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Incrível: Lula tambem "não sabe" quanto ganha por mês






O primeiro depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como réu da Operação Lava Jato, realizado na manhã desta terça-feira (14), foi marcado pelas mesmas justificativas incoerentes usadas pelo petista para se defender de acusações desde que virou alvo das investigações do Ministério Público Federal. Logo na primeira pergunta, ao ser questionado sobre sua renda líquida mensal pelo juiz Ricardo Leite, na 10ª Vara Federal, em Brasília, Lula não soube sequer dizer com precisão quanto ganha a cada mês.


De acordo com informações de reportagem da revista Veja, o petista alegou receber R$ 6 mil de aposentadoria, além de cerca de R$ 30 mil da LILS, sua empresa de palestras, que também é alvo por suspeita de recebimento de propinas. O ex-presidente ainda citou doações de seus filhos como parte de seus ganhos mensais, mas não respondeu com clareza em nenhum momento ao questionamento do juiz federal.


“Depois o advogado manda para o senhor o total de rendimentos. Eu mando por escrito. Pode chegar a R$ 50 mil, estou chutando, eu não sei. Tem doações dos meus filhos”, argumento o petista.


O deputado federal Nilson Pinto (PSDB-PA) criticou duramente as declarações dadas pelo ex-presidente. Na visão do tucano, as justificativas do petista comprovam o “estágio de degradação” tanto do próprio ex-presidente quanto do Partido dos Trabalhadores.


“Isto [fala de Lula] é ridículo. O Lula, como sempre, não sabe de nada, não viu nada, aliás nem foi ele que recebeu”, ironizou o parlamentar. “É uma posição lamentável de uma figura pública que ocupou o maior posto do país e que não tem sequer a responsabilidade de assumir com clareza os seus atos. É uma pena, é o estágio final da degradação da figura do ex-presidente e da figura do partido”, analisou Pinto.


Vitimização


Além da falta de clareza ao falar sobre seus ganhos mensais, Lula também voltou a se colocar em uma posição de vítima das investigações da Lava Jato. “Os dados são falsos. Há mais ou menos três anos tenho sido vítima quase de um massacre. Me ofende profundamente a insinuação de que o PT é uma organização criminosa”, disse o petista ao juiz Ricardo Leite.





Nilson Pinto acredita que esse tipo de narrativa, utilizada à exaustão não apenas por Lula como por várias figuras de destaque do PT, não surte mais efeito na população brasileira. “Obviamente que isto é uma aposta na alienação da população e na cegueira da justiça. Não pode ser outra coisa, não tem como se explicar uma posição desse tipo. Felizmente, a população está absolutamente de olhos abertos e antenada. Desta vez, tenho a impressão de que a população cansou e o PT e Lula chegaram ao fim da linha”, ressaltou o tucano.

Triplex de Lula era parte de propina ao PT, diz empresário



Segundo delação, imóvel seria abatido de créditos que partido tinha a receber por suborno em obras
São Paulo. O apartamento triplex em Guarujá (SP) destinado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria abatido das propinas que a OAS tinha de pagar ao PT por obras na Petrobras, disse o empresário Léo Pinheiro a investigadores da Lava Jato. O depoimento, revelado pela revista “Veja” e confirmado pela “Folha de S.Paulo”, consta da negociação de delação premiada de Pinheiro, que foi suspensa pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, após vazamento de trechos que mencionariam o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli.

A nova revelação vem um dia após o ex-presidente ser indiciado pela Polícia Federal (PF). No relatório, a PF acusa Lula de corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro no inquérito que investiga o triplex.

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“Ficou acertado que esse apartamento seria abatido dos créditos que o PT tinha a receber por conta de propinas em obras da OAS na Petrobras”, disse Pinheiro, sobre conversa com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto em 2010. “Nesse contato, perguntei para Vaccari se o ex-presidente Lula tinha conhecimento do fato, e ele respondeu positivamente”, completou.

Pinheiro afirmou ainda que a reforma feita no triplex pela OAS “não seria cobrada do ex-presidente”, porque seria abatida “também como uma retribuição dos serviços prestados por Lula com a OAS na área internacional”.

Em outra parte da delação, o empreiteiro tratou do sítio em Atibaia (SP) atribuído a Lula. Pinheiro disse que o petista solicitou “abertamente”, em 2014, uma reforma no sítio, sem perguntar quanto custaria nem mencionar como seria paga. Da mesma forma, disse, ficou “implícito que a OAS atuaria e seria remunerada com o abatimento dos créditos com o PT e em retribuição ao serviço prestado por Lula em favor dos negócios internacionais da empresa”.

Pinheiro disse ainda que contratou Lula para uma palestra na Costa Rica, em 2011, por US$ 200 mil. A OAS tinha interesses no país e Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, havia dito que o petista poderia “influenciar autoridades locais em prol dos negócios da OAS”. Após a palestra, segundo Pinheiro, Lula o levou a um jantar com a então presidente Laura Chinchilla.

Em outra parte da delação, Léo Pinheiro disse que pagou caixa 2 à campanha de Dilma em 2014, por meio de contrato fictício com a agência de comunicação Pepper. Foram três parcelas de R$ 239,3 mil, segundo Pinheiro, valor solicitado pelo então tesoureiro Edinho Silva “para o pagamento de despesas da campanha”. Por fim, Pinheiro disse que, a pedido de Okamotto, custeou a armazenagem de bens pessoais de Lula a partir de 2010, em troca de ajuda para a OAS no exterior.

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http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/triplex-de-lula-era-parte-de-propina-ao-pt-diz-empres%C3%A1rio-1.1362347

Aécio repudia a nomeação de Lula Ministro



O senador Aécio Neves (PSDB-MG) publicou, em sua conta no Facebook, uma mensagem de repúdio à nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo de Ministro da Casa Civil.

Ele afirma, na nota, que o país está sem governo e que continuará apoiando o impeachment da presidente Dilma. Leia, abaixo, a mensagem de Aécio:

"Sob todos os aspectos, é absolutamente condenável a nomeação do ex-presidente Lula para a Casa Civil.

 Do ponto de vista da presidente, é a abdicação definitiva de seu mandato.

Do ponto de vista da economia, pode representar uma tentação irresistível ao populismo e à irresponsabilidade fiscal que nos trouxeram a esse calvário que vivemos hoje.E, do ponto de vista político, passará sempre certeza de ser uma tentativa de interferir de forma direta na Operação Lava Jato e nas investigações do Ministério Público de São Paulo.

De tudo isso resta uma constatação: no Brasil não há mais governo. 

E por maiores que sejam os malabarismos que se façam, enquanto a presidente da República estiver no cargo, não há possibilidade de um novo recomeço para o país.

