DROPS MISTO

Twitter, Facebook, Instagram, Tik Tok, Youtube, são os nomes quentes de hoje. Mas ao buscar um nome para o meu Blog lembrei-me que quando criança gostava de DROPS MISTO. Aquele que tinha vários sabores, várias cores. Talvez um conjunto de sabores me diz melhor sobre a diversidade da vida. Sou cineasta porque o cinema trabalha com muitas formas de expressão artística. Essa diversificação de interesses será o tema de nosso Blog onde conto com vocês para um animado debate de temas atuais.

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Aécio, ao lado de FHC, aprova PEC que limita gastos do governo






Ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), declarou na tarde desta segunda-feira (10), o fechamento de questão da legenda a favor da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que estabelece limites de gastos públicos.


A PEC, principal aposta do governo Temer para tentar equilibrar o déficit nas finanças, estará em votação no plenário da Câmara nesta segunda-feira. A expectativa do governo e lideranças da Casa é de que se vote o primeiro turno da Emenda Constitucional até o final da noite desta segunda. A conclusão (segundo turno) deverá ocorrer em nova sessão prevista para os dias 24 e 25 deste mês.


"A votação da PEC do teto é fundamental para o Brasil encontrar um novo caminho, o equilíbrio das contas públicas, e a partir daí de maior confiança e retomada dos investimentos e empregos. Por isso, o PSDB, hoje na Câmara e amanhã no Senado vai fechar questão em favor dessa proposta", afirma Aécio em vídeo gravado no escritório de FHC, em São Paulo.


"Há momentos que é preciso dizer sim ou não. No caso do PSDB está dizendo sim à PEC do teto porque o Brasil precisa recompor sua fundação financeira. Se não houver essa recomposição, não vai haver emprego, não vai haver crescimento, as pessoas vão sofrer. Então o PSDB vai apoiar a PEC", ressalta Fernando Henrique Cardoso.

O encontro também serviu para que os dois tucanos realizarem uma avaliação dos resultados do partido na última disputa municipal. O PSDB foi o partido que mais cresceu em número de prefeituras ficando ainda na segunda posição, atrás do PMDB.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2016/10/10/ao-lado-de-fhc-aecio-diz-que-psdb-fecha-questao-a-favor-da-pec-do-teto.htm
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PSDB apresenta seu vídeo sobre seu Programa Nacional



O PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) lançou mão de uma histórica peça publicitária chamada de Programa Nacional do PSDB na qual os principais nomes do partido participam e tentam expor os motivos aos quais levaram o partido a apoiar o presidente interino do Brasil Michel Temer.

Aécio Neves, José Serra, Geraldo Alckmin e até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (que é a principal estrela da campanha publicitária) integram o vídeo que explora a temática do desemprego e da recessão econômica.

Vídeo começa com jovem batendo na porta da casa de FHC

A peça publicitária que tem duração de dez minutos se inicia com um jovem que está em busca de entender a real situação do país e a solução para a saída dessa grave crise que o país se encontra.

O jovem se dirige até a casa de FHC e bate a porta para pedir informações ao ex-presidente sobre qual seria o melhor caminho a ser seguido para que o país saia da crise que se encontra.

Fernando Henrique abre a porta e convida o jovem a se sentar e explica os detalhes da crise que o Brasil vivia quando ele, FHC, assumiu a presidência em 1994.

FHC também explica ao jovem o que é lei de responsabilidade fiscal

Na continuidade do vídeo, FHC explica quais foram os motivos que levaram a criação da lei de responsabilidade fiscal e enaltece a importância do respeito a essa lei. FHC afirma que a presidente afastada Dilma Rousseff transgrediu essa lei e por esse motivo o país se encontra numa grave crise econômica.

“Criamos a lei de responsabilidade fiscal, o que é isso? É a proibição de quem está no governo de gastar e de se endividar além do que pode, porque quem vai pagar é o povo no momento seguinte.”

Logo em seguida, FHC acusa Dilma Rousseff de transgredir essa lei.

“É o que a presidente Dilma fez, ela transgrediu essa lei e passou a gastar demais. E olha como nós estamos.”

A política precisa consertar o que a própria politica estragou...

O jovem viaja até o Congresso Nacional em Brasília para “consultar” o senador Aécio Neves e o ministro de relações exteriores, José Serra. Outros nomes importantes também participam do vídeo como Geraldo Alckmin.

Durante a viagem, o jovem reflete a frase de FHC, “a política precisa consertar o que a própria política estragou” e com essa frase ele questiona as principais lideranças do PSDB sobre as reformas que levaram o partido a apoiar o governo de transição de Michel Temer.

Confira acima na íntegra o vídeo do Programa Nacional do PSDB:

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O castelo de areia do lulopetismo está desabando




O Certo e o Errado


Fernando Hemnrique Cardoso


O castelo de areia das grandezas do lulopetismo está desabando ao sopro da crise econômica e da Lava-Jato, como tantas vezes escrevi. Em meio ao desmoronamento, o lulopetismo procura embaçar a vista de quem assiste à sua queda dizendo que tudo não passa de uma trama “da direita” para desacreditá-lo por ser “de esquerda”.

Para desmontar a farsa, vale a pena ler a entrevista dada às páginas amarelas da “Veja”, na semana passada, por José de Sousa Martins, importante sociólogo e insuspeito de ser “de direita”. Martins diz que, no caso do PT, a dicotomia direita/esquerda provém da metamorfose do pensamento católico, que separa os bons dos maus, os fiéis dos que não creem. Há na matriz do petismo um reducionismo que transforma os adversários em inimigos e tem dificuldade de lidar com nuances de opinião. É a essa matriz que o lulopetismo busca retornar, agora como farsa.

Sobre a “esquerda” e a “direita” no Brasil, há anos eu repito a frase que ouvi do historiador Sergio Buarque de Holanda quando examinava uma tese de livre-docência sobre a política brasileira no Império. No trabalho, o autor confrontava o pensamento liberal, conservador e progressista. Sergio, referindo-se a um personagem simbólico de nossos conservadores naquele período, perguntou com certa ironia ao candidato: “você acredita que Bernardo Pereira de Vasconcelos lia Edmund Burke (um clássico do conservadorismo inglês, que via com maus olhos a Revolução Francesa)”? “Não”, respondeu o próprio Sergio, ele não era um verdadeiro conservador, não defendia ideias; ele era apenas um “atrasado”. Boa parte dos atuais lulopetistas tampouco é de esquerda, defende ou crê apenas em noções atrasadas.

Mas a disputa política não é uma batalha para ver quem são os mais bem informados. Ela sempre envolve percepções. Assim, o chavão dos “pobres versus ricos”, por mais que seja tosco, pode funcionar. Do mesmo modo pode aliciar muita gente o embuste de que a Lava-Jato seja uma manobra para perseguir os deserdados da fortuna em favor dos poderosos, como se os poderosos nos últimos 13 anos não tenham sido eles, em ligação corrupta com parte da elite econômica e política.


