com os brasileiros ao não apresentar um programa, ao negar-se a fazer aquilo que a Justiça Eleitoral determina que seja feito, e com a palavra de menosprezo disse: 'meu programa é o meu governo', lembrou Aécio.

Veja aqui:

Aparte do senador Aécio Neves - Senado Federal - Brasília


"O Brasil tem assistido cenas inusitadas ao longo desses últimos meses ou dessa última quadra da política nacional. Assistimos agora, recentemente, e essa foi a razão pela qual o senador Jucá, a quem de público agradeço o apoio na última eleição, veio aqui prestar contas ou traduzir, se é que isso é possível, algumas das propostas do documento assinado pela direção do PMDB.


O inusitado é que um partido que está no governo, na vice-presidência da República, apresenta uma proposta de governo. Isso é louvável. É louvável se nós não tivéssemos vivendo hoje 13 anos desta aliança que lamentavelmente, não obstante o esforço de alguns peemedebistas ilustres pelos quais tenho enorme apreço, essa aliança trouxe o Brasil à maior crise econômica, moral e social da nossa história contemporânea. E lembrava de um aparte sempre adequado do senador Tasso Jereissati, quando ele perguntava, indagava à qual oposição, à qual governo o PT fazia oposição ou qual proposta o PT fazia oposição já que o governo encaminhava determinada votação de uma forma e o PT se opunha à essa votação.


E a raiz disso foi o desprezo que a atual presidente da República, enquanto candidata, teve para com os brasileiros ao não apresentar um programa, ao negar-se a fazer aquilo que a Justiça Eleitoral determina que seja feito, e com a palavra de menosprezo disse 'meu programa é o meu governo'. Então não houve sequer a condição de travarmos um debate sério, profundo, em relação à gravidade da situação que já se anunciava no ano passado, e até antes dele. Tudo o que vem acontecendo no Brasil hoje era apontado por nós com absoluta clareza.


A necessidade de termos regras absolutamente claras, profissionalizarmos as agências reguladoras, termos uma política econômica com previsibilidade, a incapacidade dos programas de transferência de renda, exclusivamente eles, darem conta ainda da gravíssima crise social por que passava o país, a maquiagem dos números ao sabor dos ventos e das circunstâncias e, portanto, o menosprezo do atual governo na campanha eleitoral, que negou-se a apresentar ao país um documento para o debate, e ali eu faço o único senão à proposta do PMDB: não ouvi naquele momento nenhuma liderança do PMDB dizer 'não, estamos participando de um projeto que tem que ter um programa para delineá-lo, um programa para de alguma forma apontar o caminho.


E a não apresentação desse programa permite que hoje o Brasil não tenha um projeto de país, um projeto de governo. O que existe é apenas a necessidade de a presidente se sustentar por mais algumas semanas no cargo, distribuindo espaços de poder como se fossem mercadorias e como se fossem de sua propriedade. E o mais grave em relação a essa gravíssima crise é que nós olhamos para o futuro com o otimismo de sempre, mas não conseguimos enxergar uma luz no final desse túnel, porque o descompasso entre aquilo que se disse e prega aqui neste plenário, por exemplo, as lideranças do governo, e aquilo que o governo pratica é tão grande que, infelizmente, não há na sociedade brasileira, nem nas hostes do atual governo, quem acredite que esse governo, com essa estrutura que aí está, tenha condições de levar o Brasil à saída dessa crise, com a recuperação da confiança, dos investimentos, para minimamente minimizarmos a mais aguda crise social da nossa história recente".
Autor: Assessoria PSDB Nacional
Fonte: Assessoria

"Crise social, por Aécio Neves"






- Artigo publicado pelo portal PSDB Nacional: “Crise social, por Aécio Neves”, em que destaca o último artigo do senador, Aécio Neves para a Folha de S. Paulo. Comentando a difícil situação econômica e social do país, o presidente do PSDB argumentou a falta de sensibilidade do governo, que em momento de reajuste fiscal vira as costas para a população e planeja reduzir os benefícios sociais. Tudo isso atrelado ao mal momento da economia, que encolhe e que não apresenta novas oportunidades de emprego, puxa para baixo as famílias que nos últimos anos conquistaram pequenas vitórias no estabelecimento de uma vida melhor: “Basta ver as imensas diferenças entre números do mesmo governo sobre o que seriam os avanços na realidade social do país. O que temos hoje de fato é que, nos últimos meses, mais de 1 milhão de famílias voltaram para as classes D e E. A miséria voltou a aumentar, segundo fontes oficiais como o Ipea, num retrocesso real na condição de vida de crianças, jovens, mães e pais que sonharam com outro futuro. Este triste quadro evidencia os limites das políticas sociais que se restringem à transferência de renda sem levar em conta as privações enfrentadas pelas famílias. Bastou a torneira das receitas começar a secar para os mais pobres se verem onde sempre estiveram: em péssimas condições e sem perspectivas verdadeiras de melhoria de vida.”