Continuaremos firmes no apoio ao impeachment e na expectativa de que o TSE cumpra seu papel. -

 Aécio Neves"

Aécio : " Instituições não podem ser atacadas"



Ao comentar a denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo à Justiça contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou nesta quinta-feira (10) que, nessa hora, é necessário ter "serenidade para apresentar resposta a questionamentos".

"Acho que todos temos que ter nessa hora serenidade para apresentarmos resposta a todos os questionamentos. Isso serve para todos. Eu me incluo entre essas pessoas. Tem que haver espaço a ampla defesa. O que não podemos fazer numa hora como essa é ter como defesa o ataque às nossas instituições", disse o presidente do PSDB.

O petista é acusado de ocultação de patrimônio, uma modalidade do crime de lavagem de dinheiro, e falsidade ideológica no caso do tríplex em Guarujá, no litoral paulista, conforme a denúncia do MP apresentada na noite de quarta (9).

Também foram denunciados a mulher de Lula, Marisa Letícia, e um dos filhos do casal, Fábio Luís Lula da Silva, esses dois acusados apenas de lavagem de dinheiro.

Se aceita a denúncia pela Justiça, Lula passa a ser réu numa ação criminal.

Nesta quarta, o advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, disse à Folha desconhecer o conteúdo da denúncia, mas criticou a apuração e destacou que a "ação só confirma a parcialidade com que o assunto está sendo conduzido".

Aécio aproveitou para fazer ataques ao governo petista, a quem culpou pelas crises econômica, política e social. "Só as nossas instituições sólidas vão nos tirar da crise. O Congresso funcionando, fazendo seu papel, a Justiça, o MP, a PF. É uma decisão de um promotor que tem que ser respeitada e cabe a quem foi acusado apresentar sua defesa".

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/institui%C3%A7%C3%B5es-n%C3%A3o-podem-ser-atacadas-diz-a%C3%A9cio-1.1254476

Choque entre Dilma e PT mostra fragilidade do governo



Choque' entre Dilma e o PT mostra fragilidade do governo

Bruno Moreno - Hoje em Dia

A saída de José Eduardo Cardozo (PT) do Ministério da Justiça é a mais recente marca do isolamento do governo Dilma Rousseff (PT) em relação ao Partido dos Trabalhadores. Se a presidente já dava sinais de que governa sem considerar os pedidos do partido dela, agora pode se distanciar ainda mais.

Cardozo era o último petista dentre os seus aliados mais próximos. Em função da operação “Lava Jato”, sofreu forte pressão do partido para limitar a atuação da Polícia Federal, mas não atendeu aos pedidos.

Sua saída (veja infográfico e matéria ao lado) e os recentes desentendimentos de Dilma com o PT, assim como os agravantes da crise econômica, trarão uma nova configuração para o cenário político nacional.

O deputado federal Julio Delgado (PSB/MG), oposição a Dilma, avalia que a saída de Cardozo é um sinal do enfraquecimento do PT no governo dela. Mas ele até mesmo acredita que essas movimentações podem ser um sinal de que Dilma quer diminuir a importância do PT no governo federal.

“Emaranhado”

“A Dilma pode até encontrar um ponto de chamar a sociedade para fazer um governo de União nacional, e mudar algumas coisas que ela está segurando por conta deles (PT). Ela pode aproveitar a oportunidade para ter governabilidade, com estabilização econômica, fazer as reformas estruturantes, a da Previdência, o ajuste fiscal, a ponto de sair desse emaranhado”.

Já o deputado Rodrigo de Castro (PSDB/MG) avalia que a liberdade com que os delegados da Polícia Federal atuam na operação “Lava Jato” é um dos principais motivos para o racha entre Dilma e o PT.

“Dilma está com uma agenda desconectada do ideário petista por conta das crises política e econômica que o PT ajudou a criar. Nesse momento, o PT era parceiro. Quando ‘a casa caiu’, o PT não quer mais. É como um noivo que só quer os bons momentos”, avalia.

Nesse cenário, o deputado acredita que será ainda mais difícil a aprovação das medidas do ajuste fiscal, como a reforma da Previdência e a CPMF.

Em relação à troca no comando no Ministério da Justiça, Rodrigo de Castro acredita que a liberdade com que os investigadores trabalham será mantida. “Se até agora não exerceram um controle sobre a Polícia Federal, não será agora que conseguirão colocar essa pressão”, avalia.

Já o deputado federal por São Paulo Paulinho da Força (Solidariedade) avalia que a troca no Ministério da Justiça pode impulsionar o processo de impeachment. “Se Dilma permitir isso (o cerceamento do trabalho da PF na 'Lava Jato'), o impeachment ganha mais força. Não vamos aceitar que um partido político trabalhe para livrar o Lula e a Dilma”, afirmou em nota.

Lealdade

Na opinião do deputado federal Reginaldo Lopes (PT/MG), não há distanciamento entre Dilma e o PT e essa crise entre a presidente e o partido seria alimentada pelo PSDB e pelos oposicionistas do PMDB.

No entanto, ele reconhece que há interesses dissonantes entre eles e, indiretamente, cobra maior participação de ideias petistas no governo Dilma.



Editoria de Arte/Hoje em Dia






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O castelo de areia do lulopetismo está desabando




O Certo e o Errado


Fernando Hemnrique Cardoso


O castelo de areia das grandezas do lulopetismo está desabando ao sopro da crise econômica e da Lava-Jato, como tantas vezes escrevi. Em meio ao desmoronamento, o lulopetismo procura embaçar a vista de quem assiste à sua queda dizendo que tudo não passa de uma trama “da direita” para desacreditá-lo por ser “de esquerda”.

Para desmontar a farsa, vale a pena ler a entrevista dada às páginas amarelas da “Veja”, na semana passada, por José de Sousa Martins, importante sociólogo e insuspeito de ser “de direita”. Martins diz que, no caso do PT, a dicotomia direita/esquerda provém da metamorfose do pensamento católico, que separa os bons dos maus, os fiéis dos que não creem. Há na matriz do petismo um reducionismo que transforma os adversários em inimigos e tem dificuldade de lidar com nuances de opinião. É a essa matriz que o lulopetismo busca retornar, agora como farsa.

Sobre a “esquerda” e a “direita” no Brasil, há anos eu repito a frase que ouvi do historiador Sergio Buarque de Holanda quando examinava uma tese de livre-docência sobre a política brasileira no Império. No trabalho, o autor confrontava o pensamento liberal, conservador e progressista. Sergio, referindo-se a um personagem simbólico de nossos conservadores naquele período, perguntou com certa ironia ao candidato: “você acredita que Bernardo Pereira de Vasconcelos lia Edmund Burke (um clássico do conservadorismo inglês, que via com maus olhos a Revolução Francesa)”? “Não”, respondeu o próprio Sergio, ele não era um verdadeiro conservador, não defendia ideias; ele era apenas um “atrasado”. Boa parte dos atuais lulopetistas tampouco é de esquerda, defende ou crê apenas em noções atrasadas.

