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PSDB mineiro dá prazo para que Doria torne candidatura viável




Matéria jornal O Tempo 11;01;2022

A pré-candidatura do governador de São Paulo, João Doria, é vista como uma incógnita por uma ala do PSDB de Minas Gerais. Apesar de Doria ter vencido as prévias tucanas, o desempenho em pesquisas eleitorais até então é considerado inviável para cacifá-lo ao Palácio do Planalto.

O dia 30 de março é projetado como o derradeiro, já que marcará os seis meses antes do pleito. Caso o desempenho permaneça neste patamar, a candidatura é avaliada como inviável.

Os tucanos evitam, por exemplo, projetar um piso de intenção de votos para que a pré-candidatura se torne, de fato, uma candidatura. “Não é igual matemática, em que dois mais dois são igual a quatro. É uma análise de desempenho”, pontua uma liderança a O TEMPO.

Entretanto, um indício positivo seria o crescimento de Doria dentro do próprio colégio eleitoral. Caso o governador cresça em São Paulo, a ascensão será refletida em outros Estados, projetam os tucanos. “Se Doria continuar neste patamar, o partido vai começar a discutir se verdadeiramente ele será ou não será candidato”, acrescenta o tucano.

A pré-candidatura do ex-ministro de Justiça e Segurança Pública Sergio Moro (Podemos) não é vista como obstáculo à de Doria. Os tucanos argumentam, por exemplo, que, embora Moro tenha um teto mais alto, já o teria atingido. Inclusive, há apostas de que a pré-candidatura do ex-ministro será enfraquecida.

Por outro lado, o tucanato mineiro não acredita que o governador de São Paulo herdaria o índice de intenções de voto de Moro caso o ex-juiz federal abra mão da empreitada ao Palácio do Planalto. “Não é como fazer um TED ou um Pix político”, descarta um mandatário.
Competitividade

Conforme os mineiros, o próprio Doria entende que precisa ser competitivo para o PSDB apoiá-lo. Senão, “será engolido pela ansiedade do partido em ter um projeto político”, afirma outra liderança. “Se ele não conseguir crescer nas pesquisas, naturalmente vai acabar havendo um processo de coligação do PSDB em cada um dos estados do Brasil com outras forças políticas. Simples assim. Não tem muita ciência”, afirma outra liderança.

Há a observação de que Doria ganhou as prévias para ser pré-candidato; a candidatura será oficial, de fato, quando passar pelo crivo do PSDB em convenção nacional.

Caso Doria nem sequer se viabilize, as lideranças estaduais projetam duas alternativas. A primeira seria embarcar em outra candidatura de centro; já a segunda é o relançamento do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite – o que, inclusive, é visto como improvável.

Os mineiros endossaram a pré-candidatura de Leite durante as prévias tucanas – um dos principais fiadores da pré-candidatura do governador foi o deputado federal Aécio Neves. “Agora, o que o Doria precisa fazer para se tornar mais viável? Crescer nas pesquisas. Um time sem torcida não costuma ir muito para frente no campeonato, porque a crise interna começa a devorar as possibilidades de alianças”, reforça um político.

https://www.otempo.com.br/politica/psdb-mineiro-da-prazo-para-que-doria-torne-candidatura-viavel-1.2594447

Marcus Pestana, assim como outros deputados do PSDB, quer que Aécio retome o partido.

Aliado do senador Aécio Neves (MG), o deputado Marcus Pestana (MG) defendeu nesta segunda-feira, 21, a saída do senador Tasso Jereissati (CE) da presidência interina do PSDB. Pestana afirmou que, se o parlamentar permanecer no posto, o partido sairá esfacelado do governo.

"Infelizmente caminhamos para um impasse. Tasso agiu por seis vezes em curto espaço de tempo contra a posição majoritária. Agora ou ele se afasta e prevalece a visão da maioria, ou ele fica e o partido sai esfacelado do governo", afirmou o deputado mineiro à reportagem. A declaração de Pestana é uma reação ao programa partidário do PSDB veiculado na quinta-feira passada, 17, em cadeia nacional de rádio e TV, no qual o partido critica o governo do presidente Michel Temer. Na propaganda, a legenda faz uma "autocrítica" por ter "aceitado o fisiologismo".

O programa provocou forte reação da ala do PSDB que defende a permanência no governo. Na sexta-feira passada, 18, vários tucanos já defendiam a saída de Tasso da presidência interina, só que apenas nos bastidores.

Como mostrou o Estado/Broadcast Político, tucanos da ala governista querem que Aécio reassuma a presidência do PSDB temporariamente e escolha outro vice-presidente para comandar o partido até dezembro, quando haverá nova eleição da executiva.

Nos bastidores, apostam no senador Flexa Ribeiro (PA) ou no deputado Giuseppe Vecci (GO) como substitutos de Tasso. As apostas em Flexa e Vecci se dão por exclusão entre os oito vice-presidentes da sigla.

Além deles e de Tasso, são vice-presidentes os deputados Carlos Sampaio (SP) e Mariana Carvalho (RO), o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman e os ministros Aloysio Nunes (Relações Exteriores) e Bruno Araújo (Cidades).

Os ministros, por ocuparem os cargos no governo, não poderiam assumir a presidência do partido. Já Sampaio, Marina e Goldman fizeram declarações públicas a favor do desembarque do PSDB do governo Temer. Os dois primeiros, inclusive, votaram pela aceitação da denúncia contra Temer na Câmara, no início de agosto.

http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/pol%C3%ADtica/aliado-de-a%C3%A9cio-marcus-pestana-defende-sa%C3%ADda-de-tasso-da-presid%C3%AAncia-do-psdb-1.553291


Aécio Neves pede ao Senador Tasso Jereissati que permaneça na presidência interina do PSDB até Dezembro





O Presidente licenciado do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) anunciou nesta quinta-feira (3), em uma entrevista coletiva em Brasília, que o senador Tasso Jereissati (CE) permanecerá na presidência interina da legenda, pelo menos, até o fim do ano.

Tasso assumiu o comando tucano interinamente em maio, depois que Aécio foi citado por delatores do grupo J&F, que controla o frigorífico JBS.

Por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), o senador mineiro chegou a ser afastado do mandato no Senado, mas retornou às atividades parlamentares no final de junho.

A decisão, segundo o senador mineiro, foi tomada após consulta a vários caciques do PSDB, entre os quais o vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PB), o líder da legenda no Senado, Paulo Bauer (SC), além de governadores tucanos.

Aécio ainda afirmou aos repórteres que os dirigentes tucanos elaboraram consensualmente um cronograma para que, “até o fim do ano”, sejam convocadas eleições municipais, estaduais e para a direção nacional do partido. Enquanto isso, ele continuará licenciado da presidência da sigla.

“Fiz hoje de manhã um apelo ao senador Tasso Jereissati que, ao meu ver, é quem tem as melhores condições, mesmo do ponto de vista pessoal, tendo demonstrado um grande desprendimento, inclusive, de deixar a presidência do partido. Fiz a ele um apelo em nome da unidade do partido para que o senador Tasso Jereissati continue como presidente do partido”, relatou Aécio aos jornalistas.

“Tasso tem as melhores condições para conduzir a renovação do PSDB e a sua reinserção em setores importantes da sociedade”, acrescentou o parlamentar de Minas.

Eleições de 2018

Aécio disse ainda que, caso haja mais de um pré-candidato tucano à presidência da República no ano que vem, a nova direção do partido vai convocar, entre fevereiro e março de 2018, uma consulta prévia para definir quem irá concorrer ao Palácio do Planalto pelo PSDB.

O senador mineiro foi questionado durante a entrevista sobre se as investigações das quais é alvo na Lava Jato pesaram na decisão de permanecer afastado do comando do PSDB. Ao responder, Aécio se limitou a dizer que essa questão está sendo resolvida na Justiça.

De acordo com Tasso Jereissati, Aécio continuará licenciado da presidência da sigla. O senador do Ceará ressaltou que vai conduzir a transição até a eleição da nova diretoria.

“Agora, a condução do partido nesse período de transição, que termina no fim do ano, e que nós vamos desembocar com a eleição do novo diretório, de um novo presidente, nova executiva, em todos estados, passando por uma ampla rediscussão dos ideais do partido, dos princípios, passando por uma autocrítica sobre onde nos desviamos desse partido, uma revisão e um novo programa, isso será conduzido por mim de acordo com toda a cúpula do partido”, destacou Tasso.

