Mostrando postagens com marcador protestos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador protestos. Mostrar todas as postagens

Minas também não quer mascarados anônimos

Máscaras terão de cair, diz PM
Mesmo sem lei ou decisão judicial específica, Belo Horizonte vai apertar o cerco aos mascarados que eventualmente participem das manifestações programadas para amanhã. A Polícia Militar promete abordar quem estiver com o rosto coberto durante o Grito dos Excluídos ou protestos em torno do desfile de 7 de Setembro, exigindo identificação. Quem estiver sem documento ou se recusar a informar seus dados será detido e levado para a delegacia.
(...)
O início está previsto para as 9h, com a chegada do governador Antonio Anastasia, que será recebido por autoridades no palanque A, em frente à prefeitura. Demais convidados serão abrigados no palanque B.
(...)
Estado de Minas

População reage contra as respostas de Dilma aos protestos

Políticos falharam na resposta às ruas, mostra pesquisa
As respostas dos políticos aos protestos de rua não satisfizeram os brasileiros. A ação mais bem avaliada, por comparação, foi a da presidente Dilma Rousseff. Mesmo assim, 46% dos entrevistados pelo Ibope desaprovam a resposta de Dilma às manifestações, e apenas 27% aprovaram. A insatisfação popular aumenta diante da reação de governadores, prefeitos, senadores e deputados, nessa ordem.
(...)
Para a média dos governadores, a desaprovação às suas respostas foi de 48%, contra 20% de aprovação. Para prefeitos, foi 47% a 21%. Mas a média oculta diferenças grandes de Estado para Estado. Em São Paulo e Rio de Janeiro, palco das maiores manifestações, as reações dos governadores foram pior avaliadas que as dos governos de Pernambuco e Ceará, por exemplo.
(...)
Estado de São Paulo

Aécio : "O plebiscito nasceu morto e o governo sabia disso"

Aécio dispara novas críticas


Brasília - O senador e presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), declarou ontem, em Brasília, que o "plebiscito nasceu morto e o governo sabia disso". "Era uma forma de desviar a atenção da população das questões centrais", afirmou o tucano, que provavelmente será um dos adversários da presidente Dilma Rousseff na disputa eleitoral de 2014. "O governo, quando criou a Constituinte exclusiva, que durou 24 horas, sabia que ela era inviável. Quando apresentou uma proposta de plebiscito sobre temas tão complexos em um prazo tão curto, sabia que era inviável. É um engodo", acrescentou.

Aécio criticou o fato de o governo ter ouvido apenas aliados e ter deixado de lado aqueles que, segundo ele, representam metade da população brasileira, em referência aos políticos tucanos. Para o senador, falta diálogo com a oposição para que a proposta da reforma política possa ir adiante. "Lamentavelmente não é um pacto. É uma forma de mais uma vez transferir as responsabilidades que são dela, que são do seu governo, do seu partido, para o Congresso."

O tucano voltou a defender a realização de um referendo em vez do plebiscito sugerido pelo Executivo federal, afirmando que a prerrogativa de propor a consulta é do Legislativo: "Nós, congressistas, temos que votar o tema da reforma política. E nós, da oposição, defendemos que, votada a reforma política, possamos submetê-la a um referendo  com as eleições do ano que vem".

Aécio disse ainda que o PSDB apresentará um conjunto de ideias em reunião da executiva na terça-feira. "Vamos conversar com outras forças partidárias já na próxima semana e estamos dispostos a construir uma agenda no Parlamento para uma reforma política."
Estado de Minas

Aécio : "A presidente acorda de um sono profundo..."

Base prepara o troco no Planalto
 (...)
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), potencial candidato ao Planalto no ano que vem, disse ontem que a presidente Dilma Rousseff não entendeu os pedidos das ruas e quer tocar apenas mudanças de interesse do PT, como o financiamento público de campanha. 
Ele voltou a defender o referendo, em vez de plebiscito. "A presidente acorda de um sono profundo e apresenta ao Congresso alguns temas de reforma política que não respondem às demandas da população brasileira. O que a presidente busca fazer é convidar o Congresso para um passeio de primeira classe numa cabine do Titanic", atacou. 
Já o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disse que não há tempo para fazer a consulta popular proposta pela presidente este ano e que "até por efeito de economia para o erário público, (o plebiscito) pode ser feito junto da eleição (no ano que vem)".