Declaração de Aécio Neves: " Decisão histórica do TCU de rejeitar as contas do governo Dilma"




Declaração do senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, sobre decisão dos ministros do TCU que, hoje à noite, por unanimidade, rejeitaram as contas do governo Dilma Rousseff, em 2014, em razão das manobras fiscais (pedaladas) executadas e que violaram a Lei de Responsabilidade Fiscal.

“A decisão histórica do Tribunal de Contas da União (TCU) demonstra de forma definitiva que o governo da presidente Dilma Rousseff cometeu sucessivas ilegalidades para vencer as eleições.

O fato concreto é que fica comprovado que a presidente Dilma cometeu crime de responsabilidade e caberá agora ao Congresso Nacional determinar as sanções cabíveis.

O que me parece claro é que a sensação de impunidade e o desprezo às leis que conduziram muitas das ações desse governo não terão mais espaço no Brasil que precisamos construir.”

Senador Aécio Neves
Presidente Nacional do PSDB

Governo Pimentel quer acabar com benefícios dos servidores do Estado criado por Aécio Neves



Pimentel quer dar o calote nos funcionários do Estado que cumpriram metas em 2013 e 2014 e não vai estipular as novas metas para 2015

O deputado estadual Bonifácio Mourão (PSDB), do Bloco Verdade e Coerência, criticou, nesta quinta-feira (03/9), a decisão do governo do PT em Minas Gerais de acabar com o Prêmio por Produtividade, bônus pago aos servidores públicos mineiros pelo cumprimento de metas e resultados na prestação dos serviços públicos. O anúncio foi feito pelo secretário de Planejamento do Estado, Helvécio Magalhães, pela imprensa, e deixou apreensivos cerca de 365 mil servidores da ativa que ficarão sem receber os bônus relativos aos anos de 2013 e 2014.

Desde que foi criado, na gestão do governador Aécio Neves, o Prêmio por Produtividade já pagou mais de R$ 2,4 bilhões e já foi reconhecido pelo Banco Mundial como uma das melhores práticas de gestão do mundo.

“É lamentável que o PT reconheça que deve, mas faça a ameaça de não pagar. Isso é calote com seus próprios servidores, que se comprometeram com metas ousadas e agora poderão ficar sem receber um dinheiro que é deles. O modelo implantado em Minas e que vigorou nos últimos 12 anos direcionava o empenho dos servidores para a melhoria dos resultados entregues aos cidadãos. O não pagamento e a extinção do Prêmio vai desestimular os servidores a produzirem mais”, afirma Mourão.

O deputado lembrou que o conjunto de medidas de gestão do governo mineiro, conhecido como Acordo de Resultados, foi marcado por metas audaciosas e contribuiu, por exemplo, para fazer com que Minas tivesse a melhor educação no Ensino Fundamental, de acordo com o Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (Ideb 2013) e a melhor saúde do Sudeste, segundo a avaliação do Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde 2012 (IDSUS), último ano de apuração.

Na primeira etapa do Acordo de Resultados, os secretários se comprometiam com o governador, por exemplo, a aumentar a nota no Ideb, a reduzir a mortalidade infantil e a reduzir os índices de criminalidade. Na segunda etapa, as metas para alcançar esses desafios eram pactuadas com os servidores de cada escola, de cada Gerência Regional de Saúde, de cada unidade das polícias Civil e Militar e com cada equipe. O valor do bônus pelo cumprimento das metas correspondia a até um salário do servidor.

Modelo reconhecido

O modelo implantado na gestão tucana atraía a atenção de outros estados e países. Delegações do Banco Mundial e outras vindas de diversas regiões visitaram o Executivo para conhecer a experiência mineira. Apenas nos últimos dois anos, o governo de Minas recebeu comitivas do governo indiano, do Ministério do Meio Ambiente, dos governos de São Paulo, Tocantins, Mato Grosso do Sul, prefeituras de Blumenau, de Santos e de Salvador

O Prêmio por Produtividade e o Acordo de Resultados foram instituídos pela Lei nº 14.694/2003. Em 2008, esse instrumento foi ampliado para o conjunto de servidores. As alterações foram feitas por meio da Lei nº 17.600/2008, regulamentada pelo Decreto nº 44.873/2008.