(...)
http://g1.globo.com/politica/noticia/aecio-anuncia-que-tasso-permanecera-na-presidencia-interina-do-psdb.ghtml


Aécio Neves articula lideranças mineiras tendo em vista 2018





Menos de duas semanas após o arquivamento da denúncia por corrupção passiva na Comissão de Ética do Senado e o retorno ao Congresso, Aécio Neves (PSDB-MG) retomou articulações políticas, numa demonstração de que continua com prestígio junto a aliados em Minas. Na última terça-feira, deputados federais e estaduais tucanos e de partidos próximos (PP, PTB e PPS) fizeram uma visita ao senador, em Brasília, cuja pauta oficial foi a eleição estadual em 2018.

Estiveram presentes, entre outros, o presidente do PSDB em Minas, Domingos Sávio, o líder da Minoria na Assembleia, Gustavo Valadares, o deputado estadual João Leite e o deputado federal Paulo Abi-Ackel, que foi indicado, ontem, como novo relator da denúncia contra Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal.

Nos bastidores, circulam rumores de que Aécio teria articulado um troca-troca com o governo federal, na qual aliados dele votariam a favor de Temer na Câmara em retribuição a uma possível ajuda do Planalto para enterrar o processo contra o mineiro na Comissão de Ética do Senado. No primeiro discurso na tribuna após a volta, em 4 de julho, Aécio defendeu que o partido siga apoiando o presidente.

Domingos Sávio, no entanto, rejeita os boatos. “Essa especulação é ridícula”, diz o deputado federal. “O que o Aécio vai determinar nisso? Ele é um senador e o processo está no Senado. Aqui na Câmara, cada deputado vai votar de acordo com a própria consciência”, afirma. O presidente estadual do PSDB disse que ainda não decidiu o voto sobre a denúncia contra Temer, mas acredita que a aprovação poderia causar um “caos político” com o afastamento do peemedebista. Segundo ele, a tendência é a de que o partido libere a bancada para votar.

EM CASA
Também haveria um esforço para o resgate da imagem de Aécio como liderança em Minas. Presente na reunião de terça, o deputado federal Rodrigo Castro (PSDB-MG) disse que o senador está “animado”.

“Estamos fazendo reuniões para unir o partido em torno de um nome forte, e o Aécio tem participado desses encontros”, afirma Castro, que no entanto vê como mais provável uma candidatura de Neves para a reeleição no Senado.

“Não vejo ele com planos de disputar a Presidência, mas com foco em Minas Gerais”, diz Domingos Sávio. “Esperamos que ele possa provar a inocência e isso não vai mudar a rota do PSDB em lutar para ganhar a eleição do Estado”.



De acordo com um aliado, porém, o nome natural para disputar o governo em 2018 seria o do ex-deputado estadual Dinis Pinheiro, do PP. “Ele vem sendo entendido pelas lideranças como a principal oposição ao Fernando Pimentel”, analisa o interlocutor, para quem Aécio estaria mais preocupado em se defender das acusações. Além do PP e de alas do PSDB, Dinis teria o apoio de PTB, DEM, PPS e Solidariedade.
Fonte Jornal Hoje em Dia

 

Aécio : " O PSDB tem compromisso histórico com as reformas"



O senador e presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), disse, após reunião com o presidente Michel Temer e com a bancada do partido no Senado, que o PSDB "tem o compromisso histórico" com as reformas que o governo quer implementar, e que o Senado deve fazer "modificações pontuais" no texto da reforma trabalhista, mas evitou cravar que essas alterações serão feitas via Medida Provisória.


"A questão essencial é qual MP? Quais são esses pontos? O que o PSDB não abre mão é de compartilhar tanto os avanços que estão implícitos no texto da reforma quanto as eventuais flexibilizações", disse. Segundo ele, o partido não quer fazer aquilo que condena, que é "antecipar modificações como se elas fossem frutos da vontade de apenas um partido da aliança". "O que nós fizemos hoje foi um bom freio de arrumação", disse.


Aécio afirmou que a bancada do PSDB atendeu a um convite do presidente Michel Temer para tratar da reforma trabalhista, que os parlamentares conversaram um pouco também sobre a reforma da previdência e que o sentimento da reunião é que "eventuais flexibilizações tem que ser compartilhadas com a base".


Aécio disse ainda que o partido já havia defendido algumas mudanças que foram incorporadas ao relatório do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) e que agora caberá ao relator da reforma trabalhista nas Comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Assuntos Econômicos (CAE), senador Ricardo Ferraço, construir o relatório "em conjunto com o governo".


O presidente do PSDB destacou que, apesar da possibilidade de algumas questões "pontuais" serem modificadas no Senado, como a insalubridade para gestantes e lactantes, o PSDB "participa de esforço pela aprovação da reforma como está para que ela não retorne à Câmara".


Participaram da reunião, de acordo com a lista divulgada pelo Planalto, os senadores tucanos: Aécio Neves (MG), Ataides Oliveira (RO), Cassio Cunha Lima (PB), Dalirio Beber (SC), Eduardo Amorim (SE), Paulo Bauer (SC), Ricardo Ferraço (ES), Tasso Jereissati (CE), Flexa Ribeiro (PA), José Aníbal (SP). O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, também estavam no encontro, que durou cerca de uma hora.


Esforço



Na semana passada, para evitar atos de "rebeldia" na bancada do PMDB no Senado, Temer se comprometeu com peemedebistas a editar uma MP para acolher sugestões "consensuais", desde que os senadores aprovem o texto que veio da Câmara sem modificações. Alguns parlamentares, entretanto, avaliam que aceitar o acordo fragilizaria a imagem do Senado perante a sociedade, que se eximiria da responsabilidade de ser uma Casa revisora.

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2017/05/16/interna_politica,704102/psdb-tem-compromisso-historico-com-reformas-diz-aecio-apos-reuniao-co.shtml

PSDB de Minas cobra explicações da Copasa sobre aumentos indevidos




João Vítor Xavier apresenta requerimentos contra cobrança indevida da Copasa em Carmo do Rio Claro


A Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) vai realizar uma audiência pública para esclarecer a forma de cobrança das tarifas de fornecimento de água e de esgotamento sanitário feito pela Copasa em Carmo do Rio Claro (Sul de Minas).

O requerimento foi apresentado pelo presidente da comissão, o deputado João Vítor Xavier (PSDB), e aprovado na terça-feira (16/5/17), após denúncia apresentada pelo vereador João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira (PDT), do município de Carmo do Rio Claro.

De acordo com o vereador, a Copasa firmou convênio com a prefeitura em 2008, para o fornecimento e tratamento do esgoto da cidade, e, embora ainda não tenha concluído as obras, a concessionária estaria cobrando pelo serviço de toda a população.

O vereador afirmou que aproximadamente 600 moradias não são atendidas por rede de esgoto e parte dos dejetos dos municípios são despejados a céu aberto. Disse, ainda, que a empresa tem cobrado de cada morador o equivalente a 90% do valor gasto com água, como taxa de esgoto. “Não é justo pagar por um serviço que não é prestado”, protestou.

João Paulo considera abusiva a tarifa sobre o esgoto e afirmou que muitos moradores estão com dificuldades de assumir a despesa. “A inadimplência cresceu assustadoramente”, afirmou.

O deputado João Vítor Xavier apresentou outros dois requerimentos sobre o assunto, além da solicitação da reunião: ele solicita que a Copasa interrompa a cobrança da tarifa de esgotamento sanitário até que termine as obras e garanta o serviço a todos os moradores do município; e solicita que o Procon Assembleia intervenha no município, com a finalidade de proteger os consumidores da cidade. “As pessoas estão pagando por um serviço que não existe ou pagam por um serviço que para alguns existe, mas que não condiz com a realidade do consumo. O Código de Defesa do Consumidor é muito claro: o consumidor só pode pagar por aquilo que ele consome. Vamos discutir sobre isso em audiência pública e já encaminhamos a demanda para que o Procon da ALMG tome as medidas necessárias”, destacou João Vítor Xavier.

