Ex-prefeitos de cidades mineiras presos pela Operação Esopo,
da Polícia Federal, apontaram o deputado federal Ademir Camilo (PSD-MG) como
intermediário de verbas do ProJovem, liberadas pelo Ministério do Trabalho e
Emprego (MTE) e direcionadas para municípios do Norte de Minas e do Vale do
Jequitinhonha, onde o parlamentar foi votado.
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O deputado, contudo, refuta as acusações e nega envolvimento
com irregularidades. "Deputado não é intermediário. Nós tivemos uma
formatura em Belo Horizonte da primeira turma do ProJovem em Minas, de 12 mil
pessoas, e eu estive presente. Posteriormente o ministro (Carlos Lupi) garantiu
ao governador Antonio Anastasia (PSDB) que iria ampliar o número de jovens
atendidos", garantiu ele. Segundo Camilo, todas as cidades atendidas no
estado foram as que o Ministério havia estipulado.
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Estado de Minas