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Revista "The Economist" apoia candidatura de Aécio e combate a má gestão do PT


A revista manifesta apoio ao candidato do PSDB e diz que "a maior ameaça aos programas sociais é a má gestão da economia por parte do PT"
por Redação — publicado 16/10/2014 10:17, última modificação 16/10/2014 10:20


A revista britânica publicou editorial com diversas críticas ao PTLeia também


A revista britânica The Economist (parceira de CartaCapital), publicou nesta quinta-feira 16 um editorial no qual manifesta apoio à eleição de Aécio Neves (PSDB) para a Presidência da República do Brasil. Intitulado "por que o Brasil precisa de mudança", o texto se concentra em pontos negativos do mandato de Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT.Segundo a Economist, a promessa da era Lula de unir crescimento com redução da pobreza "desapareceu" sob o governo Dilma, e são as reformas prometidas por Aécio, que o Brasil "necessita urgentemente", que podem tirar o País da "deriva".

Para a publicação, que em setembro do ano passado fez duras críticas ao governo em uma reportagem de capa, o principal trunfo de Dilma é "a gratidão popular pelo pleno emprego, salários mais altos e um punhado de programas sociais eficazes", que são "feitos reais", mas acompanhados por "fracassos maiores e menos palpáveis" na economia e na política.

A Economist ecoa as críticas de economistas das campanhas de Aécio e Marina Silva (PSB), e afirma que a "constante intromissão" de Dilma nas políticas macroeconômicas e a tentativa de "microgerenciar" o setor privado fizeram o investimento cair. Ao mesmo tempo, afirma a revista, "ela fez poucos esforços para lidar com os problemas estruturais do Brasil", entre eles a infraestrutura ruim, os altos custos, o sistema tributário e a rígida legislação trabalhista.

A revista afirma ainda que Dilma "prejudicou" a Petrobras e a indústria do etanol simultaneamente, reviveu o "estado corporativo" e deu benefícios a quem tem laços com o governo. Há críticas também ao alto número de ministérios (39) e ao escândalo da Petrobras que revela, afirma a publicação, que o comando da "joia nacional não pode ser confiado ao PT".

A Economist lembra o caso do aeroporto construído por Aécio, enquanto governador de Minas Gerais, em Cláudio (MG), em uma propriedade de um familiar, mas foca, no fim do texto, no que considera serem os pontos positivos da candidatura tucana: o "histórico" do candidato, que "transformou Minas Gerais em um exemplo de boa administração", e no do PSDB, que "venceu" a inflação e "lançou as bases do recente progressos do Brasil". A revista elogia ainda Arminio Fraga, já nomeado pelo tucano como seu futuro ministro da Fazenda, e as promessas de "cortar o número de ministérios", "simplificar o sistema tributário" e "impulsionar o investimento privado em infraestrutura". Por fim, a revista conclui que "Aécio merece vencer" e que "a maior ameaça aos programas sociais é a má gestão da economia por parte do PT".

http://www.cartacapital.com.br/blogs/carta-nas-eleicoes



Jornal "The Economist" diz que Aécio reduziu drasticamente a pobreza em Minas Gerais


Jornal do Brasil 
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O The Economist diz que Aécio Neves transformou Minas Gerais, que segundo o jornal encontrava-se em uma situação de ‘caso perdido’, em um dos estados mais bem administrados do país. O jornal diz que graças à gestão de Aécio, a pobreza em Minas caiu mais rápido do que no restante do Brasil e que o estado agora possui os alunos com os melhores desempenhos do país. 
(...)

O jornal afirma que muitos especialistas veriam Aécio Neves como uma aposta melhor do que Eduardo Campos. Empresários e banqueiros desejariam medidas como simplificar sistema tributário complicado do Brasil, reduzir o número de ministérios (que aumentou de 26 para 39 durante os governos petistas), e tomar mais medidas para angariarinvestimento privado em infra-estrutura. 
De acordo com o jornal, essas medidas estariam mais próximas do discurso de Aécio.

(...)
Fonte : http://www.jb.com.br/pais/noticias/2014/05/12/the-economist-aecio-neves-e-eduardo-campos-estariam-ganhando-espaco/

The Economist : " Aécio é o remédio de Minas para o Brasil"


Para 'Economist', Aécio terá que lutar para passar sua mensagem em 20

A gestão de Aécio Neves (PSDB) no governo de Minas Gerais e seu discurso oposicionista para a eleição de 2014 são destaques de reportagem publicada na edição desta semana da revista britânica "The Economist".


Em texto com o título de "o remédio de Minas", a publicação relata a experiência do mineiro ao recuperar as contas do Estado e analisa as dificuldades dos tucanos em ganhar votos com o discurso do chamado "choque de gestão".

"O governo do Estado tinha 21 secretarias que foram fundidas em 15 (desde então se arrastaram de volta até 19). Neves fez um corte de 45% na folha salarial, limitando o salário do setor público e deixando 3.000 postos de trabalho não preenchidos", conta a reportagem.

A revista lembra que, com essa gestão, Aécio ganhou um segundo mandato como governador e depois conseguiu eleger o aliado Antonio Anastasia.

É citado ainda uma pesquisa da consultoria Macroplan que coloca Minas como o Estado mais bem gerido do país

Folha de São Paulo