Nota oficial: PSDB em pêso sai em defesa de Aécio Neves





NOTA DAS LIDERANÇAS DO PSDB



Reportagem de capa divulgada pela revista Veja desta semana com falsas acusações ao presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, gerou perplexidade em todo o país, especialmente após o advogado do delator informar que o conteúdo divulgado não faz parte da delação de seu cliente.


O PSDB nasceu na luta pela liberdade, pela democracia, pela transparência, pela ética e pela Justiça. É por isso que defendemos a Lava Jato e o combate sem tréguas à corrupção que mina as instituições. E nessa travessia difícil e complexa um compromisso é absolutamente essencial: a busca da verdade.

Porém é inaceitável a prática de vazamentos seletivos e mentirosos que encontram eco em práticas jornalísticas pouco responsáveis. Esses vazamentos, movidos por propósitos obscuros, buscam lançar uma névoa sobre a vida pública brasileira manchando injustamente a imagem de pessoas de bem. Retiram de seus alvos o direito à ampla defesa, ferindo frontalmente a própria Constituição.

A retirada do sigilo sobre os inquéritos e delações no âmbito da Lava Jato torna-se fundamental para que a verdade possa emergir a partir do contraditório no legítimo e transparente processo judicial. E, assim, inocentes sejam preservados e corruptos, punidos. Não há democracia e República sólidas com cidadãos fragilizados em seus direitos constitucionais básicos.

Por tudo isso, nós, governadores, senadores, deputados federais e demais lideranças do PSDB, manifestamos com firmeza e indignação nosso repúdio ao ataque covarde e mentiroso sofrido pelo nosso presidente nacional, senador Aécio Neves, com base em informações falsas e absurdas.

O senador Aécio Neves tem 30 anos de dedicação à vida pública. É inadmissível a tentativa de misturá-lo com o mar de lama de corrupção sem precedentes apurado pela Lava Jato e por ele próprio denunciado em 2014.

Estamos seguros de que, ao final, ficará demostrada a falsidade dos fatos relatados e seus autores responsabilizados.

Pela Justiça e em respeito ao Estado Democrático de Direito, assinamos:

Fernando Henrique Cardoso, presidente de honra do PSDB
Beto Richa, governador do Paraná
Geraldo Alckmin, governador de São Paulo
Marconi Perillo, governador de Goiás
Pedro Taques, governador do Mato Grosso
Reinaldo Azambuja, governador do Mato Grosso do Sul
Simão Jatene, governador do Pará
Paulo Bauer, Líder do PSDB no Senado
Ricardo Tripoli, Líder do PSDB na Câmara
Antonio Imbassahy, ministro da Secretaria de Governo
Aloysio Nunes Ferreira, ministro das Relações Exteriores
Bruno Araújo, ministro das Cidades
Luislinda Valois, ministra dos Direitos Humanos
José Aníbal, presidente do ITV

PSDB se organiza com prefeitos no combate ao trabalho infantil





Brasília (DF) – O Brasil tem cerca de 2,6 milhões de crianças e adolescentes (entre 5 e 17 anos) em situação de trabalho infantil, segundo levantamento feito pela Fundação Abrinq, divulgado nesta terça-feira (21). Desse total, houve um aumento de mais de oito mil crianças de 5 a 9 anos nessa situação na comparação com os anos de 2014 e 2015. Com o objetivo de reverter esse panorama negativo, prefeituras tucanas têm promovido ações locais de combate ao trabalho infantil.

Em Maceió (AL), o prefeito Rui Palmeira (PSDB) se reuniu na última terça-feira (14) com representantes do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção do Adolescente Trabalhador em Alagoas (Fetipat) para fortalecer ações que combatam o trabalho infantil no município.

Durante a reunião, após a apresentação da pauta de ações do fórum, o prefeito destacou medidas da prefeitura voltadas à proteção da infância, a exemplo do fortalecimento dos conselhos e da qualificação dos conselheiros tutelares em Maceió. “Este momento é importante para saber como o Município pode fazer mais. Já mudamos o modo de escolha dos conselheiros tutelares, pensando na melhoria da execução das tarefas. Queremos pessoas com nível superior para dar mais qualidade ao serviço”, disse o tucano.

A prefeita de Caruaru (PE), Raquel Lyra (PSDB), ressaltou a importância da atuação das prefeituras na promoção de ações de combate ao trabalho infantil.

“É fundamental. A vida das crianças se dá no território das cidades. Se a prefeitura não estiver envolvida, é muito difícil conseguir uma ação estruturada. Não adianta uma ação do Ministério Público sozinha. É preciso uma ação integrada porque muito do contexto onde está envolvido o trabalho infantil tem a ver com a cultura e as condições locais. A ação integrada precisa ser feita para que a gente trabalhe a família, inclua a criança na escola e garanta que elas não sejam submetidas a trabalho, o que muitas vezes faz parte da própria cultura local”, explicou.

Ações

Entre as ações que serão desenvolvidas pela prefeitura de Caruaru, a tucana destacou o aumento do número de creches e pré-escolas, a criação de espaços de acolhimento a crianças no município e estratégias de sensibilização de bares e restaurantes contra a prostituição infantil e venda de bebidas alcoólicas.

“Aqui em Caruaru temos muita feira. As mães trabalhadoras acabam levando seus filhos porque não têm onde deixá-los. Precisamos alargar a base de creches e pré-escolas e garantir que as crianças estejam acolhidas nas unidades escolares. São estratégias importantes e serão feitas em parceria com o Conselho Tutelar e Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente. Os próprios conselheiros são os braços operacionais dessas ações, que são sistemáticas”, destacou.

Segundo Raquel Lyra, a prefeitura também pretende aumentar a rede de educação integral, qualificando os profissionais e garantindo que os jovens permaneçam nas escolas. A prefeita afirmou que, na virada do ano, foram abertas 600 novas vagas de pré-escola para crianças de 4 e 5 anos, mas a previsão é que esse número cresça.

“O trabalho da gente como prefeitura é buscar cada uma dessas crianças e garantir que elas estejam na escola e permaneçam lá, que não troquem escola pelo trabalho, que não saiam mais cedo da escola para trabalhar. É o desafio que a gente tem: tornar a escola mais atrativa para os adolescentes, pois as elas disputam com o mercado de trabalho. Vamos trabalhar para abranger todas as crianças de 4 e 5 anos na escola e garantir a abertura da vaga de creches para pelo menos 8 mil crianças”, completou.

Atenção Redobrada

Como secretária estadual da Criança e Juventude, a tucana foi responsável pela criação do programa Atenção Redobrada, que ainda está em vigor e visa combater a exploração infantil em todas as suas formas. Segundo a prefeita, o projeto, que nasceu em 2011, criou diversos espaços de acolhimento com socioeducadores que acolhiam as crianças enquanto a mãe trabalhava.



“A gente trabalhou essa ação em todos os circuitos de grandes eventos de Pernambuco junto com as prefeituras, sensibilizando os conselhos tutelares para trabalhar com a rede hoteleira e de bares sobre esse tema. Nos espaços de grandes eventos, criamos lugares de acolhimentos para crianças filhas de trabalhadoras junto ao Ministério público e o Conselho Tutelar. Essas mães não têm oportunidade de deixar as crianças sozinhas, tampouco deixar de trabalhar porque precisam ganhar seu sustento. Pensando nisso, criamos esses espaços”, afirmou.

PSDB se organiza para defender Minas Gerais dos desatinos do PT




Reunião das bancadas estadual e federal do PSDB dá início a movimento em defesa de Minas Gerais


Ideia é unir forças de oposição no combate ao desastroso governo petista e na construção de um projeto para resgatar as boas práticas políticas e administrativas no Estado

Em reunião realizada na Casa de JK na noite de segunda-feira (06/03), integrantes das bancadas de parlamentares estaduais e federais do PSDB de Minas Gerais fizeram uma avaliação do atual cenário político em Minas e no Brasil e deram início às discussões com vistas às eleições de 2018.

Comandado pelo presidente do diretório estadual, deputado federal Domingos Sávio, e pelo presidente de honra do PSDB-MG, senador Antonio Anastasia, o encontro foi uma oportunidade para todos os participantes expressarem seus sentimentos com relação à atual conjuntura e também apresentarem ideias sobre como o partido deve atuar nos próximos meses para chegar de forma bem competitiva nas eleições gerais do próximo ano.