Por isso, cabe aos políticos de oposição, na luta ideológica, continuar a desmantelar as fortalezas do atraso. Além de desmontar o argumento da “armação jurídica”, é preciso reduzir ao ridículo a ladainha de que a crise atual decorre de fatores externos: vejam só, dizem eles, estávamos certos, foram as ondas externas (não mais marolas, mas tsunamis) que nos afetaram. Tão certos pensam que estavam que, ao derrubar o ministro Levy, renasceu a esperança do “mais do mesmo”, ou seja, mais crédito e mais consumo (por quem já está endividado e muitas vezes com menos renda e não raro sem emprego).

O que está claro para quem tem alguma noção das coisas e da História pode ser turvo para o cidadão comum. Por isso a repetição petista de uma argumentação descabelada pode parecer inútil, mas não é; é uma tentativa de preservar a imagem de que só o PT defende os pobres e só ele se opõe ao capitalismo desumano. Convém persistir em mostrar que o que foi feito na política econômica petista não foi obra do inevitável, mas produto de erros crassos.

Erros que não remetem à divisão esquerda/direita, mas se explicam pelo atraso na compreensão da política econômica e pelo interesse em manter o poder e os bolsos dos partidos e de alguns de seus dirigentes recheados com dinheiro alheio, dinheiro do povo. Que medida no presente pode ser mais “de esquerda”, mais progressista, do que recuperar o emprego e o poder de compra da maioria da população? E como fazer isso sem debelar a inflação? E como debelar a inflação sem ajuste fiscal? E como garantir o emprego futuro sem reconquistar a confiança do setor privado, já que o Estado sem os capitais privados não pode assegurar a retomada do investimento?

Qual a alternativa “de esquerda” a essas medidas? O novo “pacote de crédito público”, versão envergonhada da política que pedalou a ilusão da prosperidade em 2013 e 2014 rumo à reeleição, e que resultou em mais dívida para as famílias e mais desarranjo das finanças públicas, esta preocupação “de direita”, que obceca os “neoliberais”?

Houve quem escrevesse, e o fez em inglês, que às vezes há uma confusão no senso comum entre os conceitos políticos de esquerda e direita (right) e as noções corriqueiras de certo (right) e errado. As políticas de crescimento econômico do lulopetismo não foram “de esquerda”, mas certamente foram erradas.

É importante repisar isso para mostrar que as políticas de distribuição de renda precisam ser sustentáveis para produzir resultados duradouros. Muito do que foi conquistado desde o Plano Real está hoje ameaçado. Para amenizar o drama da terrível crise atual, é preciso manter a rede de proteção social que foi tecida em meu governo e reforçada no governo Lula. Mas é urgente corrigir os desatinos fiscais do lulopetismo, desaparelhar o Estado, reconquistar a confiança da sociedade e retomar a agenda de reformas que o lulopetismo abandonou em favor de anabolizantes pró-crescimento que produziram medonhos efeitos colaterais para o país. Só assim será possível retomar a trajetória que corresponde às aspirações da Constituição de 1988, contra a qual o PT votou, por julgá-la conservadora: um Brasil democrático, não apenas mais desenvolvido, mas so

Há forças capazes de corrigir os desatinos cometidos. Para isso, é preciso que lideranças não comprometidas com o lulopetismo, apoiadas pelos grupos sociais que nunca se deixaram ou não se deixam mais seduzir pelo seu falso encanto, assumam a sua responsabilidade histórica, dentro da Constituição, para fazer o certo em benefício do povo e do país.
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FHC e Aécio se reúnem para o enfrentamento da crise



O presidente do PSDB e candidato derrotado na eleição presidencial do ano passado, senador Aécio Neves (MG), jantou com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso neste domingo (29). Em seu perfil oficial no Instagram, Aécio divulgou uma foto dos dois em um restaurante.
"Com o presidente Fernando Henrique, avaliando a extensão da crise", diz Aécio na rede social de fotos. O senador mineiro disputa espaço internamente no PSDB com o governador paulista, Geraldo Alckmin, para ser candidato à Presidência do principal partido de oposição, seja em 2018 ou antes - em eventual cenário de cassação da presidente Dilma Rousseff e do vice Michel Temer.

O apoio de FHC, presidente de honra do partido e com popularidade em alta, é essencial para o nome que se consolidar pelo PSDB. Alckmin vem se mexendo para não ficar limitado às fronteiras de São Paulo e aumentar sua influência em Brasília.

Em evento do Instituto Teotônio Vilela, na semana passada, FHC sinalizou sua preferência pelo mineiro. "Se o chefe do Executivo não se empenha, as coisas não andam, se não há agenda, as coisas não funcionam." E, virando-se para o presidente nacional do PSDB, disse: "Quem tem que resolver tudo isso é o Aécio".
http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/fhc-e-aecio-jantam-juntos-para-avaliar-a-extens-o-da-crise-1.363498
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FHC: "Aécio é quem vai resolver os problemas do Brasil"



Em evento promovido nesta segunda-feira, 23, pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV), braço de formulação política do PSDB, o ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso criticou a falta de uma agenda que tire o País do atual cenário de crise. Sem citar nominalmente a presidente Dilma Rousseff (PT), o ex-presidente tucano disse: "Se o chefe do Executivo não se empenha, as coisas não andam, se não há agenda, as coisas não funcionam." E, virando-se para o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), que estava sentado ao seu lado na mesa principal do evento, disse: "Quem tem que resolver tudo isso é o Aécio", numa referência à sucessão da presidente Dilma Rousseff.


O evento, cujo tema são os caminhos para o Brasil na área da sustentabilidade e do meio ambiente, contou com a participação do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que também vem se colocando como virtual candidato tucano à sucessão presidencial. Por questões de agenda, Alckmin participou rapidamente da abertura do seminário e deixou o local antes do afago feito por Fernando Henrique a Aécio Neves. Tanto Aécio quanto Alckmin vêm trabalhando intensamente nos bastidores da legenda para se colocarem como alternativa à gestão petista no âmbito federal. No momento, Aécio detém a maior parcela de apoio nos diretórios da legenda em todo o País, mas Alckmin costura a adesão de outras legendas, como o PSB de seu vice governador Márcio França.

Em sua explanação, FHC disse que os problemas políticos do Brasil hoje são muito maiores do que os da economia. "Não sou tão pessimista assim, temos uma base econômica e tecnológica que permite vislumbrar um futuro maior. A condução política é que é o problema, muito maior do que a economia."

