sábado, 28 de outubro de 2017

Minas na liderança nacional no tratamento da Síndrome de Irlen





Dra. Márcia Guimarães fala sobre a teoria e prática da metodologia diagnóstica da Síndrome de Irlen (screening) no 29º Curso de Distúrbios de Aprendizagem Relacionados à Visão (DARV).

A oftalmologista Dra. Márcia Guimarães é pioneira nos estudos da Síndrome de Irlen no Brasil.

O dia foi marcado também pela reunião especial com médicos oftalmologistas e abordagem dos distúrbios de aprendizagem relacionados à visão.

O segundo dia do CursoDARV foi dedicado à teoria de screening, com abordagem neurológica nos distúrbios de aprendizagem e projetos científicos na área.

O Hospital de Olhos do Dr Ricardo Guimarães é pioneiro na área de cirurgia refrativa, referência mundial em cirurgia de catarata, além de ser destaque nacional em glaucoma, retina, transplante de córnea e plástica ocular.


O Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, um centro especializado em Oftalmologia renomado pela excelência no tratamento dos distúrbios da visão.

Desde 1983, se dedica à contínua pesquisa, à atualização de procedimentos e de tecnologia ocular.

#OlharFeliz

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Ministro Gilmar Mendes: Penalidades impostas pelo STF ao Senador Aécio Neves são inconstitucionais !





BRASÍLIA - O ministro Gilmar Mendes disse, nesta quarta-feira, 27, que o Senado tem de se posicionar sobre a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastarem o senador Aécio Neves (PSDB-MG) do exercício do mandato. Para ele, o que a turma decidiu foi a prisão do senador e isso não estaria permitido pela Constituição. Mendes afirmou também que seria importante o plenário do STF se debruçar sobre o tema. Segundo ele, ministros da Primeira Turma estão tendo "um tipo de comportamento suspeito" e aderindo a um "populismo constitucional."

"A 1ª Turma decidiu pela prisão do senador (Aécio Neves), o que não tem respaldo na Constituição. O Senado tem que deliberar sobre isso", disse Gilmar, no intervalo da sessão plenária do Supremo na tarde desta quarta-feira, 27.

O ministro disse ainda que "seria bom" que o tema viesse a ser julgado no plenário do STF. "Eu tenho a impressão que nós temos que discutir temas desta forma", disse.

Ao defender a ida do caso em plenário, Gilmar endureceu a crítica aos ministros da Primeira Turma.

"Devemos evitar a todo custo o populismo constitucional, o populismo institucional. Devemos nos balizar pela Constituição. Quando começamos a reescrever a Constituição, é algo preocupante. Acho que, quando a Turma começa a poetizar, começa a ter um tipo de comportamento suspeito... certamente seria bom que a matéria viesse ao plenário. Matérias controvertidas devem vir a plenário", afirmou Gilmar Mendes.

Questionado pela reportagem, o ministro não explicou o uso da expressão "comportamento suspeito" nem deu nome a ministro algum que estaria tendo este tipo de atitude.


http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,gilmar-ataca-afastamento-de-aecio-e-diz-que-senado-tem-que-deliberar-a-respeito,70002018646

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Aécio Neves defende no Senado carreira de policial penal!



Declaração do senador Aécio Neves:


"Os agentes penitenciários não eram compreendidos no regime de aposentadoria especial como outros policiais.


Portanto, ao criar-se essa nova carreira do serviço público brasileiro, supera-se essa questão da segurança a esses profissionais essenciais à sociedade brasileira e, obviamente, dos próprios presidiários.


Eu me lembro que, em nosso governo em Minas Gerais, criamos a carreira dos agentes em larga escala e hoje ela é uma carreira sólida, como é também em outros estados.


E não há nenhum questionamento do ponto de vista federativo que não atenta contra a questão federativa, já que elas estarão subordinadas aos governadores de estados e ao governador do Distrito Federal.


Portanto, é um projeto simples, mas atende a um objetivo importante de uma categoria cada vez mais essencial à segurança, tanto do sistema prisional quanto da sociedade brasileira.


Por isso, o PSDB está apoiando a proposta do senador Cássio Cunha Lima."


Aécio Neves

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Artigo de Aécio Neves na Folha de São Paulo sobre o momento atual

Artigo de Aécio Neves na Folha de São Paulo

Em meio à agenda de reformas fundamentais para recolocar o país nos trilhos, uma é premente, pois tem data-limite para acontecer. Até início de outubro, precisamos aprovar novas regras que vigorarão nas eleições gerais do ano que vem. Todo esforço deve ser empreendido para reaproximar a política das pessoas, antes que seja tarde.

Nas últimas semanas, o debate em torno da reforma política acabou sendo desvirtuado em função de propostas distantes, ou mesmo contrárias, do que a população almeja. É o caso da adoção do sistema eleitoral conhecido como distritão e da criação de um fundo público de financiamento de campanhas, para suprir o buraco deixado pela proibição das doações de fontes privadas.