A avaliação unânime foi de que Minas Gerais vive atualmente um descalabro administrativo nunca visto e que cabe ao PSDB, como principal partido de oposição, liderar um movimento em defesa do Estado. “Para isso, temos que juntar forças com nossos aliados históricos, intensificarmos a oposição ao desastroso governo do PT e buscarmos o apoio da sociedade mineira em todas as regiões”, conclamou o presidente do PSDB-MG, Domingos Sávio, durante a reunião.

Em sintonia com a população

Durante a reunião, o senador Antonio Anastasia também destacou a importância da reaglutinação de forças para a construção de um projeto que leve em conta sobretudo os interesses de Minas e dos mineiros. “Temos pela frente um grande desafio e uma grande oportunidade, que é a defesa dos legados das administrações tucanas e o resgate da boa política tão cara aos mineiros”, destacou Anastasia, acrescentando que o sucesso dessa empreitada passará pela capacidade que o partido tiver de apresentar propostas que estejam sintonizadas com as aspirações da população.

A reunião contou também com as participações dos deputados federais Bonifácio Andrada, Eduardo Barbosa, Marcus Pestana e Rodrigo de Castro; dos deputados estaduais Antônio Carlos Arantes, Bonifácio Mourão, Dalmo Ribeiro, João Leite, Luiz Humberto Carneiro e Tito Torres; e dos suplentes de deputado Ana Maria de Resende Vieira, Célio Moreira e Rômulo Viegas.


Aécio : "Redução do juros ajudará o país a sair da recessão"





Redução do juros ajudará o país a sair da recessão’, diz Aécio Neves sobre Selic
Maria Lima - O Globo


BRASÍLIA - O senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, publicou uma nota em que celebra a decisão do Banco Central de cortar a Selic de 13% para 12,25% ao ano. Segundo o senador, a medida “ajudará o país a acelerar a saída da recessão”. A redução desta quarta-feira foi feita a fim de manter o ritmo acelerado de redução da taxa básica de juros da economia.

Segundo o senador, o “atual ciclo de baixa da Selic”, em referência à última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que já havia cortado os juros básicos de 13,75% para 13%, “tem tudo para ser sustentável e duradouro, ao contrário da irresponsável experiência do governo passado, com malfadados cortes feitos na marra que custaram caro aos brasileiros em termos de inflação”. O corte, entretanto, não foi o suficiente para retirar o Brasil do topo da lista de países com maiores juros reais do mundo (descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses).

“Temos agora diante de nós uma chance única de acabar com a anomalia dos juros altos, que tanto penaliza os brasileiros, onera os governos, atrapalha os investimentos e a geração de empregos. Tudo isso sem descuidar da alta dos preços. A condição para tanto inclui não fraquejar no ajuste das contas públicas e na reforma do Estado”, concluiu Aécio.



Leia mais: http://oglobo.globo.com/oglobo-20966850#ixzz4ZWCvCS6A

PSDB quer pessoas com deficiência incluídas na Lei de Cotas.



Legislação inspirada em projeto de Cássio “preenche lacuna” da Lei de Cotas, afirma jovem militante dos direitos das pessoas com deficiência

A inclusão das pessoas com deficiência na Lei de Cotas, proposta idealizada pelo senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), preenche uma “lacuna” existente na legislação que facilitou o acesso de negros, pardos e indígenas às instituições de ensino superior do país. A avaliação é de Patrick Teixeira Dorneles Pires, estudante universitário e militante dos direitos das pessoas com deficiência. Natural de Porto Alegre, mas vivendo há vários anos na Paraíba, Patrick tem mucopolissacaridose (MPS) IV, conhecida como Síndrome de Morquio, uma rara deficiência imunológica genética que geralmente limita o desenvolvimento dos membros inferiores e superiores dos pacientes.

Patrick tem 19 anos e está no segundo semestre do curso de geografia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Apesar de sua breve experiência no ensino superior, ele já pôde perceber que, proporcionalmente, o número de pessoas com deficiência nas salas de aulas das universidades é muito inferior à quantidade de deficientes em todo o país – de acordo com o censo de 2010, 23,9% dos brasileiros, ou 45,6 milhões de pessoas, declararam ter alguma deficiência.

“Na universidade, eu conheço alguns cadeirantes, algumas pessoas surdas, com cegos já tive contato também, mas são poucas. Na minha sala mesmo, me inscrevi num curso de libras [língua brasileira de sinais], e tem pouca gente na sala. Acho que não tem mais de 10 pessoas”, lamentou o estudante. “Esse projeto do senador Cássio passa a atender, com certeza, as pessoas com deficiência, que são 23,9% das pessoas no Brasil. Esse projeto preenche uma lacuna, a própria deficiência na Lei de Cotas”, celebrou Patrick.

Sancionada pelo presidente Michel Temer no final do ano passado, a lei que estende o acesso às cotas universitárias às pessoas com deficiência estabelece que o total de vagas reservadas às minorias deve ser, no mínimo, igual à proporção respectiva de pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência na população da unidade da Federação onde está instalada a instituição de ensino, de acordo com o último censo da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Patrick Teixeira acredita que a iniciativa do parlamentar tucano pode estimular outros gestores públicos no desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a população com deficiência no Brasil. “Quando tem uma lei assim, que lembra das pessoas com deficiência, com o sucesso dessa iniciativa do senadopolíticos, governantes, gestores, legisladores, também têm o incentivo de fazer novas leis que lembrem das pessoas com deficiência. Isso é fantástico em todos os sentidos”, analisou o jovem.

Dificuldades

Para o estudante, os obstáculos enfrentados no cotidiano pelos alunos com deficiência, desde os primeiros anos do ensino fundamental até o fim do ensino médio, desencorajam as pessoas com deficiência a continuar os estudos e ingressar no ensino superior. Patrick também avalia que o tempo gasto no tratamento das doenças desequilibram a competição por uma vaga nas universidades entre as pessoas deficientes e os alunos convencionais, motivo pelo qual a nova legislação dará, nas palavras do jovem, “um gás a mais” para as pessoas com deficiência buscarem uma vaga nas universidades.

“No meu caso, por exemplo, passei um quarto da minha vida em hospitais. Toda semana eu tenho que fazer tratamento, faço em média quatro horas e meia, e também tem os casos de pessoas nas ruas, que precisam se locomover com transporte público. Não há acessibilidade, os alunos se deparam com calçadas malcuidadas. têm todos os empecilhos para chegar na universidade”, avaliou.

Ele também contou que, durante o ensino médio, precisou repetir de ano duas vezes por conta das aulas perdidas todas as semanas para tratar a doença. Patrick conseguiu o certificado de conclusão de ensino médio após realizar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para poder continuar sua formação e ingressar na Universidade Estadual da Paraíba.

“No ensino médio, por precisar conciliar os estudos com o tratamento que eu faço até ter a cura, eu perdia meio dia da semana; na segunda-feira, fico a manhã toda no hospital. E por ser também militante da área da pessoa com deficiência, tenho que viajar seguidamente. Perdia muita prova, tinha que remarcar, ficava na recuperação, muitas vezes para estudar também é complicado. Essa lei de cotas vem ajudar muito. Pela pessoa ter esse problema de saúde, [com a nova lei] ela já ganha aquele tempo em que ela precisa se dedicar à saúde, ela ganha essa ajuda para ter acesso à universidade”, ressaltou.

Futuro

Com a consolidação da nova lei de cotas, Patrick espera ver, em um futuro próximo, as salas de aulas das universidades públicas do país com muito mais de estudantes com algum tipo de deficiência.

“Eu espero que, em breve, [a lei] já comece a mudar a realidade atual e mais pessoas com deficiência estejam na sala de aula, sejam elas cadeirantes, cegas, surdas, mudas. Que mais pessoas possam ter acesso, não só aos estudos, mas ao próprio mercado de trabalho. Hoje mesmo a gente já sente que muitas pessoas que já se formaram, estão preparadas, e o mercado de trabalho exclui as pessoas deficientes”, afirmou o militante, que além de cursar geografia quer estudar para ser advogado.

“Eu pretendo fazer direito, ser advogado e fazer algo que possa ajudar realmente na causa da pessoa com deficiência, que é minha bandeira”, revelou.

