DROPS MISTO

Twitter, Facebook, Instagram, Tik Tok, Youtube, são os nomes quentes de hoje. Mas ao buscar um nome para o meu Blog lembrei-me que quando criança gostava de DROPS MISTO. Aquele que tinha vários sabores, várias cores. Talvez um conjunto de sabores me diz melhor sobre a diversidade da vida. Sou cineasta porque o cinema trabalha com muitas formas de expressão artística. Essa diversificação de interesses será o tema de nosso Blog onde conto com vocês para um animado debate de temas atuais.

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Governo Pimentel: Pimentel reclama do caixa mas faz centenas de novas nomeações



30/09/2015
Governo faz centenas de nomeações para cargos de confiança



Em 28 dias foram 314 nomeações em cargos em comissão, impacto de R$ 9,3 milhões; edição extra foi irregular por trazer sanção de lei antes da publicação pela Assembleia

O governador Fernando Pimentel passou uma rasteira nos aprovados no concurso público para a carreira de investigadores da Polícia Civil. Depois de anunciar a convocação imediata de 1.080 aprovados da PC, o governo publicou edição extra do jornal “Minas Gerais” na noite desta terça-feira (29/9) com 43 nomeações em cargos de confiança sem a respectiva exoneração, com impacto anual de R$ 1,12 milhão na folha; sanção da Lei 21.776 com benefícios para algumas carreiras e nomeação de concursados da TV Minas, Controladoria-Geral do Estado, Advocacia Geral do Estado, educação, saúde e meio ambiente. Não houve nomeação para a segurança pública.

“O governo correu e sancionou a lei ontem à noite porque, como antecipou o líder do governo aqui na Assembleia Legislativa, o Executivo atingiria a Lei de Responsabilidade Fiscal. Mas antes o governo publicou centenas de nomeações em cargos de confiança, aqueles que são preenchidos sem concurso público e podem abrigar os apadrinhados do PT. O governador Pimentel, da Dilma, prefere empregar indicados do que convocar os investigadores. Essa edição extra acaba de vez com a esperança dos concursados da Polícia Civil”, afirmou o deputado Sargento Rodrigues.

Com essa nova remessa de nomeados sem concurso público, em menos de 30 dias (de 2 a 30/9) foram 314 nomeações, entre cargos de confiança (os chamados DADs e DAIs, cargos de Direção e Assessoramento das Administrações Direta e Indireta) e funções gratificadas, sem exoneração correspondente. O impacto anual é de R$9,3 milhões, incluindo o 13º salário e 1/3 de férias. Todas as nomeações publicadas ocorreram após o secretário de Estado de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães, anunciar, no início de setembro, que estavam suspensas novas nomeações de concursados e comissionados ou reajustes salarias em 2015.

A série de nomeações em cargos comissionados, gratificações e os reajustes concedidos em 2015 demonstra mais uma vez que o governo Pimentel mente quando diz que herdou déficit da gestão anterior. Se tivesse herdado um déficit, o Estado não poderia conceder reajustes em 2015 em função da LRF. A mentira é utilizada como cortina de fumaça para tentar encobrir a má gestão do PT.

Edição extra irregular

A pressa é tanta que o governo Pimentel passa por cima das normas e da autonomia entre os Poderes. Logo após o deputado Rodrigues falar em Plenário sobre a publicação de mais nomeações em cargo de confiança e denunciar mais uma vez o descaso com a Polícia Civil, o deputado Lafayette Andrada (PSDB) denunciou que a edição extra do jornal Minas Gerais é irregular.

“Essa edição extra não tem validade. O PL 2.883/2015 foi aprovado ontem em segundo turno e só foi publicado na edição desta quarta-feira no Diário do Legislativo. O governo não pode sancionar uma lei antes que ela seja publicada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais. A sanção feita nesta edição extra do Diário Oficial é nula, não tem validade”, denunciou.

Promessas vazias

No caso da Polícia Civil, cujo edital do concurso foi lançado em 2014 pela gestão anterior e concluído, Pimentel segue ludibriando os 2.472 aprovados. Os 1000 aprovados para convocação também estão em situação indefinida. Eles aguardam a data de início para o curso de formação e seguem sem previsão. E os 1.472 aprovados como excedentes pedem o cumprimento da promessa de campanha do atual governador, que previa convocações graduais para suprir as demandas do estado.

“Pimentel mente que vai convocar. Tenta iludir a categoria. Mas daqui a pouco vai dizer que não poderá porque o governo atingiu a Lei de Responsabilidade Fiscal e não pode mais nomear. Mas antes disso promoveu uma verdadeira festa com nomeações em cargos em comissão.”, alerta o Sargento Rodrigues.

O descaso com a segurança e com os concursados da Polícia Civil é tão grande que a Comissão de Segurança Pública da Assembleia promoveu uma audiência pública, nesta terça-feira (29/9), para discutir a situação dos aprovados e cobrar um cronograma de nomeações e o governo não enviou sequer um representante. A reunião foi solicitada pelo deputado Sargento Rodrigues (PDT) e teve a participação de cerca de 900 aprovados no concurso. Durante a campanha, Pimentel disse que contrataria 12 mil policiais, o que dá uma média de 3 mil em cada não de mandato.

