Gov. de Minas busca acordo entre Congonhas e CSN

Megainvestimento de empresa em xeque

O investimento de R$ 11 bilhões da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) em Congonhas, que pode comprometer a preservação do Morro do Engenho - moldura natural dos profetas esculpidos por Aleijadinho na Basílica de Bom Jesus do Matosinhos -, sofre mais um revés. Amanhã vence o prazo de cinco anos acertado entre a empresa e o governo estadual que permite a desapropriação de cerca de 300 famílias de uma área em que seria construído um condomínio industrial, parte do megainvestimento planejado pela empresa, que engloba também a construção de uma usina siderúrgica e duas usinas de pelotização. O governo estadual sinalizou ontem que fará um novo acordo com a companhia, mas com valores e benefícios diferentes.

Estado de Minas