Que a democracia tem custos, ninguém discute. Mas envolver mais dinheiro do contribuinte numa hora em que o Estado brasileiro beira a falência, em razão da malversação que marcou a gestão afastada em 2016, não parece ser uma saída.

O ideal seria voltar a permitir o financiamento privado, sob regras e fiscalização rigorosas. Já o distritão só se justificaria como transição para o voto distrital misto. Todavia, em ambos os casos, não há mais tempo para mudanças com vistas a 2018.

Distante da polêmica, há propostas prontas a serem apreciadas pelo Congresso e que, se aprovadas, resultarão num sistema político e eleitoral muito melhor para o país. E já com vigência no próximo pleito.

Refiro-me especificamente à proposta de emenda à Constituição (PEC) nº 282, relatada na Câmara pela deputada Shéridan (PSDB-RR).

O texto ora em discussão tem origem na PEC 36, apresentada pelo senador Ricardo Ferraço e por mim, ano passado, e já aprovada pelo Senado. Seus objetivos são: proibir as coligações entre partidos nas eleições proporcionais -ou seja, para deputados federais, estaduais e vereadores- e estabelecer uma cláusula de desempenho mínimo para que as legendas possam ter acesso a dinheiro público, tempo de rádio e TV e funcionamento parlamentar.

O que se pretende com a iniciativa? Atacar algumas das piores distorções da nossa democracia representativa. As coligações, tal como são hoje, acabam elegendo representantes alheios à vontade do eleitor. Já a adoção da cláusula de desempenho visa impedir a proliferação de partidos interessados unicamente em negócios movidos a dinheiro público.

O texto original prevê que as coligações ficarão proibidas a partir de 2020, quando serão eleitos os próximos vereadores. A vedação se estenderá à escolha de deputados a partir de 2022.

A medida força os partidos a preservarem alguma identidade com o eleitor e ajudará a pôr fim aos que representam a si próprios: dos 25 hoje presentes no Congresso, é possível que metade sobreviva.

Assim também deverá ocorrer com a imposição de percentuais mínimos de votos (que começam em 1,5% em 2018 até chegar a 3%, distribuídos por pelo menos nove unidades da federação) para acessar o fundo partidário e dispor de tempo de rádio e TV.

Partidos que não atingirem tais patamares poderão se organizar em federações, com um mínimo de afinidade ideológica e programática.

A PEC 282 está pronta para votação. Para tanto, é imperativo que as lideranças partidárias na Câmara se entendam e levem o texto imediatamente ao plenário.

Também na política o ótimo é inimigo do bom. Não adianta protelarmos a reforma em busca de uma solução que resolva todos os problemas da democracia brasileira, uma vez que ela pode não vir.

E certamente não virá no tempo e na premência que a crise atual demanda.

Os avanços contidos na PEC 282 abrem caminho para, passo seguinte, adotarmos o voto distrital misto, aproximando de vez representantes de representados.

Ato contínuo, o país poderá estar pronto para a reforma definitiva, com a adoção, sob condição de referendo da população, do sistema parlamentarista de governo. Não temos o direito de perder esta chance.


Aécio Neves 

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

O Brasil está sensível aos benzedeiros de plantão



O Brasil está sensível aos benzedeiros

A cada dia que passa vemos como está confuso o quadro político brasileiro. Não só o quadro político, mas o empresariado, o executivo, o judiciário se misturam com o legislativo.
Aliás as bancadas sempre existiram. Bancadas ruralistas, sindicalistas, da bala, bancada dos parentes, dos vices financiadores, etc. Até bancadas patrocinada por Deus...as bancadas evangélicas....

 Cada hora uma liderança de um desses setores é levada a fôrca com denúncias, intimidações, ou atos de bravuras. Cada vez mais verificamos, de uma forma ou de outra, como eles eram unidos até pouco tempo atrás. Há denúncias a quilo para quem quiser tanto no legislativo, como no executivo e judiciário. Ha suspeitas em todos os níveis e nos 4 pontos cardeais.

Um certo absurdo tomou conta do país. Se formos julgar de forma equânime,  muito pouco irá sobrar fora da cadeia, tanto de empresários, como no campo jurídico , como no executivo e assim como legislativo. Mesmo os que sobrarem, muitos necessariamente não estão isentos de culpa e sim de fatos conhecidos.

Aí criaram mecanismos de suavizar penas de criminosos casos eles entreguem seus antigos parceiros. Quem entregar primeiro leva mais vantagens. Não importa quem pagou ou recebeu. Uma prática que foi usada na Itália para prender a Máfia mas que mais tarde se viu ineficaz.
Ninguém é a favor da impunidade de criminosos. Claro que não!

Mas não podemos também sermos agora "vestais". A grande parte das pessoas que podemos chamar de  "pensante do país"  sempre soube que a política sempre foi tocada pelo caixa dois de empresários.

Isso começa desde a pequena gráfica de santinhos que ajuda um determinado candidato a vereador em uma pequena cidade, até as grandes empreiteiras que ajudam o caixa das candidaturas a presidente. Sempre foi assim. O que muda são os zeros.

