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Aécio se reúne com Alckmin para decidir posição do PSDB


Aécio se reúne com Alckmin em SP para discutir relação do PSDB com governo Temer

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), se reúne na tarde desta segunda-feira (5) com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), para discutir a relação do partido com o Governo Michel Temer.

A reunião entre os dois tucanos, potenciais candidatos à Presidência da República em 2018, está prevista para ocorrer em São Paulo e será a primeira após o impeachment de Dilma Rousseff.

Segundo aliados, na conversa, Aécio e Alckmin devem avaliar a atual conjuntura política e econômica e definir como será o posicionamento do PSDB no Congresso em relação às prioridades listadas pelo novo governo.

Nos últimos dias, Aécio tem cobrado de Temer ações para acabar com a "ambiguidade com que o PMDB atua". Em entrevista ao jornal O Globo, publicada na edição deste domingo, o tucano ressaltou, ainda, que "é fundamental que o PMDB se desapegue dos vícios que adquiriu na convivência com o PT" para o sucesso do governo.

Jornal Hoje em Dia 

Alckmin segue proposta antiga de Aécio e diz que PSDB deve ter prévias


Tucanos mineiros encaram prévias com naturalidade

Disputa, como na capital paulista, pode se repetir antes eleições presidenciais

FELIPE CASTANHEIRA

A disputa interna do PSDB pela candidatura à Prefeitura de São Paulo não intimida as lideranças do partido em Minas, que dizem não ver problemas em realizar prévias para a eleição presidencial em 2018.

No domingo, após votar em João Dória como candidato do partido para a capital paulista, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) reivindicou que o processo de escolha interna também seja realizado para a presidência. Alckmin pretende concorrer com o presidente da sigla, Aécio Neves.

O próprio Aécio afirma estar confortável com a situação. “Tenho o mesmo entendimento que em 2010, de que as prévias são o melhor caminho quando há mais de um nome no partido. Felizmente, o PSDB tem a virtude de ter quadros altamente qualificados e, no momento certo, esta decisão será tomada”, afirmou ele.

Presidente do PSDB de Minas, o deputado federal Domingos Sávio acredita que a disputa nacional não terá situações como as que ocorreram na disputa paulista – com denúncias e pedidos de impugnação. “Esses episódios não devem ser tidos como motivos para deixar de se fazer a democracia interna”, diz Sávio.

Entretanto o parlamentar reforça que o ideal seria uma candidatura consensual, sem prévias. “Eventualmente você começa a trabalhar a disputa externa, com os verdadeiros adversários mais cedo. Então essa hipótese não deve ser descartada”, descreve ele, sem rejeitar a possibilidade de uma disputa em 2018.

O deputado federal Caio Nárcio apresenta uma leitura semelhante. “O partido é um veículo para transportar as ideias individuais em ideias coletivas. E essas ideias coletivas são formadas através do diálogo”, diz o parlamentar mineiro.

“Quando dois nomes se colocam de maneira objetiva, é normal que se consulte a base do partido para decidir”, descreve Nárcio.

O parlamentar defende que Aécio seja o candidato para 2018 e destaca a votação obtida em 2014. “Hoje ele é um património nacional, o grande líder da oposição e na eleição passada teve a maior votação do partido”.

O deputado também destaca os resultados que mostram Aécio como primeiro colocado nas pesquisas eleitorais estimadas para o próximo pleito presidencial.

Tanto Domingos Sávio quanto Caio Nárcio afirmam que o compromisso do partido é se unir em defesa do nome escolhido para 2018, acolhendo a indicação da maioria.

Batalha. Entretanto a disputa interna é mais tensa do que os líderes partidários pretendem fazer parecer. O histórico de disputas no ninho tucano mostra que nem sempre o clima é tão ameno.

Em 2006, Alckmin chegou a dizer que a ideia de uma candidatura de José Serra era inadmissível, pois o tucano teria de deixar a Prefeitura de São Paulo. Pressionado, Serra abriu mão da disputa interna, deixando o caminho livre para Alckmin enfrentar o ex-presidente Lula (PT).

