Uma das bacias hidrográficas mais importantes do Brasil, a
do rio Doce, em Minas Gerais e Espírito Santo, sofre os impactos causados pela
degradação ambiental e sua vazão pode se tornar insuficiente para atender à
atividade econômica da região.
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"A ideia desse procolo foi imaginar um programa de
desenvolvimento mais moderno, com a participação dos governos, da sociedade
civil e das empresas que usam essas águas", afirma o governador de Minas
Gerais, Antônio Anastasia (PSDB).
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Parte diretamente interessada no assunto, a Federação das
Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) acredita que o protocolo abra nova
possibilidade para o setor industrial. A instituição defende que as empresas
possam contribuir com investimentos em infraestrutura na região e abater esse
custo do valor que são obrigadas a pagar pelo uso da água.
Valor Econômico