A nota da direção do PT foi lida no Palácio do Planalto e no
QG de Eduardo Campos como um ultimato: se o PSB não estiver com Dilma Rousseff
em 2014, será considerado oposição. Para auxiliares da presidente, o texto
revela "falta de sintonia" com a estratégia da petista e de Lula de
evitar rompimento com o governador de Pernambuco. "É o PT jogando Campos
para tudo ou nada", diz um governista. Dilma quer marcar nova conversa com
o pessebista na primeira semana de outubro.
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Folha de São Paulo