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Sérgio Guerra pode permanecer no comando

Guerra de volta

Depois de muita especulação sobre a possibilidade de o senador Aécio Neves (PSDB-MG) assumir a presidência nacional do PSDB, volta a crescer a possibilidade de o deputado Sérgio Guerra (PSDB-PE), atual comandante do ninho tucano, permanecer no cargo. Recuperado dos problemas de saúde, Guerra é nome que não melindra nenhuma ala do partido. E foi ele, com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que antecipou o lançamento da candidatura de Aécio ao Palácio do Planalto em encontro de tucanos em Brasília.

(...)Estado de Minas

PSDB diz para Dilma copiar política energética de Minas, SP e PR

PSDB diz que para baixar conta de luz, Dilma devia seguir os exemplos dos governos de SP, MG e PR




O PSDB reagiu rápido a estratégia do Palácio do Planalto de jogar para cima da oposição um eventual recuo na sua promessa de reduzir em média 20% a conta de luz dos brasileiros.

A medida foi anunciada em plena campanha eleitoral, na tradicional cadeia nacional de rádio e TV que o presidente da República de plantão costuma convocar na véspera da comemoração da independência do pais, embora o benefício só fosse ser implementado em janeiro.

A presidente Dilma Rousseff esqueceu-se, na ocasião, de explicar que a medida estaria a adesão das empresas estaduais de energia de arcar com a maior parte desta conta, sem que o governo federal abrisse de quase nada da sua gorda fatia de impostos federais que pesam hoje sobre a conta de luz de todos os brasileiros, não só de alguns.

A iniciativa de Dilma foi encarada pelo mercado como uma repetição do filme da Petrobrás, que perdeu para a Ambev na semana passada o posto de maior empresa da América Latina, por conta das inúmeras intervenções políticas em sua gestão.

Numa clara demonstração de que as críticas feitas hoje à MP 579 não tem nenhum viés partidário ou oposicionista, basta lembrar o que o ex-presidente da Eletrobras no governo Lula, Luiz Pinguelli, Rosa disse na semana passada: o governo corre o risco de não garantir a economia anunciada para os consumidores, comprometer o fornecimento de energia do país e ainda gerar desemprego.

O fato é que os brasileiros merecem sim uma conta de luz menor. Mas é fato que o setor de energia precisa também de mais investimentos. Haja visto os sucessivos apagões que o Brasil tem enfrentado nos últimos meses.

Em Brasília mesmo, eles têm sido quase que diários. Cada dia em um bairro ou área diferente, trazendo transtornos para o trânsito, comércio e até mesmo para o setor público federal.

O presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra, divulgou nota oficial cobrando que a presidente Dilma honre a promessa às vésperas do primeiro turno das eleições municipais, caso contrário “será acusada de estelionato eleitoral”.

Guerra destacou que para tanto, bastaria que que o governo seguisse o exemplo das administrações tucanas de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Lá, a conta de luz, especialmente dos mais pobres, já é mais barata.

Em São Paulo e Minas, graças a isenção de ICMS garantida àqueles que consonem até 90kW/hora.

No Paraná, 200 mil famílias com renda per capita inferior a um salário mínimo, que moram em casas de até 50 metros quadrados e consomem até 100 kw/mês, estão isentas da conta de luz. Isso quer dizer que a conta de luz dessas famílias é paga pelo Estado.

“Uma situação que não se repete em estados sob o comando do PT, como o Rio Grande do Sul’, alfineta ainda Guerra.

E conclui: “Neste instante, o que está em discussão não é a redução das tarifas de energia, com a qual nós concordamos integralmente, mas a demagogia do governo.Afogado em notórias dificuldades, o PT recorre ao falso argumento de que é o único que defende os pobres. Os ‘defensores dos mais pobres’ estão a caminho da cadeia, punidos pela Justiça. Não somos cúmplices daqueles que levaram a Petrobras à delicada situação em que se encontra, nem tampouco dos que levaram a Eletrobras a perder, em poucos dias, quase 50% de seu valor de mercado. O PT está em busca de um discurso populista, sem a menor responsabilidade democrática”.