Consultoria prova acerto do PSDB em querer Estado mais enxuto






Um estudo realizado pela agência de classificação de risco Fitch revela que Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul – três dos estados em situação econômica mais delicada em todo o país – teriam suas dívidas com instituições financeiras reduzidas pela metade caso privatizassem suas principais estatais. As informações são de matéria do jornal Valor Econômico desta segunda-feira (30), que também revela que os débitos financeiros somados desses estados chegam a R$ 70 bilhões, enquanto o valor patrimonial de suas nove maiores empresas públicas é de R$ 34 bilhões.


O economista e deputado federal Adérmis Marini (PSDB-SP) acredita que o levantamento da Fitch mostra o acerto da postura do PSDB ao defender um Estado mais enxuto e focado em atender a população nas áreas essenciais. Para o tucano, as privatizações são uma importante opção para ajudar a resgatar a saúde financeira dos estados que vivem mais intensamente a crise econômica que assola todo o país.


“O Estado mostrou que é ineficiente para gerir uma série de ações e muitas vezes está deixando em falta a parte de educação, saúde, segurança, que é o básico”, ressaltou o tucano. “Essa é uma bandeira que o PSDB mostrou que era necessária, e agora esses três estados que estão em condições financeiras muito difíceis mostram que a política do PSDB estava correta. Uma política de saneamento de contas públicas depende de você diminuir o tamanho do Estado para focar naquilo que é essencial para o cidadão”, acrescentou.


O parlamentar paulista também destacou a boa situação das contas públicas de São Paulo, estado administrado pelo tucano Geraldo Alckmin, que mesmo em meio à recessão fechou o ano de 2016 com um superávit primário de R$ 1,5 bilhão. Para Marini, o dado comprova que as medidas adotadas pelo PSDB para a gestão pública são bem-sucedidas.


“São Paulo é um oásis nessa situação. Isso mostra que a gestão do PSDB é eficiente, com responsabilidade com as contas públicas, que não atrasa pagamento de funcionário público, e fechando inclusive com superávit. Isso mostra a responsabilidade do governador Geraldo Alckmin e os governos do PSDB”, afirmou o deputado.


Como destaca a reportagem, entre os três estados, o Rio Grande do Sul é a unidade federativa com o maior número de ativos que poderiam ser privatizados, com seis empresas estatais citadas pelo estudo da Fitch. Na sequência, aparecem Minas Gerais, com duas empresas, e o Rio de Janeiro, com apenas uma.


No caso do governo de Minas Gerais, que é administrado por Fernando Pimentel (PT), as empresas destacadas como potenciais alvos de privatização são a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), que juntas somam um patrimônio líquido de R$ 20,12 bilhões.


O deputado federal Caio Narcio (PSDB-MG) acredita que, no caso mineiro, as privatizações de nada adiantarão caso não haja uma boa gestão dos recursos públicos por parte do governo estadual, atualmente sob comando de Fernando Pimentel (PT). Na visão do tucano, tanto a Cemig quanto a Copasa são empresas que vivem boa situação financeira e que não deveriam ser repassadas à iniciativa privada apenas para cobrir os erros cometidos pela administração petista.


“A Cemig e a Copasa são empresas superavitárias. O que acontece aqui [em Minas Gerais] é que a gestão do governo atual é muito ruim, a crise está em todo lugar. Então não adianta privatizar as empresas para poder solucionar a dívida se eles não fazem a gestão para organizar. Vendem [as estatais] e daqui a pouco têm a mesma dívida de novo. O que precisa ter é coordenação de gestão. A curto e médio prazo, se eles continuarem administrando da maneira como estão fazendo, inclusive com as empresas públicas, a Cemig e a Copasa não vão estar mais saudáveis”, advertiu Narcio.


Clique aqui para ler a matéria do Valor Econômico sobre o assunto.

Senador Aécio Neves aponta iniciativas bem sucedidas nos presídios de Minas Gerais



Em artigo, Aécio Neves aponta iniciativas bem-sucedidas que podem colaborar com debate sobre a crise carcerária

Em artigo no jornal “Estado de Minas” desse sábado (14/01), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) faz uma análise da crise carcerária brasileira e aponta suas raízes. “Entre 2003 e 2016, o Fundo Penitenciário dispôs de R$ 7,54 bilhões, de acordo com o Siafi. Desse total, apenas R$ 2,63 bilhões foram liberados pelo governo federal, o que equivale a 34,8%. O restante (R$ 4,91 bilhões) foi contingenciado”, informa o senador.

Aécio fala sobre as experiências adotadas em Minas e que foram levadas na última semana pelo tucano ao presidente Michel Temer como sugestão ao Plano Nacional de Segurança, que está sendo discutido pelo governo federal. (Leia matéria: Em encontro com Temer, Aécio propõe estímulo a PPPs no sistema prisional brasileiro)

“Diante da falência do sistema, não foram poucos os que, na mídia, se voltaram para iniciativas bem-sucedidas no país, cujas experiências possam colaborar com o grande debate nacional que precisa ser travado nessa área. Nesse sentido, duas experiências diferentes – uma criada e outra apoiada em nossos governos – têm chamado a atenção pelos bons resultados. A primeira PPP prisional do país e as Apacs”, escreveu Aécio Neves no artigo publicado na página 7 do”Estado de Minas”.

Para o senador, essas são experiências testadas e aprovadas, que devem ser consideradas ao lado de outras neste momento de crise “para interromper o dramático ciclo de tragédias anunciadas que envergonham nossa sociedade e cada um de nós.”

Leia abaixo íntegra do artigo


Experiências de Minas

Aécio Neves Senador

"As primeiras imagens que marcaram 2017 foram as dramáticas cenas de violência em presídios brasileiros. A brutalidade chocou o país. Alguns viram nelas o retrato do desespero. Outros, um arrogante desafio ao governo e à sociedade. O fato é que a dimensão da violência colocou o país frente a frente a uma realidade que muitos prefeririam ignorar. Tenho repetido que as prisões não podem ser um lugar de vingança da sociedade. Devem ser local de Justiça.

O sistema prisional brasileiro é desumano com o preso e ineficaz com a sociedade. Basta ver o alto grau de reincidência dos internos, fruto, em grande parte, da incapacidade do sistema de cumprir seu papel de ressocialização do detento.

A crise de hoje tem raízes nas decisões de ontem. Entre 2003 e 2016, o Fundo Penitenciário dispôs de R$ 7,54 bilhões, de acordo com o Siafi. Desse total, apenas R$ 2,63 bilhões foram liberados pelo governo federal, o que equivale a 34,8%. O restante (R$ 4,91 bilhões) foi contingenciado.

Diante da falência do sistema, não foram poucos os que, na mídia, se voltaram para iniciativas bem-sucedidas no país, cujas experiências possam colaborar com o grande debate nacional que precisa ser travado nessa área. Nesse sentido, duas experiências diferentes – uma criada e outra apoiada em nossos governos – têm chamado a atenção pelos bons resultados. A primeira PPP prisional do país e as Apacs.

Reconhecidas em Minas, as Apacs ainda são ignoradas em diversas partes do país. O modelo foi criado por brasileiros de bem, solidários, e tem resultados expressivos. E registro a importância fundamental do Poder Judiciário mineiro para o êxito dessa iniciativa. Na Apac, a rotina é humanizada ao máximo e é alcançado um resultado exponencial naquela que deveria ser a finalidade principal do sistema: a ressocialização do detento. Segundo o CNJ, a reincidência nas Apacs é de 8% a 15%, enquanto no modelo tradicional é de 70%.

Já o projeto de PPP penitenciária, iniciado em Minas em 2008, foi inspirado em um modelo inglês e foi consequência da percepção da necessidade de uma gestão profissional das unidades penitenciárias, por meio da aplicação dos conceitos de qualidade e eficiência, com foco em melhores condições para recuperação do preso.

A transparência também foi norteadora do modelo, que permite ao poder público total controle sobre os serviços prestados, a partir de 380 indicadores que dão clareza ao que é função do estado e o que são obrigações da empresa. A remuneração do parceiro privado depende desses indicadores, que incluem, por exemplo, a quantidade de internos que estudam e trabalham. O número de detentos por cela é previamente definido.