Em 2009 a queda de braço de Serra se deu com Aécio Neves, que no final do ano deixou as eleições. No ano seguinte, o mineiro não aceitou ser o vice do paulista, que acabou derrotado por Dilma.

Na época, analistas políticos descreveram a situação como uma resposta de Aécio ao fato do partido negar uma prévia entre os dois pré-candidatos.

São Paulo

Preliminar. O empresário João Doria e o vereador Andrea Matarazzo vão disputar o segundo turno das prévias do PSDB à Prefeitura de São Paulo. A nova eleição será em 20 de março.

O Tempo

Aécio sobre candidatura de Alckmin: " O PSDB não pode saltar etapas"




PSDB não pode 'saltar etapas', diz Aécio sobre candidatura de Alckmin ao Planalto

Marcos Fernandes/Coligação Muda Brasil



O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), minimizou nesta segunda-feira, 15, o fato de o nome do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, já ter sido lançado à Presidência da República durante a convenção estadual do partido realizada domingo, 14. Ele afirmou, porém, que era muito cedo para começar a discutir o assunto. Os dois são os principais nomes da sigla cotados para disputar a eleição de 2018.

"O PSDB é uma usina de talentos e de homens públicos extremamente respeitados", disse Aécio, para na sequência emendar que era preciso ter a "responsabilidade de não saltar etapas" e não antecipar esse debate.

"No momento certo, o PSDB tomará, unido, a sua decisão (de quem será o candidato), e será aquela que for melhor para o Brasil, para encerrarmos definitivamente esse perverso ciclo de governos do PT", disse.

Ele afirmou que defende que o partido faça prévias para escolher o nome que representará o partido nas eleições de 2018, mas voltou a repetir que "essa não é a agenda hoje do PSDB".

No domingo, após ser eleito presidente do diretório paulista do partido, o deputado estadual Pedro Tobias defendeu a candidatura de Alckmin à Presidência. Desde o início do ano, o governador tem tentado adotar uma agenda nacional para fazer frente a Aécio, que terminou as eleições presidenciais do ano passado em segundo lugar, com mais de 51 milhões de votos.





http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/psdb-n-o-pode-saltar-etapas-diz-aecio-sobre-candidatura-de-alckmin-ao-planalto-1.325260

Alckmin aposta na virada de Aécio


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), candidato à reeleição, disse neste sábado que Aécio Neves pode “virar” a corrida presidencial e vencer as eleições. Discursando a um público de aproximadamente 2 mil pessoas, que se espremeram no salão do Clube Palestra, em São José do Rio Preto, Alckmin afirmou que as “grandes viradas” dos candidatos “ocorrem sempre na reta final da campanha”.

Alckmin lembrou da campanha a governador de Mário Covas, que conseguiu reverter as intenções de voto e se reelegeu governador de São Paulo. “As grande viradas sempre acontecem só no final. Mário Covas, quando esteve aqui neste mesmo lugar, só passou para primeiro lugar a quatro dias do dia das eleições. Ele estava em último, passou os outros candidatos e ganhou a eleição com 2 milhões de votos’, comentou o governador.

O evento, que reuniu as principais lideranças do PSDB – o candidato a presidente Aécio Neves, o vice Aloysio Nunes, Alckmin e candidato a senador José Serra – ocorreu um dia depois da divulgação da pesquisa do Datafolha, que aponta a queda de cinco pontos de Aécio, colocando-o em terceiro lugar, atrás de Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB), empatadas com 34%.


Alckmin passou a maior parte do seu discurso, de cerca de 20 minutos, falando das ações de seu governo para melhorar a qualidade de vida dos paulistas e pediu mais votos para Rodrigo Garcia – candidato a deputado federal que organizou o evento – do que para Aécio Neves.

