Com as suas executivas nacionais na base do governo Dilma
Rousseff (PT) e as estaduais imersas na base do ex-governador Aécio Neves
(PSDB), lideranças políticas de Minas acreditam na repetição do fenômeno da
não-verticalização para as eleições do ano que vem. Assim como ocorreu em 2006
e 2010, líderes mineiros do PP, PDT e PTB fieis ao tucano esperam que, caso os
caciques nacionais de suas legendas optem por permanecer na base de Dilma, a
bancada em Minas tenha liberdade para apoiar o candidato escolhido por Aécio
para disputar o governo do Estado. A decisão, de fato, só vai sair durante as
convenções nacionais do ano que vem.
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O Tempo