A ocorrência de eventos graves, como violência ou fuga, compromete a remuneração do parceiro. O estado tem controle sobre o que ocorre dentro da unidade e penaliza a empresa em caso de falhas no atendimento. O resultado é que, até hoje, em três anos de operação, nenhuma rebelião foi registrada, e parte significativa dos presos estuda e trabalha.

Esse projeto foi destacado, à época, como um dos projetos-piloto da Unidade Central de PPP do estado, que contou com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID, na consolidação de suas áreas de inteligência e governança corporativa.

São experiências testadas e aprovadas, que, ao lado de outras, devem ser consideradas neste momento de crise para interromper o dramático ciclo de tragédias anunciadas que envergonham nossa sociedade e cada um de nós."

Liderança e bom senso de Aécio Neves prevalece no PSDB de São Paulo






Em um movimento para tentar frear o fortalecimento do PSB no Estado, o PSDB paulista contrariou o governador Geraldo Alckmin e desistiu de eleger uma nova direção para a legenda em São Paulo. Com isso, prevaleceu uma determinação do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que prorrogou seu próprio mandato na presidência nacional do partido e estendeu a medida para todos os diretórios.


Alckmin, Aécio e o ministro das Relações Exteriores, José Serra, são cotados internamente como candidatos ao Palácio do Planalto em 2018.


Em uma reunião tensa na noite de segunda-feira, 9, - a qual a reportagem presenciou - o presidente do partido no Estado, deputado Pedro Tobias, justificou a decisão de ficar mais um ano à frente do Diretório Estadual com o argumento de que se "preocupa" com a sucessão ao Palácio dos Bandeirantes em 2018.


Segundo ele, o temor é de que Alckmin, para viabilizar sua candidatura à Presidência, faça uma aliança com os pessebistas em detrimento de um nome do PSDB em São Paulo. Dirigentes do PSB defendem que o atual vice-governador, Márcio França, seja o candidato apoiado pelos tucanos.


"O partido está em primeiro lugar. Minha preocupação é chegar o governador amanhã e fazer uma aliança com o PSB. Porque o governador sempre quer mais aliança, mas partido é partido, e governo é governo", disse Tobias. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo na semana passada, o dirigente havia feito outro discurso e afirmara que abriria mão de renovar o próprio mandato para defender a democracia interna.


Durante a reunião, Tobias também acusou o PSB de ter prejudicado o PSDB nas eleições municipais deste ano. Ele citou como exemplos os casos de Mauá e Guarulhos, cidades onde o PSB venceu candidatos tucanos.


Em outra declaração que evidenciou a divisão entre os tucanos, o presidente do PSDB paulista ainda reclamou da falta de apoio do partido ao vereador Mário Covas Neto (PSDB) na disputa pela presidência da Câmara Municipal paulistana. A bancada tucana seguiu orientação do prefeito João Doria, afilhado político de Alckmin, e votou no vereador Milton Leite (DEM), que se elegeu. "Muitas vezes a relação de aliança deixa alguém sacrificado. O PSDB fica nisso. Foi o caso da presidência da Câmara Municipal: o prefeito é nosso e ficamos de fora", disse Tobias na reunião.


Antes de articular sua permanência no cargo, o dirigente tucano consultou Serra e o senador Aloysio Nunes Ferreira, líder do governo Michel Temer no Senado. Adversários de Alckmin no partido, ambos chancelaram a iniciativa. Já Aécio não participou da articulação no diretório paulista.


Movimento


Tobias disse para aliados que mudou de ideia porque "identificou" uma movimentação nos bastidores do chefe da Casa Civil de Alckmin, Samuel Moreira, para tirar seu grupo do comando do diretório e instalar no lugar um grupo afinado com o PSB. Procurado pela reportagem, Moreira não foi localizado.


Pré-candidato à Presidência em 2018, o governador paulista tem o apoio dos pessebistas, que sinalizam até com a possibilidade de lançá-lo na disputa caso não se viabilize no PSDB. A contrapartida seria o apoio de Alckmin à candidatura de França em São Paulo.


Após Tobias dizer que haveria eleição interna, três tucanos se apresentaram para disputar o cargo, todos da estrita confiança de Alckmin: o secretário de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro; o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa; e o deputado federal Miguel Haddad.


A decisão de prorrogar o mandato no Diretório Estadual teve 18 votos favoráveis e três contrários, do deputado federal Vanderlei Macris, e dos estaduais Cauê Macris e Carlão Pignatari Tobias se absteve.


Na saída da reunião, um membro da Executiva próximo ao governador chamou a manobra de "golpe". Outro afirmou que o discurso "constrangeu" o governador e que Moreira levou "uma bicicleta" de Tobias.



Alguns membros do Diretório Estadual disseram que se sentiram constrangidos a votar a favor da prorrogação do mandato. Durante a reunião, membros da Executiva Estadual levantaram a possibilidade de apresentar uma moção de repúdio para registrar o descontentamento com a decisão pela prorrogação do mandato de Aécio. A sugestão, porém, nem sequer foi discutida. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Tempo/MG

PSDB cria jogo " Legado do PT" para nunca mais ser esquecido





AGÊNCIA ESTADO/OTempo


PSDB lança na internet jogo da memória com 'legado do PT'

Partido tucano tem investido em comunicações que reforçam a necessidade de o Brasil "superar" o período de administração petista, de olho nas próximas eleições presidenciais

O PSDB lançou na internet um jogo da memória online para criticar o PT e apontar que a legenda que comandou o País por 13 anos deixou um legado que "faz mal para o Brasil".

De olho em 2018, o partido tucano tem investido em comunicações que reforçam a necessidade de o Brasil "superar" o período de administração petista, reforçando o apoio ao governo de Michel Temer (PMDB) e de olho nas próximas eleições presidenciais.

Em artigo publicado na segunda-feira (2), o presidente nacional da legenda, senador Aécio Neves (MG), escreveu que o ano de 2017 representa a hipótese "um recomeço" após "a tormenta" da crise que gerou milhões de desempregados.

O game, que recebeu o nome de "Legado do PT - Para Nunca Mais ser Esquecido" foi lançado em uma página temática dentro do site do PSDB. Ao acessar, o internauta se depara com uma imagem dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e com oito peças para encontrar as imagens em comum.

Na abertura do site, o PSDB apresenta o jogo afirmando que "o governo petista foi marcado por escândalos de corrupção e incompetência". As imagens que compõe o jogo são acompanhadas com textos que apontam rombo R$ 300 bilhões nas contas públicas, caos na saúde, segurança e educação, 12 milhões de desempregados, cinco mil obras paradas em todo o País, além de outros "legados".

Ao completar o jogo da memória, o PSDB parabeniza o jogador e diz que "o que está em jogo é o futuro do País", afirmando que o Partido dos Trabalhadores causou um mal que não pode ser esquecido. "Agora que você já reforçou a sua memória, compartilhe o jogo com seus amigos. Quanto mais gente jogar, mais gente vai lembrar!", finaliza o texto.

http://www.psdb.org.br/


http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/psdb-lan%C3%A7a-na-internet-jogo-da-mem%C3%B3ria-com-legado-do-pt-1.1418937

Aécio Neves: "Abandonar Temer agora seria um equívoco grave"


Entrevista de Aécio Neves a Folha de São Paulo


NATUZA NERY
EDITORA DO PAINEL

Presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG) fez sua mais contundente declaração de apoio ao governo Temer. Ou é isso, ou o país afunda, indica o tucano.


"Um distanciamento do PSDB do governo neste instante custará imensamente caro ao país e, por consequência, ao PSDB", afirma. Em entrevista à Folha, o senador faz acenos a Geraldo Alckmin e tenta desmobilizar a agitação causada entre aliados do governador de São Paulo após a recondução do mineiro ao comando da sigla.


Como ambos são virtuais candidatos à Presidência da República em 2018, a prorrogação do mandato concedida a Aécio significaria, aos olhos de alckmistas, um atalho para eliminar o paulista do tabuleiro da sucessão, ideia que o tucano refuta.