O cumprimento das metas era avaliado por uma Comissão de Acompanhamento e Avaliação, responsável por atribuir a nota ao desempenho alcançado. O alcance das metas era pré-condição para o pagamento do bônus, que levava em consideração também os dias efetivamente trabalhados.

Fonte: Bloco Parlamentar Verdade e Coerência- See more at: http://psdb-mg.org.br/agencia-de-noticias/pt-quer-acabar-com-premio-por-produtividade-importante-conquista-dos-servidores-publicos-de-minas#sthash.NZDVJ4yl.dpuf

Dilma adota proposta de campanha de Aécio de diminuir ministérios




Aécio Neves diz que corte de ministérios é necessário


O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou nesta segunda-feira (24), que o governo da presidente Dilma Rousseff "se rendeu ao óbvio" ao anunciar, com "injustificado atraso", um corte de ministérios e cargos. O tucano destacou que embora a medida tenha sido "violentamente rechaçada" pela presidente na campanha eleitoral, quando proposta por ele, a redução é necessária.

"A redução de ministérios e cargos é necessária, mas melhor seria se realizada com convicção, e não por um governo em busca de algum oxigênio para continuar a existir", criticou Aécio, em nota.

Hoje, o governo disse que até setembro vai fazer uma reforma administrativa na qual deverá cortar até dez ministérios. Também deve haver cortes em cargos em comissão. Atualmente existem no governo federal 22 mil cargos de livre nomeação, que dispensam concurso público.

Para o presidente do PSDB, as "medidas tomadas para atender as circunstâncias costumam ter efeitos muito aquém daqueles necessários, como os que assistimos também na área econômica". "Continua, no entanto, faltando ao governo o que seria essencial para que essas e outras medidas sejam adequadamente implementadas: credibilidade. Um ativo que, na política, quando se perde, é difícil ser recuperado", afirmou.
http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=205933

Aécio declara apoio à recondução de Rodrigo Janot à PGR





Dilma Rousseff formalizou no Diário Oficial da União (DOU) de hoje a indicação de Janot para continuar à frente da instituição por mais dois anos.

Estadão Conteúdo / portal@d24am.com

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), declarou nesta terça-feira, 11, apoio à recondução do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao comando do Ministério Público Federal. A presidente Dilma Rousseff formalizou no Diário Oficial da União (DOU) de hoje a indicação de Janot para continuar à frente da instituição por mais dois anos.

"As oposições não têm nenhuma razão para não votar pela recondução do PGR Rodrigo Janot. Este é sentimento unânime dentro da nossa bancada no Senado Federal. Obviamente não somos maioria, mas minha avaliação é que o nome passa, e passa com relativa tranquilidade. Vamos fazer isso com absoluto respeito às instituições", ressaltou o senador Aécio Neves após participar de encontro em Brasília com dirigentes estaduais do partido.

A permanência do procurador-geral no posto ainda depende de sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e também de aprovação do Plenário da Casa, na qual ele deverá enfrentar resistência por parte de alguns senadores, já que 13 são alvo de investigações da Operação Lava Jato, conduzida por Janot junto ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O presidente da CCJ do Senado, senador José Maranhão (PMDB-PB), disse nesta terça-feira que pretende dar prioridade ao processo de Janot assim que receber a notificação do presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL). "Ainda não fui notificado. Mas quando for vamos fazer o que está previsto no regimento interno, a começar pela escolha do relator e, em seguida, a realização da sabatina. Acho que o clima não é desfavorável ao procurador", afirmou José Maranhão.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi o mais votado na eleição interna do Ministério Público realizada na semana passada. Ele obteve expressiva maioria, com 799 votos, o que significou um apoio de 81% dos votantes.

Aécio fala sobre a posição do PSDB sobre a maioridade penal

  Video: Entrevista coletiva do presidente do PSDB, senador Aécio Neves

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, anunciou hoje (09/06), em Brasília, o consenso do PSDB em torno de três propostas no debate sobre a maioridade penal no Brasil.

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, anunciou hoje (09/06), em Brasília, o consenso do PSDB em torno de três propostas no debate sobre a maioridade penal no Brasil.

Em coletiva, o senador disse que os tucanos defenderão a PEC que flexibiliza a aplicação da lei no caso de crimes graves cometidos por menores, modifica o ECA e aumenta a pena para autores de crimes graves e o projeto de lei que torna crime hediondo e triplica a pena para adulto que usar menores em práticas criminosas.