Quem conhecer uma pessoa lúcida, com conhecimento do meio legislativo, executivo, judiciário  a quem respeite, que me diga que nunca achou que houvesse caixa dois ou ajuda financeira não declarada a políticos nas eleições. Adoraria conhecê-la!

Caixa dois nunca até então foi considerada crime. Não era legal, assim como o jogo do bicho, mas era tolerado, assim como as casas de luzes vermelhas.

Agora, aumentar preços de serviços públicos para se levar propina é crime,  manipulação de concorrência para alimentar poder financeiro partidário e com isso permanecer no poder é crime. Pegar caixa dois para comprar consciência  e ou  votos no Congresso é crime.

Isso tudo só foi existir ha pouco tempo. Ou melhor, esticaram a tolerância que havia com o caixa dois e fizeram vários puxadinhos....ou até mesmo triplex...

Agora, arrependidos desse olhar, estamos tentando implantar no Brasil o "tolerância zero".
Também não vai funcionar no país dos jeitinhos...

Nesse tsunami de conflitos e julgamentos,  quem está pagando o preço maior, como sempre é o povo brasileiro. Perdido, sem saber o que fazer, desempregado, sem esperança, sabendo que algum grupo de pessoas terá que tomar conta desse imenso país em 2018, esperando um milagre e o pior de tudo.....muito sensível aos benzedeiros de plantão!


Socorro!

sábado, 26 de agosto de 2017

Aécio apoia proposta de fundo público de campanha do Senador Caiado




O presidente licenciado do PSDB, senador Aécio Neves (MG), anunciou que o partido fechou questão, nesta quinta-feira, (24), em torno da proposta de fundo público para campanhas, apresentada pelo senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Aécio explicou que a decisão leva em conta o fato de não haver tempo hábil para se formular uma nova proposta para a volta das doações privadas.

Vamos apoiar proposta apresentada pelo Caiado, que estabelece o fundo eleitoral que será alimentado pelos recursos da compensação que os meios de comunicação recebem em razão do tempo disponibilizado pelos programas partidários. 

Acabaríamos com programas partidários, esses que acontecem fora do cenário eleitoral, e essa compensação, falou-se em R$ 2 bilhões, não há um número exato, poderia sim alimentar o fundo eleitoral, sem que haja necessidade de recursos orçamentários para isso", afirmou.

O senador mineiro afirmou também que o partido vai apoiar integralmente a proposta que antecipa já para 2018 o fim das coligações proporcionais e estabelece cláusula de desempenho para as próximas eleições brasileiras, aprovada nesta quarta-feira em comissão especial na Câmara dos Deputados.

Além disso, o PSDB vai defender que as eleições continuem sob o sistema proporcional de votação já que não há apoio suficiente para se votar o "distritão" na Câmara dos Deputados. "A transição para o distrital misto em 2022 será mais adequada com o sistema proporcional", argumentou.

A decisão do partido em relação à reforma política foi tomada em reunião na sede do PSDB, em Brasília, com os presidentes dos diretórios estaduais da legenda. No encontro, Aécio se sentou ao lado do presidente em exercício da sigla, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).

http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/pol%C3%ADtica/psdb-fechou-quest%C3%A3o-para-apoiar-proposta-de-fundo-p%C3%BAblico-de-caiado-diz-a%C3%A9cio-1.554119

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Se sair candidato à Minas, Janot deveria estar impedido de agir contra Aécio Neves



Roberto Jefferson andou comentando sobre a situação delicada pela qual passa o Senador Aécio Neves (PSDB_MG) . `

Segundo ele, Aécio não teria condições de, no momento, querer voltar a disputar a presidência do país, mas ele vê todas as chances de sucesso caso ele dispute o Governo de Minas Gerais.

Para voltar a se candidatar presidente, disse Jefferson, Aécio vai ter que dar um tempo, assim como Lula e fazer uma caravana pelo país, mas em Minas segundo ele, diz ter visto pesquisas que o colocam a frente de Pimentel .

Segundo Jefferson, Aécio tem chances de ganhar tanto para Governo como Senado.

Ao mesmo tempo há a notícia dita pelo colunista Reinaldo Azevedo, que Janot prepara uma candidatura ao governo de Minas. Tudo indica sair pela REDE.

Então, as insistentes reclamações dos mineiros que torcem por Aécio, de que Janot persegue Aécio, passa a ter sentido.

Reinaldo Azevedo falando de Janot no link abaixo em sua coluna de hoje, diz: " Com o poder que o Estado brasileiro lhe garantia, Janot causou um prejuízo gigantesco ao PSDB, a principal legenda daquele Estado. Feito o estrago, ele pode e oferecer como salvador"

"www.redetv.uol.com.br/blog/reinaldo

Dessa forma , se for verdade essa intenção, o Sr Janot deveria retirar qualquer pedido de prisão e se declarar impedido para propor qualquer ação contra Aécio Neves, já que me parece que os interesse de ambos se conflitam.

Ou não é isso que muitas vezes o próprio Janot cobra dos outros?



Carlos G. Matos Jr.