Alckmin e Aécio poucas vezes se abraçaram sorrindo. Os dois, que chegaram juntos ao clube, saíram separados; Aécio primeiro, Alckmin em seguida.

O ex-governador José Serra chegou a atrasado ao evento e começou a discursar depois que Alckmin e Aécio já tinham se retirado. Muitas pessoas foram embora antes que seu discurso terminasse.

Fonte: Diário de Pernambuco

Aécio : " As alianças do governador Alckmin terão nosso absoluto apoio"



Fonte: Brasil 247

Data: 28/05/2014 — 05h46

SP 247 – Campos retoma conversas com Alckmin em SP
Apesar da resistência da vice Marina Silva, o presidenciável do PSB, Eduardo Campos, voltou a cogitar aliança com tucanos no Estado; governador Geraldo Alckmin reafirmou a interlocutores que tem espaço em sua chapa para o presidente estadual do PSB, deputado Márcio França

28 DE MAIO DE 2014 ÀS 05:46

247 – Apesar da resistência da vice Marina Silva, o presidenciável do PSB, Eduardo Campos, voltou a conversar com os tucanos em São Paulo sobre a possibilidade de aliança com a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) no Estado.

Alckmin já reafirmou a interlocutores que tem espaço em sua chapa para o presidente estadual do PSB, deputado Márcio França.

O PSB sempre fez parte da base aliada de Alckmin. Mas desde a entrada na Rede na aliança nacional do partido, as relações se esfriaram. Marina defende candidatura própria da chapa PPS/Rede/PSB, no maior colégio eleitoral do Brasil.

O presidenciável tucano Aécio Neves (MG) também concorda com a manutenção da aliança entre seu partido e o PSB em São Paulo.

"Quaisquer que sejam as alianças que o governador Alckmin conduzir, terá o nosso absoluto apoio. Ele tem feito essas conversas, até porque são naturais, com o PSB e outras forças políticas. Já disse meses atrás que considero natural o PSB continuar onde estava. E onde o PSB sempre esteve em São Paulo? Ao lado do governador Alckmin", afirmou.

FHC e Alckmin defendem nome de Aécio Neves para 2014

FHC e Alckmin afagam Aécio

O senador e pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, recebeu ontem o primeiro apoio público à sua candidatura vindo de duas das principais lideranças do partido. Durante evento em Poços de Caldas, no Sul de Minas, que marcou a segunda edição da série de encontros "Conversa com os Mineiros", o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, defenderam o lançamento do nome de Aécio na disputa de 2014.
(...)
O Tempo

Aécio na TV defende Alckmin e acusa PT de omissão






Disposto a conquistar o eleitorado paulista, o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), protagonizará a propaganda que o partido levará ao ar em São Paulo. Os comerciais serão veiculados entre os dias 21 e 28.

Aécio gravou ontem sua participação. Nela, defende o governador Geraldo Alckmin das críticas do PT na área de segurança.

O senador acusa o governo de Dilma Rousseff de "omissão e falta de generosidade" no combate à violência. Ele reclama ainda da "magra execução do orçamento para a segurança em São Paulo".

"O PT não tem autoridade para cobrar ninguém. O governo não executa o orçamento, não tem solidariedade. Se tem alguém fazendo política com o tema de segurança, é o PT", disse Aécio, antecipando o tom de seu discurso na TV.

Na semana passada, o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) disse, em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", que Alckmin explora politicamente a segurança.

Ao se solidarizar com o tucano, Aécio tenta atrair a simpatia dos eleitores de Alckmin, líder isolado da disputa pelo governo em 2014, segundo o mais recente Datafolha.

É também uma tentativa de polarização com a presidente Dilma. Potencial candidato do partido à Presidência, Aécio abordou a alta de preços no programa que o PSDB exibiu no mês passado.

A propaganda do PSDB de São Paulo mostra ainda sua disposição de intensificar a presença no Estado.