Também presente ao evento, o ex-secretário Municipal de Meio do Meio Ambiente de São Paulo e candidato do Partido Verde derrotado nas eleições de 2014, Eduardo Jorge, falou sobre a tragédia ocorrida em Marina, Minas Gerais. "É um caso gravíssimo, que ocorre num momento em que o Brasil está sem governo em Brasília", criticou. A exemplo de Aécio, ele disse que as empresas devem ser responsabilizadas pelo desastre e que, se houvesse governo no Brasil, as pessoas e o meio ambiente seriam tratados adequadamente.
http://www.noticiasaominuto.com.br/politica/159886/fhc-afirma-que-e-aecio-neves-quem-vai-resolver-problemas-do-brasil

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Aécio sobre pedido de conversa de Lula : "Não se conversa com quem não se confia "



O senador Aécio Neves (PSDB-MG) endossou a posição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de rejeitar uma aproximação com o governo e com o ex-presidente Lula em um momento em que a presidente Dilma Rousseff enfrenta uma “grave crise” de confiança.

Lula tentou articular uma conversa entre os petistas e o ex-presidente tucano com o intuito de discutir a crise e tentar impedir que a oposição aumente a pressão pelo impeachment de Dilma. No fim de semana, no entanto, FHC publicou uma nota afirmando que o “momento não é para a busca de aproximações com o governo, mas sim com o povo”.

Após a revelação da estratégia petista, tucanos pressionaram Fernando Henrique a não aceitar o encontro. Para Aécio, FHC deu o tom certo. “Em torno do que o ex-presidente Lula quer discutir com o ex-presidente Fernando Henrique? Só se for para ele fazer um mea-culpa e assumir a responsabilidade por tudo o que está aí. Ou então querem é criar um pano de fundo para mostrar que somos todos iguais ao PT. Não somos. Nossa aliança é com o povo”, disse.

Ele sinalizou ainda que não há espaço para este tipo de diálogo no momento. “Não se conversa com quem não se confia e nós não confiamos no PT”, disse. Segundo Aécio, a frase de Fernando Henrique sintetiza “um sentimento amplamente majoritário nas oposições”.

O tucano ironizou a dificuldade do governo em lidar com a crise política e econômica que o assola desde o início do ano. “Mesmo quando a oposição dá uma folga, o governo não dá alívio a ele próprio. […] A instabilidade que atravessam é obra desse governo. Não nos culpem. Isso não é mais um governo. É um arremedo de governo e o desfecho da presidente Dilma é responsabilidade exclusiva dela, não das oposições”, disse.


fonte: http://www.dm.com.br/politica
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Lula busca FHC para tentar evitar impeachment








Lula busca FHC para discutir crise e conter impeachment

Com informações da Folhapress
Reportagem da Folha de São Paulo desta quinta-feira (23) dá conta de que o o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou amigos em comum a procurar seu antecessor, o tucano Fernando Henrique Cardoso, e propor uma conversa sobre a crise política no país. O objetivo imediato do movimento seria conter as pressões pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Conforme a publicação, há cerca de duas semanas, amigos de Lula discutiram separadamente com ele e FHC a possibilidade de um encontro dos dois. Os contatos ocorreram às vésperas de o tucano viajar de férias para a Europa.

Lula teria dito a aliados que a conversa poderia ser por telefone e antes de Fernando Henrique viajar. Conforme o texto, o tucano preferiu deixar a definição de um eventual encontro para ser discutida depois que ele voltar ao Brasil, em agosto.

Não foi o primeiro aceno de Lula à oposição. Em maio, ele encontrou o senador José Serra (PSDB-SP) na festa de um amigo comum e disse que gostaria de marcar uma conversa reservada. Lula derrotou Serra na eleição de 2002.

Lula tem mantido somente os aliados mais próximos informados sobre essas conversas, e só avisou que procuraria Fernando Henrique na véspera de autorizar os contatos com o antecessor.

A intenção do petista é buscar um conciliador na oposição para tentar dissipar, pelo menos dentro do PSDB, as forças que trabalham pelo impeachment da presidente.

A crise que envolve Dilma aprofundou-se nas últimas semanas, com o avanço das investigações sobre corrupção na Petrobras, a crise econômica e a rebeldia dos aliados do PT no Congresso.

Sobre o encontro

Por meio de nota, a assessoria de imprensa do Instituto Lula afirmou nesta quarta-feira (22) que o ex-presidente não tem interesse em conversar com Fernando Henrique nem soube de nenhum interesse da parte do antecessor.

Por e-mail, Fernando Henrique disse à Folha: "O presidente Lula tem meus telefones e não precisa de intermediários. Se desejar discutir objetivamente temas como a reforma política, sabe que estou disposto a contribuir democraticamente. Basta haver uma agenda clara e de conhecimento público"

Serra não quis confirmar o conteúdo da conversa que teve com Lula em maio, e disse apenas que não tem nenhum encontro marcado com ele.

As informações sobre a movimentação de Lula foram confirmadas à Folha por integrantes do Instituto Lula e políticos de três partidos. Para a assessoria de Lula, "relatos anônimos" servem apenas para alimentar".

Conversa discreta

A aliados com quem discutiu o assunto, Lula disse preferir uma conversa discreta com FHC. O petista tem procurado evitar que seus movimentos ampliem a radicalização do ambiente político.

Lula, que fez recentemente críticas ao modo como Dilma vem lidando com a crise, tem procurado agir como bombeiro e procurou líderes do PMDB, como o senador Renan Calheiros (AL), para conter os ânimos no Congresso.

O ex-presidente debateu com seus auxiliares durante meses a decisão de buscar reaproximação com os tucanos. Os petistas sabem que a radicalização da campanha presidencial do ano passado, em que Dilma atacou FHC, tornou mais difícil o diálogo com eles.

No PSDB, há dúvidas sobre a conveniência de uma conversa que tenha como tema a governabilidade de Dilma. Mesmo tucanos considerados moderados, que hoje são contra o impeachment, temem que um diálogo com o PT seja visto como conchavo e arranhe a imagem do partido.

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), que foi derrotado por Dilma na eleição presidencial do ano passado, é visto pelos petistas como um dos principais obstáculos a qualquer tentativa de acerto entre os dois grupos políticos.
http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/lula-busca-fhc-para-discutir-crise-e-conter-impeachment-1.334465

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Marcadores: FHC, Inpeachment, Lula

FHC: " Nunca se roubou tanto em nome de uma causa!"




DANIELA LIMA SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) -

No programa nacional do PSDB, que irá ao ar na noite desta terça-feira (19), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso atacará a gestão petista na Petrobras e dirá que "nunca antes na história desse país se errou tanto e se roubou tanto em nome de uma causa". O escândalo na estatal é um dos temas mais explorados no filme e integra as falas de FHC e do presidente nacional do partido, senador Aécio Neves (PSDB-MG), que disputou a última eleição presidencial e foi derrotado pela presidente Dilma Rousseff. 

