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Sob a liderança de Aécio, o PSDB se torna o partido que mais recebe apoio partidário!




Um levantamento feito pelo jornal Valor Econômico comprovou, mais uma vez, a força do PSDB. De acordo com a pesquisa, o partido é a legenda que mais recebe, para as eleições de 2016, apoio partidário nos 92 municípios com mais de 200 mil eleitores. No total, os 56 candidatos tucanos às prefeituras dessas cidades contam com 189 apoios. O número é quase o triplo do suporte ao PT, que com os mesmos 56 concorrentes, conta com apenas 69 apoios partidários.

Para o secretário-geral do PSDB, deputado federal Silvio Torres (SP), os expressivos números são um reflexo da preparação feita pelo partido para o pleito de outubro, especialmente nas cidades que possuem 100 mil eleitores ou mais. Para o tucano, o fato de o PSDB ser um partido com chances maiores de vitória, inclusive nas eleições presidenciais de 2018, faz com que mais siglas partidárias queiram se tornar aliadas do PSDB em coligações nas eleições municipais.

“Eu atribuo [a força do partido] a isso: à estruturação, para se preparar para as eleições municipais, e ao fato de, politicamente, apesar do todo o desgaste da classe política, os outros partidos, aqueles que são atores, protagonistas das eleições, preferem se juntar a quem tem uma expectativa próxima de poder”, avaliou o parlamentar.

O deputado federal Domingos Sávio (PSDB-MG) acredita que ainda mais importante do que a expressiva quantidade de aliados do PSDB nas eleições de outubro é a qualidade desses apoiadores. “É extremamente importante [o alto número de apoios partidários], mas mais do que coligação forte, ela tem que ser coligação com qualidade. E o PSDB hoje procura estar aliado aqueles que também querem uma mudança no Brasil”, ressaltou o presidente do PSDB-MG, que também destacou a necessidade de um novo tipo de gestão pública no Brasil.

“O PSDB está vigoroso, trabalhando para ganhar as eleições na maior parte das cidades mineiras, na maior parte das cidades do Brasil, e eu acho que é o momento da mudança. O Brasil acorda de um pesadelo que nós vivemos, infelizmente, patrocinado pelas mentiras do PT, e agora acho que a gente tem que buscar uma política da responsabilidade, da seriedade, e o PSDB tem uma história positiva, e tem buscado representar para a população essa esperança de mudança. Eu acredito, sinceramente, que o PSDB tem uma missão pela frente”, argumentou Sávio.

Isolamento petista

Com 69 apoios partidários nas 92 cidades com mais de 200 mil eleitores, o PT é apenas o quarto colocado no ranking elaborado pelo Valor Econômico. Além do PSDB, PMDB, com 123 apoios, e PSB, com 97, estão à frente dos petistas em número de coligados. Para o deputado federal Rocha, presidente do PSDB-AC, as más gestões do partido tanto em nível nacional quanto estadual e municipal deixaram uma “marca” no PT que não só gera rejeição dos eleitores, como também afasta possíveis aliados.

“Hoje, o eleitor, mais do que ações populistas ou qualquer outro tipo de coisa, ele quer na gestão pública pessoas que tenham compromisso com o desenvolvimento sustentável do país, do estado, do município”, salientou o deputado. “O PT, em todos os governos que esteve à frente, que conduziu, ele não conseguiu bons resultados. E isso é uma marca do partido. Essa questão da incompetência, do desgoverno, da corrupção, da mentira, são marcas que o PT dificilmente vai se livrar”, acrescentou o tucano.


Clique aqui para ler a matéria do Valor Econômico.

Aécio recebe apoio de 1.600 políticos do Rio de Janeiro



Fonte: Yahoo! Notícias

Link: https://br.noticias.yahoo.com/aécio-diz-levar-upps-outras-cidades-brasileiras-222300558.html

Aécio diz em levar UPPs para outras cidades brasileiras


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, recebeu nesta quinta-feira o apoio de 1.600 políticos de nove partidos da base do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), mas não se comprometeu a entrar na aliança pela reeleição do peemedebista. Aécio sequer mencionou Pezão em seu discurso. Para evitar constrangimentos, o tucano elogiou o principal programa do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), candidato ao Senado na chapa de Pezão.

Aécio prometeu que, se eleito, vai levar as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) para todas as regiões metropolitanas do País e garantiu ajuda do governo federal para implementar no Rio de Janeiro a segunda etapa da pacificação, desenvolvendo projetos sociais nas comunidades.

O tucano atacou a política de segurança da presidente Dilma Rousseff (PT). "Na segurança pública, a omissão do governo federal é quase criminosa. Faço o reconhecimento e cumprimento o ex-governador Sérgio Cabral pelo enfrentamento ao crime e anuncio que as UPPs serão levadas para todas as regiões metropolitanas do País", discursou. "O Rio de Janeiro precisa retomar com mais vigor ainda o ciclo de crescimento que viveu nos últimos anos. Me deem a vitória no Rio e eu darei a vocês a Presidência da República", pediu.

Chamado "O Rio vota Aezão", o almoço, realizado em uma churrascaria na zona oeste, lançou a chapa que une Aécio e Pezão, embora o PSDB continue em cima do muro em relação à eleição estadual. Pezão e Cabral não têm impedido a dissidência do PMDB-RJ, liderada pelo presidente estadual da legenda, Jorge Picciani, mas prometem apoiar a reeleição da presidente Dilma. O PSDB-RJ já acertou coligação proporcional (para a eleição de deputados) com DEM e PPS, que resistem à aliança com Pezão. A dissidência no PMDB foi uma resposta ao lançamento da candidatura do senador petista Lindbergh Farias ao governo do Rio e ao rompimento da aliança PT-PMDB, depois de sete anos.

Polarização

No discurso, o tucano procurou manter a polarização da eleição presidencial entre PT e PSDB, o que deixa em segundo plano a candidatura de Eduardo Campos, do PSB. "Dois caminhos ficarão muito claros quando a eleição se avizinhar. Um é a construção de tudo a que estamos assistindo, o aparelhamento perverso da máquina pública, razão maior da ineficiência e dos desvios que se avolumam. Do outro lado está a proposta de substituir o aparelhamento pela meritocracia, pela responsabilidade com os deputados, nas ações do governo federal, por uma visão mais adequada dos reais interesses do Brasil. Vamos juntos construir uma pauta desenvolvimentista", afirmou Aécio.

Mais tarde, em entrevista, o tucano disse que os dois caminhos eram "o governo e a oposição". "Eduardo (Campos) está no caminho da oposição e é muito bem-vindo", respondeu.

Na entrevista, Aécio disse que o PSDB está discutindo no Rio como se posicionar na disputa estadual e procurou elogiar Pezão. "É um amigo de muitos anos, um governador honrado que tem todas as condições de vencer as eleições. Estar ao seu lado e receber o apoio de forças políticas que o apoiam para mim é uma honra", disse Aécio.

Patrus defende o veto de Dilma à Minas


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Questionado sobre o veto, Patrus Ananias defendeu a posição da presidente da República e disse que o veto é bom para os interesses de Minas Gerais. Ele afirmou que a presidente "recebeu um apelo da Associação Mineira de Municípios e da Associação Brasileira de Municípios(ABM), da área de mineralogia, pedindo o veto". Patrus acredita que a prioridade deve ser a criação de um marco regulatório. Se a presidente confirmar sua participação no ato petista marcado para sábado em BH, ela encontrará na cidade um clima hostil.
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Brasil Econômico