Acima trechos da coletiva do senador Aécio Neves.

Propostas do PSDB sobre redução da maioridade penal

http://www.onortao.com.br/noticias/video-entrevista-coletiva-do-presidente-do-psdb-senador-aecio-neves,43821.php

Entrevista com o Senador Aécio Neves




Entrevista do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Nev

Brasília – 08-04-15

Assuntos: reunião da Executiva, campanha de filiação do partido, IPCA, manifestações do dia 12, abertura do capital da CEF, concessões na Petrobras.

Sobre reunião da Executiva do PSDB

Fizemos uma reunião da Executiva com uma pauta pré-definida e tomamos aqui algumas decisões. No dia 5 de maio o PSDB estará lançando nas redes, também de forma presencial, em cada um dos estados uma ampla campanha de filiação, para que em um sentimento crescente que percebemos hoje e a aproximação de setores importantes da sociedade com o PSDB possa ter como consequência a militância dessas pessoas no PSDB. Compreendemos que esse é um momento importante para o partido de reafirmação das suas propostas, de contraponto ao governo que aí está, cada vez mais fragilizado.

Então, vamos fazer uma campanha com uma linguagem visual única focada principalmente em dois segmentos da sociedade: os jovens, e as últimas pesquisas nacionais já mostram que o PSDB é o partido preferido pelos jovens entre 16 e 24 anos, algo que não acontecia anteriormente, e nas mulheres. Há também uma movimentação grande do segmento feminino do PSDB e uma presença, quase que uma demanda muito grande de mulheres de todas as regiões do Brasil para participarem da vida partidária. O que temos é que mostrar que essa insatisfação, essa indignação precisa ser canalizada para uma agenda positiva para o país. E isso se faz, em parte, através da atuação dos partidos políticos.

Portanto, vamos fazer uma ampla campanha que permita que novos filiados tenham uma relação ativa com o partido, trazendo informações, demandas, sugestões e obviamente recebendo do partido também sobre os nossos vários posicionamentos. Estou muito otimista de que com isso vamos fazer uma grande renovada no partido, vamos ter um foco especial já nas universidades, já há uma presença crescente de lideranças com afinidade com o PSDB, disputando diretórios acadêmicos, diretórios estudantis de inúmeras faculdades públicas e privadas do país e queremos canalizar esse sentimento, esse despertar de uma parcela grande da sociedade brasileira para a militância partidária.

Tomamos uma decisão por unanimidade da Executiva Nacional do partido que vai possibilitar uma renovação também das nossas bases. Todos os diretórios ou comissões provisórias que nas últimas eleições parlamentares não obtiveram ou para deputado federal ou para deputado estadual a marca de 6% dos votos, que é a metade da média do desempenho do partido em todo o Brasil, não estarão autorizados a fazer as convenções municipais. E os estados em que não se alcançou o número mínimo de municípios com diretórios que estatutariamente define aqueles que estarão aptos a fazer essas convenções também não farão as convenções estaduais.

O sr. tem um mapa disso?

Vamos divulgar esse mapa hoje ainda. Queremos com isso estimular que haja um vínculo cada vez maior das bases partidárias com as lideranças do partido. O que percebemos é que em determinados diretórios não houve qualquer empenho, qualquer vínculo maior com as candidaturas colocadas pelo partido.

Não fiz esse casamento com as eleições majoritárias porque elas têm uma dinâmica própria, mas eu acho que é fundamental que os diretórios municipais do partido, se nós queremos ter um partido cada vez mais nacional, cada vez mais fortalecido, é preciso que haja um compromisso das bases do partido, das lideranças municipais, com as candidaturas do partido.

É algo absolutamente novo, mas eu ressalto que foi aprovado por unanimidade. Isso significa que cerca de 30% dos diretórios e comissões provisórias do PSDB não realizarão as convenções marcadas para maio. Poderemos ter uma segunda chamada, vamos chamar assim, em setembro, prazo final para a filiação daqueles que vão disputar as eleições municipais, onde esses municípios eventualmente estarão realizando as suas convenções, ou com o mesmo grupo, ou com outras filiações que poderão vir.

Por isso nosso empenho em antecipar esse processo de filiação porque muitos desses municípios e em outros onde o PSDB sequer estava organizado nós achamos que poderemos reorganizá-lo com novas lideranças. O partido vai se oxigenar, vai rejuvenescer, tanto na sua militância, quanto nos seus dirigentes municipais.