Como antecipou a Folha de S.Paulo, FHC diz que é preciso "passar a limpo" o que houve na empresa e que os desmandos começaram antes do governo Dilma, com a chegada do ex-presidente Lula ao poder. "A primeira coisa para reerguer o Brasil é passar a limpo os erros que nos trouxeram até aqui. A raiz da crise atual foi plantada bem antes da eleição da atual presidente. Os enganos e desvios começaram já no governo Lula", diz FHC. O ex-presidente afirma ainda que o "não só a Petrobras foi roubada", mas "o país foi iludido com sonhos de grandeza enquanto a corrupção corria solta". Aécio também aborda os problemas na estatal e diz, de maneira velada, que há um risco para o país com a manutenção do PT no poder. "Se a corrupção ganhar, ela vai voltar cada vez pior, cada vez mais forte. É hora de fazer o que é certo", diz o tucano no filme. Numa vacina contra o discurso de petistas de que expressa o desejo de golpistas ao criticar a presidente Dilma, 

Aécio reafirma que seu partido respeita o resultado das eleições, mas ressalta que o povo escolheu um governo, mas também elegeu uma oposição. "Para nós, palavra empenhada numa eleição é para ser cumprida", encerra o senador. 

MENTIRA 
O programa também evidencia a tese da oposição de que Dilma enganou o povo para se reeleger, relembrando promessas feitas por ela durante a última eleição. Falas da presidente sobre o controle da inflação, o reajuste nas contas de energia e a promessa de não arrochar salários nem cortar direitos dos trabalhadores são destacadas. Desde o início do mandato, Dilma iniciou um ajuste fiscal e mudou as regras para a concessão do seguro-desemprego, por exemplo, endurecendo as normas para acesso ao benefício. Um locutor ressalta que todo mundo aprende ainda criança que "mentir é feio" e que, quando é a presidente quem mente, o caso é "mais grave". 

A propaganda é permeada por lemas que defendem a atuação da oposição. "Ser oposição não é dizer não a tudo. É ser a favor do país", diz o principal deles. Além de Aécio e FHC, os líderes do PSDB na Câmara e no Senado, deputado Carlos Sampaio (SP) e senador Cássio Cunha Lima (PB) também aparecem na peça.
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Marcadores: Aécio Neves, corrupção, FHC, roubo

Aécio Neves fala da diferença entre credibilidade e popularidade




Popularidade x credibilidade

Por Aécio Neves   - Folha de São Paulo

Presenciei mais um amplo e justo reconhecimento internacional a Fernando Henrique Cardoso, o presidente que mais fez pelo desenvolvimento do Brasil e pelo fortalecimento de suas instituições, na nossa história contemporânea, e que recebeu semana passada, da Câmara de Comércio Brasil-EUA, o título "Pessoa do Ano".

Ao lado do ex-presidente americano Bill Clinton e diante de um auditório repleto de políticos e empresários, FHC fez um discurso que já nasceu célebre, coroado por uma frase precisa: "Pode-se governar sem popularidade, mas não se pode governar sem credibilidade". Nada mais atual.

Lembro que, em seus oito anos no Palácio do Planalto, FHC perdeu popularidade, mas jamais a credibilidade. Teve sempre como bússola a responsabilidade fiscal ao tomar medidas que, se não fossem as de aplauso fácil, eram absolutamente necessárias para colocar o país no mesmo passo do mundo em desenvolvimento ou impedir qualquer recuo ou risco às preciosas conquistas da estabilidade.

Especialmente no seu segundo mandato, como se sabe, enfrentou crises internacionais severas e instabilidades de toda ordem, além de uma oposição implacável. Ainda assim, jamais se permitiu apelar para o populismo barato, nem para a gestão irresponsável. O resultado foi a entrega ao sucessor de um país muito melhor e mais sólido do que recebeu.

Hoje, temos uma presidente que comanda um governo sem rumo, sem projeto e sem credibilidade. E essa não é mais a visão de um militante da oposição, mas do mundo. Fechamos a última semana com o Banco Central emitindo um boletim que confirmou a desaceleração da atividade econômica em todo o país.

No mesmo dia do reconhecimento a FHC, o FMI divulgou um estudo sobre a economia brasileira, no qual aponta "a erosão da credibilidade das diretrizes econômicas, em razão da persistente deterioração dos resultados fiscais e da inflação acima da meta".

Mais importante do que qualquer medida formal, para as instituições internacionais o crucial é o resgate da credibilidade e da confiança nas decisões econômicas. Missão difícil para um partido que mentiu durante toda a campanha e comanda um governo que não consegue convencer nem os membros de sua própria base aliada da necessidade de um ajuste nas contas públicas nos moldes do proposto pela administração federal.

Um governo que, em todo o primeiro mandato da presidente Dilma, desprezou a responsabilidade e recorreu a pedaladas fiscais para esconder os gastos irracionais e o populismo eleitoreiro. Fórmula que pode ter até lhe dado a reeleição, mas que lhe retirou grande parte do respeito de milhões de brasileiros.
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Marcadores: Aécio Neves, FHC

FHC: Lula tem responsabilidade sobre os escãndalos de corrupção da Petrobrás





Para FHC, Lula tem responsabilidade política sobre escândalos de corrupção e desvio de dinheiro na Petrobras
24 de março de 2015


Em entrevista à agência Reuters, publicada no online de O Globo, nesta segunda-feira (23), o ex-presidente da República e presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique Cardoso, disse que Luiz Inácio Lula da Silva tem responsabilidade política em relação aos escândalos de corrupção e desvio de dinheiro que envolvem a Petrobras.

Segundo a matéria, “FH avaliou que a responsabilidade política sobre o esquema de desvio de dinheiro da estatal recai mais sobre Lula do que sobre a presidente Dilma Rousseff. De acordo com o ex-presidente tucano, as indicações de diretores da estatal feitas por partidos não eram um segredo para ninguém.

— Lula está calado. Se alguém tem mais responsabilidade política por isso é ele, não ela — disse, lembrando que os ex-executivos da Petrobras investigados foram nomeados para o cargo durante o governo Lula.”
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Marcadores: corrupção, Escandalos, FHC, Lula

FHC aposta em Aécio no segundo turno




Ex-presidente FHC "tem fé" em ida de Aécio Neves ao segundo turnoEm evento realizado por entidades ligadas à construção civil, o ex-presidente afirmou que a eleição somente é ganha "no dia", criticou as políticas do governo e defendeu reforma política que trate do financiamento
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Em Fortaleza para participar de evento promovido por entidades da construção civil, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) lembrou de sua mais marcante derrota eleitoral para dizer que “eleição, a gente só ganha no dia”.

O sociólogo afirmou que o PSDB não tem inclinações sobre quem apoiar no segundo turno, porque aposta que seu candidato, o senador mineiro Aécio Neves, tem chances de chegar à segunda fase da disputa.


