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Patrus deixou dívida de R$ 200 milhões , diz Lacerda

Ataque sem trégua

O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), candidato à reeleição, atacou ontem a gestão do seu principal adversário, Patrus Ananias (PT). Segundo o socialista, o opositor, quando estava à frente do Executivo municipal, deixou R$ 200 milhões de contas a pagar - correspondentes a dois meses de receita - para o sucessor, Célio de Castro.
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Perguntado sobre a possibilidade de apoiar o senador Aécio Neves (PSDB), seu principal cabo eleitoral, à Presidência em 2014, Lacerda respondeu: "Por que não? Depende do momento, depende da posição do meu partido.
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Estado de Minas

Adversários põem Célio de Castro no palanque





O ex-prefeito Célio de Castro, morto em 2008, acabou sendo responsável pelo primeiro encontro entre os dois principais candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte, o prefeito Marcio Lacerda (PSB) e o ex-ministro do Desenvolvimento e Combate à Fome Patrus Ananias (PT), depois do rompimento da aliança entre os partidos e o início da campanha eleitoral. 
Os dois compareceram ontem à noite ao lançamento do livro em homenagem a Célio - Trajetória - no Palácio das Artes, e, apesar do clima amistoso, disputaram o legado do político, com o qual foi iniciada a parceria entre PT e PSB na capital  há 19 anos. Compareceram também os dois candidatos a vice.
Estado de Minas

Maluf e Lula lembram Célio de Castro com Newton Cardoso em Minas

Maluf, Lula e as alianças nem sempre entendidas

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O episódio faz lembrar coisa parecida ocorrida em Belo Horizonte, quando o então deputado pelo PCdoB Célio de Castro teve que recorrer ao PMDB para ganhar tempo na televisão e montar a aliança que o fez vitorioso. Célio teve que ir à casa do ex-governador Newton Cardoso, então figura pouco popular em Belo Horizonte, chefe do PMDB, a quem pediu apoio. Ao ser questionado por ter feito tamanha concessão, Célio explicou ao eleitorado que o PMDB era um partido enraizado na cidade e que a coligação era com a legenda e não com o ex-governador, individualmente.
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Diário do Comércio