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Aécio escreve sobre a importância do esporte como fator de inclusão social







"Hoje, em minha coluna no jornal Folha de S. Paulo, trato sobre histórias de superação de brasileiros através do esporte. Defendo que o poder público, agindo em parceria com clubes, escolas e universidades aposte com mais convicção nesse caminho como fator de inclusão social. E que o legado da Olimpíada não seja apenas medido por obras, mas que possa fortalecer também a confiança de cada um dos brasileiros. "- Aécio Neves

Olimpíadas, 
Aécio Neves, Folha de São Paulo

Como não se sensibilizar com a bela festa de abertura dos Jogos Olímpicos no Rio? Esbanjando criatividade, competência e alegria, os brasileiros fizeram uma festa que encantou o mundo. Naquela noite, dois momentos se destacaram por sua força simbólica.


No encerramento do evento no Maracanã, a pira olímpica foi acesa pelo maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, ex-boia fria, filho de retirantes nordestinos e um dos heróis populares do esporte brasileiro; meia hora depois, na Candelária, um jovem atleta de 14 anos, Jorge Gomes, nascido no Morro da Mangueira, acendeu a "pira do povo" e nos iluminou com o seu sorriso aberto.


A biografia de ambos revela a enorme capacidade que tem o esporte de mudar os rumos de vidas aparentemente destinadas ao desamparo. Entre centenas de atletas brasileiros inscritos nos jogos, há inúmeras histórias de superação.


São exemplos para uma enorme parcela da juventude, sofrida e descrente, duramente atingida pela crise econômica que aflige o país nos últimos anos. É preciso acreditar que reunimos condições de superar as adversidades que minam a nossa confiança. Por isso é preciso olhar para a Olimpíada pensando também em um outro tipo de legado.


É uma pena que ainda se subestime o esporte como fator de inclusão social. Como se sabe, o acesso ao esporte é, muitas vezes, mais que uma porta de entrada para uma vida de novas oportunidades. Pode ser a importante porta de saída de uma vida difícil.


O poder público, agindo em parceria com clubes, escolas e universidades, deveria apostar com mais convicção nesse caminho. Mais crianças e jovens jogando basquete, futebol ou vôlei, nadando, lutando em tatames, saltando e correndo em pistas de atletismo, significa menos crianças e jovens nas ruas, expostos ao crime e às drogas.


Além disso, a boa prática esportiva ensina a respeitar o outro, a trabalhar em equipe, a aceitar derrotas e a lutar de forma honrada pelas vitórias, buscando sempre fazer melhor. É uma escola de formação que prepara para a vida.


Infelizmente, carecemos ainda de ações públicas e políticas efetivas e continuadas que sejam capazes de integrar o esporte em uma estratégia maior de desenvolvimento humano e social.


O garoto Jorge confessou que sonha, um dia, conquistar medalhas para o país. Medalhas são sempre muito bem- vindas, mas há outra meta mais prioritária a ser alcançada: temos a obrigação de construir um país mais inclusivo e justo, para que possamos nos orgulhar ainda mais das medalhas que, com certeza, Jorges de todo o país conquistarão no futuro.


Que o legado da Olimpíada não seja medido apenas por obras. Que ela possa fortalecer a confiança de cada um dos brasileiros.

Inclusão social é meta do governo Aécio Neves



O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, participou de encontro, nesta terça-feira (22), com a deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP) e representantes de diversas entidades da sociedade civil que atuam em prol da pessoa com deficiência. Durante o encontro, Aécio declarou apoio ao projeto que cria a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e pediu à deputada que apresente pontos da proposta que podem ser acrescentados ao seu programa de governo.

"Tenho certeza de que, se vencermos as eleições, vamos dar um extraordinário salto na busca da inserção na sociedade, na superação de qualquer tipo de discriminação, na garantia da acessibilidade”, afirmou Aécio.

O encontro ocorreu no comitê de campanha em São Paulo. A representantes de entidades como AACD, Derdic (apoio ao deficiente auditivo) e AMA (Associação Amigos do Autista), Aécio afirmou que a luta das pessoas com deficiência o inspira para realizar uma campanha com coragem e responsabilidade. “Vou fazer um pacto pela inclusão com atitudes claras e ousadas tratando das várias nuances que um tema delicado como este pede”, declarou o candidato.

A LBI prevê uma série de novos direitos para os portadores de deficiências. "Ele é um projeto de lei escrito de forma precisa, porque é exequível. Temos questões que vão fazer mudanças na vida do brasileiro. Por exemplo, apresentamos mudanças para o Estatuto das Cidades, que vai mudar toda a lei de calçadas desse país".

Além da mobilidade, o projeto também trata de questões como direito à educação, direitos civis e combate ao preconceito, entre outras áreas.