Mas a disputa política não é uma batalha para ver quem são os mais bem informados. Ela sempre envolve percepções. Assim, o chavão dos “pobres versus ricos”, por mais que seja tosco, pode funcionar. Do mesmo modo pode aliciar muita gente o embuste de que a Lava-Jato seja uma manobra para perseguir os deserdados da fortuna em favor dos poderosos, como se os poderosos nos últimos 13 anos não tenham sido eles, em ligação corrupta com parte da elite econômica e política.


Por isso, cabe aos políticos de oposição, na luta ideológica, continuar a desmantelar as fortalezas do atraso. Além de desmontar o argumento da “armação jurídica”, é preciso reduzir ao ridículo a ladainha de que a crise atual decorre de fatores externos: vejam só, dizem eles, estávamos certos, foram as ondas externas (não mais marolas, mas tsunamis) que nos afetaram. Tão certos pensam que estavam que, ao derrubar o ministro Levy, renasceu a esperança do “mais do mesmo”, ou seja, mais crédito e mais consumo (por quem já está endividado e muitas vezes com menos renda e não raro sem emprego).

O que está claro para quem tem alguma noção das coisas e da História pode ser turvo para o cidadão comum. Por isso a repetição petista de uma argumentação descabelada pode parecer inútil, mas não é; é uma tentativa de preservar a imagem de que só o PT defende os pobres e só ele se opõe ao capitalismo desumano. Convém persistir em mostrar que o que foi feito na política econômica petista não foi obra do inevitável, mas produto de erros crassos.

Erros que não remetem à divisão esquerda/direita, mas se explicam pelo atraso na compreensão da política econômica e pelo interesse em manter o poder e os bolsos dos partidos e de alguns de seus dirigentes recheados com dinheiro alheio, dinheiro do povo. Que medida no presente pode ser mais “de esquerda”, mais progressista, do que recuperar o emprego e o poder de compra da maioria da população? E como fazer isso sem debelar a inflação? E como debelar a inflação sem ajuste fiscal? E como garantir o emprego futuro sem reconquistar a confiança do setor privado, já que o Estado sem os capitais privados não pode assegurar a retomada do investimento?

Qual a alternativa “de esquerda” a essas medidas? O novo “pacote de crédito público”, versão envergonhada da política que pedalou a ilusão da prosperidade em 2013 e 2014 rumo à reeleição, e que resultou em mais dívida para as famílias e mais desarranjo das finanças públicas, esta preocupação “de direita”, que obceca os “neoliberais”?

Houve quem escrevesse, e o fez em inglês, que às vezes há uma confusão no senso comum entre os conceitos políticos de esquerda e direita (right) e as noções corriqueiras de certo (right) e errado. As políticas de crescimento econômico do lulopetismo não foram “de esquerda”, mas certamente foram erradas.

É importante repisar isso para mostrar que as políticas de distribuição de renda precisam ser sustentáveis para produzir resultados duradouros. Muito do que foi conquistado desde o Plano Real está hoje ameaçado. Para amenizar o drama da terrível crise atual, é preciso manter a rede de proteção social que foi tecida em meu governo e reforçada no governo Lula. Mas é urgente corrigir os desatinos fiscais do lulopetismo, desaparelhar o Estado, reconquistar a confiança da sociedade e retomar a agenda de reformas que o lulopetismo abandonou em favor de anabolizantes pró-crescimento que produziram medonhos efeitos colaterais para o país. Só assim será possível retomar a trajetória que corresponde às aspirações da Constituição de 1988, contra a qual o PT votou, por julgá-la conservadora: um Brasil democrático, não apenas mais desenvolvido, mas so

Há forças capazes de corrigir os desatinos cometidos. Para isso, é preciso que lideranças não comprometidas com o lulopetismo, apoiadas pelos grupos sociais que nunca se deixaram ou não se deixam mais seduzir pelo seu falso encanto, assumam a sua responsabilidade histórica, dentro da Constituição, para fazer o certo em benefício do povo e do país.

PSDB quer criar CPI para investigar Lula




PSDB tentará criar CPI sobre a Bancoop para investigar Lula

Estadão Conteúdo


Com as investigações da Operação 'Lava Jato' apertando o cerco ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PSDB tenta viabilizar a criação de uma CPI para apurar irregularidades envolvendo a Bancoop (Cooperativa Habitacional do Sindicato dos Bancários).

Deputados discutem com os correligionários do Senado a possibilidade de formar uma comissão mista de investigação, mas, caso a ideia não prospere, contentam-se com um colegiado apenas na Câmara.

Dentre as principais estratégias da oposição a Dilma Rousseff e ao PT neste ano está a criação de CPIs com potencial de desgastar o partido e a presidente. Até março, devem ser abertas três vagas de CPI na Câmara. A primeira a ser instalada deve ser a do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), a segunda será a da Fifa e a terceira, por ordem de inscrição, seria do DPVAT, que pode ser derrubada para dar lugar a uma CPI que mire a Bancoop.

O alvo da CPI, por trás da cooperativa, seria o ex-presidente Lula e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que está preso em Curitiba por causa da Operação Lava Jato e foi presidente da Bancoop.

A mulher do ex-presidente Lula, Marisa Letícia, comprou cotas da cooperativa para o condomínio Solaris, no Guarujá (SP), empreendimento que foi assumido pela empreiteira OAS, investigada pela Lava Jato, após a falência da Bancoop. Segundo a defesa de Lula, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro foi quem teve a iniciativa de fazer a reforma em um tríplex que caberia ao casal Lula da Silva. Porém, ainda conforme a assessoria, o petista nunca soube dos valores da obra.

Em nota, a assessoria também confirmou que Lula chegou a visitar o condomínio Solaris junto com Léo Pinheiro.

Ministro

Nesta terça-feira, 2, em reunião com líderes da base aliada da Câmara, o chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, fez um desabafo aos presentes. Segundo alguns líderes ele se queixou do que chamou de "perseguição ao ex-presidente Lula". Citou ocasiões em que disse ter sido alvo de acusações que foram "estampadas", porém nunca comprovadas, e pediu a união de todos na defesa das propostas do governo Dilma Rousseff.

Wagner se referia a mensagens de telefone interceptadas por investigadores da Lava Jato que apontaram a relação dele com Léo Pinheiro, um dos condenados por participação no esquema de corrupção da Petrobras.