*Folha - O sr. "pedalou" para seguir no comando do PSDB, como falam os alckmistas


Aécio Neves - O que ocorreu foi um gesto em favor da unidade do PSDB, feito às claras, com apoio de lideranças de todo o país, inclusive da maioria dos representantes de São Paulo na Executiva nacional. O PSDB tem essa tradição de prorrogar os mandatos por um ano exatamente para evitar disputas em anos em que elas não são convenientes. Não se justificam algumas preocupações exageradas de alguns companheiros do partido que não perceberam que o que estamos fazendo ao longo dos últimos anos é fortalecer o PSDB para transformá-lo no partido com maior inserção social do país. Mas é um episódio já superado e que não merece reparos pela forma como foi conduzido.


Mas a recondução não constava da pauta da reunião.


Não é verdade, talvez alguém distraidamente se esqueceu de olhar a pauta. Está lá em seu terceiro item a prorrogação da data das convenções. Isso foi amplamente negociado e discutido, e o resultado dessa discussão na qual 29 membros votaram favoravelmente [à recondução], com apenas dois votos contrários [de aliados de Alckmin], é uma demonstração de que esse sentimento é convergente no PSDB. O que eu vejo é que algumas figuras próximas, que eu respeito, do governador Geraldo Alckmin subestimam a dimensão da liderança do governador no partido. Independentemente de quem esteja na presidência, de ter ganhado ou não a eleição na capital do Estado, Alckmin é uma das maiores lideranças do país e com todas as condições de ser uma das alternativas do PSDB à sucessão presidencial. Não há vitoriosos nem derrotados.


Mas sem prévias?


A prévia pressupõe mais de um candidato. Disputas não são algo dramático para partido algum, ao contrário, podem ser instrumento de revitalização do partido, mas a minha percepção é a de que naturalmente as coisas caminharão de forma convergente, no momento certo. Eu não terei a menor dificuldade de apoiar um outro nome do PSDB que demonstre capacidade maior de unir o partido, mas principalmente de vencer as eleições. Já ficamos tempo demais fora do comando do governo central, o que não se mostrou bom para o país.


Se a eleição fosse agora, quem estaria mais bem posicionado, o sr. ou Alckmin?


Difícil dizer, pois a disputa não é agora. Eu reconheço que nós tivemos vitórias extraordinárias em todo o Brasil, em especial em São Paulo, mas não dá para você trazer para um ano ou dois anos antes da eleição um quadro que é mutável, é algo difícil de antecipar. Não é adequado e não interessa a ninguém trazer 2018 para antes de 2017.


E se Alckmin deixar o PSDB?


Não acredito nisso, porque seria contra a própria história do governador, que sempre colocou os interesses de São Paulo e do país acima dos pessoais. Figuras como Geraldo Alckmin, José Serra, Fernando Henrique e tantos outros que tiveram uma história de vida construída no PSDB têm uma dificuldade enorme de deixar o partido. Claro que essa é uma decisão pessoal, mas vejo como exploração natural da política, mas sem qualquer efeito prático, pelo que eu conheço do governador. Não vejo razão para ele não apresentar o seu nome [ao Planalto] pelo PSDB.


Outro ponto o separa de Alckmin: a aliança com Temer. Ele defende distância maior do PMDB...


A posição do PSDB é de responsabilidade com o Brasil. Portanto, abandonar agora pelas dificuldades eventuais que ele [Temer] enfrenta e em razão de preocupações com o que ocorrerá em 2018 será um equívoco extremamente grave. Nós apoiamos uma agenda de reformas que ajudamos a conceber e que está em curso no Congresso. Um distanciamento do PSDB do governo Temer neste instante custará imensamente caro ao país e, por consequência, ao PSDB.


Se o governo naufragar, o PSDB se afoga junto, não?


Se o governo eventualmente der errado, e acredito que essa não seja uma verdade absoluta, pois já tem colhido alguns êxitos, é preferível que isso ocorra apesar do apoio PSDB e não em razão da ausência do PSDB. Eu conduzirei o partido com as forças que eu puder ter para viabilizar essa agenda de reformas para que nós possamos atravessar o rubicão e chegar a 2018 com o país melhor. Vejo uma análise sempre muito pessimista desse cem dias de governo Temer. É preciso que se registre coisas muito importantes e inimagináveis poucos meses atrás: PEC do teto, reforma da Previdência que começa a tramitar, projeto do pré-sal para Petrobras voltar a gerar emprego, a proposta de reforma do ensino médio, a nova Lei das Estatais, a reforma trabalhista que está sendo negociada, a nova postura na política externa comandada por José Serra...


O sr. e Serra eram dois tucanos que não se bicavam, mas ele apoiou a sua recondução.


Lendas urbanas. O PSDB tem uma característica: por mais que existam disputas, nós nos gostamos, acredite nisso. No fundo, somos diferentes, de formações diferentes, mas gostamos de sentar e conversar sobre o mundo, de conversar sobre nada, sabe? São todos homens públicos, gente do bem. Nós nos gostamos e isso faz com que mais uma vez nos preparemos para disputar juntos em 2018.


Essa é uma novidade...


Serra é uma paixão avassaladora [risos].


Mas se o governo der errado, vocês tombam em 2018.


Se fôssemos colocar o nosso interesse eleitoral estratégico na frente dos interesses do país, talvez nós não tivéssemos apoiado o governo Temer, tivéssemos lavado as mãos, como fez o PT no governo Itamar Franco. Eu me sentirei muito mais à vontade de defender essa posição do que chegar lá em 2018 e ver que o governo eventualmente naufragou por falta de coragem do PSDB de enfrentar as dificuldades ao lado do presidente Temer. Quando nós apoiamos o impeachment, nós sabíamos que o PSDB não assumiria. Qual seria a nossa alternativa? No que depender de mim, nós estaremos até o final desse governo contribuindo com propostas. O PSDB deve estar lado de Michel Temer.


E por que nenhum tucano defendeu Temer após a delação do ex-executivo da Odebrecht atingi-lo diretamente?


Mas isso não é nossa responsabilidade. O nosso apoio se dá em torno de uma agenda oferecida por nós.


E as acusações da Odebrecht?


Nós não vamos interromper esse processo de apoio às medidas econômicas em razão de eventuais delações que ainda não foram sequer homologadas e sequer comprovadas. Fazer isso é compreender que essas investigações, por mais importantes que sejam, jamais serão maiores do que necessidade de recuperarmos a economia e gerarmos empregos. Não é uma delação de um delator que, por si só, se transforme em prova e, a partir daí, já em condenação. Essa é uma questão que o Brasil terá de discutir com absoluta serenidade, a diferença entre financiamento de campanha e corrupção. Os tribunais, o próprio Ministério Público e o Congresso Nacional terão de discutir com muita serenidade a diferença entre os dois.


Esse posicionamento é pela citação a tucanos nas delações?


Eu não sei em que termos foram essas citações, mas é um equívoco grave você tratar da mesma forma financiamento de campanha e corrupção ou enriquecimento ilícito.

Aécio reeleito presidente: "O partido estará unido em 2018"






O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), assegurou nesta terça-feira que o partido permanecerá unido após a decisão da Executiva Nacional tucana de reconduzi-lo ao comando da legenda e disse que a candidatura tucana ao Palácio do Planalto amadurecerá ao longo do próximo ano.


A recondução de Aécio à presidência do PSDB fortaleceu a posição do parlamentar mineiro na disputa interna para ser, mais uma vez, o postulante do partido à Presidência da República em 2018, ao mesmo tempo que tem potencial de gerar cizânia no ninho tucano com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que saiu fortalecido das eleições municipais deste ano e também é pretendente a ser candidato ao Planalto.


"Houve uma decisão da direção nacional do partido provocada por 22 diretórios estaduais, na verdade, seguindo algo que se transformou quase numa tradição no PSDB, a prorrogação por mais um ano dos mandatos da direção do partido", disse Aécio em entrevista à imprensa.


"Portanto, os mandatos que findariam em maio de 2017 estão prorrogados já até maio de 2018, algo absolutamente convergente e que vem retirar da pauta, da agenda de 2017 –um ano que, sabemos, extremamente delicado, com uma agenda econômica a enfrentar e o PSDB com a responsabilidade que tem em conduzir essa agenda –qualquer tipo de disputa ou de desentendimento dentro do partido", acrescentou.


(....)