O projeto ficou seis meses disponível à consulta pública e, agora, o relatório da deputada Mara Gabrilli está pronto para ser votado em plenário. A deputada negocia acordo para garantir que texto aprovado pela Câmara não seja alterado.

fonte: http://cidadeverde.com/candidato-do-psdb-aecio-neves-declara-apoio-a-lei-brasileira-de-inclusao-168728

"Fica Vivo" criado por Aécio é sucesso na inclusão social em Minas

Notas de Minas: "Fica Vivo" criado por Aécio é sucesso na inclusão...: "(...) Um desafio em todo o projeto das UPPs é o equilíbrio da relação dos moradores das comunidades ocupadas com a polícia. Em Minas Gera..."

Casa Escola , mais um projeto de Aécio Neves que leva dignidade a zona rural



Isso é inclusão social !
BELO HORIZONTE (01/12/09) - O governador Aécio Neves lançou, nesta terça-feira (1º), no Palácio da Liberdade, o projeto Casa Escola, criado para atender alunos da rede estadual de ensino da zona rural dos municípios mineiros. O objetivo é substituir escolas que historicamente funcionam em construções improvisadas por prédios que oferecem conforto, funcionalidade e condições adequadas para o ensino e aprendizado. O Governo de Minas está investido R$ 32 milhões no projeto. Serão atendidas comunidades rurais de municípios com grandes extensões territoriais e baixa densidade populacional.


O projeto Casa Escola vai possibilitar que até outubro do ano que vem, a totalidade das 319 escolas rurais de Minas que integram a rede pública estadual estejam em boas condições de funcionamento. Quase metade delas (152 unidades) estão sendo totalmente reconstruídas. Outras 167 estão sendo reformadas dentro dos padrões estabelecidos pelo projeto.

Aécio e Andrea Neves cumplicidade na busca da justiça social

A política pode ser um instrumento de agregação de forças, de partilha, de solidariedade para o bem comum; ou pode ser um meio utilizado, legitimamente, para a conquista do poder, da soberania e do centralismo. A responsabilidade de trabalhar com a política para fazer o bem social é enorme, mas não depende unicamente de desejos ou de intenções. Para trilhar esse caminho, com responsabilidade, um indivíduo precisa ter, sobretudo, experiência, princípios e consciência de que esse não é um projeto para se executar só.
Aécio Neves é o bom exemplo de alguém que sabe dar à política o seu valor real. Ele nasceu em uma família acostumada ao meio político e a cultivar sonhos grandes em relação ao país. Um grupo de pessoas que compartilhava desejos, respeitando eventuais divergências, pregando o entendimento e a tolerância, para somar e ir além. O seu grande mestre na arte da conciliação, a linha forte que costurava a união, dentro e fora de sua casa, foi Tancredo, que dividia com dona Risoleta a responsabilidade de ensinar aos filhos e netos a importância de deixa-se guiar por seus valores.
Já sem o avô, logo depois de entregar-se inteiramente à política, Aécio Neves percebeu, dentro de casa, sua grande parceira - Andrea Neves da Cunha, sua irmã mais velha, que até então havia tomado direções bem distintas às dele. A amizade divertida e trôpega da infância, se solidificou na vida adulta, com o apoio mútuo e a cumplicidade que foram as mais importantes lições das primeiras décadas de suas vidas.
A política de alianças, de agregação de forças, que se atesta em toda a trajetória pública de Aécio Neves começou no espaço privado, na troca de saberes e na humildade da escuta mútua. Andrea é de Aécio uma companheira e amiga, que com ele compartilha sonhos e, principalmente, o mesmo senso de responsabilidade e a coerência de princípios.
Atualmente, Andrea ocupa, no governo de Minas, o espaço de uma "primeira-dama". É a presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) e coordenadora do Grupo Técnico de Comunicação. Tímida, de temperamento bem distinto ao do irmão, Andrea abdica, na política, de papéis de destaque, para ser companheira e incentivadora de Aécio.
Com cumplicidade e seriedade, Aécio e Andrea carregam juntos os compromissos de Tancredo com a vida e com o país. E dividem princípios semelhantes. Eles não abrem mão de sua união, pois aprenderam, com a história, que só com alianças e partilha é possível conquistar avanços e fazer a vida ter valido a pena, no final do trajeto. Juntos, como cidadãos, dedicando-se à boa política, descentralizada e solidária, eles podem muito mais, pelos sonhos que todos nós temos... e que são, como o amor entre eles, do Tamanho do Brasil.
fonte: Ana Vasco Aécioblog

Aécio Neves elogiado pela UNICEF por sua política social de combate à pobreza


Aécio Neves participa da 3ª edição do Selo Unicef

O governador Aécio Neves participou, no Palácio da Liberdade, do lançamento da 3 ª edição do Selo Unicef Município Aprovado, certificação entregue a cidades que alcançam avanços na garantia dos direitos das crianças e adolescentes. Um total de 142 cidades do Norte de Minas e dos vales do Jequitinhonha e do Mucuri foram convidados a participar desta edição.