O jornal O Estado de S. Paulo revelou no mês passado diálogos entre os ministro e Pinheiro durante a segunda gestão Wagner (2011-2015) no governo da Bahia. Os investigadores suspeitam que parte das conversas trate de doações para a campanha petista na disputa pela prefeitura de Salvador. Wagner nega qualquer irregularidade nas conversas.

http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/psdb-tentara-criar-cpi-sobre-a-bancoop-para-investigar-lula-1.376783

Análise do ITV: "Condomínio fraudulento"






Com a deflagração de mais uma fase da Operação Lava Jato, as instituições avançaram ontem um pouco mais no intento de passar o país a limpo. As investigações em marcha se aproximaram ainda mais de Lula. Mas revelam também que, quando o que está em jogo é dinheiro, o PT e seus satélites são verdadeiros algozes dos trabalhadores.

No centro das investigações da Lava Jato agora está o tríplex à beira-mar que a OAS preparou para receber a família do ex-presidente. O Ministério Público de São Paulo também já estava no encalço de Lula, sob a suspeita de que a cobertura no Guarujá (SP) nada mais é do que um mimo dado pela construtora ao ex-presidente. Ou seja, propina disfarçada.

Desde que o caso veio a público, em reportagem d’O Globo de dezembro de 2014, Lula tenta brecar as revelações. Ele chegou a mover processo contra jornalistas do jornal e, no fim do ano passado, teve um pedido de indenização negado pela Justiça do Rio. A verdade incomoda.

Os novos passos da investigação da Lava Jato baseiam-se na constatação de que o tríplex foi integralmente preparado pela empreiteira para atender o gosto do freguês e receber Lula e família com conforto faraônico de frente para o Atlântico. Enquanto os demais imóveis eram entregues a seus proprietários no osso, o do líder petista sofreu reforma de R$ 777 mil.

Reforçam a constatação os depoimentos de um engenheiro dado ontem ao Jornal Nacional e o de um primo de Luiz Gushiken publicado hoje pelo Globo. Ambos não têm dúvidas: o tríplex era de Lula e a OAS ingressou no empreendimento falido da Bancoop para concluir as obras após interferência do ex-presidente.

A lista de pessoas apanhadas ontem pela Lava Jato mostra como a cooperativa dos bancários – que já teve o hoje ministro Ricardo Berzoini e o ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto à frente – zelava pelos interesses de seus associados. Eles perderam os investimentos que lá fizeram, enquanto próceres petistas se davam bem: mais de 3 mil mutuários do Bancoop foram lesados em até R$ 170 milhões.

O tríplex de Lula e o beiço aplicado pela Bancoop nos seus associados exemplificam como age a máquina de levantar dinheiro para o PT. Os trabalhadores entraram na história aportando o suado dinheiro de suas economias e ficaram com o calote, enquanto aos mandachuvas do partido sobraram as benesses.

Tanto o entorno de Lula quanto o Planalto mostraram-se alvoroçados ontem. Dilma Rousseff, ecoando a recente carta-aberta dos advogados, viu ares de Idade Média nas investigações. São reações a um mesmo sentimento: o de que a Justiça e as instituições estão marchando fortes para punir quem transformou o Brasil num cofre a ser arrombado.r

http://www.psdb.org.br/condominio-fraudulento-analise-do-itv/

Afirmação de Lula sobre sua honestidade, é desonesta, garante Mara Gabrilli (PSDB-SP)



Brasília (DF) – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em café da manhã com blogueiros nessa quarta-feira (20), que “não tem uma viva alma mais honesta” do que ele. O encontro, que durou cerca de três horas, aconteceu na sede do Instituto Lula, em São Paulo. Para a deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP), a declaração do petista demonstra o tamanho da desonestidade do ex-presidente.

“Lula começa a ser desonesto nessa afirmação. Como ele pode falar isso de pessoas que não conhece? Que parâmetro ele usa para medir a honestidade dos outros e se achar superior a alguém? Ele já foi desonesto comigo, então essa frase é falsa”, afirmou.

De acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo desta quinta (21), o petista afirmou estar “tranquilo” quanto à possibilidade de que investigações de processos contra corrupção, como a Lava-Jato, cheguem até ele.

“Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste país, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da igreja católica, nem dentro da igreja evangélica. Pode ter igual, mas eu duvido”, disse o ex-presidente.

Durante a entrevista, Lula criticou também o uso das delações premiadas ao longo das investigações da Operação Lava-Jato. “O grande problema da delação premiada é que o grande prêmio para os delatores é envolver o Lula”, declarou.

A deputada tucana ressaltou ainda que a medida de honestidade do ex-presidente é “muito pervertida”. “Ele criticou algo que está mexendo com aquilo que ele se apropriou, que é do brasileiro, e não dele. É lógico que ele vai criticar, porque tem medo. Lula está sendo atingido de todos os lados pelas delações e, cada vez mais, vai perder espaço naquilo que ele se apropriou”, completou.

Contrassenso

Apesar de não ser, oficialmente, alvo da Lava-Jato, o ex-presidente já depôs na Polícia Federal (PF) na condição de “informante”. Lula ressaltou o fato de não existir ação penal contra ele: “Não acho que existe nenhuma possibilidade de ação penal, a não ser que seja uma violência contra tudo o que existe neste país”.

O deputado federal Delegado Waldir (PSDB-GO) questionou o motivo pelo qual o ex-presidente não citou no encontro com os blogueiros a relação de sua família com a corrupção.

“Ele deveria ter explicado como seu filho, Fábio Luís da Silva, o Lulinha, passou de um simples limpador de animais em um zoológico de São Paulo para uma das pessoas mais ricas do país. É um contrassenso absurdo ele se esquivar da corrupção, algo que está instalado em sua própria família”, ressaltou o parlamentar.

Lava Jato: Cerveró: Campanha de Lula de 2006 recebeu até R$ 50 Milhões de propina de Angola



Brasília (DF) – O ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró revelou à Justiça que a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição em 2006 contou com até R$ 50 milhões de propina. O dinheiro, segundo Cerveró, seria proveniente da aquisição de US$ 300 milhões de blocos de exploração de petróleo na África, em 2005.

Segundo documentos obtidos pelo jornal Valor Econômico, divulgados nesta segunda-feira (18), as informações foram prestadas a investigadores da Operação Lava-Jato antes de Cerveró ter fechado acordo de delação premiada, assinado em novembro do ano passado.

Para o deputado federal Delegado Waldir (PSDB-GO), integrante da CPI da Petrobras, a afirmação do ex-diretor, apesar de “extremamente grave”, não é “novidade”. “Durante os interrogatórios que fizemos na CPI já tínhamos plena convicção de que chegaríamos ao Palácio do Planalto. Vejo, neste momento, a necessidade da prisão do ex-presidente, um dos maiores criminosos deste país”, disse.