CorreioWeb.com

Aécio : "Governo não entendeu nada das manifestações "

Prazo legal e reação do Congresso põem plebiscito em xeque

Os prazos definidos pelo Tribunal Superior Eleitoral e a resistência imposta pelos líderes do Congresso colocaram em xeque a realização do plebiscito proposto pela presidente Dilma Rousseff para discussão de uma reforma no sistema político brasileiro. O governo já trabalha com a hipótese de as mudanças só valerem para as eleições de 2016, por falta de tempo para que as novas regras entrem em vigor para as eleições do próximo ano, quando Dilma deve concorrer à reeleição.
(...)
Já a oposição quer aprovar proposta de emenda constitucional que obriga a realização de referendo para a população aprovar mudanças no sistema político. O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse que o governo "não entendeu nada" das manifestações e, por isso, o Congresso deve reagir.

Folha de São Paulo

Aécio : " Proposta de Dilma é inviável "

Oposição marca a tecla do não

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse ontem que a proposta encaminhada pela presidente Dilma Rousseff ao Congresso com itens para um plebiscito sobre reforma política é "inviável". 
Para o potencial candidato à Presidência, a petista não entendeu as reivindicações dos manifestantes. "A presidente da República quer dizer aos brasileiros que aquilo que os levou às ruas foram as propostas que interessam ao PT na reforma política, e não a calamidade da saúde pública, a falência da mobilidade urbana, em especial o transporte público, o aumento da criminalidade", afirmou.
(.
Estado de Minas

Aécio Neves : " Os manifestantes se insurgem contra os aproveitadores que viraram políticos"



Fonte: Folha de S.Paulo - 01/07/2013 - Coluna de Aécio Neves
Link para assinantes: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/116749-classe-media.shtml

Classe média


Aécio Neves

Se os partidos brasileiros, sem exceção, saem politicamente abalados do saudável vendaval de passeatas no país, um deles certamente se ressente mais: o PT.

A presença maciça da classe média no movimento de protesto coloca em xeque, com mais ênfase, as contradições do partido.

Pressionado a oferecer respostas ao país, o governo federal improvisou uma constituinte restrita, rapidamente abandonada, e busca, por meio da proposta de um plebiscito de complexa elaboração, aprovar uma agenda que interessa muito mais ao PT do que ao Brasil.

Assim, o governo federal patrocina manobras que visam tirar o foco das legítimas reivindicações apresentadas pela população, oferecendo justamente mais daquilo de que os brasileiros demonstram estar fartos: desrespeito.

No recente evento dos dez anos do PT, a filósofa petista Marilena Chaui afirmou, sob aplausos, que odiava a classe média. E explicou: "A classe média é estupidez. É o que tem de reacionário, conservador, ignorante, petulante, arrogante, terrorista. É uma abominação política, porque ela é fascista, uma abominação ética, porque ela é violenta, e é uma abominação cognitiva, porque ela é ignorante".

O leitor ficou chocado? O vídeo está no YouTube. Juntando-se essa fala raivosa e os protestos nas ruas, a conclusão é inevitável: o PT não gosta da classe média e por ela parece estar sendo correspondido na rejeição.

Os jovens questionam a forma tradicional de fazer política quando gritam: "O povo unido governa sem partido". A grande maioria deles nada tem de fascistas ou reacionários. Estão apenas expressando suas compreensíveis frustrações. Os manifestantes se insurgem contra os aproveitadores que viraram políticos, políticos que se elegeram governantes, governantes que se esbaldaram na corrupção, corrupção que impede a melhoria do transporte, da saúde e da educação. Uma ciranda como no poema de Drummond cujo nome é "Quadrilha", muito a propósito.

Um bom contraponto à intolerância de Marilena Chaui é um texto do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de 2011. Nele, foi enfatizada a necessidade de maior diálogo com a classe média: "O caminho não se constrói apenas por partidos políticos, nem se limita ao jogo institucional. Ele brota também da sociedade, de seus blogs, tuítes, redes sociais, da mídia, das organizações da sociedade civil, enfim, é um processo coletivo. Não existe só uma oposição, a da arena institucional; existem vários focos de oposição, nas várias dimensões da sociedade".

