Mostrando postagens com marcador MMX. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MMX. Mostrar todas as postagens

Minério de ferro atinge preço recorde

Minério de ferro atinge recorde em 5 meses, cotado a US$ 142 a tonelada

Contrariando projeções pessimistas dos últimos meses, o minério de ferro continua em trajetória de alta e atingiu ontem US$ 141,8 por tonelada no mercado à vista da China. Foi o maior preço desde 12 de março, quando a cotação estava em US$ 143,4 por tonelada. Os valores são do minério 62% Fe, que é a especificação mais usada como referência de preço.
(...)
O aumento é bom para as mineradoras brasileiras, como Vale, CSN e MMX, ao elevar suas receitas. Em média, o minério vem sendo negociado a US$ 130,3 por tonelada desde o início de julho, 16% acima da média de R$ 112,1 por tonelada no terceiro trimestre do ano passado.
(...)
Valor Econômico

MMX investirá em 2013, R$ 2 bi em Serra Azul ( Minas)



MMX vai investir R$ 2 bi em Serra Azul no ano que vem

A mina de Serra Azul, da MMX, em Minas Gerais será prioridade da companhia no próximo ano. A empresa deverá investir no projeto cerca de R$ 2 bilhões para por a mina em operação. A expectativa é que a extração de minério comece em 2014.
"Este ano, já investimos R$400 milhões nesse projeto, que está seguindo o cronograma", disse o presidente e diretor de relações com investidores, Guilherme Escalhão.

Brasil Econômico

Manabi Holiding mineradora investirá US$ 2,8 bi em Minas

Nova mineradora investirá em MG


Executivos da Manabi Holding - mineradora criada no ano passado por ex-executivos da Vale e da MMX e investidores canadenses e americanos - se reuniram ontem com técnicos do governo de Minas para discutir detalhes finais de um acordo que apoia o investimento bilionário preparado pela companhia no estado. 
A Manabi adquiriu em 2011 reservas de minério de ferro de Morro do Pilar e Santa Maria do Itabira, na Região Central mineira. 
Segundo uma fonte do setor que acompanha as negociações com o governo estadual, o orçamento do projeto está dimensionado em US$ 4,1 bilhões , dos quais cerca de US$ 2,8 bilhões serão destinados ao complexo de mineração em Minas.

Estado de Minas

Governo de Minas atrai investimentos de 7bilhões só nesse mês


Antonio Anastasia e MMX anunciam investimento de R$ 4 bilhões em Minas Gerais

O governador Antonio Anastasia e o presidente do grupo EBX, Eike Batista, assinaram, nesta terça-feira (12/07), no Palácio da Liberdade, protocolo de intenções para investimento de R$ 4 bilhões pela MMX Mineração e Metálicos, no Complexo de Serra Azul, no Quadrilátero Ferrífero (próximo a Brumadinho). Serão gerados 5,5 mil empregos diretos durante as obras e 13,7 mil indiretos. Após a conclusão das obras serão criados 600 empregos diretos.