Segundo a reportagem, Cerveró contou que soube das informações por intermédio de Manuel Domingos Vicente, que presidiu o conselho de administração da estatal petrolífera de Angola, a Sonangol, e hoje é vice-presidente do país.

“Manoel Vicente foi explícito em afirmar que US$ 300 milhões pagos pela Petrobras a Sonangol, companhia estatal de petróleo de Angola, retornaram ao Brasil como propina para financiamento de campanha presidencial do PT em valores entre R$ 40 e R$ 50 milhões”, declarou, segundo o jornal.


Teia de aranha

O tucano destacou também a confiança na Polícia Federal (PF) e no Ministério Público Federal (MPF). Na avaliação dele, o ex-presidente Lula criou uma “teia de aranha criminosa” com o intuito de beneficiar não apenas os agentes políticos, mas também seus familiares.

“Infelizmente, o governo do PT foi instalado para dilapidar e roubar o país, não para gerir e administrar. Nós acreditamos, no entanto, que a justiça brasileira não terá parcialidade quando chegar ao capo desta organização criminosa, ou seja, ao ex-presidente Lula. O cidadão pode estar certo de que as revelações não irão parar”, afirmou.
psdb

Pesquisa aponta Aécio: Aécio teria mais que o triplo de votos de Lula em São Paulo


Aécio teria mais que o triplo de votos de Lula em São Paulo, mostra pesquisa
9 de janeiro de 2016


Uma pesquisa feita pelo Instituto Paraná Pesquisas no estado de São Paulo revela que o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, teria 58,8% das intenções de voto se disputasse um segundo turno de eleições presidenciais contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que somaria 17,7%. 
A intenção de voto no senador é superior ao triplo da obtida pelo petista.

Quanto ao impeachment de Dilma Rousseff, 66,3% dos paulistas são a favor e 70,8% consideram o procedimento um ato legal, dentro dos limites da Constituição, de acordo com a pesquisa

Bumlai, amigo de Lula revela: "A estrutura da Petrobrás era do PT"




'A estrutura da Petrobras era do PT', diz José Carlos Bumlai
Fausto Macedo, Ricardo Brandt e Julia Affonso /

Entre tantas revelações que fez durante seu interrogatório na Polícia Federal na segunda-feira, 14, uma em especial do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula, chamou a atenção dos investigadores. Ele afirmou que "a estrutura da Petrobras era do Partido dos Trabalhadores".

O delegado Filipe Hille Pace, da PF, insistiu para que Bumlai explicasse melhor sua afirmação. Ele disse. "Sabia que o partido indicava grande parte dos nomes para ocupação de cargos essenciais."

A Operação Lava Jato, até aqui, trabalhava com informações de que a influência do PT na Petrobras teria ficado restrita à Diretoria de Serviços - com a nomeação do engenheiro Renato Duque, suposta indicação do ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu (Casa Civil/Governo Lula), ambos capturados por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro.

Outras unidades estratégicas da estatal, durante o reinado da corrupção e dos desvios (2004/2014), foram administradas por outras agremiações políticas - PP dominou a Diretoria de Abastecimento e o PMDB controlou a Internacional, aponta a Lava Jato.

A Operação Passe Livre, desdobramento da Lava Jato, foi deflagrada em 24 de novembro e colocou na cadeia o amigo de Lula. Amigo de churrascos e boa prosa durante longos anos.

Num primeiro depoimento, na sexta-feira, 11, José Carlos Bumlai negou tudo. Disse que os R$ 12 milhões que tomou emprestado no Banco Schahin, em outubro de 2004, cobriram dívidas suas. Negou taxativamente que o dinheiro tivesse sido repassado para o PT.

Na segunda-feira, 14, mudou a versão. Abriu o jogo. Disse que o real destinatário dos R$ 12 milhões era mesmo o PT. Incluiu em seu relato o poder do PT na Petrobras entregue ao esquema de cartel e propinas. Acrescentou que "sabia que havia indicação por parte de outros partidos da base governista."
http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/a-estrutura-da-petrobras-era-do-pt-diz-jose-carlos-bumlai-1.367185

Aécio seria eleito em todos os cenários




AÉCIO SERIA ELEITO EM TODOS OS CENÁRIOS, ATÉ CONTRA LULA; VEJA OS NÚMEROS DO DATAFOLHA
Marina Silva é a única que consegue rivalizar com Aécio Neves nesse momento, segundo pesquisa do instituto Datafolha.

Rejeição do ex-presidente Lula chegou a 47%


Quase um ano se passou do início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) e as especulações sobre a próxima eleição presidencial já começam a pipocar. Segundo pesquisa do instituto Datafolha, em um possível segundo turno entre o senador Aécio Neves (PSDB) e o ex-presidente Lula (PT), o tucano seria eleito com 51% dos votos contra 32% do petista.

A pesquisa foi realizada com 3.541 entrevistados, em 185 municípios, entre os dias 25 e 26 de novembro. A margem de erro, segundo o instituto, é de dois pontos percentuais.

O primeiro turno foi simulado de duas maneiras: no primeiro cenário, Aécio é o candidato do PSDB, no segundo, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, representa os tucanos. Lula pelo PT e Marina Silva pela Rede estão em ambos os casos.

As intenções de voto para o primeiro cenário cogitado na pesquisa deram as seguintes:

Aécio Neves 31%

Lula 22%

Marina 21%

Outros 7%

Não sabem 4%

Nenhum 15%

Já no segundo cenário*, substituindo Aécio por Alckmin, os resultados foram:

Marina 28%

Lula 22%

Alckmin 18%

Outros 9%

Não sabem 6%

Nenhum 18%




*A soma pode dar mais de 100 devido a arredondamentos, segundo a pesquisa

Também foram feitas simulações para a disputa de segundo turno.

Cenário 1: Aécio 51% Lula 32%

Cenário2: Alckmin 45% Lula 34%

Cenário 3: Marina 52% Lula 31%

Cenário 4: Aécio 42% Marina 41%

Cenário 5: Marina 49% Alckmin 33%
Taxa de rejeição

Amado por uns e odiado por outros, essa pode ser a definição que mais cabe ao ex-presidente Lula no cenário político atual. Durante muito tempo, colocado em um pedestal não apenas no Brasil, como por muitas personalidades políticas e imprensa internacional, parece que o prestígio do ex-presidente esta se esvaindo, pelo menos segundo a pesquisa Datafolha.

De todos os nomes sugeridos como opção, Lula foi o que teve a maior taxa de rejeição. 47% afirmaram que não votariam de forma alguma no petista. O tucano Aécio ficou em segundo, com 24%. O vice-presidente, Michel Temer (PMDB), com 22%. Marina e Alckmin foram os que tiveram menor rejeição entre os principais nomes da pesquisa: 17% para ambos.

