Segundo Aécio, no dia 5 de junho será realizado "um grande evento" no Rio, com a participação do PMDB, do PP, do PPS, do PSDB, do Solidariedade, do PSD, de apoio à candidatura tucana, "que representa grande parte dos parlamentares, a grande maioria dos prefeitos do estado do Rio, e ex-prefeitos". "A coisa vai tomando uma consistência com muita naturalidade e é isso que me agrada. As coisas naturais na política são aquelas que acabam dando certo, afinal", ressaltou. Segundo ele, o PMDB, é o grande organizador do ato.
Questionado sobre as dificuldades na relação com o PSB, de Eduardo Campos, Aécio minimizou, empurrando a responsabilidade de possíveis "rompimentos" para o agrupamento do ex-governador de Pernambuco. "No caso de Minas, o PSB não veio fazer uma aliança conosco na véspera da eleição. O PSB participa da nossa obra de governo há 12 anos, inclusive hoje, participa em áreas importantes do governo. Não é nem um acordo de troca de apoio, o que chegamos a conversar foi ‘vamos deixar que as coisas caminhem com naturalidade’. E o natural é que estejamos juntos. Se houver uma mudança de caminho, eu não fui comunicado ainda em relação a isso, será uma decisão exclusiva deles", afirmou.