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Planalto faz "Caça às Bruxas"....exige lista de dissidentes



Fonte: MSN Notícias

Link: http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/planalto-pede-lista-de-rebeldes-no-rio-e-oposição-reage

Planalto pede lista de rebeldes no Rio e oposição reage
| Por Ricardo Della Coletta e Erich Decat, estadao.com.br

Na tentativa de neutralizar o movimento 'Aezão', funcionário da Secretaria de Relações Institucionais pediu ao PMDB a lista dos prefeitos que participaram do lançamento dessa chapa

Brasília - Preocupado com dissidências na aliança que sustenta a candidatura da presidente Dilma Rousseff, o Palácio do Planalto e o PT começaram a fazer o “monitoramento” das ações de prefeitos do PMDB no Rio. Na tentativa de neutralizar o movimento “Aezão” – que apoia as candidaturas de Aécio Neves (PSDB) à Presidência e de Luiz Fernando Pezão (PMDB) ao governo fluminense –, um funcionário da Secretaria de Relações Institucionais pediu à assessoria do PMDB a lista dos prefeitos que participaram do lançamento dessa chapa.

A atitude do servidor provocou protestos por parte do PSDB. O partido divulgou nota, na noite desta quinta, prometendo ingressar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com representação contra Dilma. Os tucanos alegam que o governo usou funcionário público e equipamentos do Planalto para fazer campanha, no horário de expediente, o que é vedado pela Lei Eleitoral.

Assessor do ministro Ricardo Berzoini (Relações Institucionais), Cássio Parrode Pires enviou e-mail à assessoria do PMDB no Rio, dia 12, solicitando o nome dos prefeitos peemedebistas que foram ao almoço em prol da chapa “Aezão”, conforme revelou na quinta o jornal O Globo. Pires disse que faz o controle de “todos os pré-candidatos ao governo federal” porque a Subchefia de Assuntos Federativos do ministério trabalha com esse tipo de informação.

Pires afirmou ainda que só enviou a mensagem, de seu e-mail pessoal, porque a assessoria do PMDB do Rio, em contato telefônico, solicitou que ele formalizasse o pedido. O movimento “Aezão” foi lançado por Jorge Picciani, presidente do PMDB do Rio. O PMDB apoia a candidatura de Dilma à reeleição, mas a seção do partido no Rio decidiu dar palanque a Aécio.

“Estou preocupado com essa história do 'Aezão', mas a nossa expectativa é de que a maioria do PMDB, a começar pelo governador Pezão, apoie Dilma, assim como o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB)”, argumentou o presidente nacional do PT, Rui Falcão, após encontro da Executiva Nacional do partido, em São Paulo.

Berzoini e Pires não quiseram comentar o assunto. Por meio de sua assessoria, o ministro disse que a Secretaria de Relações Institucionais é responsável pela “articulação política” do governo e, por isso, precisa de informações dos Estados e municípios para fazer o seu trabalho. “Enviamos o e-mail para saber quem eram (os prefeitos) e também chamá-los para almoçar. Prefeito, quando você chama para almoçar, para conversar sobre algum assunto, ele vem. Isso é do jogo”, afirmou Berzoini no dia anterior.

O líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA), apresentou ontem requerimento de convocação para que Berzoini esclareça o monitoramento de aliados dissidentes.

Aécio caminha para o Planalto


A candidatura do mineiro Aécio Neves à presidência da República, oficialmente lançada sábado, na convenção do PSDB em SP, deu o start para a sua caminhada ao Planalto. Caminhada esta que vem acontecendo, predestinadamente, desde que o saudoso presidente Tancredo Neves se elegeu governador de Minas e o levou para o Palácio da Liberdade como seu secretário particular. 

Desde então o hoje senador tomou gosto pela política e teve a oportunidade de aprender a arte da conciliação, com grandes mestres. Assistiu e participou da grande cruzada para levar Tancredo ao Planalto que só não se concretizou por desígnio de Deus. 
Desde aquela época – e lá se vão  quase trinta anos – sabia-se que Aécio poderia surgir como um nome para disputar o cargo máximo do pais por vontade do povo. Aécio fez carreira brilhante, foi deputado federal mais votado de Minas, candidato a prefeito de BH, presidente da Câmara Federal, com uma gestão dignificante, e governador de Minas por dois mandatos com administração aprovada pelos mineiros. 

