Preservação da memória, alerta contra a degradação do
patrimônio e conscientização das comunidades sobre os seus bens culturais e
paisagísticos. Uma exposição fotográfica itinerante vai mostrar imagens de casarões,
fazendas, igrejas, cinemas, acidentes geográficos e outros tesouros de Minas
que foram varridos completamente do mapa ou estão em processo de arruinamento.
A mostra Ecos do passado vai contemplar inicialmente 10 pontos e o Instituto
Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG), autor da iniciativa,
já tem listados outros 40 de triste lembrança. "Queremos suscitar a
ausência para falar da presença. O trabalho vai crescer gradativamente e a
participação dos moradores será fundamental nesse processo", diz o gerente
de Identificação do instituto, o historiador de arte Raphael João Hallack
Fabrino.
Estado de Minas