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Aécio : "Redução do juros ajudará o país a sair da recessão"





Redução do juros ajudará o país a sair da recessão’, diz Aécio Neves sobre Selic
Maria Lima - O Globo


BRASÍLIA - O senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, publicou uma nota em que celebra a decisão do Banco Central de cortar a Selic de 13% para 12,25% ao ano. Segundo o senador, a medida “ajudará o país a acelerar a saída da recessão”. A redução desta quarta-feira foi feita a fim de manter o ritmo acelerado de redução da taxa básica de juros da economia.

Segundo o senador, o “atual ciclo de baixa da Selic”, em referência à última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que já havia cortado os juros básicos de 13,75% para 13%, “tem tudo para ser sustentável e duradouro, ao contrário da irresponsável experiência do governo passado, com malfadados cortes feitos na marra que custaram caro aos brasileiros em termos de inflação”. O corte, entretanto, não foi o suficiente para retirar o Brasil do topo da lista de países com maiores juros reais do mundo (descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses).

“Temos agora diante de nós uma chance única de acabar com a anomalia dos juros altos, que tanto penaliza os brasileiros, onera os governos, atrapalha os investimentos e a geração de empregos. Tudo isso sem descuidar da alta dos preços. A condição para tanto inclui não fraquejar no ajuste das contas públicas e na reforma do Estado”, concluiu Aécio.



Leia mais: http://oglobo.globo.com/oglobo-20966850#ixzz4ZWCvCS6A

Aécio : " A primeira redução da taxa de juros em quatro anos, é um bom indicador"



" Em reunião com o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, e a bancada do PSDB, discutimos sobre a situação do Brasil e sobre as medidas econômicas que tramitam no Congresso Nacional

A primeira redução da taxa de juros em quatro anos, definida há pouco pelo Copom, é um indicador de que a economia do país começa a caminhar de volta para a normalidade de onde os governos do PT a retiraram. 

Todavia, o risco de inflação legado pela ex-presidente impõe cautela nos futuros cortes.

 A desejável política de descontração monetária, ou seja, de baixa continuada dos juros, também exige, como contrapartida, rígido controle dos gastos públicos, para o que a aprovação pelo Congresso da PEC da responsabilidade mostra-se absolutamente imprescindível."

Aécio Neves 

Discurso de Dilma causa mal estar no BC


Discurso de Dilma sobre juros causa mal-estar no BC

Os comentários da presidente Dilma Rousseff sobre juros e inflação, feitos no primeiro dia de reunião do Copom, causaram certo mal-estar no Banco Central, mas a avaliação é que as declarações pelo menos não chegaram a ser ruins nem "engessam" a decisão a ser tomada hoje sobre a taxa Selic.

(...)

Além disso, no discurso feito em Belo Horizonte, técnicos consideram que a presidente sinalizou não descartar um aumento de juros agora ao dizer que "qualquer necessidade de combate à inflação será possível fazer num patamar menor", numa referência ao tamanho de uma eventual alta dos juros. Durante sua passagem pela capital mineira, a presidente Dilma fez questão de dizer a interlocutores que o BC terá autonomia para decidir o que fazer com a taxa Selic.
Folha de São Paulo

Erro faz Minas pagar muito mais juros à União

 Erro queima um ano de investimentos

 Vinte e seis décimos de ponto percentual aplicados indevidamente sobre as taxas de juros reais da dívida de Minas com a União, desde a primeira parcela em 2001, levaram o estado a desembolsar, até dezembro do ano passado, R$ 2,146 bilhões a mais do que deveria. 

A constatação é de Maria Eulália Alvarenga, economista e coordenadora do Núcleo Mineiro da Auditoria Cidadã da Dívida, responsável pelas primeiras simulações sobre as planilhas encaminhadas pelo governo de Minas à Frente Parlamentar para a Renegociação da Dívida do Estado com a União da Assembleia Legislativa. 
O erro bilionário representa pouco mais de um quinto do orçamento de Belo Horizonte para 2013, de cerca de R$ 10 bilhões. Ele quase alcança o conjunto dos investimentos diretos do Tesouro do estado, de R$ 2,6 bilhões, ao longo dos 11 primeiros meses

O Estado de Minas