Com o choque de gestão, modelo copiado Brasil afora, recuperou as finanças do Estado, condição indispensável à execução de programas sociais e de projetos de melhoria da infraestrutura mineira. Neste trajeto teve  a companhia, entre outras, de Antonio  Anastasia, comprovadamente das melhores – se não a melhor – figura da administração publica brasileira, hoje também político, depois de concluir o mandato de Aécio (era seu vice) e ser reeleito para governar Minas por quatro anos. 
Aécio tem andado pelo Brasil, e por onde passa, desperta o sentimento de mudança, indicam as pesquisas, está presente em 70% da população Aécio chega na hora certa. 

O povo se cansou do modelo atual. Político moderno, com enorme capacidade de liderança, Aécio, eleito presidente, vai transformar o país, seguindo com o que existe de bom, como o próprio Lula fez com o legado de Fernando Henrique. 



(Paulo Cesar de Oliveira, jornalista e diretor-geral da revistas Viver Brasil e Robb Report)

Triste realidade, Planalto banca PDT por medo de perder apoio

Planalto banca PDT por medo de perder apoio à reeleição

O interesse do Palácio do Planalto em assegurar o PDT na campanha da reeleição de Dilma Rousseff é o que motiva o governo a manter o ministro do Trabalho, Manoel Dias, em seu cargo. Até a Operação Esopo ser deflagrada na semana passada, a legenda era entusiasta do projeto presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Em menor grau, da do senador Aécio Neves (PSDB). As recentes denúncias ajudaram a reaproximar o PDT do PT. Isso se deve a um duplo e simultâneo cálculo político das duas legendas. Para os petistas, vale tudo para neutralizar qualquer pretenso apoio a Aécio, Campos ou mesmo Marina Silva.
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O Estado de São Paulo

Crise no Planalto: Dilma assume que Lula nunca saiu

Entre o mar e a pedra

Para as relações da presidente Dilma Rousseff com a maioria governista no Congresso não fez diferença ela ter se humilhado ao dizer que "Lula não vai voltar porque ele não saiu", numa tentativa de esvaziar o movimento no PT pela candidatura do ex-presidente em 2014. 
A base aliada do Planalto, a começar dos caciques do PMDB, sabe que a vida com Lula era uma coisa e com Dilma, outra. Ela consegue a um só tempo ser avessa à política e negar autonomia a quem quer que tenha escolhido para fazer o que ela não gosta nem sabe. Some-se a isso a campanha sucessória antecipada por Lula também para neutralizar as pressões pela sua volta e a queda violenta da popularidade da apadrinhada, na esteira da inflação e dos protestos de junho, para completar o cenário de desafio à autoridade presidencial entre os partidos da sua vasta coalizão.
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O Estado de São Paulo

Planalto preocupado com a manifestação dos trabalhadores

Agora é a vez dos trabalhadores
Depois da onda de manifestações populares que abalaram o governo, novos protestos, desta vez trabalhistas, preocupam o Palácio do Planalto. Na quinta-feira, milhões de profissionais de setores estratégicos, como o metalúrgico, o de petróleo, o de transportes e o serviço público, prometem cruzar os braços em pelo menos 14 estados do país.
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Em Belo Horizonte o protesto vai reunir categorias do funcionalismo público, municipal e do estado. Participam da manifestação também os estudantes representados por organizações nacionais e regionais, e grupos ligados a diversas bandeiras como ambientalistas, contra a homofobia e pelo imposto justo.
Estado de Minas

Planalto tenta parar protestos negociando as tarifas

Vitória no grito

As manifestações pelo país que começaram com a reivindicação de redução das tarifas dos transportes públicos tiveram ontem três importantes vitórias. Governantes de São Paulo e Rio de Janeiro recuaram e reduziram as passagens de ônibus, metrô e trem. Em Belo Horizonte, o prefeito Marcio Lacerda (PSB) anunciou que vai enviar à Câmara Municipal um projeto de lei para viabilizar também a queda nos valores. Segundo informações de bastidores, o Palácio do Planalto entrou no circuito para tentar destampar a panela de pressão das ruas e negociou com os governantes a redução das tarifas.
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O Estado de Minas

Relatório do Planalto diz que Lacerda será eleito amanhã



Previsões do Planalto

Relatório diário sobre as eleições, produzido para a presidente Dilma, dizia ontem que em Belo Horizonte vai dar Márcio Lacerda no primeiro turno. Pelo mapa, também saem eleitos amanhã: Eduardo Paes, no Rio; José Fortunati, em Porto Alegre; Tereza Surita, em Boa Vista; Paulo Garcia, em Goiânia; Rui Palmeira, em Maceió; Carlos Eduardo, em Natal; e Carlos Amastha, em Palmas.

O Globo
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