Fitch vê perda para Eletrobrás com pacote
A proposta do governo de renovação das concessões do setor
elétrico que vencem a partir de 2015 terá impactos variados para as empresas,
de acordo com a Fitch Ratings. Segundo a agência de classificação de risco, a
proposta é negativa para a Eletrobrás e entre neutra e negativa para outras
companhias afetadas.
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Segundo a Fitch, a Cemig também sofrerá uma redução de 10% a
15% no Ebitda se aceitar a proposta do governo. Essa redução se aproximará de
30% após 2015, já que a Cemig tem três importantes usinas hidrelétricas cujas
concessões vencem nesse período e não serão renovadas.
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Citação: Brasil Econômico - 09/11/2012 - Coluna Poder
Econômico - Escrita por Jorge Felix
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Calabi: "Investidor foi vilipendiado"
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Ainda é incerto o desfecho-renovação ou não -, mas, logo
depois da reunião, Calabi expôs, com exclusividade ao Poder Econômico, a visão
geral sobre as novas regras estabelecidas pelo governo federal: "AMP
castra a capacidade de investimento do setor de energia. Não só em relação à
Cesp, mas também de Cemig, Copel, Chesf, Furnas. Os investidores do setor no
país, grandes players globais, foram vilipendiados.
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Calabi destacou que "todos" são favoráveis à
redução da tarifa de energia. Mas lembrou que a classe C, a baixa renda e os
moradores de áreas rurais já estão atendidos por reduções pela tarifa social.
"Estamos apoiando todos os ganhos de competitividade. Fazemos isso por
meio do ICMS que tem alíquota zero. O governo federal deveria fazer pelo
PIS/Cofins."
O Estado de São Paulo