Nesses locais, como vai funcionar?

Simplesmente a comissão provisória. O diretório vai ser extinto a partir do cumprimento do prazo de validade daquela direção, que é agora o mês de maio porque foram prorrogados até maio. Em junho, assumirão novas direções estaduais, e caberá a essas novas direções estaduais reativar que essa comissão provisória onde ela se justifique, haja expectativa de que ela possa crescer, ou no lugar daquela que foi extinta atrair outros grupos políticos. O que nós queremos é acabar com os cartórios que existem hoje no PSDB. Diretórios que não demonstraram ao longo do tempo qualquer compromisso com o partido. Então, nesses municípios, haverá uma estratégia nova de atração de novas lideranças. E, a partir das eleições municipais, ou das eleições desses diretórios, serão estabelecidos também critérios de desempenho para as eleições municipais, que vão ser ainda estabelecidos e para as próximas eleições parlamentares. O que nós queremos é conectar as nossas bases com os nossos representantes, seja na Câmara de Vereadores, no caso das municipais, seja no Congresso Nacional e nas assembleias legislativas.

O que o sr. diz sobre a auditoria do governo Pimentel em Minas?

Acho que é um atestado de fracasso de um governo que não começou. Eu costumo dizer que quem dirige olhando pelo retrovisor, corre o risco de bater, bater forte. E no caso do PT de ter perda total. Então acho que é uma grande encenação.

O sr. contesta os números?

Isso será contestado em Minas Gerais por quem está avaliando. Uma encenação de um governo que ainda não começou. Desejo que o governador eleito de Minas Gerais esteja à altura do cargo de governador e possa atender a todas as promessas e compromissos que assumiu com a população.

Quero fazer apenas um comentário em relação a essas últimas movimentações do governo, e acho que a presidente Dilma Rousseff introduziu algo novo na vida política do Brasil: a renúncia branca. Há, hoje um interventor na economia, que pratica tudo aquilo que ela combateu ao longo de todo o seu primeiro mandato, e agora ela delega a coordenação política ao vice-presidente da República a quem ela desprezou durante todo o seu primeiro mandato. Já é hoje refém das presidências da Câmara e do Senado na condução da agenda legislativa. E a grande pergunta que resta é: que papel desempenha hoje a presidente da República? Acredito que praticamente nenhum mais.

O sr. vai às ruas dia 12?

Estou avaliando. Hoje houve aqui uma discussão muito amistosa em relação a isso e vou avaliar até o último momento, mas eu quero aqui dizer que esse movimento é absolutamente legítimo. Os nossos companheiros devem estar nas ruas e estarão nas ruas demonstrando mais uma vez a sua indignação.

Há hoje apostas de reação ao governo de que o movimento será menor. Não importa o tamanho do movimento, porque a indignação da população brasileira é cada vez maior. O PSDB, que não é dono desse movimento e nem deve ser, é absolutamente solidário a todas essas manifestações. E o que eu vejo é uma presença cada vez maior da nossa militância, dos nossos companheiros, dos nossos líderes, dos nossos dirigentes nesse movimento. Eu vou avaliar domingo se estarei presente.

E o que o sr. achou do IPCA divulgado hoje? Em 12 meses está acima de 8%, bem acima do teto da meta.

É o pior março de toda essa série, o que demonstra que aquilo que nós dizíamos durante a campanha eleitoral se confirma a cada dia. Inflação está sem controle, a inflação de alimentos já está acima de dois dígitos há muito tempo. Então, na verdade, os governos que têm esse viés populista, que se utilizam das massas ou da divisão de classes para se manter no poder acabam por prejudicar em primeiro lugar aqueles mesmos que eles dizem defender, porque os que sofrem de forma mais imediata os efeitos dessa crise que se agrava a cada dia são exatamente os que menos têm, que veem sua renda corroída pela inflação, que veem o desemprego aumentando no Brasil com perspectiva de crescimento negativo neste ano.

Aquilo que traz a meu ver maior indignação à sociedade brasileira, além da corrupção deslavada, casada com esta gravíssima crise econômica, é a sensação de engodo. Os brasileiros têm a sensação de que foram enganados pela presidente da República e esta é a razão maior da sua fragilização permanente. Repito, o que assistimos a partir desta decisão da presidente de ontem é uma renúncia branca. Hoje, quem governa o Brasil não é mais a presidente Dilma.