O Governo de Minas assinou protocolos com o setor de mineração, nos últimos 15 dias, que somam mais de R$ 7 bilhões em investimentos no Estado. Na semana passada, o governador Antonio Anastasia assinou com a BHP Biliton, maior mineradora do mundo, protocolo de intenções que prevê investimentos de R$ 3,7 bilhões, nos municípios de Ouro Preto e Itabirito, com a geração de 1.100 empregos diretos e outros 1.100 empregos indiretos.
Momento positivo
Para o governador Antonio Anastasia, o Estado vive momento muito positivo no setor mineral e que deve aproveitar a oportunidade para gerar empregos e oportunidades aos mineiros, sem perder de vista o respeito ao meio ambiente e o desafio de agregar mais valor aos produtos minerais.
"Nós temos que aproveitar essa onda positiva, porque esses investimentos representam empregos de qualidade em Minas Gerais, representam investimentos que vão gerar também infraestrutura e vão se desdobrar na logística. E a logística representa, também, o apoio não só na mineração, mas para outras atividades econômicas, não só portuária, como também ferroviária. Sem, claro, perder de vista o processo permanente de agregação de valor aos nossos produtos. Minas já se orgulha de ter toda a cadeia produtiva, da produção do minério até a produção de automóveis. E vamos continuar trazendo empresas que têm esse perfil econômico", disse o governador Antonio Anastasia.
Mineração sustentável
Durante a solenidade, Antonio Anastasia destacou ainda o papel das grandes mineradoras com a sustentabilidade da atividade mineral.
"A mineração séria é feita de modo sustentável, com requisitos, com determinações legais. Tanto a MMX, como grandes outras, são empresas internacionais, de grande respeitabilidade, que naturalmente estão tomando todas as cautelas e obedecendo a legislação na sua inteireza, para que não haja nenhum prejuízo ambiental. No mundo inteiro existe mineração, não só no Brasil, mas também nos Estados Unidos, Austrália, África, no Canadá, e em todos esses países a mineração se dá como aqui, agora. Ou seja, em caráter de sustentabilidade. E esse é um patrimônio importante que temos de preservar, mantendo o equilíbrio entre a situação econômica e ao mesmo tempo a preservação do meio ambiente", afirmou o governador de Minas.
Expansão da MMX
A expansão do Complexo de Serra Azul permitirá à MMX o aumento da capacidade de produção de minério de ferro dos atuais 8,7 milhões de toneladas por ano para 24 milhões de toneladas por ano. Os investimentos também incluem a implantação de uma correia transportadora com 10 quilômetros de extensão, ligando a mina ao ramal da MRS Logística, onde a MMX também vai instalar um terminal ferroviário; uma adutora, linha de transmissão de energia e um pátio de estocagem.
Além de investimentos na expansão da Unidade Serra Azul, a MMX prevê investimentos de mais de R$ 1,5 bilhão na implantação da Unidade Bom Sucesso, em Bom Sucesso, no Centro-Oeste mineiro. No total, a empresa planeja investir R$ 5,5 bilhões em Minas Gerais.
Capacitação
A companhia vai incentivar suas prestadoras de serviço a também contratarem trabalhadores locais. A MMX está desenvolvendo um programa de capacitação de trabalhadores, em parceria com o Senai, para atender à demanda das obras de implantação.
Os R$ 4 bilhões serão investidos no decorrer deste e dos próximos três anos. Para alcançar uma produção anual de 24 milhões de toneladas, a MMX vai construir uma das maiores e mais modernas usinas de beneficiamento de minério de ferro do mundo. Será também a primeira usina de beneficiamento de itabirito compacto do País.
A MMX vai construir este modal para reduzir a utilização do transporte rodoviário, eliminando cerca de 260 mil viagens de caminhões entre as operações da empresa e os terminais ferroviários. De acordo com o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), desenvolvido para este projeto, a MMX vai, ainda, reduzir o consumo de combustíveis fósseis, a emissão de gases poluentes e evitar o consumo de 12 mil pneus por ano.
O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) do projeto foi feito pela Brandt Meio Ambiente, empresa independente responsável pelo inventário social, ambiental e econômico da região onde serão implantadas as novas estruturas da MMX. De acordo com o EIA os impactos negativos da implantação do empreendimento foram avaliados como "pouco expressivos" ou "inexpressivos".
O terminal ferroviário terá capacidade para embarcar 24 milhões de toneladas por ano e fará a integração entre a mina e os trens da MRS, que levarão o minério até o Superporto Sudeste. A MMX está finalizando a aquisição deste porto, localizado em Itaguaí, litoral sul do Rio de Janeiro. Com essa aquisição, a MMX se coloca na posição de empresa consolidadora da região de Serra Azul, uma das mais tradicionais em mineração de Minas Gerais.
Responsabilidade Ambiental
Como toda atividade mineradora, a atuação da MMX modifica a paisagem da região. Para este projeto, toda a região de Serra Azul passou por uma completa análise socioeconômica e ambiental, que apontaram os caminhos para a viabilidade da expansão. As áreas com perdas ambientais serão recuperadas ou terão o impacto minimizado.
O bom aproveitamento da água é prioridade para a MMX, por isso 85% da utilização deste recurso no processo é de água recirculada. Para repor as perdas no processo, será feita captação no rio Paraopeba. A MMX também investe em estudos de aproveitamento de rejeitos do processo minerário em elementos de outras cadeias produtivas, bem como a reciclagem de resíduos do processamento.
Fonte: Agência Minas