Com 82 anos de idade, Fernando Henrique com certeza faria bonito na avenida Paulista, na Rio Branco ou na Afonso Pena dos dias de hoje.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna
http://dropsmisto.com


Aécio sobre Dilma:" Ouvimos o Brasil velho falando para o Brasil novo"

Plano anticorrupção dos oposicionistas foca Copa e governo

Líderes do PSDB, PPS e DEM criticaram o pacote de sugestões apresentado ontem pela presidente Dilma Rousseff para o enfrentamento da crise política. Os representantes dos partidos de oposição acusaram a petista de ter apresentado propostas marginais e diversionistas, que não atendem aos desejos da sociedade. 
Para a oposição, Dilma quis fugir de suas responsabilidades, jogando-as no colo de governadores e até de prefeitos recém empossados. Os oposicionistas apresentaram uma lista com propostas paralelas, que eles entendem traduzir os desejos da população que foi às ruas protestar. 
O presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG), provável presidenciável tucano em 2014, disse que Dilma, em sua fala, "frustrou a todos os brasileiros". "O que nós ouvimos foi o Brasil velho falando para um Brasil novo.
(...)
O Estado de São Paulo

Aécio : " Dilma não responde aos anseios da população"

Dilma quer plebiscito para promover reforma política
A presidente Dilma Rousseff propôs ontem a realização de um plebiscito para convocação de uma Assembleia Constituinte exclusivamente dedicada à reforma política. A ideia foi lançada durante encontro com governadores e prefeitos convocados para discutir respostas à onda de manifestações que tomaram as ruas das grandes cidades nas últimas semanas. A proposta tende a gerar controvérsia se for levada adiante. A Constituição não prevê a convocação de Assembleias Constituintes exclusivas e não existe consenso entre os principais partidos sobre a maneira mais eficiente de reformar o sistema político do país. Ministros do STF entendem que seria necessário revogar toda a Carta atual. A oposição reagiu ao anúncio. "[Dilma] Não responde aos anseios da população", disse o senador Aécio Neves (MG), potencial candidato do PSDB ao Planalto.

Folha de São Paulo

Aécio: " O mundo político tem uma enorme dívida com os brasileiros"



Fonte: Folha de S.Paulo - Coluna de Aécio Neves
Link para assinantes: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/115549-brasileiros.shtml

Brasileiros


Aécio Neves

Ainda há um grande esforço para tentar compreender melhor a motivação que leva às ruas milhares de brasileiros, defendendo um sem número de causas e reivindicações. A este respeito, lembrei-me que em outubro de 2011 --portanto há quase dois anos-- assinei um artigo, aqui mesmo, nesta Folha, abordando a imprevisibilidade da política, as grandes transformações em curso e a busca coletiva por uma nova ordem.

Sem qualquer pretensão de leitura antecipada sobre os protestos que hoje varrem o país, inimagináveis há até poucos dias, já naquele momento era perceptível uma crescente onda de desencanto mundo afora com regimes autoritários, a corrupção e a crise econômica, temas encarnados por levantes como o da Primavera Árabe, os Indignados na Espanha e o Ocupe Wall Street, em Nova York.

À época, muitos apontavam aquelas como manifestações "sem bandeira", quando na verdade representavam um múltiplo e crescente inconformismo. Ainda que movido por diferentes frustrações, fenômeno de certa forma semelhante alcançou a realidade brasileira, após longos anos de acúmulo de insuficiências de toda ordem, agravadas pela percepção de grave paralisia gerencial, desperdícios, desvios e enorme frustração com a impunidade.

O inédito movimento brasileiro contrasta com a tentativa de afirmação de um "Brasil cor-de-rosa", como se tivéssemos deixado para trás, em um trecho vencido de história, uma das maiores desigualdades do planeta e as mazelas do nosso subdesenvolvimento. Se avançamos --e avançamos--, não vencemos o principal: continuamos um país pobre, desassistido e injusto.

O que não parecia ser factível tornou-se inesperada realidade: entornou para fora dos limites da política tradicional a percepção sobre obras que nunca acabam e multiplicam orçamentos exorbitantes; o baixo investimento em áreas fundamentais, gerando o sucateamento da saúde, a educação precária e a grave omissão na segurança pública, enquanto bilhões escorrem em programas de financiamento obscuros ou casos mais explícitos, como o de Pasadena, e agora as obras da Copa.