A crise política e econômica que o Brasil vive no governo da “pupila” de Lula também está manchando a imagem dos dois mandatos do ex-presidente, segundo a pesquisa.

Ao sair da presidência em dezembro de 2010, Lula gozava de máximo prestígio. Naquele mom.ento, 71% dos brasileiros consideravam o petista como o melhor presidente que o Brasil já teve. Na pesquisa mais recente, esse número caiu para 39%. Vale ressaltar que, mesmo com todas as controvérsias envolvendo o PT, e que respingam em Lula, o ex-presidente segue tendo a melhor taxa de avaliação entre todos os ex-governantes do Brasil

FHC: "Aécio é quem vai resolver os problemas do Brasil"



Em evento promovido nesta segunda-feira, 23, pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV), braço de formulação política do PSDB, o ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso criticou a falta de uma agenda que tire o País do atual cenário de crise. Sem citar nominalmente a presidente Dilma Rousseff (PT), o ex-presidente tucano disse: "Se o chefe do Executivo não se empenha, as coisas não andam, se não há agenda, as coisas não funcionam." E, virando-se para o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), que estava sentado ao seu lado na mesa principal do evento, disse: "Quem tem que resolver tudo isso é o Aécio", numa referência à sucessão da presidente Dilma Rousseff.


O evento, cujo tema são os caminhos para o Brasil na área da sustentabilidade e do meio ambiente, contou com a participação do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que também vem se colocando como virtual candidato tucano à sucessão presidencial. Por questões de agenda, Alckmin participou rapidamente da abertura do seminário e deixou o local antes do afago feito por Fernando Henrique a Aécio Neves. Tanto Aécio quanto Alckmin vêm trabalhando intensamente nos bastidores da legenda para se colocarem como alternativa à gestão petista no âmbito federal. No momento, Aécio detém a maior parcela de apoio nos diretórios da legenda em todo o País, mas Alckmin costura a adesão de outras legendas, como o PSB de seu vice governador Márcio França.

Em sua explanação, FHC disse que os problemas políticos do Brasil hoje são muito maiores do que os da economia. "Não sou tão pessimista assim, temos uma base econômica e tecnológica que permite vislumbrar um futuro maior. A condução política é que é o problema, muito maior do que a economia."

Também presente ao evento, o ex-secretário Municipal de Meio do Meio Ambiente de São Paulo e candidato do Partido Verde derrotado nas eleições de 2014, Eduardo Jorge, falou sobre a tragédia ocorrida em Marina, Minas Gerais. "É um caso gravíssimo, que ocorre num momento em que o Brasil está sem governo em Brasília", criticou. A exemplo de Aécio, ele disse que as empresas devem ser responsabilizadas pelo desastre e que, se houvesse governo no Brasil, as pessoas e o meio ambiente seriam tratados adequadamente.
http://www.noticiasaominuto.com.br/politica/159886/fhc-afirma-que-e-aecio-neves-quem-vai-resolver-problemas-do-brasil

Aécio lidera e vence Lula e Marina em pesquisa em todo Brasil




Aécio lidera intenção de voto espontânea, seguido por Lula e Marina

Estadão Conteúdo


O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), lidera a intenção de voto espontânea, caso o primeiro turno das eleições presidenciais de 2018 fosse realizado hoje, mostra pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) realizada em parceria com a MDA Pesquisa e divulgada nesta terça-feira, 27. O tucano recebeu 13,7% das intenções de voto. Em segundo lugar, aparece o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 7,9%, seguido pela ex-senadora Marina Silva (Rede), com 4,7%.

Mesmo não podendo se candidatar à reeleição novamente, a presidente Dilma Rousseff foi citada por 1,8% dos entrevistados. Ela está à frente do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), que teve 1,2% das intenções de voto espontâneas, seguido pelo senador José Serra (PSDB-SP), com 1,1%. Os três últimos lugares ficariam com o deputado federal Jair Bolsonaro, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa e Luciana Genro (PSOL), citados por 0,9%, 0,4% e 0,2%, respectivamente. Brancos e nulos totalizaram 17,3%, enquanto 47,9% dos entrevistados se disseram "indecisos".

Voto estimulado

Já em três cenários apresentados pela pesquisa de intenção de voto estimulada, Aécio Neves seria o único membro do PSDB que conseguiria chegar ao segundo turno. No primeiro cenário, o senador mineiro seria votado por 32% dos entrevistados, contra 21,6% de Lula e 21,3% de Marina Silva. No segundo cenário, com Alckmin concorrendo pelo PSDB, Marina ficaria em primeiro lugar, com 27,8% das intenções de voto, seguida por Lula (23,1%) e pelo governador paulista (19,9%). Com o candidato sendo Serra, o tucano também ficaria em terceiro lugar, com 19,6% dos votos. Em primeiro, ficaria Marina Silva (27,9%), seguida por Lula (23,5%).

Em um segundo turno com o ex-presidente Lula, todos os três possíveis candidatos do PSDB venceriam. Segundo a pesquisa, Aécio ficaria em primeiro lugar com 45,9% dos votos, contra 28,3% de Lula. Alckmin teria 36,4% dos votos, ante 30,2% do petista. Serra, por sua vez, venceria com 35,2% dos votos, contra 30,9% de Lula. Já em um segundo turno com Marina Silva, apenas Aécio venceria, com 37,7% dos votos, ante 32,9% da ex-senadora. Já Marina venceria Alckmin (25,9%) com 39,7% dos votos e Serra (26,8%) com 39,6%.

Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 136 municípios de 24 unidades federativas entre os dias 20 e 24 de outubro de 2015. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, com 95% de nível de confiança. Isso significa que, em 100 pesquisas feitas com a mesma metodologia, 95 terão resultados dentro da margem de erro prevista pelo instituto.
http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/aecio-lidera-intenc-o-de-voto-espontanea-seguido-por-lula-e-marina-1.355626

Aécio : Lula mente ao dizer que Dilma pedalou para pagar Bolsa Família"



Senador tucano questiona as pedaladas adotadas pela presidente
Foto: Estadão Conteúdo


Para Aécio, Lula mente ao dizer que pedaladas foram para pagar Bolsa Família
As manobras de atrasar pagamentos foram condenadas por unanimidade na semana passada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no julgamento das contas do governo da petista de 2014
Estadão Conteúdo
Redação Folha Vitória
Brasília - O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), acusou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aliados dele de mentirem ao dizer que o governo da presidente Dilma Rousseff foi obrigada a se valer das pedaladas fiscais no ano passado para garantir o pagamento de programas sociais, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida.

As manobras de atrasar pagamentos foram condenadas por unanimidade na semana passada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no julgamento das contas do governo da petista de 2014. A oposição pretende usar esse julgamento para pedir a abertura de um processo de impeachment contra Dilma na Câmara.