“Eu tenho fé”, resumiu. Ele citou sua própria derrota para Jânio Quadros na disputa pela Prefeitura de São Paulo, em 1986. FHC lembrou que até as pesquisas de boca de urna lhe davam a vantagem. Mas foi Jânio quem acabou no Palácio do Anhangabaú.


A queda da candidata Marina Silva (PSB) nas pesquisas, segundo o ex-presidente, deveu-se a “um ataque desmesurado a ela, em bases fantasmagóricas”. Marina, que ele apontou em livro recente como liderança capaz de interlocução direta com a sociedade, tem, no ambientalismo, algo que “é positivo no ponto de vista do jovem”. Isso seria uma vantagem sobre Aécio.


O ex-presidente não economizou nas tintas contra a atual administração federal. Ele indicou, de forma irônica, a presidente Dilma Rousseff (PT) ao prêmio Nobel. “Ela conseguiu arrebentar, ao mesmo tempo, o setor de petróleo, o setor de etanol e o setor de energia. Isso não é fácil”, critica.


Compra de votosFHC também criticou os métodos de fazer política. Para ele, as eleições são “compras de votos”. O tucano afirma que, no Brasil, “a democracia é financiada pelas empreiteiras, pelos bancos e por quatro ou cinco empresas”. Ele diz ser contrário a que as empresas possam fazer doações para vários candidatos, mesmo que com ideologias opostas. Segundo ele, estas doações seriam um dos motivos para a crise de representatividade.


“O sistema político está desacreditado”, diz. Sua transformação, porém, demandaria uma reforma política que, FHC admite, “os partidos não têm interesse”.


Para o sociólogo, estaria em questão uma escolha sobre que forma de organização o Brasil adotaria. Seria a opção entre um modelo que aposta na sociedade e outro que aposta no Estado como agente de mudanças. De acordo com FHC, que declarou achar “exagerado” o papel que a Constituição dá ao setor público, o Brasil tem uma tradição de “Estado forte e sociedade fraca”. Entretanto, este contexto está sendo transformado por uma nova geração que quer “fazer parte da política”, sem que isso queira dizer “partido”.

http://www.opovo.com.br/app/opovo/politica/2014/09/30/noticiasjornalpolitica,3322733/ex-presidente-fhc-tem-fe-em-ida-de-aecio-neves-ao-segundo-turno.shtml
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Ao lado de FHC, Aécio chama a candidatura de Marina de " Metamorfose Ambulante"



Ao lado de FHC, Aécio chama a candidatura de Marina de "metamorfose ambulante"

http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/ao-lado-de-fhc-aecio-chama-a-candidatura-de-marina-de-metamorfose-ambulante-1.265617

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, subiu nesta terça-feira o tom contra a adversária do PSB, Marina Silva, alçada à cabeça de chapa após a morte do ex-governador Eduardo Campos, e que já ultrapassou sua candidatura nas mais recentes pesquisas de intenção de voto. Ao lado do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso e de outras lideranças, Aécio voltou a falar da confiança de que estará na disputa do segundo turno, classificando a candidatura Marina de "metamorfose ambulante".

Em coletiva no comitê de campanha em São Paulo, Aécio disse que o improviso não é o melhor conselheiro. "De um lado temos um governo que reage aos índices de pesquisa, alterando suas convicções com certo desespero, o que não é bom. De outro lado o que vejo é uma candidatura que mais se assemelha a uma metamorfose ambulante, que altera suas convicções ao sabor das circunstâncias."


Nas críticas a Marina, o presidenciável tucano a acusou de plagiar, no capítulo dos Direitos Humanos de seu programa de governo, lançado na semana passada, o texto do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH) de 2002, do governo de Fernando Henrique Cardoso. "O capítulo do programa de Marina é uma cópia exata do PNDH de FHC, ela poderia ter pelo menos dado crédito aos autores verdadeiros da proposta e a FHC", cobrou.


Além de Marina, Aécio voltou a criticar a adversária do PT, presidente Dilma Rousseff, dizendo, mais uma vez, que sua candidatura fracassou e que está convencido de que Dilma vai perder essas eleições. E justificou que isso vai ocorrer porque "o governo do PT vai entregar o País em condições piores, com inflação e juros em alta, recessão e crise de confiança". E defendeu o seu pleito: "Somos a candidatura mais consistente, temos um grande time, uma verdadeira seleção para realizar um projeto de País, que não pode ser feito na base de improvisos."


Respeito


Antes de centrar seu discurso nos ataques a Marina Silva, Aécio disse que a respeitava, mas era preciso deixar claro "as contradições que ela representa". E questionou: "Em quais Marinas o eleitor pretende votar, a que ataca ou a que foi do PT? A que defende os pilares macroeconômicos ou a que votou contra a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) no Congresso Nacional quando era do PT? É a Marina que se calou no escândalo do mensalão e continuou no governo petista?" E frisou que é necessário que o Brasil conheça as reais convicções da candidatura de Marina Silva, dizendo ainda temer o discurso que ela faz de negação da política.


O presidenciável tucano teve o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em sua estratégia de partir para o ataque às duas adversárias mais bem posicionadas nas pesquisas de intenção de voto, Dilma Rousseff e Marina Silva . Em rápido pronunciamento, o ex-presidente tucano falou que a candidatura de Aécio Neves "tem tudo para ser vitoriosa". E disse que isso se dará com base no fato de que ele tem o melhor time e experiência em gestão para colocar o Brasil novamente no rumo do crescimento sustentável.


Fernando Henrique lembrou que seu governo só conseguiu "domar a inflação" porque contava com um grande time de colaboradores. "Eu nem entendia muito de economia, mas contava com um grande time para fazer as mudanças necessárias. Pois não se governa sozinho", numa crítica ao fato de Marina Silva não contar com um leque de apoio político considerado consistente para fazer as reformas que o País precisa. "Um mapa (de mudanças) não se faz só com ideias, mas com história."


Equipe


Sem citar o nome de Marina, FHC disse ainda que a confiança para mudar o Brasil não pode ser depositada apenas em uma pessoa, mas deve ser feita em uma equipe. "O Brasil precisa de alguém com experiência para governar", argumentou, dizendo que o candidato que tem essas credenciais é o correligionário Aécio Neves.


Aécio evitou falar sobre as declarações feitas por seu coordenador-geral de campanha, senador Agripino Maia, que sinalizou apoio a Marina Silva em um eventual segundo turno que não conte com a participação de Aécio. "Vou estar no segundo turno, não sei contra quem", disse. A respeito dos boatos que poderia renunciar à sua candidatura presidencial, o tucano ironizou: "Espero que Dilma não renuncie, apesar da derrota que ela vai ter."
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Lula e FHC ainda na disputa de 2014



EM DIA COM A POLÍTICA – Alessandra Mello

Lula X FHC, a polarização da vez

http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/politica/emdia/2014/07/25/interna_politica,122832/lula-x-fhc-a-polarizacao-da-vez.shtml


A rivalidade entre PT e PSDB não é novidade. Nas últimas seis eleições, os dois partidos disputam o coração e os votos dos leitores para chegar ao Palácio do Planalto. A nova dessa disputa é a polarização entre os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva e o legado deixado por eles durante suas passagens pelo mais alto posto da República. A memória sobre os feitos de Lula é mais recente, afinal, ele deixou o poder em 2010, elegendo sua sucessora, e é hoje um dos principais cabos eleitorais do PT, principalmente nas disputas majoritárias.