Minas Gerais foi o estado brasileiro onde os indices de melhorias são os maiores do Brasil, mostrando crescimento de até 53% ao ano.

Entre os indicadores medidos pelo Selo estão redução da mortalidade infantil, da mortalidade materna, do número de adolescentes grávidas e da evasão escolar; e garantia do acesso ao saneamento básico e ao registro civil. Um total de 142 cidades do Norte de Minas e dos vales do Jequitinhonha e Mucuri foram convidados a participar desta nova edição do selo, onde vivem 900 mil crianças e adolescentes.

Segundo a representante do Unicef nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Sul do Brasil, Anna Penido Monteiro, os resultados em Minas são promissores em razão da prioridade dada pelo Governo do Estado ao semiárido, região que concentra os municípios com os mais baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH).

Andrea Neves e a boa luz no final do túnel.


É difícil pensarmos que pessoas são excluídas do meio social em razão das características físicas, sociais, que possuem, como qualquer outra, como cor da pele,  cor dos olhos, altura, nível de estudo,  peso e formação física.
Muitas vezes já nascemos com essas características e não podemos de certa forma ser culpados por tê-las.
A inclusão social está ligada a todas as pessoas que não tem as mesmas oportunidades dentro da sociedade. Mas os excluídos socialmente são também os que não possuem condições financeiras dentro dos padrões impostos pela sociedade, os idosos, os negros e os portadores de deficiências físicas, como cadeirantes, deficientes visuais, auditivos e mentais. Existem as leis específicas para cada área, como a das cotas de vagas nas universidades, em relação aos negros, e as que tratam da inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
Agora uma das exclusões mais dramaticas para a sociedade é a dos ex-detentos que ao passar pela politica carceraria só recebem em sua esmagadora maioria mais violencia e exclusão dentro das cadeias.
Ninguem quer ser amigo de ex-preso. Ninguem quer dar trabalho para ex-preso. Ninguem quer a presença de ex-preso. Muito porque em sua grande maioria,  eles saem piores em sua relação social  do que quando entraram, devido ao péssimo tratamento humanitário recebido enquanto presos.
Se queremos ressocializar temos que mudar !!
Mas em Minas Gerais isso está mudando, Aliás Minas Gerais está inovando nesse setor e em muitos outros.
O trabalho que Andrea Neves, Presidente do Servas \junto com Aécio Neves Governador do Estado está fazendo,  é algo pioneiro no Brasil e inovador na grande maioria dos países do mundo. Andrea Neves tem dado ao Brasil  com seus inúmeros programas no SERVAS aulas de cidadania, inclusào social  e porque não dizer, ações de profunda consciência cristã no sentido maior da palavra.
O menino Cauã, de 10 meses, adorou brincar com as bolas coloridas. Já Mateus, de 4 meses, gostou mesmo foi de ficar sobre o tapete emborrachado, enquanto Gemima, 7 meses, se inquietava no colo da mãe para aproveitar o espaço especial para crianças. Essas são algumas das 47 crianças que vivem com suas mães no Centro de Referência de Gestantes Privadas de Liberdade, único do país para mulheres grávidas e com bebês de até um ano.



No Centro, a presidente do Servas, Andrea Neves, inaugurou nessa terça (15/09/2009) no local uma área de convivência para mães e bebês. Construída em parceria com a Construtora UNI, é um espaço lúdico de 72m² que visa proporcionar o desenvolvimento integral dos bebês, respeitando os laços de afeto entre mãe e filho nos primeiro meses de vida.
“O Governo de Minas rompe paradigmas ao criar o primeiro espaço para que recuperandas fiquem com seus filhos . Eu me sinto orgulhosa desta alternativa, que celebra o respeito e compromisso com a vida”, disse Andrea Neves.
“Nós erramos, mas aqui a gente aprende a ser mãe e vê uma luz no fim do túnel. Estamos recebendo carinho, atenção e dedicação de gente que nem conhecemos. Quero agradecer especialmente pelo carinho dado aos nossos filhos”, disse a recuperanda Taciana Vaz, 20, em nome das internas. Taciana se alegrou com o novo espaço. “Quando minha filha viu o espaço, seus olhos brilharam”, disse. Para Mariana Theodossakis, diretora do centro que hoje recebe 47 internas e será ampliado para mais 50, o novo espaço deu alegria ao centro. “Agora essas crianças vão poder brincar mesmo”, disse.

Minas tem um Novo Olhar....para com os excluídos.