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Derrota no plebiscito faz Dilma tentar outra fórmula

Após revés, Dilma busca opção ao plebiscito

Com as chances de plebiscito enterradas pelo Congresso, a presidente Dilma Rousseff deve apoiar proposta de reforma política idealizada pelas entidades que financiaram a Lei da Ficha Limpa. Batizado de "Eleições Limpas", o projeto foi elaborado pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e pelo MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral), entre outros. 
Ele acaba, entre outros pontos, com o financiamento de empresas a campanhas eleitorais já para as eleições de 2014, e prevê pena de detenção e cassação de mandato para quem praticar caixa dois.
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Folha de São Paulo

O fim do plebiscito e a demagogia de Dilma

O fim do plebiscito
Com o maciço apoio dos "aliados" do governo, as lideranças partidárias na Câmara dos Deputados jogaram uma pá de cal na demagógica pretensão de Dilma e do PT de realizar no ano que vem um plebiscito sobre a reforma política. É mais uma amostra de que o inferno astral da pupila de Lula perdura. Mas é também mais uma evidência de que, em matéria de esperteza, os políticos - cujos partidos, na opinião de 81% dos brasileiros, são "corruptos ou muito corruptos", segundo pesquisa da Transparência Internacional - estão ganhando de lavada a queda de braço que o voluntarismo autoritário da chefe do governo e a soberba do PT tiveram a ideia infeliz de lhes impor.

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Estado de São Paulo

Câmara decide hoje se sepulta o plebiscito


O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse que a Casa vai definir hoje se o plebiscito para discutir uma reforma no sistema político brasileiro com efeitos para as eleições de 2014 será mesmo realizado. 
A expectativa é de que os líderes da Câmara sepultem de uma vez a ideia lançada por Dilma Rousseff como uma das principais medidas em resposta às manifestações que eclodiram no país.

Folha de São Paulo

Aécio : "O plebiscito nasceu morto e o governo sabia disso"

Aécio dispara novas críticas


Brasília - O senador e presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), declarou ontem, em Brasília, que o "plebiscito nasceu morto e o governo sabia disso". "Era uma forma de desviar a atenção da população das questões centrais", afirmou o tucano, que provavelmente será um dos adversários da presidente Dilma Rousseff na disputa eleitoral de 2014. "O governo, quando criou a Constituinte exclusiva, que durou 24 horas, sabia que ela era inviável. Quando apresentou uma proposta de plebiscito sobre temas tão complexos em um prazo tão curto, sabia que era inviável. É um engodo", acrescentou.

Aécio criticou o fato de o governo ter ouvido apenas aliados e ter deixado de lado aqueles que, segundo ele, representam metade da população brasileira, em referência aos políticos tucanos. Para o senador, falta diálogo com a oposição para que a proposta da reforma política possa ir adiante. "Lamentavelmente não é um pacto. É uma forma de mais uma vez transferir as responsabilidades que são dela, que são do seu governo, do seu partido, para o Congresso."

O tucano voltou a defender a realização de um referendo em vez do plebiscito sugerido pelo Executivo federal, afirmando que a prerrogativa de propor a consulta é do Legislativo: "Nós, congressistas, temos que votar o tema da reforma política. E nós, da oposição, defendemos que, votada a reforma política, possamos submetê-la a um referendo  com as eleições do ano que vem".

Aécio disse ainda que o PSDB apresentará um conjunto de ideias em reunião da executiva na terça-feira. "Vamos conversar com outras forças partidárias já na próxima semana e estamos dispostos a construir uma agenda no Parlamento para uma reforma política."
Estado de Minas

Presidente da Câmara diz que proposta de Dilma é inviável

Congresso esvazia plebiscito de Dilma
Na tentativa de tirar o mérito por uma eventual reforma política das mãos da presidente Dilma Rousseff, deputados e senadores querem esvaziar o plebiscito proposto pela petista e fazer mudanças paralelamente à iniciativa do Planalto.
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O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), admitiu que a ideia do plebiscito com efeitos válidos já para 2014, como quer o Planalto, não tem viabilidade nem encontra consenso na Casa.
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Para "não correr o risco de se perder a oportunidade de votar a reforma política", Alves anunciou que criará um grupo de trabalho na próxima semana para elaborar um texto com os principais itens da reforma.
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Estado de Minas