Já as façanhas de FHC não estão frescas na mente dos eleitores, pois o ex-presidente foi escondido nas duas últimas disputas. Nem Geraldo Alckmin (PSDB), que concorreu contra Lula em 2006, nem, muito menos, José Serra (PSDB), que disputou contra Dilma Rousseff em 2010, quiseram transformar o ex-presidente em cabo eleitoral. Nessas campanhas pouco, ou quase nada, se falou dos anos de FHC no poder. Talvez porque o tucano não tenha deixado a Presidência surfando em bons índices de popularidade.


Pois, agora, o legado dos dois também estará na berlinda e sob o crivo do eleitor. Dilma Rousseff vai fazer de Lula, seus programas sociais e o aumento da empregabilidade seu mais importante trunfo. Aécio Neves promete resgatar a era FHC e os sucessos de sua administração, principalmente a estabilidade da economia com o Plano Real.



Já antevendo esse confronto nos programas eleitorais, os dois – que nos últimos anos sempre se estranharam, apesar de já terem sido amigos – resolveram assumir de vez esse protagonismo. E essa polarização. Nos últimos dias, os ex-presidentes têm trocado farpas via páginas de jornais e redes sociais. Um acusa, outro rebate. Um provoca, outro responde, expondo a visão antagônica que eles têm sobre como conduzir os rumos do Brasil. Com a palavra final, o eleitor. Ou a história.

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Aécio estréia no Twitter com mais de 40 mil seguidores



Aécio é o último a estrear no Twitter e diz: “Finalmente”

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/a%C3%A9cio-%C3%A9-o-%C3%BAltimo-a-estrear-no-twitter-e-diz-finalmente-1.883419

Tucano afirma que está “aprendendo a operar a ferramenta”


São Paulo. O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, estreou sua conta oficial no Twitter nesta segunda à tarde. A rede social existe desde 2006 e, em 2010, fez parte da agenda estratégica de comunicação dos candidatos ao Planalto. “Amigos, finalmente estou no Twitter. Resolvi aprender a operar essa importante rede de diálogo. Aliás, ainda estou aprendendo”, escreveu o senador.

Dos principais candidatos ao Planalto, o mineiro é o último a entrar na rede social. A presidente Dilma Rousseff (PT), que passou quase o mandato inteiro sem atividade na rede, voltou este ano a usar a ferramenta. Eduardo Campos (PSB) já vem postando fotos com frequência.



(...)

Portal. Na nova conta, Aécio anunciou que nesta terça lançará oficialmente seu site de campanha. A página antiga de apoio à sua pré-candidatura, arquitetada por Xico Graziano, ex-ministro de Fernando Henrique Cardoso, foi tirada do ar há alguns meses. A construção do novo site ficou sob a supervisão do publicitário Paulo Vasconcelos, que comanda a comunicação de Aécio.

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Aécio "Temos um governo autoritário, que não quer aliados, quer vassalos!"



KOTSCHO: GOLS CONTRA DO GOVERNO REANIMAM TUCANOS



Colunista diz que, em meio ao fogo amigo OT-PMDB, tucanos, “que andavam quietinhos em seu ninho, resolveram mostrar os bicos, na esperança de faturar o descontentamento do PMDB e de outros partidos aliados”; “o candidato Aécio Neves deu a sua mais contundente entrevista contra o governo Dilma, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fez uma palestra no mesmo tom e até José Serra ressuscitou com um artigo ácido como se estivesse ainda em campanha”


247 – A oposição acordou e agora tenta faturar com o descontentamento do PMDB e de outros partidos. É o que diz o colunista
Ricardo Kotscho, que lista reações do PSDB na semana em que a presidente Dilma Rousseff administra a rebelião no Planalto. Leia:

Gols contra do governo reanimam oposição tucana

Como era de se esperar, ao perceber que esticou demais a corda, o governo Dilma resolveu ceder às chantagens do PMDB e abriu seu balaio de bondades: entregou ao partido dois ministérios (Agricultura e Turismo), mandou seus ministros reabrirem o diálogo com os rebelados e prometeu liberar finalmente as verbas das emendas parlamentares, mas pode ter sido tarde demais para recuperar o controle da situação, depois de marcar muitos gols contra nas últimas semanas, que acabaram reanimando a oposição. Isso só vamos saber quando forem divulgadas as próximas pesquisas.

Ao comprar uma briga que não precisava, levando a reforma ministerial em banho-maria até secar a água, os articuladores do governo pareciam até o zagueiro artilheiro Antônio Carlos, que marcou dois gols contra o São Paulo no jogo de domingo contra o Corinthians. Para completar, Dilma ainda foi fazer a graça de dizer que o PMDB só lhe dá alegrias, no momento mais tenso das relações com seu principal aliado, que se juntou a outros partidos para encurralar o governo.

Resultado: depois de Eduardo Campos chutar o balde na semana passada ao dizer que o país não aguentava mais quatro anos de Dilma, até os tucanos, que andavam quietinhos em seu ninho, resolveram mostrar os bicos, na esperança de faturar o descontentamento do PMDB e de outros partidos aliados, que impuseram duras derrotas ao governo nos últimos dias, com a criação de uma comissão para investigar a Petrobras e a convocação de dez ministros para prestar contas ao Congresso Nacional.

Na quarta-feira, em meio ao tiroteio do fogo amigo, o candidato Aécio Neves deu a sua mais contundente entrevista contra o governo Dilma, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fez uma palestra no mesmo tom e até José Serra ressuscitou com um artigo ácido como se estivesse ainda em campanha: "Poucas vezes a condução governamental atrapalhou tanto os rumos da economia brasileira como nos dias atuais".

"Um governo autoritário, que não quer aliados, quer vassalos. Um governo que não quer partidos para compartilhar um projeto de Brasil, quer aliados para vencer as eleições", mandou ver o presidenciável Aécio Neves, jogando uma isca para os dissidentes do PMDB.

Aécio não deixa de ter razão quando afirma que "isso tudo é consequência da arrogância com que o PT vem conduzindo o governo até aqui, e agora colhe estes frutos". Como se tivessem combinado, FHC, que se tornou o principal cabo eleitoral de Aécio, disse num debate sobre os 20 anos do Plano Real que o governo "impõe uma agenda da ditadura(...) à revelia da sociedade e do Congresso".