Dois dogmas do PT estão caindo num dia só: o sistema de partilha e a abertura do capital da caixa.

O PT se transforma na maior fraude da história política recente do Brasil. Nada que se disse durante a campanha eleitoral se sustenta agora. Em relação à questão das concessões ou o de partilha eu alertei durante a campanha por inúmeras vezes. As perdas que o Brasil vinha tendo. Ficamos cinco anos sem leiloar nenhuma área no Brasil no momento em que mais de US$ 300 bilhões da indústria petroleira foram investidos no mundo. Exatamente porque prevaleceu a visão ideológica. Hoje, a Petrobras, sucateada e assaltada, não tem condições de manter a sua participação de 30% em cada um dos blocos que deveria estar sendo explorado. Isso significa os prejuízos que a inoperância deste governo, a irresponsabilidade deste governo causou ao país, ela não se limita apenas aos prejuízos da Petrobras, de Pasadena, de outros maus negócios ou da corrupção, se estende por toda a cadeia econômica. Nós, infelizmente, tivemos uma extraordinária descoberta que foi o Pré-sal, mas o atual governo inviabilizou a Petrobras para ser a principal exploradora desse tesouro encontrado.

Acho que a discussão do retorno do modelo de concessões é uma discussão que já propúnhamos lá atrás. Mais uma vez o que se percebe que o governo do PT é um na campanha eleitoral e outro contra o governo. No meu governo, por exemplo, não haveria a privatização da Caixa Econômica Federal. Não haveria partidarização do Banco do Brasil e não haveria a ocupação criminosa da Petrobras. Esta é a grande diferença entre nós e o governo que está aí. Repito, temos hoje no Brasil um governo refém de setores da sua base, com uma agenda econômica que não é a sua. Realmente não sei até onde isso vai.

O pessoal do Movimento Brasil Livre está chamando a oposição de molenga que não está participando das manifestações.

Acho que a oposição está fazendo o seu papel com absoluta responsabilidade. É obviamente a opinião de alguém que não acompanha o embate diário no Parlamento.

Eles querem que o sr. vá à marcha.

É um convite? Estou avaliando a minha presença com muita serenidade. Tenho dito sempre que este movimento não é o movimento do PSDB. É um movimento dos brasileiros. E quanto mais da sociedade ele for, mas legítimo ele será. Isso não impede que eu resolva ir. Não vou fazer nenhum anúncio prévio, nem tomar nenhuma decisão agora, porque aí sim, daria margem a todo tipo de especulação, de um certo aproveitamento do movimento que, repito, quanto mais da sociedade for, quanto mais espontâneo for, como está sendo, mais legítimo e maiores consequências ele terá. Quem sabe como cidadão eu resolva aparecer?
PsdbNacional

Aécio: "Mais uma vez Dilma contraria seu discurso de campanha"


Para Aécio Neves, Dilma contraria discurso da campanha ao editar MP do IR

O senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, afirmou nesta quarta-feira, 11, que o governo, ao enviar a Medida Provisória propondo um reajuste escalonado da tabela do Imposto de Renda, "contraria mais uma vez o discurso da presidente da República" durante a campanha.

"Não temos o direito de sacrificar mais ainda a classe trabalhadora brasileira, como esse acordo acabará por fazer", declarou o tucano. Ele anunciou que a oposição manterá a decisão de votar pela derrubada do veto da presidente Dilma Rousseff à correção linear de 6,5% e disse que ela poderia propor índices maiores às camadas mais pobres. "(O governo) não dá nada mais aos mais pobres. Ele poderia quem sabe aumentar de 6,5% para 7% ou 8% para as camadas de mais baixa renda. Mas não."

Sitiada

Aécio disse ainda que Dilma é hoje uma presidente "sitiada, que não pode andar nas ruas". "(Uma presidente) que participa de uma inauguração sem público e é vaiada", disse, referindo-se à visita da petista ao 21º Salão da Construção, em São Paulo. "É como se a presidente fosse convidada para um jantar correndo um risco de os garçons e os cozinheiros a vaiarem. Temos hoje uma presidente sitiada. Ela não pode andar pelas ruas do Brasil e paga o preço pela mentira e pela arrogância." (Estadão Conteúdo)

Aécio anuncia decisão do PSDB de apoio às manifestações marcadas para domingo





Aécio Neves anuncia decisão do PSDB de apoio às manifestações marcadas para domingo

A Executiva do partido decidiu em reunião, prestar apoio informal aos movimentos organizados em todo país por entender que as manifestações são uma iniciativa espontânea da população...