Pela agenda desenhada por Aécio, ele visitará São Paulo toda vez que fizer uma viagem aos demais Estados.

PARALELO

Seguindo estratégia atribuída ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Aécio deverá montar uma estrutura em São Paulo independentemente da de Alckmin para a campanha presidencial.

Segundo tucanos, a intenção é evitar constrangimentos ao longo da disputa pelo Planalto, já que Alckmin ofereceu a vice de sua chapa ao PSB, partido de Eduardo Campos, e terá em seu palanque partidos que compõem a base do governo Dilma.

Com uma estrutura paralela, Aécio se sentiria mais confortável para os ataques a Dilma, sem mal-estar na aliança de Alckmin.

Ainda segundo tucanos, o vereador paulistano Andrea Matarazzo foi convidado a assumir a coordenação da campanha de Aécio na capital.

Matarazzo é amigo do ex-governador José Serra, a quem Aécio também tenta atrair para a campanha.

Outros parlamentares integrarão o comitê eleitoral de Aécio em São Paulo, que espera contar ainda com o apoio do senador Aloysio Nunes Ferreira, outro serrista.
http://dropsmisto.com

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/06/1293621-na-tv-aecio-defende-governador-de-sao-paulo-e-acusa-pt.shtml

Alckmin não acredita que Serra deixe o PSDB

 Alckmin não acredita que Serra deixe o PSDB

 Apontado como mediador da disputa pelo comando nacional do PSDB entre o ex-governador José Serra e o senador mineiro Aécio Neves, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse não acreditar que Serra abandonará o partido, caso não consiga a presidência da legenda, na eleição a ser realizada em maio.
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O senador mineiro, no entanto, já partiu para uma ofensiva. Depois de supostas tentativas fracassadas de falar com Serra, Aécio teria finalmente se encontrado ontem com o ex-governador, numa visita a São Paulo. Alckmin disse que ainda não havia sido informado sobre o resultado da conversa. Na segunda-feira, Aécio dará uma palestra no congresso estadual paulista e tem agendado encontro com a bancada de deputados do partido na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Valor

Aécio e Alckmin discutem agenda para definições

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) esteve na tarde de ontem no Palácio dos Bandeirantes, onde participou de reunião com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Pré-candidato tucano à Presidência da República, o ex-governador mineiro havia se comprometido a promover rodada de conversas com dirigentes paulistas da sigla assim que retornasse das férias, nos EUA.

A intenção de Aécio é eliminar resistências internas, manifestadas sobretudo por aliados de Alckmin, ao seu projeto de antecipar o lançamento da candidatura ao Planalto. Em mais de uma oportunidade, o governador de São Paulo disse considerar "prematuro" falar em sucessão presidencial.

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O Tempo

Assim como Aécio, Alckmin também acha cedo definição agora.

É cedo para o PSDB definir nome para o Planalto, diz Alckmin


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, reafirmou ontem que ainda é cedo para que o PSDB defina a candidatura à Presidência. 
Em contraste com o presidente nacional do partido, Sérgio Guerra, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que defendem o nome de Aécio Neves, Alckmin disse que 2013 é o ano em que os pré-candidatos devem planejar suas plataformas.
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A assessoria de Aécio Neves informou que o senador deve se encontrar com Alckmin na última semana deste mês, quando devem debater os rumos do partido e a candidatura à Presidência.
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Folha de São Paulo

Alckmin e o laboratório paulista de política

Notas de Minas: Alckmin e o laboratório paulista de política: "(...) O problema é que a tarefa de segurar correligionários parece cada vez mais difícil. 'Eles formaram um partido que é aliado do PT no p..."

Tucano disse a diplomatas que Alckmin é da Opus Dei

Notas de Minas: Tucano disse a diplomatas que Alckmin é da Opus De...: "Em conversa com diplomatas americanos, o secretário de Cultura de São Paulo, Andrea Matarazzo (PSDB), afirmou que o governador Geraldo Alckm..."