O empresário Benjamin
Steinbruch vai entrar em uma seara de negócio que no Brasil é dominada há
décadas por Jorge Gerdau, pelos Ermírio de Moraes, da Votorantim, e pela
gigante ArcelorMittal, que sucedeu a antiga Belgo-Mineira. A Companhia
Siderúrgica Nacional (CSN), presidida por Steinbruch (também o maior
acionista), quer iniciar a venda de aços longos para ampliar sua participação
no mercado da construção imobiliária e de insfraestrutura.
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No cimento, a CSN já produz 2 milhões de toneladas em Volta
redonda e Arcos (MG). Tem uma atuação regional (RJ, SP, ES e MG), atendendo uma
gama de 8 mil clientes. Com planos de expansão nessas unidades, até 2014, prevê
chegar a 5 milhões de toneladas.
Valor Econômico