O ex-presidente pregou uma "radicalização da democracia" e atacou duramente o presidencialismo de coalizão: "Não temos coalizão. O que temos é cooptação. Não estão brigando por um projeto, mas por espaço. O resultado é o esvaziamento da agenda pública". E qual seria o projeto ou a agenda do PSDB? Isto nem Aécio, nem FHC nem Serra conseguiram definir até agora em suas arengas contra o governo.

O mais estranho é que até o momento em que escrevo, na manhã desta quinta-feira, não apareceu ainda nenhum líder do governo ou do PT para rebater as críticas tucanas e defender a presidente Dilma, que parece cada vez mais isolada no enfrentamento de uma situação que lhe é bastante desfavorável no momento, recebendo críticas de todos os lados, até de tradicionais apoiadores dos governos petistas.

É recomendável que a presidente Dilma viaje menos e se dedique mais a arrumar a casa governista, que anda meio de pernas para o ar. E é natural que a combalida oposição se aproveite disso, até para cada um demarcar o seu espaço na luta por uma vaga no segundo turno.

fonte: Brasil 247
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Marcadores: . Serra, Aécio Neves, FHC

FHC: Derrota do governo indica cooptação sobre Legislativo



Fonte: Valor online

Link: http://www.valor.com.br/politica/3476760/fhc-derrota-do-governo-indica-cooptacao-do-planalto-sobre-legislativo

FHC: derrota do governo indica cooptação do Planalto sobre Legislativo


Por Flavia Lima, Luciano Máximo e Thais Folego | Valor

SÃO PAULO - Durante evento sobre os 20 anos do Plano Real, nesta quarta-feira, 12, em São Paulo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que a derrota sofrida na noite desta terça, 11, pelo governo na Câmara, marcada pela criação de uma comissão parlamentar para investigar a Petrobras, é sinal claro da relação de cooptação do Planalto sobre o Legislativo.

“Não é um relacionamento marcado por projetos e programas políticos focados no Brasil, o governo só oferecendo espaço dentro do governo para sua base. A derrota de ontem mostrou que esse cansaço da sociedade [expressado nas manifestações de junho de 2013] refletiu no Congresso”, avaliou FHC.

Votação

Na noite desta terça, 267 deputados votaram a favor da criação de uma comissão externa para investigar, na Holanda, as denúncias de que funcionários da Petrobras receberam propina da SBM Offshore, empresa que aluga plataformas flutuantes para petroleiras em vários países.

Para evitar a aprovação do requerimento, apresentado pelo deputado Domingos Savio (PSDB-MG), o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, procurou retirar o PP, o PDT, o Pros e o PSD do grupo de deputados, da base aliada do governo, insatisfeitos. Os esforços de nada adiantaram e até um deputado do PT, Francisco Praciano (AM), votou a favor da criação da comissão.
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Marcadores: FHC

Aécio e FHC discutem ações do PSDB




2014: Aécio e FHC discutem ações do PSDB



Origem . Valor Econômico

Eleições 2014: lideranças tucanas comentaram que o partido precisa ter estratégias diferentes para conquistar o eleitorado.

Fonte: Valor Econômico

Senador discute programa com FHC

Ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o pré-candidato à Presidência pelo PSDB, senador Aécio Neves (MG), reuniu-se ontem, em São Paulo, com líderes tucanos para tratar de diretrizes de sua campanha presidencial e discutir seu programa de governo. Em almoço com o ex-embaixador Rubens Barbosa e o ex-ministro das Relações Exteriores Celso Lafer, Aécio fez um balanço sobre a atual política de comércio exterior, para moldar o discurso a ser apresentado a empresários. Participaram também o ex-presidente nacional do PSDB e deputado Sérgio Guerra, o ex-senador Tasso Jereissati e o vereador Andrea Matarazzo (SP).

Ao som das músicas francesas do restaurante Ici Bistrô, no bairro de Higienópolis, onde vive FHC, e em tom informal, os sete participantes falaram também sobre as manifestações populares que vêm acontecendo em diversas cidades. Alguns expressaram suas opiniões sobre a cobertura jornalística dos acontecimentos do país. Um deles comentou que “há um antipetismo” na imprensa brasileira.

Apertados em um sofá vermelho, os tucanos falaram sobre a crise econômica da Argentina, apontaram problemas no Mercosul e criticaram a “contaminação” da política externa brasileira por questões “ideológicas”. Aécio pretende fazer com que Rubens Barbosa e Celso Lafer colaborem com a construção de suas propostas na área de política externa. O coordenador do programa de governo deve ser o governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB).

Sobre diretrizes de campanha, as lideranças tucanas comentaram que o partido precisa ter estratégias diferentes para conquistar o eleitorado das capitais e do interior. Rapidamente e sem exatidão, também falaram sobre como tentar compensar a diferença de votos em relação à presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff.

Aécio propôs a Tasso Jereissati que se lance a uma nova candidatura para o Senado, no Ceará, para reforçar o palanque dos tucanos no Estado este ano. Tasso, no entanto, não deu certeza de que disputará esta eleição.

Antes do almoço, Aécio e FHC tiveram um encontro reservado no apartamento do ex-presidente. Tasso e Guerra participaram do fim dessa conversa.

Um dia antes, na noite de segunda-feira, o senador participou de um evento na capital com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e com o ex-governador José Serra (PSDB).

Presidente nacional do PSDB, o pré-candidato negocia quem deve ser seu vice na chapa. Um dos mais cotados é o do senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), ligado a Serra.

Em sua passagem pela capital paulista, Aécio acertou detalhes do lançamento oficial da pré-candidatura, que deve ser feito até março, em São Paulo. Com isso, deve por fim às especulações de uma eventual candidatura de Serra à Presidência, que deve disputar uma cadeira na Câmara.

No próximo mês, Aécio planeja viagens pelo interior de São Paulo, Estado com o maior colégio eleitoral do país. O pré-candidato visitará Araçatuba, São Carlos e Santos, entre outras. As articulações políticas no Estado estão sob comando de Matarazzo, ex-ministro de FHC. (Colaborou Cristiane Agostine)
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Marcadores: Aécio Neves, FHC

FHC: "O objetivo de Marina não é ajudar Campos e sim montar a Rede"


Link: http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2014/01/23/fhc-afirma-que-qualquer-um-que-venca-aecio-ou-campos-sera-bom-para-o-pais/
FHC afirma que qualquer um que vença, Aécio ou Campos, será bom para o país

Josias de Souza

Na opinião de Fernando Henrique Cardoso qualquer um que derrote Dilma Rousseff na disputa presidencial de 2014, seja Aécio Neves ou Eduardo Campos, será bom para o país. “Não estou pensando partidariamente, estou pensando historicamente. Está na hora. O Brasil precisa arejar”, disse ele, em entrevista ao blog.