A insatisfação com a realidade está clara na pesquisa Ibope/CNI. Das nove áreas avaliadas, seis são desaprovadas pela maioria da população: segurança pública, saúde, impostos, combate à inflação, taxa de juros e educação.

A desaprovação ao combate à inflação subiu de 47% para 57%. Continuamos a ser um dos países que oferece o pior retorno dos impostos arrecadados em serviços públicos.

Há nesse episódio lições a serem aprendidas por todos os que temos responsabilidade pública, e uma é incontestável: o chamado mundo político tem uma enorme dívida com os brasileiros. E ela precisa ser resgatada.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Planalto reage à proposta do PT de levar vantagem nos protestos

Bola cantada

A decisão de Rui Falcão de convocar militantes do PT às ruas ontem preocupou o governo federal antes mesmo da explosão de violência em protestos em várias cidades do país. Segundo relatos, o presidente do partido não discutiu a ideia com o Palácio do Planalto, que desde cedo temia que um eventual confronto entre petistas e outros grupos das passeatas respingasse em Dilma Rousseff. "Se der errado, a culpa é de quem?", questionava um membro da equipe presidencial.

Folha de São Paulo / Painel

Interior de Minas protesta em paz

Interior protesta em paz

A onda de manifestações continua a se espalhar pelo interior de Minas. São reivindicações variadas, principalmente em relação ao poder público. Na lista estão críticas ao monopólio de empresas de transporte, alto custo das passagens, má qualidade do atendimento nas áreas de educação, saúde e coleta de lixo. Os protestos, organizados quase sempre por estudantes, têm sido ordeiros e acompanhados pela polícia.
(...)
O Estado de Minas

Tarifa cai R$ 0,15 na Grande BH


Os passageiros de 34 municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte vão pagar R$ 0,15 a menos nas passagens dos ônibus metropolitanos, que ficam 3,65% mais baratas em 1º de julho.
(...)
A diminuição nos preços na Grande BH será feita por ato administrativo, informou o governador Antonio Anastasia (PSDB). "Nessa redução não há nenhuma despesa por parte do poder público.
(...)
Estado de Minas

Rio, São Paulo e Belo Horizonte recuam tarifas

Milhares nas ruas obrigam Alckmin e Haddad a recuar

Após protestos que levaram centenas de milhares de pessoas às ruas do país, os governadores e prefeitos de São Paulo e do Rio cederam e decidiram reduzir as tarifas do transporte coletivo.
(...)
O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), também deve apresentar hoje à Câmara um projeto de lei de isenção do ISS para baratear a passagem.

Folha de São Paulo

Pesquisa diz que protestos é contra o governo federal

Onde mora o perigo

Muita discussão ainda vai rolar entre os políticos e os acadêmicos sobre as manifestações que estão ocorrendo em todas as grandes cidades do país, mas a pesquisa do Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada ontem mostra que a insatisfação popular pode estar mais próxima do governo federal do que imaginava o Palácio do Planalto.

Correio Braziliense

Planalto tenta parar protestos negociando as tarifas

Vitória no grito

As manifestações pelo país que começaram com a reivindicação de redução das tarifas dos transportes públicos tiveram ontem três importantes vitórias. Governantes de São Paulo e Rio de Janeiro recuaram e reduziram as passagens de ônibus, metrô e trem. Em Belo Horizonte, o prefeito Marcio Lacerda (PSB) anunciou que vai enviar à Câmara Municipal um projeto de lei para viabilizar também a queda nos valores. Segundo informações de bastidores, o Palácio do Planalto entrou no circuito para tentar destampar a panela de pressão das ruas e negociou com os governantes a redução das tarifas.
(...)
O Estado de Minas

Vândalos tentam denegrir protestos contra a corrupção

Cicatrizes da depredação

Vidros quebrados, pichações, restos de incêndio e quebradeira generalizada. Esse foi o cenário que marcou a Praça Sete, no coração de Belo Horizonte, na manhã de ontem. Depois da passagem de vândalos infiltrados no movimento de cerca de 10 mil pessoas que saiu da UFMG em direção ao Centro, o rastro deixado nos quarteirões fechados da praça foi de destruição. Bancos tiveram portas quebradas (foto), uma loja de telefonia foi saqueada e lixeiras foram arrancadas. Funcionários ficaram impressionados com o que viram.

Estado de Minas