29/9/215 – Noite
Edição extra do jornal Minas Gerais

Nomeação de concursados da Polícia Civil: 0

Nomeação de cargos de confiança e gratificações: 43
Publicação da Lei 21.776 (sanção irregular)

Concede gratificações para servidores do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Fundação João Pinheiro (FJP), benefícios para apostilados do Ipsemg, ajuste em honorários de sucumbência e ajustes nas carreiras do IPSM.

Publicação de concursados da:

Secretaria de Estado de Educação, Secretaria de Estado de Saúde, Fundação Hemominas, Fundação João Pinheiro, Controladoria-Geral do Estado, Advocacia-Geral do Estado, TV Minas, Fundação Ezequiel Dias (Funed), Instituto Estadual de Florestas (IEF), Instituto de Gestão das Águas (Igam), Secretaria de Estado de Desenvolvimento Sustentável e Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop).
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Marcadores: Caixa, crise, Estado de Minas Gerais, Governo Pimentel, nomeações, PT

Governo Dilma volta a atrasar repasses para a Caixa




Estadao Conteudo
O governo Dilma Rousseff voltou a atrasar recursos para a Caixa realizar o pagamento do seguro-desemprego, um programa obrigatório, o que configura a chamada "pedalada fiscal". Segundo dados fornecidos pela própria instituição financeira e também pelo Banco Central, a Caixa ficou sem R$ 44,5 milhões do Tesouro Nacional no fechamento do mês de março.

Os dados apontam que atrasos no repasse do Tesouro para a Caixa pagar o seguro-desemprego ocorreram nos governos Itamar Franco (1992-94), Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e, principalmente, ao longo do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff (2011-2014). O governo defendeu que as pedaladas foram "totalmente corrigidas" desde o fim de 2014. Mas os dados do próprio governo revelam o contrário.

De fato, as transferências do Tesouro para a Caixa pagar os programas Bolsa Família e abono salarial foram colocadas em dia desde outubro. No caso do seguro-desemprego isso também aconteceu, exceto em março. Foi, até aqui, o primeiro atraso verificado em despesas obrigatórias do governo no segundo mandato de Dilma. Os dados da Caixa e do BC, no entanto, terminam em abril.

Os documentos oficiais mostram atrasos no repasse para a Caixa pagar o seguro-desemprego de dois meses no ano de 1994, quando o presidente era Itamar Franco (então pelo PMDB), de um mês em 1996 e outro em 2001, já sob Fernando Henrique (PSDB). Em 2002, ano eleitoral, os atrasos aumentaram: foram quatro meses e somaram R$ 564,5 milhões, em valores nominais.

Abono

No caso do abono salarial os primeiros atrasos na série iniciada em janeiro de 1994 surgem apenas em setembro e novembro de 2003. São atrasos que, somados, não chegam a R$ 400 milhões. O mesmo ocorre com os três meses de atrasos registrados em 2004 e 2005 e os dois atrasos em 2006. Os atrasos só voltam em 2009 e 2010 em tamanho ainda menor (somaram R$ 37,8 milhões e R$ 34,1 milhões). As pedaladas começam a ganhar volume e repetição a partir de agosto de 2013. Somente naquele mês o atraso foi de R$ 1,49 bilhão.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Postado por GMatosJr
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Marcadores: Caixa, Dilma, repasses

Aécio : "Presidente da Caixa omitiu a verdade"

Aécio sugere que Dilma se desculpe e critica Caixa
O senador tucano Aécio Neves (MG) criticou a Caixa Econômica Federal e exigiu desculpas da presidente Dilma Rousseff sobre as diferentes versões veiculadas pelo governo sobre o pagamento adiantado do Bolsa Família. Anteontem, o presidente da Caixa, Jorge Hereda, assumiu o erro, pediu desculpas e disse que omitiu a informação correta sobre o adiantamento porque esperava levantamento completo dos fatos. "O presidente da Caixa omitiu a verdade durante toda a semana. Esperamos até uma convocação de rede pública de televisão [por Dilma]. Já que a presidente é tão afeita a essas convocações, que peça desculpas", disse Aécio.

Folha de São Paulo
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Marcadores: Aécio, Bolsa Familia, Caixa, Dilma

Aécio : Dilma deve desculpas ao povo brasileiro

Aécio: Dilma deve desculpas

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou ontem que a presidente Dilma Rousseff deveria pedir desculpas públicas pelo caos provocado, há 10 dias, pela liberação antecipada do pagamento do Bolsa-Família e os boatos de que o programa seria extinto. "Ela, que gosta tanto de uma cadeia de rádio e televisão, poderia convocar uma para pedir desculpas formais a todos os brasileiros pelo bullying sofrido pelos beneficiários do programa", afirmou o provável candidato tucano ao Palácio do Planalto em 2014.
(...)
"O que cada vez fica mais claro é que houve uma ação descoordenada da Caixa que levou todo aquele tumulto que não foi assumido com a coragem daqueles que cometem equívoco", avaliou. Aécio destacou que, tanto na Câmara como no Senado, foi convidado o presidente do banco, Jorge Hereda, para dar explicações sobre o caso.

Estado de Minas
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Marcadores: Aécio, Bolsa Familia, Caixa, Dilma
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