Chefes de dois cartórios eleitorais da Grande São Paulo
acusam o Solidariedade, novo partido organizado pelo deputado Paulo Pereira da
Silva (PDT-SP), de falsificar suas assinaturas para engordar as listas de apoio
apresentadas pela sigla à Justiça Eleitoral.
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A sigla tem até a semana que vem para obter o registro a
tempo de participar das eleições de 2014. Em negociações avançadas para atrair
cerca de 30 deputados, o Solidariedade tende a atuar na órbita do senador Aécio
Neves (PSDB-MG), provável candidato dos tucanos à Presidência.
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Folha de São Paulo