Aécio disse que o Tesouro Nacional teria recursos para pagar os programas sociais, mas não o fez deliberadamente. "Por quê? Ampliou outros programas com o objetivo eminentemente eleitoral, programas que deixaram de existir - Minha Casa Melhor é um deles, que durou um ano e pouco, logo depois das eleições; ampliou outros programas educacionais que eram importantes, que caíram pela metade, ou tiveram, como no caso do Pronatec, um milhão e meio de vagas suprimidas esse ano, única e exclusivamente para vencer as eleições", criticou.

Segundo o tucano, o governo transferiu para os bancos públicos responsabilidades que eram do Tesouro, contrariando o que prevê a Lei de Responsabilidade Fiscal. Citou ainda que houve a autorização, a partir de novos decretos, de novos gastos que "inflaram artificial e irresponsavelmente outros programas".

Em pronunciamentos no plenário durante esta tarde, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), e os senadores petistas Fátima Bezerra (RN), Jorge Viana (AC) e Lindbergh Farias (RJ) se valeram do mesmo argumento de Lula para justificar a não interrupção dos pagamentos dos programas sociais.

"Qual o crime maior? Deixar atrasar o Bolsa Família, o seguro-desemprego, o Minha Casa, Minha Vida, e contar, dentro de um contrato com os bancos públicos, com que eles pudessem fazer uma antecipação, ou simplesmente cumprir o que esse contrato determina? Sem dúvida, o crime maior - se é que houve crime, pois crime não houve - teria sido deixar a população sem ter acesso a programas sociais importantes como esse", afirmou Humberto Costa.

Aécio lidera pesquisa para presidente. Venceria Lula e Marina




BRASIL - Entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG), a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva e o ex-presidente Lula como candidatos à Presidência da República em 2018, o petista é o mais rejeitado deles em Santa Catarina. Se as eleições fossem hoje, 73% dos catarinenses não votariam no petista de jeito algum. Provável candidata da Rede, Marina também sofre grande resistência naquele estado: 42,1% dos eleitores disseram que recusam votar na ambientalista. 

Aécio é o menos rejeitado entre os catarinenses, com 17,8%. As estimativas são do instituto Paraná Pesquisas, realizada com amostra de 1.324 eleitores de Santa Catarina. A pesquisa também revelou que Lula ficaria em terceiro lugar em uma disputa contra praticamente todos os candidatos do PSDB já cotados à Presidência, que ficariam em primeiro, e Marina, em terceiro.

Supondo que o pleito fosse hoje, Aécio ficaria em primeiro, com 46,4%, seguido por Marina, com 12,6%, e Lula, com 12,2%. Jair Bolsonaro também foi cotado e, nesse cenário, ficaria em quarto lugar, com 5,6% das intenções de voto.

Se a disputa fosse contra o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o tucano ganharia o primeiro turno com 34%. Marina se fortaleceria, com 18,2%, seguida por Lula, com 12,3%. Nesse caso, o quarto lugar seria ocupado por Ciro Gomes, já que 6,9% dos catarinenses optaram pelo ex-ministro.

O senador José Serra teria desempenho melhor na disputa interna entre os tucanos paulistas. Ele é candidato o preferido de 37,2% dos catarinenses. Marina tem a intensão de voto de 16,6% dos entrevistados, e Lula, 11,9%. Nesse caso, Ciro Gomes e Jair Bolsonaro empatariam no quarto lugar, com 6,4% dos votos cada.

Avaliação do governo

O instituto também consultou a população catarinense sobre o governo da presidente Dilma Rousseff. O índice de reprovação à petista chegou a 88,3%. Apenas 9,4% dos entrevistados consideram sua gestão ótima ou boa.

(...)


http://www.regiaonoroeste.com/portal/materias.php?id=127717

PSDB quer Lula investigado




PSDB pede que Procuradoria investigue suspeitas contra Lula


O líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), protocolou nesta quinta-feira (1º) uma representação junto à Procuradoria-Geral da República para que suspeitas de prática de corrupção passiva pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sejam investigadas.

As suspeitas vieram à tona após a publicação de uma reportagem do jornal "O Estado de São Paulo" que afirma que a aprovação da Medida Provisória 471 –aprovada pelo Congresso em novembro de 2009 e que prorrogava incentivos fiscais de R$ 1,3 bilhão por ano para favorecer montadoras de veículos– foi "comprada".

Segundo Sampaio, "não é a edição desta medida provisória, que teve um importante papel para o país, que estamos questionando, mas sim, o fato dos responsáveis pela mesma terem obtido vantagem ilícita para editá-la. A investigação, por parte do Ministério Público Federal, é essencial pois estiveram envolvidos na confecção da citada MP 471 um ex-presidente da república, a atual presidente Dilma Rousseff e o senhor Gilberto Carvalho, que foi Ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência no governo de ambos".

Segundo a reportagem, dois escritórios de advocacia foram contratados por lobistas para atuarem pela edição da medida provisória 471.

Os dois escritórios, que confirmam terem atuado pela MP, mas negam terem feito lobby, são investigados por atuar para as montadoras no esquema de corrupção do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda.

Ainda segundo a reportagem, as empresas do setor negociaram pagamentos de até R$ 36 milhões a lobistas para conseguir do Executivo o tal "ato normativo", que, de acordo com as investigações, veio por meio da MP.
Mensagens mencionam a oferta de propina a agentes públicos e parlamentares para viabilizar o texto, em vigor até o fim deste ano. O jornal afirma que os papéis não trazem nomes de deputados e senadores que estariam envolvidos.

De acordo com o jornal, as empresas MMC Automotores, subsidiária da Mitsubishi no Brasil, e o Grupo Caoa -fabricante de veículos Hyundai e revendedora das marcas Ford, Hyundai e Subaru- contrataram os escritórios SGR Consultoria Empresarial, do advogado José Ricardo da Silva e Marcondes & Mautoni Empreendimentos, do empresário Mauro Marcondes Machado, para obter a extensão da desoneração fiscal até o fim deste ano.

Os incentivos fiscais expirariam em 31 de dezembro de 2010 se não fossem prorrogados.

José Ricardo, dono da SGR, é amigo e parceiro de negócios do lobista Alexandre Paes dos Santos, ligado à advogada Erenice Guerra, que foi secretária-executiva da presidente Dilma Rousseff quando ela era ministra da Casa Civil do governo Lula.

A ação do PSDB ainda solicita a apuração de participações da presidente Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil (para ser publicada, a MP passou pelo crivo de Dilma), de Luís Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente (que teria recebido de um dos escritórios envolvidos), e do então ministro Gilberto Carvalho (anotações de um dos envolvidos no esquema indicavam reuniões com Carvalho para tratar da medida).