Fonte : Adriana Vasconcelos

FHC e Sérgio Guerra lançam Aécio candidato á Presidência

Sergio Guerra e FHC lançam Aécio Neves candidato à Presidência da República em 2014


Leiam o que informam Fernanda Krakovics e Paulo Celso Pereira, no Globo. Comento no próximo post:

O presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE) e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso lançaram nesta segunda-feira o nome do senador Aécio Neves (MG) para candidato à presidente da República nas eleições de 2014. O ex-governador mineiro, no entanto, disse que ainda é cedo para assumir essa condição.

Guerra também anunciou que Aécio deve assumir a presidência nacional do PSDB, em maio do ano que vem. “O senador Aécio é o candidato da grande maioria do PSDB. Ele deve ser o presidente do partido, é o chefe de que precisamos e o líder que desejamos. Não estamos diminuindo ninguém, mas Aécio é o candidato que o PSDB tem para presidente da República”, disse Sérgio Guerra.

Fernando Henrique foi muito claro sobre o momento de o PSDB lançar seu candidato: “A hora é já, é agora. O nome do PSDB, hoje, é do Aécio. A meu ver, desde já, ele tem de assumir suas responsabilidades, não de candidato, mas de líder do partido, para ele poder começar a percorrer o Brasil”, afirmou o ex-presidente.

Aécio, no entanto, foi cauteloso: “Não vou antecipar etapas, porque não acho que seja produtivo”, disse o senador. “Antes de ser candidato a presidente da República, temos que apresentar ao Brasil uma nova agenda para os próximos 20 anos”, afirmou.

O líder do PSDB na Câmara, deputado Bruno Araujo (PE), reforçou a aposta em Aécio para a disputa nas eleições de 2014. Para ele, é o “estilo mineiro” que faz Aécio dizer que ainda é cedo para o lançamento da candidatura.

“É só o estilo mineiro, para não perder a tradição mineira. Todos apostamos no Aécio para presidente do PSDB e como nosso candidato à Presidência em 2014”, disse Bruno Araújo.

Por Reinaldo Azevedo

PSDB falhou ao " esconder" FHC, diz Sérgio Guerra

PSDB falhou ao "esconder" FHC

Depois de evitar ataques frontais ao bem avaliado governo Lula na campanha presidencial de 2010, o PSDB revisou sua estratégia e subiu drasticamente o tom das críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff. A avaliação do partido é que em 2014 o petismo sofrerá um processo de fadiga de material e, por isso, o candidato da oposição será o favorito na campanha.

Brasil Econômico

PSDB se reune visando eleições municipais



Na primeira reunião com presidentes e dirigentes dos diretórios estaduais do partido depois de ser reconduzido à presidência do PSDB, o deputado Sérgio Guerra fez, nesta terça-feira, um diagnóstico para a legenda em cada estado e traçou metas para as eleições de 2012.

“Será um desafio, em muitos lugares, enfrentarmos as máquinas dos  governos estaduais somadas ao federal”, destacou Guerra lembrando que, principalmente nos municípios mais dependentes de transferências de recursos, em função da baixa arrecadação própria, o apoio destas duas esferas de governos será um peso contra a oposição.

Diante deste cenário, o presidente do PSDB anunciou que um dos objetivos do partido será o de concentrar esforços em municípios com maiores chances e com grande parcela do eleitorado nacional. Guerra firmou com os diretórios o compromisso de criar um plano de trabalho para ajudar diretórios com maiores dificuldades.

Ele também informou aos dirigentes estaduais que, na primeira reunião da Executiva Nacional, realizada no último dia 8, foram criados três grupos temáticos. O primeiro deles tratará da reformulação da comunicação do partido enquanto os outros dois tratarão das eleições de 2012, especificamente, sendo que um deles se dedicará à atuação conjunta com os demais partidos de oposição.

O presidente do PSDB/MG, deputado Marcus Pestana, participou da reunião, que foi realizada na sede nacional do Partido, em Brasília.