"Eu acredito que em 2018 haverá aquilo que sempre houve no PSDB, por mais que haja uma certa torcida para divisões. Nós, em todas as eleições presidenciais, sem exceção, caminhamos juntos... A partir do ano de 2017, acho que vai amadurecer dentro do PSDB o sentimento de quem é aquele companheiro que tem as melhores condições para disputar e vencer as eleições", disse.


"Precipitar uma disputa que envolve inclusive Estados, um partido que se fortaleceu tanto nas últimas eleições, poderia levar inclusive a perda de quadros no ano que vem em razão da vitória de um determinado grupo político em um determinado Estado", acrescentou.


(....)

(Por Eduardo Simões, em São Paulo)


Matéria completa em:
Leia mais:
http://extra.globo.com/noticias/brasil/aecio-diz-que-psdb-ficara-unido-apos-ser-reconduzido-ao-comando-do-partido-20676647.html#ixzz4TUjzBrmr

Gestão eficiente: Serra quer que Aécio continue na presidência do PSDB



Serra defende que Aécio continue no controle do PSDB

O Ministro José Serra defendeu em entrevista à Folha que o senador Aécio Neves seja presidente do PSDB por mais um mandato


" Cheguei à conclusão de que, em relação à executiva nacional , a melhor hipótese é a de prorrogar o mandato de Aécio, porque ele tem sido um bom presidente e o PSDB teve o melhor resultado de sua história nas eleições municipais"


" Por outro lado, continuo reafirmando que não é bom antecipar disputas em relação a 2018. A nossa tarefa principal é manter a unidade e contribuir para que o governo Temer dê certo!

(...)

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/12/1839400-para-conter-alckmin-serra-defende-novo-mandato-de-aecio-no-psdb.shtml

Aécio mobiliza PSDB e ITV para orientar prefeitos eleitos em 2016



Com 804 prefeitos eleitos em todo o Brasil nas eleições municipais deste ano, sendo sete em capitais e 21 em outras cidades com mais de 200 mil eleitores, o PSDB mostrou a sua força nas urnas e consagrou-se como o partido mais votado pelos brasileiros. Passado o período de transição, no entanto, é hora de mostrar resultados. Com o intuito de debater os desafios que serão enfrentados por seus novos gestores, o PSDB e o Instituto Teotônio Vilela (ITV) irão promover, no dia 25 de novembro, o Encontro Nacional de Prefeitos Eleitos.

Além do presidente nacional do partido, senador Aécio Neves, e do presidente nacional do ITV, senador José Aníbal (SP), vão participar do encontro o presidente de honra do PSDB, ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, além de governadores, senadores, deputados federais, presidentes dos diretórios estaduais e outras lideranças tucanas, que transmitirão aos novos prefeitos do partido sua mensagem de confiança e responsabilidade.

“O PSDB vai governar um quarto da população brasileira. É uma enorme responsabilidade, que não é um desafio maior do que nós”, destacou o senador José Aníbal. “É um desafio que nós temos experiência e, mais do que experiência, muitos resultados apresentados. Para se ter uma ideia, os nossos quatro prefeitos de capitais foram reeleitos – Rui Palmeira (Maceió-AL), Firmino Filho (Teresina-PI), Zenaldo Coutinho (Belém-PA) e Arthur Virgílio (Manaus-AM). E elegemos mais três: Hildon Chaves (Porto Velho-RO), João Doria (São Paulo-SP) e Nelson Marchezan Júnior (Porto Alegre-RS). A crise já existe há dois anos, crescimento negativo, tudo isso, e eles mostraram que são bons gestores e conquistaram a confiança dos eleitores”, ressaltou.

O objetivo do encontro, segundo o presidente do ITV, é formar gestores excepcionais, que saibam lidar com os desafios da escassez de recursos e da necessária realização de políticas que sejam eficientes, seja na saúde, na educação ou na área social.

“É um encontro crucial porque nós vivemos em uma situação desafiadora. É uma crise profunda que o país vive, que impacta fortemente as finanças públicas e que requer do gestor atenção muito grande para que ele possa realizar aquilo que a sociedade espera dele: austeridade, transparência e políticas públicas de qualidade. Não é fácil o desafio, mas é viável, é possível”, disse Aníbal.

“O que nós vamos fazer nessa reunião é dialogar com todos os nossos prefeitos sobre o quanto importante e compensatória é a realização de uma política focada em contas públicas organizadas, com eficiência e austeridade, e ao mesmo tempo resultados”, completou o senador.

SERVIÇO

Encontro Nacional de Prefeitos Eleitos
Data: 25 de novembro de 2016, sexta-feira
Horário: das 8h30 às 13h30
Local: Auditório Petrônio Portela – Senado Federal (Entrada pelo Anexo 2 – Via N2)
Contato: (61) 3424-0555 (ITV)
encontro.prefeitos@itv.org.br

Sob o comando de Aécio Neves, o PSDB elegeu a maior taxa de sucesso de todos os partidos







Brasília (DF) – A votação expressiva do PSDB nas eleições municipais deste ano fez com que o partido fosse considerado o mais eficiente nas disputas: elegeu 47% dos seus candidatos a prefeito, a maior taxa de sucesso entre todas as legendas do Brasil. O cálculo considera o número de candidatos lançados pelos partidos e a quantidade de prefeituras conquistadas. Ao todo, 1.719 tucanos disputaram o pleito no 1º e 2º turno, e 803 foram eleitos.

Para se ter uma ideia da evolução nos quadros do PSDB, nas últimas eleições municipais, em 2012, o partido ficou em quarto lugar na quantidade de candidatos eleitos proporcionalmente, com uma taxa de sucesso de 43%. As informações são de reportagem publicada nesta terça-feira (01) pelo jornal Folha de S. Paulo.

Em contrapartida, o Partido dos Trabalhadores, atingido em cheio pelo escândalo da Operação Lava Jato, que chegou aos seus principais líderes, e pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, teve o mais baixo índice de aproveitamento de sua história recente. Com dificuldade para lançar novos candidatos e levantar recursos para suas campanhas, o PT conseguiu eleger apenas 254 dos 980 petistas que disputaram as eleições este ano. Com uma taxa de sucesso de 26%, o partido ficou na 13ª colocação.


Para o deputado federal Wherles Rocha (PSDB-AC), o desempenho expressivo do PSDB nas urnas é mais uma prova de que a população brasileira rejeitou o discurso petista, optando pela agenda da responsabilidade fiscal e social que o PSDB sempre priorizou.


“Esse crescimento do PSDB, que foi um crescimento expressivo, mostra que a população reprovou o modelo implantado pelo PT. A prova é que todos os partidos ligados ao PT encolheram. O PSDB, que manteve um discurso de responsabilidade fiscal, de equilíbrio, manteve um discurso distante desse que o PT adotou durante os 13 anos de governo, inspirou nessa eleição a confiança e a credibilidade da população. Não dá para colocarmos na vala comum o PT e o PSDB. Não é assim, o eleitor não viu assim. O eleitor mostrou que quer o discurso da responsabilidade, do equilíbrio fiscal, do respeito com a coisa pública, e esse discurso sempre foi do PSDB”, afirmou.

O parlamentar destacou que as urnas refletiram o desejo dos brasileiros pela coerência. “O PT encolheu quase 60%. O PSDB cresceu mais de 40%. O que eu vejo é que a população reprovou esse modelo que o PT implementou durante os últimos 13 anos, e a população se identificou nessa eleição com o discurso da coerência do PSDB”, disse.

O tucano acrescentou ainda que os escândalos a que o PT foi submetido nos últimos anos foram determinantes para o descrédito dos eleitores com o partido, e até para o fim do discurso petista de ‘proximidade com o povo’.

“O PT voltou às suas origens, ou seja, trabalhar contra tudo e contra todos. É bom lembrar que o PT votou e trabalhou contra a Constituição Federal, e estava errado. Trabalhou contra o Plano Real, estava errado. Trabalhou contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, e estava errado. Hoje, trabalha contra o Brasil novamente. Isso teve reflexos”, constatou Wherles Rocha.

“A população não quer mais a política ligada à irresponsabilidade, aos grandes esquemas de corrupção no Brasil – mensalão, petrolão e os outros tantos escândalos que aconteceram. Houve um enfraquecimento desse polo político, que representou o que tem a maior expressão no PT, e um crédito que a população deu ao discurso do PSDB”, completou o deputado.