Principal líder da oposição e presidente de honra do PSDB, FHC declarou que prefere Aécio, “porque tem uma estrutura partidária maior. Mas acho que o Eduardo está tomando posições que são corretas e vai arejar de qualquer maneira.”

Ele identifica uma “fadiga de material” na administração petista. “A população está sentindo que está na hora de mudar”, avalia. Mas a mudança não virá de mão beijada. “Essa eleição só será ganha pela oposição se alguém da oposição, seja quem vier a ser, tiver coragem de dizer as coisas como elas são, com simplicidade.''

Se fosse mais jovem, disputaria a Presidência? “Se eu tivesse 15 anos a menos, na circunstância atual, sim, sim, porque eu estou com vontade de mudar”, respondeu o octagenário cacique tucano. “O Brasil está precisando de gente que fale olhando no olho das pessoas, dizendo, sem meias palavras, sem muita politiquice, as coisas como elas são.”

FHC reconhece que Aécio e Campos ainda não se firmaram como contrapontos viáveis de Dilma. Acha natural, já que o eleitor só vai prestar atenção na disputa presidencial “depois da Copa.” Por ora, só a presidente é realmente conhecida. Sem “ilusões” quanto à dificuldade da disputa, celebra uma novidade: “Pela primeira vez, houve um deslocamento de blocos do governo.”

“Tanto a Marina quanto o Eduardo saem do bloco do governo e vão pro outro lado”, afirmou. “A campanha vai forçar uma certa radicalização. E acho que há, pela primeira vez também, uma articulação positiva entre o Eduardo e o Aécio.” Para FHC, ambos entenderam que precisam “somar forças.”

E quanto à aversão de Marina Silva às alianças do PSB de Campos com o PSDB? “A resistência dela é outra. Ela quer fazer o partido dela”, opinou FHC. “O objetivo da Marina não é eleger o Eduardo, é fazer a Rede. E ela quer ter candidatos que permitam que a Rede exista. Então, nesses Estados em que ela tem candidatos que podem fazer alguma aglutinação, ela vai defender os interesses dela.”
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Marcadores: Aécio, Campos, FHC, Marina

Aécio chama time de FHC para sua campanha

Aécio chama assessores de FHC para sua campanha


A pouco mais de cinco meses de começar oficialmente a disputa eleitoral, em 6 de julho, o senador Aécio Neves, provável candidato do PSDB à Presidência da República e presidente nacional da sigla, já definiu parte dos nomes que vão compor a linha de frente e a retaguarda da campanha. As escolhas feitas até agora indicam que o partido está disposto a resgatar o "legado" dos oito anos em que esteve à frente do Palácio do Planalto com Fernando Henrique Cardoso, que comandou o Palácio do Planalto entre 1995 e 2002.

Nas três últimas campanhas presidenciais, a herança de FHC foi abordada discretamente pelos candidatos tucanos. O primeiro nome anunciado na semana passada, conforme revelou o Estado, foi o do engenheiro agrônomo Xico Graziano. Diretor do Instituto FHC e ex-chefe de gabinete do ex-presidente, ele será responsável pela coordenação de uma das áreas mais sensíveis da campanha: a internet. Presidente do Banco Central entre 1999 e janeiro de 2003, no segundo mandato de FHC, Armínio Fraga foi escalado para aproximar Aécio dos empresários e arrecadar recursos para a campanha.

Fraga também deve integrar o grupo que vai elaborar a parte de economia no programa de governo de Aécio. A coordenação-geral da elaboração do programa será feita a partir de março pelo governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia. Afilhado político de Aécio, Anastasia também foi secretário executivo e ministro interino do Trabalho no segundo mandato de FHC. O senador mineiro convidou ainda o economista Barjas Negri, ministro da Saúde no primeiro mandato de FHC, para elaborar as propostas de saúde.

Outro nome que deve integrar o grupo, mas ainda não foi confirmado pela equipe do senador, é o engenheiro José Carlos Carvalho. Ministro do Meio Ambiente de FHC entre março e dezembro de 2002, ele deve participar da elaboração das propostas dessa área, missão que dividirá com o deputado estadual pernambucano Daniel Coelho. No passado, Carvalho foi um dos principais interlocutores de Aécio com os ambientalistas e ajudou a organizar um jantar com o tucano e 60 dos maiores líderes do setor.

"Muitos candidatos prestigiam especialistas de fora na hora de montar o plano de governo. Esses nomes prestigiam o PSDB e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Não há como separar o partido das duas gestões dele na Presidência", avalia o deputado Antonio Carlos Mendes Thame (SP), secretário-geral do PSDB.

A decisão de se antecipar aos adversários na apresentação dos nomes, iniciativa que será referendada pela direção executiva tucana em reunião marcada para 11 de fevereiro, também foi um movimento estratégico. "Ao antecipar os nomes, o senador Aécio está sinalizando de forma transparente que levará essas pessoas para o governo. Isso é um fator de estabilidade para o Brasil", afirma o senador tucano Cássio Cunha Lima (PA), um dos quadros mais próximos do provável candidato.

Postos-chave. O senador também já conta com uma lista de nomes que devem compor o comando executivo da campanha. Irmã de Aécio, a jornalista Andrea Neves deixou a presidência do Serviço Voluntário de Assistência Social, órgão do governo mineiro, para ser uma figura central na área de comunicação.

O publicitário mineiro Paulo Vasconcellos é o mais cotado para assumir o marketing da campanha. As decisões, porém, serão submetidas a um conselho de comunicação, fato inédito em campanhas tucanas.

Estado-chave na estratégia do PSDB, São Paulo recebe atenção especial na formação da equipe. Ex-ministro de FHC e atualmente vereador paulistano, Andrea Matarazzo foi sondado para assumir o comando da campanha na capital.

O prefeito de Botucatu, João Curi, será responsável por articular e engajar os prefeitos do interior na campanha presidencial. Presidente do PSDB paulista, o deputado Duarte Nogueira é apontado como um dos nomes para comandar a campanha no Estado e fazer a sinergia com a corrida pela reeleição do governador Geraldo Alckmin.
Estado de São Paulo
http://dropsmisto.blogspot.com

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Aécio é o candidato de FHC

FHC: crise e novas ideias

(...)
O seu candidato nas eleições do próximo ano é o do PSDB, Aécio Neves, em quem ele vê um político que sabe mandar e administrar. Fernando Henrique tem bom diálogo com Dilma Rousseff, que o trata com afabilidade. "De vez em quando ela fica de mal comigo pelo que escrevo em jornais, o que é bobagem porque nunca faço ataques pessoais", disse. "Há pouco ela insistiu que eu fosse à exumação do presidente João Goulart, e infelizmente estou meio de molho e não pude ir." Quanto a Eduardo Campos, não tem opinião formada.
(...)
O Globo Digital
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