FILHO DE LULA

Ainda de acordo com "O Estado de S. Paulo", Luís Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente, recebeu R$ 2,4 milhões em pagamentos da Marcondes & Mautoni Empreendimentos.

Ao jornal, ele confirmou os pagamentos –disse que prestou serviços na área de marketing esportivo, sem especificá-los, e alegou que sempre trabalhou com esporte, "exclusivamente na esfera privada"

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/10/1689101-psdb-pede-que-procuradoria-investigue-suspeitas-contra-lula.shtml

Gilberto Carvalho, ex -Ministro de Lula e Dilma: "O PT errou e tem que sofrer "




PT errou ao se envolver em escândalos de corrupção, diz Gilberto Carvalho

Agência Brasil
O ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Gilberto Carvalho afirma que o PT errou ao se envolver em escândalos de corrupção e que está pagando por isso. Para ele, o partido “tem que sofrer”. Em entrevista, nessa terça-feira (29), ao programa Espaço Público, da TV Brasil, ele se referiu à Operação Lava Jato e reclamou do que chama de “vazamentos seletivos” ou “interrogatórios parciais”.

“É duro ser apontado na rua, chamado de bandido, ter companheiros presos. Temos nossa cota de responsabilidade, temos que sofrer. Mas a grande pergunta é: por que os vazamentos da Operação Lava Jato só saem nas questões do PT? Os vazamentos estão sendo seletivos ou os interrogatórios são parciais? De qualquer forma, isso é errado”.

O ex-ministro disse ainda que a operação da Polícia Federal, que investiga pagamentos de propina na Petrobras, está “desmontando um processo oligopólico que sempre existia no Brasil”. Ele ressaltou que se essa estrutura de corrupção deixar de existir, então não “tem problema” o partido passar pelo que está passando.

Carvalho, que é presidente do Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria (Sesi), defendeu o veto da presidenta Dilma Rousseff ao financiamento de partidos por empresas, proibido pelo Supremo Tribunal Federal. Ele disse estar orgulhoso da decisão, cobrou a postura de todos os partidos e chamou de “hipócrita” aqueles que não levantarem a bandeira do veto à matéria.

“Estou orgulhoso da nossa presidenta e da decisão tomada pelo Supremo [Tribunal Federal]. Agora vamos ver quem é de fato a favor da corrupção. Quero ver o PSDB, o PMDB e o PT se posicionarem, porque quem quiser derrubar a decisão do Supremo é demagogo e hipócrita. Com esse veto [presidencial] e essa proibição [do Supremo] daremos um passo importante no combate à corrupção”, afirmou.




História do partido

Para ele, o PT teve que “seguir uma regra imposta” pelos outros partidos para conseguir chegar ao governo e aderir a esse tipo de financiamento, contrariando uma filosofia histórica do partido. “Nesse processo virtuoso, estamos sujeito a erros. Fomos nos burocratizando, nos afastando das lutas sociais, criando uma certa empáfia e seguindo a prática que condenávamos nos outros partidos. [Mas vejo que] não fosse a contratação milionária do Duda Mendonça [publicitário responsável pela campanha de Lula em 2002], não teríamos feito a campanha que fizemos, não ganharíamos e não faríamos as importantes mudanças que fizemos no país. Nós seguimos a regra do jogo que estava posta.”




Carvalho lembrou que o PT deveria ter proposto essa mudança após o processo do mensalão, o que acabou não ocorrendo. “Ao ver que sofremos as dores da corrupção, tínhamos que ter feito uma reforma política e colocado na pauta o fim do financiamento. Acho que estávamos tão envolvidos no projeto de mudança do país que não fizemos. Estávamos percebendo que o partido começava a apodrecer por dentro. Empresa não doa, faz investimento. Amarram o político a seus interesses.”




http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/pt-errou-ao-se-envolver-em-escandalos-de-corrupc-o-diz-gilberto-carvalho-1.349607


Aécio para Lula: "É preferível perder a presidência do que perder a dignidade"




Aécio Neves critica Dilma por negociar Ministério da Saúde em troca de apoio no Congresso

"Fazer trocas de ministérios com a lógica única e exclusiva de se manter no governo é um retrocesso que o Brasil não merece mais viver", diz Aécio.

"Fazer trocas de ministérios com a lógica única e exclusiva de se manter no governo é um retrocesso que o Brasil não merece mais viver", diz Aécio ao criticar a presidente Dilma e o PT pela nova negociação de cargos federais promovida pelo governo


O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, criticou, nesta quinta-feira (24/09), a presidente Dilma Rousseff por envolver o Ministério da Saúde, uma das pastas mais importantes para a população, no balcão de negócios montado pelo Palácio do Planalto em troca de apoio político no Congresso. Em entrevista coletiva, em Goiânia, onde participou de ato de filiação de várias lideranças regionais ao partido, Aécio afirmou que a reforma administrativa proposta pelo governo federal deveria seguir padrões de gestões eficientes e não as velhas práticas políticas da negociação de cargos e ministérios em troca de votos na base aliada do governo.

"O que o governo se dispõe a fazer neste instante, entregando áreas essenciais à vida dos brasileiros, como o Ministério da Saúde e o Ministério da Infraestrutura, para citar os que estão hoje nos jornais, em troca de 20 ou 30 votos no Congresso Nacional, é um desrespeito à população brasileira. Fazer a reforma administrativa, enxugar ministérios como propúnhamos durante a campanha eleitoral, deveria ter como lógica a melhoria da qualidade do serviço público. Novas metas, gente qualificada e preparada para que a saúde melhore, para que a educação e a segurança pública melhorem", afirmou Aécio Neves.
Saiba mais:

O presidente tucano e o governador Marconi Perillo comandaram, em Goiânia, o encontro do partido que recebeu, nesta quinta-feira, mais de 500 novos filiados. Entre eles, o vice-governador de Goiás Zé Eliton e 14 prefeitos. O ato contou com a presença de diversas lideranças nacionais e regionais.

Lula

Aécio Neves criticou também a declaração dada ontem pelo ex-presidente Lula sobre a perda de ministérios ocupados pelo PT, seu partido, para o PMDB. Lula disse que o PT preferia perder ministérios do que perder a presidência da República. Aécio criticou a declaração e disse que pior do que perder a presidência da República é perder a dignidade.

"O ex-presidente Lula deu uma declaração que está estampada nos jornais, uma declaração de que é preferível perder os ministérios do que perder a Presidência da República, referindo-se a esse balcão de negócios à luz do dia que se estabeleceu no Palácio do Planalto. Quero responder ao ex-presidente da República: muitas vezes é preferível perder a presidência da República do que perder a dignidade", afirmou o líder tucano.

http://www.onortao.com.br/noticias/aecio-neves-critica-dilma-por-negociar-ministerio-da-saude-em-troca-de-apoio-no-congresso,51886.php