"Divulgamos o irrestrito apoio às manifestações pacíficas e democráticas que estão sendo organizadas de forma apartidária por vários setores da sociedade brasileira", diz presidente do partido

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, afirmou, nesta quarta-feira (11), que o partido apoia as manifestações marcadas para o próximo dia 15 contra o governo Dilma Rousseff, mas não terá uma atuação institucional nos protestos. A Executiva do partido decidiu em reunião, nesta manhã, prestar apoio informal aos movimentos organizados em todo país por entender que as manifestações são uma iniciativa espontânea da população e não devem ter natureza partidária.

"Divulgamos o irrestrito apoio às manifestações pacíficas e democráticas que estão sendo organizadas de forma apartidária por vários setores da sociedade brasileira. O PSDB estará ao lado de milhares de brasileiros, em todas as regiões do país, com seus militantes, simpatizantes e várias de suas lideranças nessas manifestações, que expressam um grande sentimento de indignação da sociedade brasileira em relação à degradação moral e os gravíssimos problemas econômicos e sociais criados pelo governo da presidente Dilma", destacou em entrevista.

O PSDB publicou uma nota sobre o tema, assinada, pelo presidente nacional, pelo líder do partido na Câmara dos Deputados, Carlos Sampaio (SP), e no Senado, Cássio Cunha Lima (PB). Clique AQUI para ler a nota.

3º. Turno das eleições
Aécio Neves contestou as declarações dadas pela presidente Dilma e por ministros do governo que classificaram os protestos populares como um 3º. Turno das eleições presidenciais.

"Não podemos aceitar que queiram dizer ao país o que se pode ou não protestar. O Brasil vive no pleno estado de direito. O que combatemos é o estelionato eleitoral. É o governo que agora toma medidas no campo oposto àquelas que defendia durante a época da campanha eleitoral. Um governo que não tem sequer respeito à população brasileira para dizer que errou e errou muito ao longo dos últimos anos", disse.

O presidente do partido voltou a esclarecer que a agenda atual do PSDB não inclui a discussão sobre pedido de impeachment da presidente da República por crime de responsabilidade.

"Não proibimos e nem estamos proibidos de dizer a palavra impeachment. Ela apenas não está na agenda do PSDB. Desconhecer setores da sociedade que defendem essa tese é desconhecer a realidade. Mas essa não é a agenda neste momento do PSDB", afirmou.

Panelaços

Aécio Neves também ironizou as declarações de petistas que responsabilizaram o PSDB pelos panelaços ocorridos no domingo passado em pelo menos 12 cidades brasileiras, durante o pronunciamento da presidente em cadeia nacional de rádio e TV.

"É o cúmulo do ridículo dizer que o panelaço foi patrocinado pelas oposições. Nem que nós tivéssemos um crédito ilimitado nas Casas Bahia ou no Ricardo Eletro nós conseguiríamos comprar tanta panela para os brasileiros", ironizou.

Sobre o pronunciamento de Dilma Rousseff, Aécio afirmou que ela deveria ter usado a cadeia de rádio e TV para pedir desculpas aos brasileiros pelo aumento da inflação, pela corrupção na Petrobras e pelos erros cometidos na condução da economia do país.

"Enquanto a presidente da República não vier a público pedir desculpas à população brasileira pelo descalabro moral do seu governo, pelos gravíssimos equívocos na condução das políticas na área de energia e no conjunto da economia, certamente, ela estará se distanciando cada vez mais do sentimento da população brasileira", concluiu Aécio.

http://www.onortao.com.br/noticias/aecio-neves-anuncia-decisao-do-psdb-de-apoio-as-manifestacoes-marcadas-para-domingo,36886.php

Aécio : "Dilma inventa bodes expiatórios e mente para a população"




'Povo está irritado e sabe bem com quem', diz Aécio após fala de Dilma

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, disse que a petista "inventa bodes expiatórios" e mente para a população

Senador reagiu ao pronunciamento da presidente

A oposição reagiu com rapidez ao pronunciamento da presidente Dilma Rousseff, em cadeia nacional, na noite deste domingo (08). O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse que a petista "inventa bodes expiatórios" e mente para a população.

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Em sua fala, a presidente defendeu o ajuste nas contas do governo e disse que o Tesouro absorveu até o limite os impactos negativos da crise internacional. Ela afirmou ainda que algumas das críticas ao governo são injustas mas, ainda assim, admitiu que a situação é preocupante. "Você tem todo direito de se irritar e de se preocupar", disse.

Para Aécio, este foi o único ponto do pronunciamento em que é possível dar razão a Dilma. "A presidente tem razão num ponto: os brasileiros estão irritados e preocupados. E sabem bem com o quê e com quem", afirmou. "Novamente a presidente Dilma Rousseff falta com a verdade ao se dirigir aos brasileiros", inicia o tucano na nota. "Inventa bodes expiatórios, terceiriza responsabilidades que são exclusivamente do governo dela e fornece um enredo irreal à população", afirmou.

Em nota, o tucano afirmou que Dilma deixou mais uma vez de assumir "suas responsabilidades em relação às políticas fracassadas que levaram o país à situação atual, com recessão econômica, corte de empregos, disparada da inflação e profunda incapacidade para fazer frente à crise". O tucano ironizou ainda o pedido de união feito pela petista em sua fala. "Apenas quem é capaz de admitir seus erros, buscar o diálogo e respeitar as diferenças, é capaz de apontar novos caminhos e liderar um consenso. Não é o caso da presidente", criticou.

Aécio disse que Dilma deveria ter feito um pedido de desculpas. "Ao contrário do que foi dito, os sacrifícios que a presidente da República diz querer dividir entre os brasileiros penalizam mais os mais fracos e mais pobres", arrematou. Também em nota, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), criticou a fala da petista. Para ele, o pronunciamento exibiu a postura de uma líder "populista que não tem compromisso com o país". "Dilma tenta alegar desconhecimento da população em relação aos fatos, como se fôssemos bobos e também tivéssemos que ler na cartilha do PT", afirmou.

Segundo ele, foi a "incompetência de uma sequência de mandatos populistas", "semelhantes aos da Venezuela e Argentina" que levou o país à situação atual. "Dilma não tem humildade de um líder ou estadista para reconhecer seus erros", afirmou para arrematar: "O povo é sábio. Chega de mentiras e de roubos".

Fonte O Tempo

Aécio Neves : "Governo Dilma esta fazendo do Brasil o país da mentira!"




Foto: Edilson Rodrigues/ Agência Senado


Aécio Neves diz que Brasil virou o país da mentira

“Com essas últimas medidas o governo da presidente Dilma está mudando o slogan que seu marqueteiro criou anos atrás”.

O senador Aécio Neves criticou, durante o encontro da cúpula nacional do PSDB, a decisão do governo federal de aumentar os impostos e cortar direitos trabalhistas.

Para o ex-candidato, a diferença entre o discurso adotado na campanha eleitoral e os projetos adotados por Dilma Rousseff revela a troca do slogan “Brasil, um país para todos” por “Brasil, o país da mentira”.

“Com essas últimas medidas o governo da presidente Dilma está mudando o slogan que seu marqueteiro criou anos atrás. Acho que o ‘Brasil, um país para todos’ está virando cada vez mais o ‘Brasil, o país da mentira'”, disse.

fonte: portalvox.com

Aécio diz que é piada insinuações de que seu nome pode estar na lista do Lava Jato



O senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), classificou como "uma piada" a possibilidade de que seu nome esteja na lista de políticos investigados na Lava Jato que será entregue ao Supremo Tribunal Federal nos próximos dias pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot. 
O senador mineiro deu a declaração depois de participar de um almoço com as principais lideranças do PSDB na sede do Instituto Fernando Henrique Cardoso, no centro de São Paulo.

A expectativa é de que até o começo da semana que vem Rodrigo Janot apresente ao Supremo a lista de políticos que apareceram nas investigações da Lava Jato, que apura a lavagem de cerca de R$ 10 bilhões envolvendo fraudes principalmente na Petrobras. Ainda não se sabe se o procurador-geral da República vai pedir a abertura de ações penais contra os políticos ou se vai pedir a aberturas de inquéritos para aprofundar as investigações.

Economia

Também participaram do encontro os senadores Cássio Cunha Lima (PB), líder do partido no Senado, Aloysio Nunes (SP), Tasso Jereissati (CE), José Serra (SP), além do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. 
Os tucanos disseram que o encontro foi marcado para "discutir a conjuntura nacional" e nenhum dos presentes confirmou participação na manifestação marcada para o dia 15 de março pelas redes sociais para pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Depois da reunião de mais de duas horas, Aécio afirmou que há uma preocupação crescente com o quadro econômico do País e que as recentes medidas anunciadas pelo governo da presidente Dilma Rousseff podem aumentar ainda mais o cenário recessivo, com piora da inflação e da taxa de desemprego.